Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




ATUALIZAÇÕES DO FÓRUM




Absolutamente TUDO de novo que foi adicionado ao fórum DEVE ser postado neste tópico (localizado em "Noticias e Atualizações" do Mural Divino). Esse é um tópico de uso exclusivo da ADM para expor novas informações e servirá como um meio de comunicação onde os players poderão se manter atualizados sobre aquilo que vem acontecendo dentro do fórum.
Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

IMPORTANTE: Esse tópico é para ser atualizado sempre que algo mudar, não precisa ser preenchido somente por Ártemis e Hefesto. Se vc tem algo novo para postar, POSTE COMO COMENTÁRIO AQUI, seja uma mega missão, ou qualquer outra coisa.

Veja em: http://www.heroisdoolimpo.com/t2341-atualizacoes-do-forum-leiam-e-fiquem-por-dentro-do-que-esta-acontecendo

Novidades serão postadas como comentários ao longo do tópico!



Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

 » Resto do Mundo » Resto do Mundo » 

Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo  Mensagem [Página 2 de 5]

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Éris em Seg 17 Dez 2012 - 16:46

Éris

Éris
Deusa Menor
Deusa Menor
Ver perfil do usuário
O filho de Hefesto não era somente um viajante  perdido no tempo, mas realmente fazia parte daquela condição; entretanto, era mais do que claro que não fazia ideia disso. Procurava por sua ave mítica, mas os seus olhos não a encontravam, tentou sentir a sua presença com o elo que ligava-o com a criatura, mas não sentia este mais, era como se Sophia nunca tivesse existido.
A primeira pessoa que abordou foi uma garota de sua idade; tinha olhos e pele clara, normalmente, a exposição ao sol tornaria o brancor de sua pele num leve tom avermelhado, mas não havia isto, concluía-se que o mal tempo por ali era algo constante. A garota visualizou a presença grande e forte de Johnny e sentiu-se intimidada, entretanto, sorriu e apertou o passo, com medo do estrangeiro que falava com um tom diferente. O campista não entendeu, e então resolveu abordar outro, desta vez um casal. Fez sua pergunta sem deixar claro se falava diretamente com o homem ou com a mulher, ambos o olharam por um segundo, analisaram suas vestes, a mulher sorriu, mas o homem não o fez. Sentiu-se irritado, e só não arrumou briga por ser extremamente menor e mais fraco que o filho do ferreiro que já perdia a paciência. O casal continuou seu caminho deixando Singer mais confuso do que estava.
Começou a caminhar, olhava o cenário, mas não o reconhecia, nunca foi um bom aluno de história ou geografia ou sequer frequentou muito a escola. Falhava em encontrar qualquer coisa de familiar naquele lugar, até que seus ouvidos destreinados encontraram uma voz conhecida:
-... Watson. Como bem sabe, sou um homem racional acima de tudo. Uso o cérebro até hoje nunca me falhou, e dispenso o coração que, nas poucas vezes que consultei me enganou por completo. Entretanto, ouso dizer que o ápice da razão é encontrar a visão daquilo que meus olhos estão limitados. Acredito que encontro-me em um estado intelectual que beira o limite da racionalidade, e quando deixar de esgueirar na beira desse precipício e alcançar o meu objetivo, talvez terei que admitir que tudo aquilo que achava ridículo era, na verdade, puramente real. - Sherlock conversava com John Watson enquanto caminhavam, ambos com o auxílio de bengalas bem esculpidas de madeira. Estavam incrivelmente velhos, embora a idade parecia só ter lapidado o talento nato do detetive. Suas palavras tinham um fascínio arrebatador, parecia acreditar veemente naquilo que dizia, e despertaria a extrema curiosidade de qualquer um que ouvisse, talvez fosse pena que somente Johnny e Watson o faziam.
- É realmente difícil acreditar que apenas uma visita ao Cemitérios dos Leões alterou sua concepção do sobrenatural de forma tão extrema. Espero sinceramente que compartilhe comigo o que encontrou. - Watson comentou sem muitas forças, a idade o atingiu de forma diferente, estava mais cansado e menos paciente, Johnny não podia ver uma aliança em seu dedo, concluiu que os anos solitários lentamente o puxaram para a amargura.
- Com certeza irei, meu velho amigo! - Sherlock expressou com um entusiasmo e calor que não lhe era comum, e então continuou a caminhada que Jonhny não era capaz de ouvir por conta da distância. Se prestasse atenção, poderia ver algumas placas de madeira antiga apontando o caminho para o tal Cemitério dos Leões, entretanto, poderia tentar seguir o detetive e o médico que possivelmente rumavam ao seu apartamento em Baker Street; Johnny finalmente percebeu que estava em Londres, por volta do começo dos anos vinte.



