Herois do Olimpo RPG

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por Lizzy Fields em Ter 5 Fev 2013 - 10:12
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Ω Nome: Lizzy Fields
Ω Idade: 17 anos.
Ω Aparência: Possui longos cabelos castanhos escuros e ondulados. Olhos negros e sedutores. Alta e magra possuindo 1,73 m de altura. Com um corpo escultural de mulher madura.
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Características Psicológicas:
Ω Humor:
Lizzy é divertida, alegre e brincalhona. Quase nunca se deixa abater por brincadeiras tolas, e quando se trata de pessoas que não gosta, se torna uma pessoa fria e ignorante - excluindo totalmente o papel de boa moça. Gosta de se sentir bem e mostrar à todos como é bonita, sempre fala de seu corpo como se fosse um templo para ela.
Ω Três Qualidades: Calma, fiel e alegre.
Ω Três Defeitos: Exibida, ignorante e risonha demais.
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Ω História: Eu nasci em Toronto - no Canadá. E vivi com meu pai até meus 8 anos de idade, que foi mais ou menos nessa faixa que eu perguntava de minha mãe por causa das minhas outras amiguinhas de escola e ele se mostrava embaraçado e terminava a conversa com um "ela se foi" seco. Por dentro eu me sentia triste, queria ter minha mãe comigo do mesmo modo que todas as minhas outras amigas tinham. Achava aquilo injusto, mas não mostrava isso ao meu pai, exatamente porque sabia que isso o aborrecia, até porque pela sua resposta de "ela se foi" poderia muito bem ter nos abandonado. E por isso eu nunca mais tocara no assunto, preferindo até que ela continuasse distante mesmo, eu era feliz com meu pai e meu excesso de bom humor me ajudava na escola e a criar novos amigos e amigas.
Aos meus 11 anos em um dia -  que dava tudo para ser comum - na escola, tive o prazer de meu professor de História me pedir para ler um de seus textos, ele parecia me desafiar e isso eu não entendia, peguei assim o livro e comecei a ler. As letras se embaralhavam em minha cabeça me fazendo ficar tonta, mas em seguida elas se reorganizaram nas suas páginas e era como se saltassem delas. Parecia de um grego antigo, mas isso nem era tão surpreendente. O mais surpreendente nisso fora que eu consegui ler aquilo, o antigo grego. Li em voz alta e percebi pelo canto dos olhos que meu professor estava com um sorriso de orelha à orelha. Meus 3 melhores amigos e 2 amigas estavam parados boquiabertos em minha frente, e eu - como de costume - jogara meu cabelo pro lado, me exibindo novamente orgulhosa de minha performance.
Até aí, tudo corria quase bem. Aos meus 14 anos de idade, em um dia de compras no shopping com minhas duas melhores amigas, quase fui atacada por um monstro de um olho só no meio da testa. É claro que eu  havia assustado, mas ali do lado estava meu professor de história que há 3 anos atrás me fez ler um grego antigo. Ele não parecia tão velho e fraco como sempre me pareceu ser. Ele era forte e lutava contra aquele bicho esquisito, quando o ouvi gritar apenas para eu ir até meu pai.
Claro, eu peguei o primeiro táxi vazio e fui ao meu pai, quando contei sobre o monstro de um olho só, ele arregalou os olhos como se não esperasse por isso nesse momento. Mas como se soubesse que isso estava planejado à acontecer a qualquer dia. Ele voltou com uma carta nas mãos e disse que já era hora de saber da minha verdadeira história e da verdade sobre minha mãe de não ter "fugido" apenas, mas sim por uma boa causa, porque ela simplesmente não podia conviver comigo. Não podia me criar por motivos de deuses. Hãn? Eu sempre acreditei em um único Deus, aquele que todos dizem ter seu único filho chamado Jesus ao qual uma virgem deu à luz e tudo o mais. Terminei de ler a carta então, mas meu bom humor nesse momento não estava funcionando, meus sentimentos começaram a se embaralhar e nem eu mesma poderia explicar o que estava sentindo naquele momento. A unica coisa que eu sei, é que a carta não parecia conter mentira alguma e isso me perturbava. Se era verdade isso, que eu era filha de uma deusa, então por qual motivo foi que meu pai me deixara acreditar nesse único Deus que agora não fazia o mesmo sentido?
Meus olhos revelavam que eu estava perdida em meus pensamentos, e pediam socorro à ele, meu pai então me entregou passagens e pediu para mim que eu fosse logo para Nova York, porque o mundo estava prestes a acabar em cinzas. Pela primeira vez na vida, chorei - chorei como se houvessem lágrimas acumuladas de tantos anos sendo sorridente - chorei para tentar aplacar a dor que estava sentindo, a saudade que ia ter de meu pai carinhoso e a vontade de conhecer minha verdadeira mãe, e o medo de que tudo desse errado e eu morrer no caminho, ou meu pai morrer tentando me salvar, sem contar nos meus amigos que eu deixaria para trás. Meu pai - dotado de uma amabilidade incrível - sentiu o peso que estavam sobre minhas costas me abraçou e prometeu que tudo iria ficar bem se eu fizesse logo o que ele estava mandando. Prometeu também que falaria para minhas amigas que eu havia conseguida passar em uma universidade de lá, e por isso a viagem teve que ser tão rápida e urgente. Senti escorregar de suas mãos algo na minha bolsa e ao abri-la percebi que era apenas meu celular.
Limpei minhas lágrimas apressadamente, pois não gostava de parecer feia e fraca para ele, afinal, lágrimas fazem nós ficarmos velhas mais rápido. Dei-lhe um beijo em seu rosto e em seguida parti. A viagem correu tudo bem, eu estava sentindo minha aura leve pelo conforto, como se tivesse alguém ali que estava a me proteger. Mas a saudade de meu pai já era grande e apertava meu peito. Chegando em NY, um grupo de adolescentes bastante intrigantes me receberam de forma calorosa e gentil. Não conhecia nenhum deles, mas eles disseram que minha chegada ali era esperada. Eles mencionaram um tal de Acampamento Meio-Sangue e me lembrei de minha mãe ter mencionado isso na carta. Segui com eles então sem medo e possuindo uma conversa calma e sem exageros, como se fôssemos realmente um grupo de amigos de muito tempo.
Esse acampamento meio-sangue era estranho. Cheio de armaduras, lanças e flechas, enquanto ali estava eu de mini-saia e salto alto. Pela primeira vez na vida, me senti mal por ser a única metida ali presente, pensariam de mim uma garota arrogante e mimada, mas poxa, eu não lembrava do detalhe de "Acampamento" na carta. Todos me olhavam com sorriso nos lábios, uns pareciam ser sinceros e outros pareciam ser forçados, mas isso não me intimidava mais. Que bipolaridade é essa, viu?! Aquela era minha nova família e aqueles seriam as pessoas que eu deveria conviver, e bem... Sendo assim, ali estava eu, esperando algum sinal de como prosseguir e descobrir que deusa era minha tão esperada mãe.

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