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por Christian Drew em Dom 1 Fev 2015 - 14:53

Christian Drew

Christian Drew
Filho(a) de Hermes
Filho(a) de Hermes
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Ω Nome: Christian Drew
Ω Idade: 16
Ω Aparência:   Embora tenha 16, aparenta ser mais velho com uma postura determinada. Cabelos negros e olhos azuis como a noite. Possuí traços belos, pele pálida e tem cerca de 1,70 de altura possuí um físico definido mas nada muito exagerado, apenas o essencial.
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Características Psicológicas:
Ω Humor:  A marca registrada de Christian é seu humor fechado, pode-se ser considerado anti-social e quando fala é realmente algo importante, embora deixe de lado quando fala com verdadeiros amigos, leal á eles e completamente indiferente á inimigos em batalha, não tendo hesitação nenhuma em matar se necessário.
Ω Três Qualidades:  Frio, Calculista e leal.
Ω Três Defeitos: Leal, Indiferente e orgulhoso.
_________________________________________________________________________________________________________________________

Ω História:
Nasci na Inglaterra no ano de 1998, morava com minha mãe Liz em um apartamento minúsculo no centro. Nunca fui um bom estudante, não só por ter dislexia mas também por não gostar muito da escola, sempre fora um lugar que eu era deixado de lado por ser diferente de outras crianças... isso levou minha mãe a contratar um professor particular para mim. Louis me ensinava várias matérias e mais algumas como latim, acontecimentos na segunda guerra mundial e esgrima. Na época eu deveria ter apenas sete anos de idade, nunca fui muito social mesmo com tal idade, o que me fez ter um pouco de dificuldade para me acostumar com Louis, que se casou com minha mãe três anos depois. Nunca gostei realmente de meu padrasto.
Mas as coisas eram diferentes com minha mãe, ela era definitivamente a pessoa que eu mais amava nesse mundo, diferente de mim ela possuía cabelos ruivos, olhos verdes e era muito social, amigável e atenciosa. Se eu alguma vez duvidara de ser filho dela? Deixemos isto de lado e voltemos para a direção da história, que vai dar num garoto aparentemente, chato, anti-social, exigente e até então, ingênuo e cercado de medos obscuros.

Podem pensar que eu era uma criança disléxa emo normal, mas este não era o caso. Eu via coisas nas sombras, que sempre me atormentavam.. algumas vezes falavam comigo, sussurravam-me coisas que eu realmente não entendia na época... com o tempo eu fui me acostumando, me tornando indiferente até alcançar minha adolescência. Faltava pouco para meu décimo sexto aniversário, de vez em quando eu via algo ou alguém me seguindo na rua, mas provavelmente nada fora do normal. Minha mãe havia me dito que iríamos fazer uma visita para uma tia minha nos estados unidos, pelo que eu havia descoberto ela morava em Nova Iorque e não tinha filhos, ela estava doente e como era próxima de minha mãe pedira para que nós a visitássemos. Já havia arrumado minhas malas e estávamos á  caminho do aeroporto.

[...]
Nunca andei de avião, e por mim não andaria novamente... a viajem foi cheia de turbulências mas pelo lado bom o voo não atrasou. Tinha uma senhora de idade bem esquisita do outro lado do corredor que olhava para mim de forma muito... questionadora, duvidava que fosse por conta de meu agasalhos ou algo parecido. Pegamos um taxi e fomos para o centro da cidade, mamãe dissera que ela morava em um apartamento e tinha muitos gatos. Não que eu não goste de gatos, mas se eram mesmo tantos gatos quanto minha mãe dissera, minha tia deveria ter ficado para a “titia”.
Quando chegamos eu percebi que tinha cerca de 7 gatos na casa, e minha tia parecia muito com minha mãe, assim como a personalidade.  
Passaram-se os dias e num sábado meu aniversário chegou. Minha mãe e minha tia queriam me levar para sair, mas pouco me importava o que faríamos.. portanto concordei  com a ideia de um piquenique embora estivesse completamente nublado. Tia Janna dissera que conhecia um ótimo lugar para se fazer um piquenique, era meio isolado e de acordo com ela ficava em Long Island. Fomos de carro, como sempre eu ficara na janela olhando o caminho que seguíamos.

