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por David Rockefeller em Ter 23 Dez 2014 - 18:18

David Rockefeller

David Rockefeller
Filho(a) de Dionísio
Filho(a) de Dionísio
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Ω Nome: David Rockefeller
Ω Idade: 16 anos
Ω Aparência: David é um belo rapaz de cabelos castanhos, porém há quem diga que é loiro. Carrega no rosto uma expressão bela e tranquila, acompanhada de olhos castanhos claros um tanto profundos, que o tornam uma pessoa bastante atraente.  Ele possui um belo corpo capaz de arrancar suspiros, atlético e bem definido, mas não muito. Sua pele é de um tom marrom claro

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Características Psicológicas:
Ω Humor:
David é uma pessoa tranquila e alegre, sendo bastante legal com as pessoas que conhece, e sendo um pouco rude com desconhecidos. Ele é uma pessoa inteligente e bastante atenta, quase nunca sendo pego desprevenido.
Ω Três Qualidades:
Ele é alegre, tranquilo e companheiro.
Ω Três Defeitos:
Às vezes pode ser rude, sendo impulsivo em certas situações, além de ser cabeça dura em certas ocasiões.
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Ω História:

Eu nunca tive uma vida normal, minha mãe me abandonou logo depois que eu nasci, e meu pai eu nunca cheguei a conhecer. Eu acabei indo parar em um orfanato, e depois de dois anos eu finalmente fui adotado. Meus pais adotivos eram simplesmente maravilhosos, atenciosos e carinhosos. Eles eram donos de uma importante distribuidora de vinhos, e por isso constantemente visitavam suas inúmeras fazendas de uva.
Essas visitas eram um dos motivos que me faziam adorar uva e seus derivados, quando eu provava tais coisas eu me sentia confortável e cheio de disposição. Eu cresci como um adolescente saudável praticava bastantes exercícios e tinha bastantes amigos. Quando eu fiz 17 anos meus pais me deram um apartamento em Los Angeles, disseram que eu já era bastante responsável para poder morar sozinho.
Eu estava em meu apartamento sem nada para fazer, uma uva em direção a minha boca. Meu telefone toca, e com certa preguiça eu atendo, era um dos meus amigos me convidando para ir para uma festa, e como era de se esperar de mim eu aceitei ir. A festa iria ocorrer na casa de um dos meus amigos, que ficava mais na região norte de Los Angeles. Não demorou muito para eu chegar ao local, e mesmo ainda sendo cedo já havia bastante gente no local, entre eles pessoas que eu sequer conhecia.
A festa rolava tranquila e sem imprevistos, talvez algumas pessoas que beberam demais, mas nada com que se preocupar. Eu estava em um canto da casa, uma garrafa de cerveja na minha mãe e regulamente eu tomava um gole, quando uma garota chega perto de mim. Ela era um pouco mais baixa que eu, seus cabelos ruivos desciam até um pouco baixo do ombro, ela vestia uma blusa preta e uma calça jeans da mesma cor, seus intensos olhos verdes me fitavam enquanto ela deslizava por entre as inúmeras pessoas. Ela se aproxima de mim e da um sorriso antes de começar a falar.
– Oi David, que tal me encontrar lá atrás em dez minutos¿ Eu tenho uma surpresa para você! –  Ela pergunta me olhando nos olhos
Antes que eu pudesse sequer responder ela se virá e volta para onde estava, talvez já sabendo qual seria a minha resposta. Assim que dez minutos se passam eu vou para o local combinado, atrás da casa onde não havia ninguém, e depois de 3 minutos ela aparece no lugar. Antes que eu pudesse falar algo ela me puxa pela gola da sua camisa e me beija, lenta e suavemente.