Elementary, my dear - Página 2 Rs_500x415-140528085930-anigif_enhanced-25447-1400872314-7
#11

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Convidado em Seg 17 Dez 2012 - 19:40

Convidado

Anonymous
Convidado
-Ei, Você? -Digo enquanto sigo os dois homens. -Que tipo de jogo é esse Sherlock? Não estou para brincadeiras! Me leve agora mesmo para o acampamento!

Eu ainda estava furiosos pela falta de respeito daquele homem comigo agora pouco. Minha raiva havia esfriado, juntamente com o tempo, mas se aquele sujeitinho magricela achava que podia me fazer de bobo e sair impune, ele estava enganado.

Enquanto vou chegando perto dos dois, invoco meu martelo de batalha para a minha mão direita, mais para intimidá-lo do que para atacar, e bato com ele no chão quando chegar mais perto.

-Anda! E diga logo o que fez com a Sophia! Se você a feriu eu juro que irei arrancar a tua cabeça com um só golpe!

#12

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Éris em Seg 17 Dez 2012 - 22:56

Éris

Éris
Deusa Menor
Deusa Menor
Ver perfil do usuário
Era difícil até para homens com ajuda de habilidades divinas intimidar Sherlock, sem estas então, se torna uma tarefa quase impossível. Assim que viu um martelo de guerra surgir assim, como mágica, nas mãos de Johnny, o detetive foi discreto e ao mesmo tempo rápido em puxar um revólver e aponta-lo para o campista por baixo de seu sobretudo de modo que só ficasse explícito para quem estivesse de frente à deste. Seus olhos azuis examinavam o herói, não com raiva, mas com curiosidade.
- Agradável amigo, este seu, Holmes. - Watson deixou o sarcasmo dominar seu tom de voz.
Nos olhos de Holmes, Johnny podia perceber que não se tratava do lendário detetive que lutava incansavelmente contra a escória de Londres, não. Era um homem como qualquer outro, talvez até mais ordinário do que os homens que conheceu no acampamento que viveu a maior parte de sua vida. A idade havia chegado e batia com violência; já não era o mesmo, tanto de corpo quanto de espírito. Não tinha condições ou estado para ser como era antes, a idade e sua experiência realmente havia deixado a marca no detetive. Sherlock sorriu, e só por metade de um segundo, Johnny achou que realmente era uma brincadeira e que todos começariam a rir da sua cara; mas então sentiu o fervor do líquido escarlate descer lentamente pelo seu corpo, um disparo foi feito por Sherlock, e atingira o garoto. Não demorou até que uma multidão de olhos curiosos se aglomerasse diante ao garoto caído numa das ruas principais de Londres.
- Por Deus, alguém chame um médico!. - Holmes disse com irreverência, girou os calcanhares e caminhou na direção reversa, voltando ao seu caminho. A visão do campista se escurecia cada vez mais, até que chegou a escuridão completa do desmaio.
Acordou algumas horas mais tarde, num cenário estranho. O frio havia piorado e podia ver claramente que já era noite. Estava sem sua armadura, e o ambiente parecia muito com uma sala de hospital, embora muito mais precária. Sentia muita dor no local onde foi baleado (Na parte lateral esquerda do peitoral) e talvez nunca entenderia como foi que Sherlock conseguiu acerta-lo naquele lugar tão remoto. Sua visão estava borrada e seu corpo mole, talvez efeito da morfina que lhe foi aplicado.



