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"Nada é verdade, tudo é permitido" Empty "Nada é verdade, tudo é permitido"

por Convidado em Sab 25 Out 2014 - 10:16

Convidado

Anonymous
Convidado
"Onde outros homens cegamente seguem a verdade, lembre-se, nada é verdade. Outros homens são limitados pela moralidade ou pela lei,lembre-se tudo é permitido" .


Volto para o meu chalé depois depois de um treino puxado. Nada que eu fizesse acalmava a angústia constante em meu coração.
"Como eu queria que menos eu estivesse preso naquele hotel cassino lótus" - suspirei.

Ninguém me ouviria mesmo. Nem um trovão de desaprovação se ouviu no momento. Apenas a estátua de meu pai me olhando. Eu não sabia o que pensar.
Segurei meu rosto a medida que me sentava na cama, fraco e chorei. Como não queria que me vissem, corri para uma área que somente eu e outra pessoa conhecíamos.
Um lindo campo e um lago cristalino com árvores frondosas perto do lago. A luz que batia na copa das árvores e beijavam o espelho da água, eram uma visão digna de uma pintura.

Sentei em uma das pedras ainda segurando minha espada. Talvez dessa vez eu tivesse coragem.
Lembranças de meu passado, sonhos, o rosto de minha mãe me amaldiçoavam. Fui fardado a percorrer esse trágico caminho.
O porque eu não sabia. Era amaldiçoado talvez. A solidão impregnava minha alma emanando e bagunçando tudo, tudo que eu tentava.
Na tristeza sem fim, encontrei a verdade. Era pra esse mundo vir e servir e esquecer o passado.

Amores eu perdi, sorrisos eu busquei, ilusões eu vivi e agora como sempre, sozinho eu fico. Não era desse século mas tinha que passar por isso mesmo assim ? Não poderia um cara de centenas de anos atrás, vindo de outro século, concluir sua história nesse presente? Meus fracassos amorosos eram a prova que que isso não era permitido. Sentia que estava sendo mais um brinquedo da deusa do amor para ensinar seus filhos e filhas mais sobre esse sentimento. Eu era uma cobaia perfeita vinda de outro século, prova que o amor vem de eras. Sentia que havia decepcionado Hera com mais um promessa quebrada, um casamento desfeito. Zombarias, risos e desaprovações. Verdades vindo a tona. Tudo isso feriam meu coração com lanças incontáveis que atravessavam ele e minha alma.

Uma batalha agora eu sempre busco, desviar meus pensamento era o que mais queria, não sabia ao certo o que queria mas sempre que enfrentava meus inimigos, sentia que eram os guardiões da porta para meu sofrimento, fim inserto.
Como aquilo me matava por dentro, as vezes sinto que não respiro. Porque Zeus me trouxe a esse mundo onde seu filho constantemente vive morrendo ?

Olhei para minha espada, a porta de meu fim estava no fio de sua lâmina. Imagens de meus amigos me segurava mas a dor que sentia até mesmo ao dormir me dominava.
Estava tremulo. O silêncio e o gelado de minha alma pareciam tomar conta de meu chalé.

_Alguém ? Por favor, me ajude. - Clamava por uma misericórdia enquanto segurava minha espada contra meu peito, a frente de meu coração.
Era fraco e não tinha coragem de acabar com a própria vida. Minha mente debilitada me fazia crer que alguém poderia me ajudar. Um amigo, conhecido, alguém passando até mesmo um olimpiano...

Percebi que estava sozinho. Um pouco de sangue percorria agora meu peito devido a ponta de minhas espada. Não sentia nada. Confesso em meio aos meu pensamentos que não sentia quase nada ao me machucar, mesmo em batalhas. Poderia ser minha insensibilidade congênita à dor mescada com a falta de interesse nesse mundo. Isso poderia ser o reflexo da vontade de morrer. Sim, eu queria morrer.

Peguei um pedra liza e joguei no lago. Após uns deslizes, vejo-a afundar. Suas ondas pareciam mágicas, me faziam lembrar coisas do passado. Estava eu em um lago, próximo a Grécia, refletindo sobre o meu futuro com o meu pai adotivo.
Ele me perguntara o que eu queria para o meu futuro. Respondi ser como ele. Um grande guerreiro espartano que encontrara um esposa amorosa que era minha mãe, um grande pai, um bom marido, ter filhos e contar sobre meu pai.
Lembro-me que estava sentado enquanto desferia aquelas palavras, olhava para o céu e respirava fundo como se isso fosse algum tipo de ritual para que um desejo pequeno como o meu, fosse realizado. Meu pai sorriu e apenas passou sua mão quente em meus cabelos. Aquilo me bastava como sinal de afeto e aceitação.

Minha realidade era crua e sufocante. Não contive meu choro e chorei de frente ao lago. Minhas lágrias caiam no lago, um silêncio não costumeiro estava naquele local. Talvez a própria natureza naquele momento, sentia meu coração.
Passei minha mão suavemente pela grama agradecendo Pã. Respirei fundo e por um momento, senti um pouco de paz naquele local. Me levantei e bebi um pouco de água, lavei meu rosto e nossa, como aquela água era boa.

Os deuses não respondiam minhas preces mas sentia que aquele lugar já era uma resposta para mim. De que poderia buscar um cadinho de paz quando mais precisasse. Peguei minha espada onde até então, jurara apenas usá-la contra meus inimigos e me recolhi ao chalé. Dissidi reforçando minha decisão de que teria que conviver com aquilo até o momento que eu não fosse mais preciso.

#1

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