Ela desliza as mãos para minhas costas, me puxando mais para si, o ar já começando a faltar. Tudo parecia correr bem, até que eu sinto um fio de dor correr por meu corpo. Em minhas costas eu sentia algo quente escorrer, sangue. Ela se afasta de mim, um sorriso torto em seu rosto, as unhas – não, eram garras – cobertas com meu sangue, e então ela as lambe satisfeita. Aquela situação estava estranha, mas ficou mais estranha quando ela falou.
– Chegou à hora de morrer Semideus, você será meu banquete hoje a noite!
– O QUE¿ - É tudo que eu consigo dizer antes que ela avance contra mim, suas mãos em volta do meu pescoço.
Nesse momento eu já estava apavorado. Ela então me derruba e fica em cima de mim ainda com as mãos no meu pescoço, me impedindo de respirar. Então ela aproxima seu rosto ao meu e então cola seus lábios aos meus, parecendo gostar do que estava fazendo. Quando ela se afasta ela parece bastante satisfeita, exibindo um sorriso em seu rosto, e apertando meu pescoço cada vez mais.
O ar me faltava, minha visão começava a ficar turva. Talvez esse fosse o meu fim. Eu estava para me entregar para a morte quando algo estranho acontece, uma espada atravessa o estomago da garota, e ela olhava perplexa para a ponta de l Johnny l saindo de seu corpo. Ela nem sequer teve tempo de agir quando a espada é retirada e atravessa seu pescoço, trazendo então a morte para a garota, e uma nuvem de poeira dourada.
Eu mal conseguia respirar direito, meu pescoço doía e eu respirava em meio às tosses. Um garoto se aproxima de mim e estende a mão para mim.
– Vamos levante-se, temos que ir.
Ele era da mesma altura que eu, tinha curtos cabelos castanhos escuros e olhos da mesma cor, uma pele de um tom marrom claro. Ele aparentava ser forte e poderia me quebrar facilmente. Ele me olhava de um jeito estranho, come se me avaliando, e eu sinto meu estomago revirar. Eu não ia a lugar nenhum com um estranho.
– Ir para onde¿ – pergunto um tanto rude – Eu nem te conheço, como poderia ir a algum lugar com um desconhecido¿
– Vamos para o acampamento Meio-Sangue – ele fala – E a menos que queira ser atacado novamente por coisas muito piores é melhor me seguir. E além do mais eu posso falar sobre o que você é¿
Essas palavras ficaram na minha mente. Eu realmente não queria ir com ele, mas eu estava curioso para entender o que ele quis dizer. Eu estava curioso para saber o que eu era.
- Esta bem, eu vou – eu falo tentando parecer tranquilo – Mas o que você quis dizer com falar o que eu sou¿
Ele da um sorriso de leve e começa a caminhar para a rua, e então paramos na frente de um carro e ele o abre, me convidando a entrar. Assim que entramos ele coloca a chave na ignição e liga o carro, saindo então do local estacionado e seguindo em direção ao centro de Los Angeles.
– Bem você é um semideus – ele fala prestando atenção na rua – Metade Deus e metade Mortal. Seu pai é um dos deuses gregos, que ainda continuam vivos e tendo filhos com mortais, e esse filhos se chamam semideuses. Existe um acampamento onde semideuses vivem seguros, e é pra lá que vamos.
Tudo o que ele falou me deixou perplexo e confuso, não conseguia assimilar tudo, mas uma palavra me prendeu a atenção, pai. Meu pai estava vivo, isso fazia eu me sentir estranho e com um misto de emoções, alegre, com raiva, receoso, confuso, ansioso; e tudo o que eu consegui dizer foi:
– E como posso saber que você estava falando a verdade¿ Como posso saber que posso confiar em você¿
– Você não pode! Apenas tem que confiar em seus instintos
Aquilo me convenceu de que ele falava a verdade, pois por qual motivo ele me salvaria. A única coisa que eu poderia fazer era confiar nele, e esperar para saber o que ia acontecer.
–  Pois bem – falo mais tranquilo – Vamos para esse tal acampamento.

Ele apenas sorriu de leve e pisou fundo no acelerador.

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