Última edição por Éris em Ter 25 Dez 2012 - 23:09, editado 1 vez(es)



Elementary, my dear - Página 2 Rs_500x415-140528085930-anigif_enhanced-25447-1400872314-7
#13

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Convidado em Ter 18 Dez 2012 - 20:25

Convidado

Anonymous
Convidado
Minha visão estava completamente turva, via algumas luzes que dançavam em cima de meus olhos. Havia também um cheiro estranho, como se tudo ao meu redor tivesse sido esterilizado, por fim, sinto a dor ardente
no meu peito. Aquele imbecil! Porem, alguma coisa me dizia que o Sherlock que atirou em mim e o que eu conheci naquele lugar estranho, eram e não eram a mesma pessoa e eu tinha que encontrá-lo.

Devido ao meu estado, não seria muito inteligente sair do hospital agora, estava certo de que a minha recuperação iria ser mais rápida do que a das pessoas comuns... Então, invoco uma poção de cura mítica, da minha tatuagem, para minha mão e a bebo com calma. Enquanto eu iria permanecer em repouso, resolvo tentar conseguir algumas informações. Quando algum médico ou enfermeiro chegar, pergunto a eles o que havia acontecido, tentando parecer o mais normal possível. Depois tento saber onde fica o Cemitério dos Leões, lembro-me de Holmes conversando com o seu amigo sobre esse local e poderia ser um bom lugar por onde começar. Também tento colher informações sobre Sherlock, onde ele estava residindo, ou até mesmo em qual caso ele estava. Se Sherlock era famoso até hoje em dia, naquela época deveria ser quase uma celebridade.

Também tento conseguir mais cobertores, estava com muito frio e não gostava disso. Sempre preferi o calor acolhedor, e sendo filho de quem sou, logo mais já estaria doente. Tento dormir para passar a noite, esperando qu no outro dia já estaria melhor.


Habilidades:

Nível 8 - Resistência: O corpo de um atletas de Heracles é mais resistente a cansaço, temperatura entre outros fatores

Nível 12 – Persistência: Atletas de Heracles conseguem continuar em batalha, mesmo feridos, como se estivesse com toda sua força. Sempre são corajosos e não hesitam diante dos inimigos.

#14

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Éris em Qua 26 Dez 2012 - 0:43