Levava comigo meu celular com os fones de ouvido, dificilmente o fazia mas por alguma razão quis leva-lo para escutar uma música enquanto passávamos por arvores e mais arvores até chegarmos num local com duas colinas. Minha mãe estacionou no pé de uma delas e subimos até lá, arrumamos as coisas do piquenique e começamos a comer. Percebi que na outra colina havia um arco de pedra antigo, e que havia um pinheiro muito alto e saudável. Aparentemente algo estava escrito no arco, mas daquela distância não conseguia ler.
A tarde estava indo aparentemente boa, embora eu estivesse com um mal pressentimento... como se algo muito ruim fosse acontecer... como a morte. Mas espantei esse pensamento e aproveitei a tarde, até que o pôr do Sol começou. Assistíamos o acontecimento enquanto comíamos nachos, como pessoas normais. Mas de repente, ouvi um som de um corpo se chocando ao chão e imediatamente me virei para olhar.
Era um homem. Alto, com longos cabelos loiros... portava uma arma.. como era mesmo o nome? Besta? Algo do tipo. Ele tinha orelhas pontudas e portava um olhar de inteligência, embora aparentasse estar á beira da loucura.

- Semideus! Hoje terá seu fim, foi um erro ter aparecido por aqui sem nenhuma ajuda daqueles outros... tolo!- Disse ele, sua voz transbordava ódio e até mesmo elegância, seu olhar estava fixo em mim como se não percebesse ninguém mais. Gelei completamente ao ouvir suas primeiras palavras... quanto tempo fazia que não ouvia aquilo? Não... quantos anos?

Busquei o olhar de minha tia e minha mãe, minha tia aparentemente agia normalmente, mas minha mãe agora olhava para o homem com total horror em sua face. Voltei a olhar o homem e percebi que sua arma era de aço, e que estava prestes á atirar. Tudo se passou muito rápido...
Minha mãe se jogando em minha frente e sendo atingida no meio de seu coração por uma flecha de aço. Minha tia gritando  e sendo atingida por outra.. e eu paralisado com minha mãe em meus braços, sangrando. Ela procurou por meu olhar uma única vez e me disse uma ultima vez com sua voz doce.
- Meu príncipe, siga pela colina, e nunca se esqueça de que sempre estive com você... assim como seu pai, vá pela sombra...- Com um ultimo esforço ela sei foi. Minha mãe morreu em meus braços, cuspindo sangue. Minha tia também... embora não tenha tido chance de falar. O homem parecia se divertir com a cena, e com completo ódio eu explodi.

A ultima coisa que eu me lembro foi ter desmaiado e estar sangrando... acordei num tipo de enfermaria, e um cara com pernas de bode me olhava preocupado e ao mesmo tempo assustado.  Haviam alguns adolescentes no local, deitados em macas... estava com o ombro enfaixado e aparentemente não doía muito.
- Não pergunte nada, vou te esclarecer tudo. – Disse ele, e eu concordei, não estava nada feliz ou disposto a conversar... a pessoa que eu mais amava havia morrido.
Depois de algumas horas eu entendi tudo. Eu era um semideus, ali era um tipo de acampamento para semideuses e pelo que ele havia dito, eu tinha acabado completamente com o homem que matara minha mãe, o qual ele se referia como elfo. Aquilo seria minha nova vida... não sabia qual deus grego era meu pai, mas sinceramente pouco me importava... mesmo estando abalado com a perda de minha mãe, me sentia reconfortado ao mesmo tempo... a morte não era uma coisa ruim. E foi assim que cheguei aqui, o chalé de Hermes não é tão desconfortável, embora preguem peças constantemente comigo.

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