Herois do Olimpo RPG

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por Theolo em Dom 15 Mar 2015 - 23:10
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Ω Nome: Theolo Vega
Ω Idade: 17
Ω Aparência: Cabelos e olhos negros, 1,77 de altura, 58kg, magro, pele parda.
_________________________________________________________________________________________________________________________
Características Psicológicas: Companheiro, não muito simpático, realista, senso de humor um pouco diferente da maioria das pessoas.
Ω Humor: Geralmente neutro. Nem feliz nem triste. Se anima por coisas simples, e não costuma ficar triste. Quando isso acontece, guarda pra si e supera sozinho.
Ω Três Qualidades: Lealdade, sinceridade, determinação.

Ω Três Defeitos: Orgulho, ingenuidade, teimosia.
_________________________________________________________________________________________________________________________

Ω História: Era véspera de natal, pessoas iam e vinham sem parar, esbanjando sorrisos, e admirando as luzes na cidade de São Francisco. Enquanto isso, Theolo Vega, um garoto de 17 anos, alto e com cabelos e olhos negros estava trancado em seu quarto, sem muita animação para as celebrações, pois ele sempre se sentia mais sozinho nessa época (e porque não ganharia presentes). A única coisa que lhe animava era a presença de sua mãe, Katherine Vega, única pessoa da família que era realmente próxima a ele.  Theolo sentia o cheiro da comida deliciosa da mãe saindo do forno, e apenas esperou pelo grito dela, avisando que tudo estava pronto. O menino desceu as escadas, e mesmo sem animação, abriu um sorriso para sua mãe, que esperava por ele no último degrau. Ela estava usando um vestido azul, simples e nada formal. O cabelo cacheado estava preso num rabo de cavalo, mostrando o lindo rosto moreno sem muita maquiagem. Isso deixou Theolo feliz, já que estava usando apenas uma camisa xadrez, também azul, calça jeans e all-star preto. Nem sequer penteara os cabelos.
A mulher sorriu de volta e disse:
  - Anime-se, Filho. Nós estamos juntos e é tudo o que importa. É o melhor motivo para ficar feliz.
  Theolo admirava muito a mãe. Ele tinha começado a fazer esgrima por isso. Sua mãe era incrível com o esporte, nunca quis competir, mas se tornou uma professora. O garoto achava incrível a capacidade da mãe com as rapier’s e acabou se animando pra ser igual. Tendo aulas particulares com Kate, Theolo acabou se tornando um ótimo esgrimista. Era desafiado constantemente por outros garotos, que tinham aulas com sua mãe, para duelar e na grande maioria das vezes ele vencia sem muita dificuldade. O talento era natural.
  Guardado com todo o cuidado no quarto da mãe de Theolo, havia uma linda rapier, feita de algo parecido com bronze. A espada era linda. Tinha luz própria, e o brilho era como algo de outro mundo. Não era tão fina quanto as espadas com que ele praticava esgrima, mas bem mais fina que uma espada comum. Era perfeita para perfurar, mas os dois lados bem afiados também eram ótimos para cortes grande. A espada era simplesmente perfeita... O sonho de Theolo. A mãe dizia que havia sido deixada por seu pai, a qual Theolo nunca conhecera, ele sumiu quando ele era ainda muito novo, e o deixou sob os cuidados de Kate. Mas só o que importava pra ele era que ele os tinha abandonado, então não gostava de fazer a mãe responder perguntas sobre isso. Era um assunto que sempre deixava-a triste. A presença da mãe, como a própria dissera, era mais do que o suficiente.
  Ao ver a mãe sorrir, e pensar em zilhões de coisas numa fração de segundos, Theolo se animou. Depois, comendo aquela comida deliciosa de Natal, curtiu a presença da mãe, que falava sobre o bom desempenho dele nas aulas de esgrima, e perguntava sobre a escola (o que não era um assunto muito interessante para o garoto).
   Mesmo estudando muito, o jovem sempre acabava mudando de escola constantemente. Sempre aconteciam coisas estranhas, como professoras com canetas assassinas, ou colegas de sala que chutavam uma bola que quebrava paredes na direção de Theolo (não, não é exagero).
   Enfim, após a ceia, o menino acabou voltando para seu quarto. Não demorou muito quando a campainha tocou. Os Vega não tinham parentes e nem muitos amigos que pudessem aparecer àquela hora. Theolo ouviu a porta abrir e um estrondo enorme logo depois, acompanhado do gemido de sua mãe. O garoto desceu as escadas correndo, foi em direção à entrada quando se deparou com Kate caída em cima da mesinha de centro (ou o que havia sobrado dela). Parado à porta estava um homem de dois metros e meio, uma aparência horrível, roupas em trapos e... Apenas um olho, bem no meio da testa. Theolo conhecia a criatura de suas pesquisas. Era um ciclope. Não tão grande quanto como as descrições que Theolo já lera, mas isso não deixava a criatura menos assustadora. O garoto estava em choque com a situação. Era loucura demais para processar. Theolo começou a tremer de medo, mas precisava ajudar a mãe...
  - Essas campainhas dos mortais são mesmo interessantes. Aperte uma vez e um humano vem até você de bom grado. Você cheira bem, garoto... Parece delicioso. – disse o ciclope, com sua voz grave e assustadora, olhando direto para Theolo.
  Isso apenas serviu para apavorá-lo mais ainda. Em estado de choque, o garoto não percebeu que sua mãe já estava de pé. Corajosa como sempre, a mulher estava erguida, encarando o ciclope, como se aquilo não a surpreendesse em nada. Ela virou-se para Theolo e disse, com uma expressão séria como jamais o jovem vira antes:
  - Filho, pegue minha espada.
  O menino não pensou muito. Mesmo nervoso, ele sabia que tinha que se mexer, e sabia que precisava ajudar a mãe. Ele nem tinha se dado conta, mas estava parado junto à porta do quartinho embaixo da escada. Lá ficavam algumas espadas com as quais Kate dava aula. Inclusive a que ele costumava usar. O mais rápido possível, enquanto o ciclope avançava e sua mãe tentava retardá-lo, jogando coisas em seu rosto e correndo em círculos ao seu redor, Theolo colocou a senha do cadeado e pegou a espada da mãe. Infelizmente, era tarde. Katherine Vega estava presa pelo monstro que a segurava firmemente com as duas mãos, envolvendo seus dois braços, e deixando a mulher completamente indefesa.
  - Matarei essa aqui bem devagar, para que antes de morrer você saiba o que é sofrimento de verdade, garoto.  – disse o ciclope, com um sorriso incrivelmente nojento no rosto.
  Quando viu isso, a fúria subiu pelo corpo de Theolo que ergueu a espada da mãe e preparou-se para correr em direção ao monstro e atacar.
  Antes que ele pudesse fazer algo, videiras começaram a adentrar na casa e envolver o ciclope, que instintivamente soltou Katherine Vega, para se livrar das plantas, mas isso não estava dando muito certo. Então, um som de flauta tocando uma música da qual Theolo nunca ouvira antes, se aproximava. Em pouco tempo, o ciclope estava completamente neutralizado e a mãe de Theolo estava livre, embora machucada. De trás do monstro, a música estava mais alta, mas logo cessou. Então, de lá surgiu um homem, bom... Ou quase isso.
  A figura que aparecera era homem da cintura pra cima, onde usava uma camisa laranja, com a escrita “Camp Half-Blood” e o desenho de um centauro, e carregava uma flauta de madeira presa à um cordão em seu pescoço. Tinha cabelos cacheados, com alguns fios brancos e dois chifres brotavam de sua cabeça. Mas da cintura para baixo, o homem tinha pernas de bode, peludas e com cascos no lugar de pés... (É, como todo bode). Theolo também reconhecia a criatura. Era um sátiro... Ou um fauno. Depois do que acabara de passar, o homenzinho de no máximo 1,60 não o assustava tanto. Então, o homem bode, olhou para o garoto, e sem muita animação começou a falar:
  - Olá, garoto. Me chamo Sony, vim até aqui para leva-lo para um lugar seguro. E quanto a senhora... Você não é uma mortal comum, é? – disse o sátiro, virando o rosto para Kate.
  O Ciclope urrava de fúria, mas continuou a ser ignorado.
 - Então chegou a hora... – disse Kate, com um olhar triste. Depois, continuou. – Não, sátiro, eu não sou uma mortal comum. Eu posso ver através da névoa.
  - Suspeitei. – disse Sony. – Bom, precisamos acabar com isso, seu filho está com o cheiro mais forte que nunca, vai acabar atraindo monstros ainda piores. A propósito, o ciclope ainda está aqui... Pode me ajudar com isso?
  Então, Kate Vega subiu as escadas correndo, e em questão de segundos reapareceu, com a espada perfeita na mão. Ela reluzia lindamente, e Theolo apenas admirava. Ao ver a rapier, o ciclope entrou em desespero e tentou se soltar, mas era inútil. A mulher, então, entregou a espada nas mãos do garoto, que no meio daquela loucura, ficou feliz ao empunhar algo tão incrível, e que tinham o tamanho e o peso perfeitos para ele. Depois disso, Kate, como se estivesse falando algo totalmente comum, sorriu e disse:
  - Acho que você precisa fazer isso. Você precisa ir com o Jony e precisa entender de onde veio e o que você é. Você entenderá o que foi tudo isso, e sua vida mudará completamente. Eu estarei sempre aqui esperando por você, mas agora chegou o momento da despedida. Quer fazer isso?
  Ainda com as ideias bagunçadas na cabeça, o garoto entendeu que precisava usar a espada pela primeira vez. Não se sentia mais com receio ou medo, mas uma parte da raiva do ciclope ainda estava lá, o que deixava as coisas mais fáceis. O sátiro abriu caminho, e Theolo com um movimento rápido perfurou o ciclope preso, com um golpe bem acima do olho. Ao entrar em contato com a espada, o monstro se transformou em uma pilha de pó.
  O garoto olhou para a mãe, que mais uma vez sorriu.
  - Estou orgulhosa de você, filho... Na verdade, eu sempre tive muito orgulho de você. – disse a mulher, com os olhos agora marejados. – Essa é a sua espada, o presente de seu pai... Provavelmente você saberá quem ele é em breve. Bom, acho que você precisa dar um nome à ela. Qual será?
  As palavras deixaram Theolo feliz, mesmo ele sabendo que com o ciclope indefeso, aquilo não foi muita coisa.
  - Obrigado, Mãe. Você é a melhor. – disse o garoto, olhando determinadamente para a mãe. – Quanto à minha espada... Ela se chamará Lumuus. O brilho dela me agrada, e ela é uma espada rápida, então, nada mais justo que um nome que lembre a luz.
  Os dois se abraçaram, Kate beijou a testa do filho e o garoto seguiu com o sátiro, já com a espada na bainha.
  Theolo Vega nem imaginava que o que sua mãe falara era uma versão bondosa do que estava por vir. Ele descobriria isso por conta própria em breve.
  Agora, ele chegara ao lugar mais incrível que ele iria na vida, de onde sairiam suas maiores aventuras... o Acampamento Meio-sangue.

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