Éris

Éris
Deusa Menor
Deusa Menor
Ver perfil do usuário
A cena era cômica e ao mesmo tempo extremamente curiosa para qualquer médico que fosse; o efeito da alta dose de morfina aplicado em Johnny fazia seu corpo lutar para repousar, mas seja como fosse, sua força de vontade fazia com que ele se mexesse como se não houvesse nada demais. Tomava o líquido com uma fragrância peculiarmente etérea, e ao que parecia, não havia dado resultado algum. Mas era só o que parecia.
Não tardou para que uma presença feminina viesse checar o estado do garoto. Poderia ser uma garota atraente, se não fosse pelos dentes. Os olhos verdes, os cabelos louros e a pele tão branca que parecia que nunca tinha visto o Sol. Tinha cerca de vinte anos, embora parecesse exercer aquele ofício por mais tempo do que poderia. Era linda, a não ser pelos dentes verdes e quebrados que decorava sua boca, aquilo chamava tanta atenção que Johnny sequer podia pensar em outra coisa a não ser aquilo. O garoto encarou os dentes podres da enfermeira enquanto a bombardeava de perguntas, fez isso por um longo tempo, até perceber que estava sendo incrivelmente rude. Seu olhar e voz hesitaram, mas ela sorriu, dizendo que estava tudo bem, e que um médico logo viria. Os olhos do filho de Hefesto pesavam mais do que mil bigornas, e por apenas um segundo, submeteu ao deleite de mantê-los fechados, foi o suficiente para o sono o pegar.
- ... a verdade, doutor, é que um grande mistério! - Disse uma voz jovial, e logo pôs-se a rir. Uma risada curta e melodiosa. - Desculpe, é que você sabe. É uma grande ironia, dadas as circunstâncias. - Completou de forma mais formal possível, embora isso não fosse realmente formal. Johnny a esta hora abriu os olhos, e viu duas figuras ao seu lado, aparentemente masculinas. Embora tentasse, o campista não podia reconhecê-los, sua visão pós-sono ainda estava embaçada.
- Pois bem. Deixe-me saber sobre as futuras respostas do paciente, estou demasiadamente interessado sobre este caso; não só pelo meu envolvimento pessoal sobre este, mas também pela curiosidade médica. - Pronunciou-se uma voz visivelmente mais experiente; Johnny reconhecia aquela voz, embora não pudesse dizer ao certo de quem era. Sua mente estava lenta, ainda em processo de religamento, e não havia alcançado 100% de sua capacidade, de outra maneira, poderia tirar a conclusão que se tratava de Watson, o único médico em Londres que anteriormente havia ouvido a voz. Os olhos do herói se abriram lentamente, e o olhar treinado de John quase instantaneamente deitou-se a Johnny. Logo que sentiu-se apto à falar, recomeçou o seu lançamento impetuoso de perguntas com sua - falta de - educação característica. Watson respirou fundo, sentou-se numa cadeira precária que havia próxima ao leito de Singer e calmamente começou com as respostas:
- Meu queridíssimo companheiro, Sherlock Holmes, como você já conhece, disparou em você, por sorte, não acertou nenhum órgão ou artéria, se eu o conhecesse menos do que o faço, diria que foi totalmente sem intenção. - John limpou a garganta e alcançou um copo de água perto, tomando-a. Parecia que o homem havia envelhecido de forma mais intensa do que Sherlock. Nesse meio tempo, Singer tomou o tempo para analisar o outro médico daquele cômodo. Ao contrário da enfermeira, este tinha um sorriso brilhantemente branco. Os olhos num tom escuro e os cabelos totalmente desarrumados, as olheiras pareciam agora fazer parte de sua pele. A pele era um pouco mais escura, embora no mesmo tom claro, o que indicava que tinha viajado recentemente para algum que houvesse calor, apenas por isso, Johnny sentiu certa simpatia pelo doutor. Antes que pudesse voltar seus olhos em direção à Watson, este recomeçava a falar: - O Cemitério dos Leões, ninguém é enterrado lá há tempos. Não sei qual foi a razão de Holmes tê-lo visitado, mas de qualquer maneira, este fica no fim de Broadley Street, se não me falha a memória, o número é 666. Sugestivo, não? - Havia um quê de humor em seu tom, mas o sorriso escapou de sua expressão; Watson parecia mais amargurado do que Holmes, e Johnny não podia o culpar, viu com seus próprios olhos como o sujeito era de difícil convivência, e viver toda uma vida ao lado deste deixaria marcas em qualquer um. - Sherlock vive comigo em Baker Street 221B. Se você continuar com esta melhora incrível, talvez seja liberado amanhã, e talvez posso visitar-nos. Eu adoraria conversar com você, e Holmes sem dúvidas lhe deve um pedido de desculpas, embora eu ache improvável que você consiga um. Damian, aplique mais morfina no pobre, está visivelmente sofrendo de dores, e deveria descansar até amanhã. - O doutor mais jovem que estava no quarto prontamente se moveu, e aplicou uma seringa em Johnny, que se não fosse alertado não perceberia. Imediatamente, seus olhos tornaram a ficar pesados, e a imagem do rosto de Watson era a única coisa que podia ver com clareza. - Bons sonhos, filho.



Elementary, my dear - Página 2 Rs_500x415-140528085930-anigif_enhanced-25447-1400872314-7
#15

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Convidado em Qua 26 Dez 2012 - 4:59

Convidado

Anonymous
Convidado
Por mais forte que eu fosse, não conseguia resistir a Morfeu. Meus olhos estavam muito pesados, e por mais que a morfina ajudasse, a dor em meio peito ainda ardia, então por que não se render ao sono?

Foi só eu fechar os olhos que comecei a ouvir vozes, não sabia ao certo o que elas diziam. Talvez falavam sobre mim, ou de qualquer outra coisa importante, ou talvez eu estava chapado demais por conta da morfina.Eu não tinha certeza de nada disso.

Eis que acordo então com dois médicos do meu lado. Minha visão ainda estava embaçada, porem conseguia distinguir, pela voz, que um deles era um tal de Watson, o sujeito que Sherlock conversava antes de eu levar o tiro. Ele começou a falar algumas coisas na qual eu não prestei muita atenção.

" Sherlock vive comigo em Baker Street 221B. bla bla . Damian, aplique mais morfina no pobre, está visivelmente sofrendo de dores, e deveria descansar até amanhã."

-Mais morfina?!.... Ok, morfina é bom. -Falo com um pequeno sorriso no rosto, eu parecia um pouco idiota, não sabia ao certo o por que daquela minha reação. -Tudo bem, amanha eu visito vocês, e me preparem chá! Eu gosto de chá de limão com pouco açúcar, quero manter meu corpo....- E então acabei dormindo de novo, por conta da morfina, esperando ter mais sonhos reveladores.

Pela manha, tento me manter acordado. Peço para a enfermeira trazer a minha mochila, queria as minhas ervas (uma erva de cura)... Pergunto ao médico se eu poderia fumar ali dentro e lhe peço um cachimbo emprestado.

Tento conversar um pouco mais com a enfermeira sobre o cemitério, o numero dele ser 666 não poderia ser coincidência.


|Pausada|

#16

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Hades em Qui 10 Jan 2013 - 21:03

Hades

Hades
Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
Ver perfil do usuário
Johnny conversa mais um pouco com a enfermeira de dentes podres pouco tempo depois de ter acordado. Sentia-se como novo. Procurou por não encarar a visão horrenda daquela boca, mas era difícil. Amavelmente, como se não percebesse que Johnny o fazia, explicou-lhe tudo:
- Não tenho certeza do nome, mas sei que lá só são enterrados um tipo de gente: nativos americanos. Índios principalmente. Alguns vieram com promessas de uma utopia, cheia de riqueza e prazeres com pouco trabalho, mas viveram por aqui em condições de quase escravidão. O governo logo teve que se preocupar com um lugar para enterrar; todos os europeus achavam-se superiores demais para ter seus ancestrais enterrados junto aos americanos. O número foi uma brincadeira preconceituosa, como a maioria dos índios que chegaram aqui demonstravam ter uma estranha fé pagã à deuses de origem grega, endemonizaram-os. - A garota sorriu após dizer, mostrando seus horríveis dentes verdes. Johnny não precisava ser um psicólogo para entender que a moça era constantemente rejeitada por companhias masculinas e descontava tudo isso em seus estudos, afiando seus conhecimentos. O filho do ferreiro sorriu. Gente muito inteligente era quase sinônimo de gente complexa, e tudo o que que ele menos precisava dentro de toda aquela confusão que costumava chamar de vida era de mais complexidade. Deixou que a enfermeira falasse sem ser ouvida por mais algum tempo, e não demorou muito até que ela fosse embora. Deixando o vazio e o silêncio do quarto sendo os únicos companheiros de Johnny... de novo.
Havia passado mais ou menos trinta minutos, mas o semideus julgava como se passava uma eternidade de silêncio. O médico Damian entrava no quarto com os pertences do paciente. Preenchia algumas papeladas, e quando Johnny perguntou sobre poder fumar, ele provavelmente pensa que é uma piada e ri por algum tempo, apoiando as mãos nos joelhos. Não respondeu, apenas terminou de preencher os papéis e colocou-os em cima do peitoral da armadura, o qual, provavelmente, via como uma peça de roupa comum:
- Você apresentou uma melhora inacreditável! Parece que é tão forte quanto um touro. Na recepção, você terá que apresentar os documentos, e então estará livre para ir. - O jovial doutor explicou para Singer. Teria que sair de lá de alguma maneira evitando ter de mostrar os documentos, já que não tinha nenhum consigo, e mesmo que tivesse, seriam sem valor algum. Sua escolha estava entre visitar Watson e Sherlock após sair, ou ir diretamente ao misterioso Cemitério.






Elementary, my dear - Página 2 Hades%2B9

Ω Lord of the Underworld Ω
#17

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Convidado em Sex 11 Jan 2013 - 1:14

Convidado

Anonymous
Convidado
Parece que os Deuses estavam querendo curtir com a minha cara, nada estava dando certo para mim naqueles dias infernais e eu estava realmente puto da vida. Quando o doutor fala que eu teria que apresentar meus documentos esse pensamento se intensifica. Primeiramente penso em usar a névoa para fazer com que os guardas pensem que eu estava com os documentos, mas como eu estou puto da vida, não conseguiria me concentrar o suficiente para moldar a névoa, então vou fazer do modo que eu mais gosto.

Vou indo pelos corredores do hospital até chegar perto a entrada principal, quando chegar uso a habilidade Cinzas de Vulcano, assim ninguém conseguiria me ver. Saiu de lá pela porta da frente de boa, caso alguém me pare eu digo que algo explodiu no hospital e que deveríamos fugir dali. Caso a pessoa ainda resolva insistir em me para, uso as aranhas para fazer com que ela fique imobilizada e então fujo do local o mais rápido possível.

Agora eu tinha dos locais para visitar, mas ainda não queria visitar o Sherlock, já tive muito desse homem por esses dias, então vou até o cemitério.


Habilidades

Nível 9 - Cinzas de Vulcão: O herói consegue criar uma nuvem de cinzas que enche todo o ambiente ao seu redor, dificultando a visibilidade, a respiração e deixando o clima muito quente. Essas cinzas irão depender do clima e ambiente em que estão, podendo durar de 3 a 10 turnos (Se estiverem em ambiente aberto, 3 turnos, em ambientes muito fechados, 10). Esta, não afetará filhos de Hefesto, que conseguirão ver e respirar naturalmente. Esta habilidade custara 30 pontos de energia e entrará em espera após 3 rodadas ou 6 turnos.

#18

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Hades em Seg 14 Jan 2013 - 20:25

Hades

Hades
Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
Ver perfil do usuário
Caminhou pelas ruas de Londres, e pela primeira vez pôde se dar ao luxo de aproveitar o horizonte. Fazia frio como sempre, e todo aquele aspecto retrô fazia parecer que o tempo corria em câmera lenta. As pessoas caminhavam sem pressa, a música era suave e devagar, e até o leve sereno parecia cair de maneira mais vagarosa. Tinha passado cerca de três dias naquela linda cidade, num tempo onde não precisava se preocupar com problemas curriqueiros, e não teve prazer algum.
Entrava no Cemitério dos Leões, o ar tinha o mesmo clima mórbido de todo cemitério. Parecia haver paredes invisíveis que faziam qualquer som da rua não chegar ao lugar. Havia algo que Johnny podia detectar melhor do que os mortais: magia. Não poderia identificar especificamente o que era, mas sabia que era forte. Podia sentir o cheiro daquilo corroer suas narinas. Uma estranha neblina começava a sair pelas lápides, um barulho forte barulho de uma sirene de ambulância começa a soar, como se estivesse sido tocava exclusivamente para os ouvidos do herói que fica surdo por alguns segundos depois. Retomou seus sentidos, abriu os olhos e viu uma figura maligna, infernal.
De pé, há menos de três metros de distância, uma criatura andrógena estava parada. Usava um cachecol cor-de-rosa, botas, saia de couro e maquiagem, mas por outro lado, tinha uma crescente barba bem aparada em seu queixo. Os dois se encararam um momento, Johnny sabia que era aquela criatura responsável pela magia naquele lugar...

Spoiler:
Elementary, my dear - Página 2 It__s____HIM_by_Shairin

HIM: ??%






Elementary, my dear - Página 2 Hades%2B9

Ω Lord of the Underworld Ω
#19

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Convidado em Seg 14 Jan 2013 - 20:51

Convidado

Anonymous
Convidado
Fico observando a criatura um tanto quanto perplexo. Não sabia ao certo se aquilo era um demônio ou um travesti muito feio, só sabia que a magia imanava daquela criatura e isso poderia ser muito ruim, então dou uns passos para traz afim de se precisar, conseguir me defender melhor.

-Olá traves... digo, senhor? -Fico atento aos movimentos da criatura, caso ela tente me atacar, pego o meu escudo e me defendo da melhor maneira possível, ficando sempre mais atento com o meu ferimento da bala. -Gostaria de saber o que o senhor é, e o que é esse lugar?

Caso ele não queira falar...

-Bom, acho que terei que arrancar essa informação de você, mulher barbada. -Invoco meu martelo e fico com o escudo na frente do meu corpo.

#20

Elementary, my dear - Página 2 Empty Re: Elementary, my dear

por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado


#21

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo  Mensagem [Página 2 de 5]

Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum