Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




ATUALIZAÇÕES DO FÓRUM




Absolutamente TUDO de novo que foi adicionado ao fórum DEVE ser postado neste tópico (localizado em "Noticias e Atualizações" do Mural Divino). Esse é um tópico de uso exclusivo da ADM para expor novas informações e servirá como um meio de comunicação onde os players poderão se manter atualizados sobre aquilo que vem acontecendo dentro do fórum.
Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

IMPORTANTE: Esse tópico é para ser atualizado sempre que algo mudar, não precisa ser preenchido somente por Ártemis e Hefesto. Se vc tem algo novo para postar, POSTE COMO COMENTÁRIO AQUI, seja uma mega missão, ou qualquer outra coisa.

Veja em: http://www.heroisdoolimpo.com/t2341-atualizacoes-do-forum-leiam-e-fiquem-por-dentro-do-que-esta-acontecendo

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Ω Gerrard Fernandes

Ω Gerrard Fernandes
Filho(a) de Quione
Filho(a) de Quione
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Ouço sentado o que todos falavam não dando muita bola, apenas esperando que se decidissem sobre o que fazer e então quando achei que as coisas estavam fugindo um pouco do rumo eu me levanto e chamo a atenção de todos:

- Ei ei ei, do que diabos vocês estão discutindo? Para começar porque vocês querem ir de pégaso? Com duzentos dinheiros mortais para cada um é suficiente para irmos até o local que desejamos com a possibilidade de ainda nos camuflar por entre as pessoas e evitar monstros ao máximo possível. Confio em todos vocês para aguentar uma luta mas que vontade de sangue todo semi-deus tanto tem, que vontade de provar que consegue matar os monstros forte apenas para mostrar pros outros e se gabar por ter feito isso? Eu apoio a ideia do Aaron nos guiar, mas voto por ir por terra mais seguramente e quanto ao caso de destruir o pingente... Com tanto poder assim não se sabe o que aconteceria ao destruir ele, ele poderia muito bem explodir e levar muitos inocentes pra cova. E se o caso for de Ordem precisar do pingente e Selene não querer entregar a eles, se fosse assim ela teria ficado com o pingente para ela própria, ou nem teria criado ele em primeiro lugar, não? No mínimo ela quer que a gente use o poder dele para acabar com a Ordem, então acho que devemos leva-lo conosco.

Depois de notar o quanto eu havia falado e que todos estavam a me observar eu me sento novamente e comento: - Mas acho que eu sou a excessão nas opiniões aqui não? Então, já que o Aaron aparenta já ser o nosso líder por opinião pública - Então me viro para ele - O que você acha que devemos fazer, coruja?



Nível 8 – Frio Aconchegante [Intermediário]: Os filhos de Quione recebem bônus em seus poderes quando expostos ao frio (+10 FOR, AGI). Eles não ficarão fatigados e adquirem uma maior resistência física (+10CON), porém recebem uma pequena penalidade se expostos ao calor forte (-10 CON). Recuperam 7 pontos de vida e energia quando expostos a temperaturas abaixo de zero graus célsius. [NESSAS CONDIÇÕES]

Parte em negrito sempre ativa devido à:
Casaco glacial²² O casaco é extremamente frio, somente um filho de Quione pode usá-lo. A baixa temperatura é tanta que este emanará fumaça congelada, como a de gelo seco.

Nível 6 – Aura Glacial [Inicial]: O filho de Quione desprende uma aura fria. Neste nível a aura é fraca e serve apenas para amenizar o calor, não causando efeito em inimigos. (+7 WIS)
#11

Aaron Black Mettus

Aaron Black Mettus
Filho(a) de Atena
Filho(a) de Atena
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Tão logo Selene se envolve em luz, desaparecendo da mesma forma teatral com a qual chegou, levanto-me para ir em direção ao colar. Em nossas mãos estava a ultima peça para um ritual poderoso, e não me parece sábio entregar em nossas mãos algo que a Ordem quer, sabendo que encontraremos com ela inevitavelmente. Mas, assim sendo a vontade da Deusa, que poderia fazer? Apenas aceitar e proteger esse item. Pouco antes que eu chegasse a Quiron, uma figura estranha passa correndo por mim, tocando a pedra com a ponta dos dedos, com todo o cuidado possível, como se trabalhasse em uma bomba incrivelmente poderosa. Com certa facilidade poderia reconhecer o que fazia... Usava magia em uma tentativa de conhecer o que estava no oculto daquele colar, até que a Luz surge, arremessando-a para longe e criando alguns risos em meio aos que ali estavam. Após isso, com algum receio de ser o próximo atirado, toco o colar, ativando Conhecimento, podia notar... Um Cristal envolto no Sangue de Selene. Sangue de Deuses, uma inesgotável fonte de magia, presa dentro de uma pedra, agora em minhas mãos.

Entretanto, mais importante do que havia descoberto, eram as perguntas que se formavam em minha mente. Por que o colar repelira a Korra, mas não a mim? Obviamente, estávamos lidando com uma relíquia poderosa e grande parte dos poderes mágicos inferiores seriam repelidos pelo sangue, mas não tendo rejeitado a mim, poderia significar que o Cristal que envolve o Sangue de Selene seria como um casulo protetor, que repeliria e protegeria seu núcleo carmesim de influência magica externa? Afinal, como filho de Atena, não possuo afeição a magia, e isso poderia permitir a mim penetrar fundo no oculto do objeto. Sendo realmente o cristal uma forma de proteção, existe como ativar e canalizar esse poder? Pensando nestas questões, espero que Conhecimento tenha me revelado, afinal... Ele me revela tudo sobre o objeto. 


Enquanto pensava nestas questões, uma das legionárias que aqui estavam já começava a organizar-se com os demais membros da missão, eles pareciam apressados em sair do Acampamento, e eu não podia culpá-los, afinal, também desejava partir logo em missão. Mas, muito antes do que eu imaginava, tudo orbitava sobre lideranças, que de forma quase unânime, havia caído sobre mim. Perguntava-me o que eu teria feito para ter uma fama no lado Romano a ponto de dois deles aceitarem-me como Comandante, afinal, não creio que gostem de ser comandados, ainda mais por um Grego.  Mas não era isso que me preocupava... Algumas vezes que olhava para a Legionária, meu Julgamento de Guerra me deixava tranquilo, pois mostra-me uma pessoa confiável e em outros, mostrava-me uma Inimiga em potencial, eu iria precisar ficar atento a ela.

Ao voltar minha atenção a discussão, dois tópicos se mantinham mais fortes: O que fazer com o Colar e a forma de viajar. Obviamente, a forma de viajar era a menos importante, apesar de sermos um grupo grande e isso atrair monstros com facilidade, tinha certeza que Selene não escolheria os fracos, todos poderiam se portar bem em combate. Assim sendo, precisaria pronunciar-me sobre a questão mais importante, o que fazer com o colar, e essa era uma difícil decisão. Precisava concordar com o Legionário, levar a relíquia conosco, indo em direção aos seres que precisam dela não é uma boa ideia. Mas, destruir o Colar está totalmente fora de questão, se a ideia fosse eliminar sua existência, Selene nem sequer o teria criado ou ela mesma teria destruído. E se o próprio uso da magia, por meio daquele ser Estranho já havia causado uma repulsão, sendo um modo sutil, imagine o que a destruição, um modo rude e agressivo causaria? Logo, colocando o colar ao redor do pescoço, digo: 

-- Nós levaremos o colar. Se tudo der errado, poderemos usá-lo como negociação, até mesmo como distração e isca para ganharmos tempo. E depois do que vi com o que aconteceu com a Legionária, tenho algumas ideias, poderemos usar este colar a nosso favor. 


Dito isto, sobrava a parte mais simples, o transporte. Com um sorriso simples, digo para os que ali estavam: 

-- Quero que vocês vão até os Estábulos e lá escolham cada um um Pégasos, vamos voar. Uma missão longa desse tipo terá imprevistos, vamos aproveitar as montarias rápidas e gratuitas que temos aqui, e usar o dinheiro mais para frente.


Com essa frase, dispenso os participantes da missão, mas diferente de todos que vão aos estábulos, simplesmente vou para a entrada do Acampamento, onde fico a esperar por todos. Assim que todos chegarem, e estiverem prontos, ativo meu Anel Del Venti, materializando meu Corcel, feito inteiramente de Ar, caótico e negro, que poderá me carregar pelos céus em minha viagem. Feito isso, encaro meu Relógio, para saber que horas seriam seis horas a frente, para saber quando invocar meu próximo Venti, e assim feito, quando todos estiverem prontos, saimos com apenas um pensamento... Vamos Voar!


Passivas Usadas:

1 - Imunidade entre Irmãos: Campeões de Hera, e qualquer outra de suas ligações sagradas, não podem ser feridos por habilidades herdadas da deusa.
Nível 1 - Sabedoria: Por ser filho de Atena, você é o mais sábio entre os campistas, e saberá usar sua inteligência em batalha. Também pode ler muito rapidamente, e em qualquer língua ou dialeto. (+5 INT)
Nível 1 - Ambidestria: O herói controla armas com as duas mãos com habilidade. (+5 AGI)
Nível 2 - Gênio: Sendo filho da deusa da sabedoria, você é bem mais capacitado mentalmente do que os demais semideuses. Consegue assimilar as coisas e raciocinar com mais agilidade que todos os outros, o que pode lhe permitir melhor desempenho nas batalhas. (+5 INT)
Nível 7 - Boa Memória: O filho de Atena tem facilidade pra se lembrar das coisas que acontecem, então não tentem enganá-los.(+7 INT)
Nível 10 - Disciplina Mental: Você é muito bem disciplinado, e pouco sucessível a influências psicológicas. (+10 VONT)
Nível 13 - Sensibilidade de Coruja: O herói pode perceber a aproximação de qualquer coisa dentro de 2m de raio, tendo dificuldade em ser surpreendido e maior facilidade de esquivar (+10 REFLEX)
Nível 14 - Julgamento de Guerra: O Filho de Atena, usando sua Sabedoria, consegue reconhecer seus aliados e inimigos, podendo diferenciá-los facilmente. Também ajuda em situações como interrogatórios, aonde durante a conversa ele consegue descobrir o que seriaerdade e mentira. (+15 INT)
Nível 14 - Presciência II: Os filhos de Atena conseguem, na posse de um escudo e alguma outra arma, realizar contra-ataques, usando o escudo para o bloqueio e sua arma para rápidos ataques.(+16 CON, + 5 AGI)
Nível 14 - Carismático II: Como Campeão muitas vezes você será porta voz do Olimpo, assim desenvolve um carisma especial para lhe ajudar em diversas situações. (+11 CHA)
Nível 15 - Benção de Ares II: Ares da mais força aos campeões de sua mãe, para que eles a sirvam da melhor forma possível. (+12 FOR)
Nível 16 - Pericia com Escudos [Avançada]: Garante o nível Avançado para pericia com Escudos. Permite ao herói treinar as demais pericias até o nível Avançado. O Herói pode usar escudos grandes. (+21 CON)
Nível 17 - Ponto Fraco: O filho de Atena sempre saberá o ponto fraco de todas as criaturas clássicas, e como melhor utiliza-lo em sua vantagem. (Clássicas são criaturas da mitologia GREGA) (+20 INT)
Nivel 17 - Benção da Rainha III: Hera é rainha do Olimpo, e como tal não pode ter heróis fracos a seu serviço. Os heróis ganham mais força e destreza para servir melhor a rainha. (+20 FOR, +21 AGI)



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Nível 10 - Recompensa Sagrada: Hera é a deusa das recompensas e bens materiais. Um devoto de Hera tem mais possibilidade de ganhar recompensas como itens e dracmas melhores em missões.
#12

Apolo

Apolo
Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
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Aaron sabia que a pedra magica existia exatamente pelo fator proteção, o campista havia analisado e com sua inteligência deduzida à funcionalidade correta da Pedra, proteger o sangue da deusa. O Artefato possuía o poder de repelir qualquer tipo de magia, protegendo assim o sangue de ser utilizado por magos que poderiam aproveitar das mais diversas formas seu poder.
Os semideuses decidem em conjunto que o ar era a melhor opção, conversando com o filho da deusa do Arco-íris, logo eles partem seguindo o líder Aaron que montava seu corcel das tempestades, os cavalos alados rasgam os céus americanos indo em direção a rural Carolina do Sul. Eles passam rapidamente por alguns estados, saindo em poucas Horas de Nova York, passando por Delaware, Nova Jersey, Maryland, Pela capital Washington e Virginia. Assim que chegam à Carolina do Norte os semideuses percebem que os pegasus precisavam parar para descansar, e os próprios meio-sangues sentiam fome.

O Relógio biológico indicava que a hora do almoço já estava se aproximando, então deveria ser em torno das 11~12h , Aaron viu em seu relógio que o ponteiro marcava 11h. Pelo cansaço dos cavalos os semideuses começam a descer, pousando em um território agrário da Carolina do Norte.
Eles estavam em uma típica cidade do sul, havia fazendas, igrejas, pequenas lanchonetes, poucos carros, casas antigas e crianças brincando nos jardins.

#13

Φ Kadie Williams

Φ Kadie Williams
Filho(a) de Plutão
Filho(a) de Plutão
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Eu estava tentando manter uma posição firme, como uma guerreira experiente e forte, mas desmoronei de vergonha quando Korra apareceu atrás de mim, colocando as mãos sobre minha cintura. Ninguém, nunca antes havia me tocado dessa forma, ao menos não tão gentilmente. Minhas bochechas coraram, minha voz ficou fina e comecei a gaguejar até não conseguir falar nada, nem impedir que ela continuasse com aquilo. "Abra-a" sussurrou Lissa "abra-a em duas, e veja se tem gosto de peixe... Ela parece um peixe não é mesmo?" Ordenava que a loucura calasse a boca e tentei me ocupar pensando em coisas mais problemáticas como a missão que estávamos prestes a enfrentar, mas como um palhaço dando sua última piada, ela sussurrou uma última vez antes de me deixar em paz pelo resto da noite "Amanhã... Teremos peixe para o almoço... " Estremeci ao pensar na possibilidade de ferir alguém.

Depois de tudo, o filho de Atena decidiu aceitar as rédeas e liderar o nosso pequeno grupo de semideuses até o Destino. Ordenou-nos que fossemos até os estábulos pegar alguns pégaso, mesmo nunca estando ali, não demorou muito para encontrar esse lugar, afinal de contas ele estava em beira-mar. Caminhei até lá, oculta nas sombras da noite e procurei um corcel que combinasse comigo.

Avistei algumas criaturas pardas, outros quase tão brancos quanto a neve, inclusive um deles tinha uma coloração completamente prateada. Parecia refletir a luz da lua que entrava pelas janelas, mas seus olhos eram tão negros que eu mesma duvidaria que ele tinha uma alma. Era o corsel perfeito para mim. Nunca havia visto um, no Acampamento romano apenas os Pretores podem montar pégasos e por isso, achava animadora a chance de subir em um deles.

Spoiler:
A Ordem - Sub-zero, Lauren, Sony, Aaron, Maluca e Hugo.  - Página 2 Pegasus-pegasus-20713385-1024-768

Com uma sela tão sensível e delicada como se fosse feita de pura seda, eu subi nas costas do garanhão prateado, e com um leve puxão nas rédeas ele começou a correr! Me assustei, no começo e ele começou a galopar pelo chão do acampamento. Na noite, eu era um borrão quase invisível em cima de um fantasma. Poderia jurar que por um breve instante eu fazia parte da criatura, e com mais alguns segundos eu conquistei seu domínio e aprendi a controlá-lo. Provavelmente não tão bem quanto um grego mas o suficiente para me virar.

Fui com ele até o líder do grupo, e quando todos nos reunimos ele invocou um Venti em forma de cavalo, o ar tempestuoso cercava-o aliado de pequenos estalos como uma verdadeira criatura dos 4 ventos. Levantamos voo, lembro que me senti tão bem na vida apenas quando ganhei presentes de natal de Júpiter e Plutão, ainda vestia meu anel e capuz, ambos me permitiam um controle melhor sobre meus poderes, mas o que realmente tinha me deixado feliz fora receber algo deles.

A terra e o céu eram minha área, a pressão atmosférica da altura fazia eu me sentir tão bem quanto em um túnel subterrâneo e escuro. Cavalgando pelos céus ao lado de gregos e romanos, sem ninguém até agora me chamar de louca, acredito nunca ter imaginado que algo assim aconteceria. Não queria que aqueles momentos acabassem... Nunca.

Demorou uma noite inteira até os pégasos começarem a cansar, e o filho da Sabedoria decidiu pousar o grupo. Aterrissamos em uma cidade agrária, eu torcia para que ninguém houvesse nos visto chegar voando, ou pelo menos que a névoa nos ajudasse a não chamar atenção, pois humanos são difíceis de lidar. "Principalmente quando não se pode comer a cabeça deles, sem ser expulsa do acampamento...". Lissa tornava a sussurrar em minha mente e meu estômago roncou silenciosamente, de forma que só eu pudesse senti-lo. "Se quiser... Lhe ajudo a abrir o peito da garota, e apreciar seu coração ainda batendo, basta querer... Basta desejar... E eu sei que você anseia por isso." Queria tanto colocar os dedos em um de seus olhos, arrancá-lo e fazer ela engolir ele enquanto lentamente mordia sua garganta de forma a esmagar seus ossos com os dentes e devorá-la viva, ver até seu último grito enquanto eu abria seu corpo. Ou então, abrir a mente do filho de Atena... Sim! Eles ainda tem a mim no grupo, sou neta de Júpiter e por isso não ficaríamos com falta de líderes hahaha!!! Se reclamassem de minha inteligência eu poderia abrir a cabeça dele e devorar seu cérebro... Sim!!! SIIIIM!!!!!!

Não!!!.... Meu coração acelerou e meus olhos se arregalaram de medo. Lissa estava mais próxima, seu controle estava ficando mais poderoso, precisava me controlar. Minha respiração tinha ficado ofegante, e tentei assumir uma expressão calma novamente.

-- Podíamos deixar os pégasos presos ou procurar um estábulo com água e alimento. Cidades agrárias comumente tem algo assim. Então talvez, podemos comprar algo na lanchonete e descansar também em uma estalagem ou coisa assim, talvez tomar um banho para nos preparar para outra viagem, o que acha filho de Atena? Aliás, acho justo começarmos apresentações. Sou Kadie Williams, filha de Plutão, e vocês são...? -- Perguntei para os gregos, o filho de Quione e o líder. Eram os únicos que tinha conhecido apenas naquela noite.



I'm not really bad, I'm just made up from bad things...
A Ordem - Sub-zero, Lauren, Sony, Aaron, Maluca e Hugo.  - Página 2 E186a9999fafbc7041ca9b06156c39ba
#14

Sowyne

Sowyne
Filho(a) de Febo
Filho(a) de Febo
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Então estava decidido que íriamos de pégaso mesmo. Antes de partir para os estábulos, tiro o pente de munição de Roh, deixando apenas Fus carregada.
Nos estábulos, me encontro com Cedar, que me recepciona com um abraço. Eu ele e Crip já fomos algumas vezes dar uns rolê na floresta para caçar... Isso quando eu era do acampamento grego e não tinha tantas obrigações.
'Eaí, que pégaso me recomenda?'
Meia hora depois eu já estava nos céus com um garanhão negro entre minhas pernas, e um vento desgraçado quase me impedindo de respirar. No ar, uma menina passa por mim e quando eu olho para ela me lembro de quem ela era.
Kadie... Histórias circulavam na coorte, espalhadas basicamente por... Bem, acho que todos. Embora eu não fosse dessas, fico com um pouco de dó da garota, e fico pensando... Talvez quando eu chegasse em roma proibisse que esses boatos fossem espalhados na quarta coorte. Talvez isso servisse, sei lá. Nem Fiuk nem Saito deram algum aviso falando que era perigosa, não comigo como centurião, então acho que os boatos são apenas vacilo mesmo.





Quando começo a ficar com fome os pégasos começam a descer, e Kadie dá sua opinião e se apresenta.
'Bom, vou me apresentar também, vejo rostos novos no acampamento. Meu nome é Rustin 'Sowyne' Cohle, filho de Febo.' Então uma idéia repentina me vem na cabeça 'E esse aqui é Juelito' aponto para o pégaso, que relincha de prazer em ouvir o nome que eu o chamaria durante a missão.



Inocente — Fala o lobo — sabe de nada!
#15

Ὧ Elie Van Let

Ὧ Elie Van Let
Filho(a) de Magia
Filho(a) de Magia
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Havia percebido que Kadie ficou levemente constrangida com meu toque. Após cheirar a garota, concluí que ela não tinha cheiro de gente morta, e acho também que nõ tinha cheiro de pinheiro. Embora não saiba dizer com precisão, pois nunca cheirei um.

Após as ordens de Aaron, saí de trás de Kadie, deixando-a ir na frente enquanto levantava a saia por cima do short para anotar na coxa: "Filhos de Plutão não têm cheiro de Mortos. Nem de Pinheiro. Talvez os de Hades tenham. Kadie cheira bem.". Nunca havia entendido bem a diferença entre os filhos de Hades e Plutão, ou entre Gregos e Romanos. Aquela missão seria uma boa oportunidade. Talvez seu sangue possuísse propriedades diferentes. Ou seu cérebro funcionasse de formas distintas. Bem, eu teria oportunidades para descobrir.

Então fui correndo alegremente atrás de Kadie, em direção aos estábulos.
Para mim sempre fora fácil lidar com os unicórnios do Acampamento Júpiter. Eles pareciam gostar de mim, da mesma forma que gostavam dos filhos de Vênus e Apolo. Eu era uma descendente de Vênus, afinal.

Acariciei o pescoço de um dos pégasus, analisando-o, e escorreguei a mão pela dobradura de suas asas. Incrível. Nunca tinha tocado em um. Pergunto-me se suas penas possuem alguma propriedade mágica especial, como os chifres de Unicórnio. Olhando ao redor, no chão, procurei ver se havia alguma pena solta. Se tiver alguma em bom estado, agarro-a e guardo no bolso.



Saltei do pégaso com as pernas trêmulas da viagem, e depois de dois passos caí de quatro no chão, pela segunda vez em menos de um dia. Cansada, permaneci ali por alguns momentos, olhando ao redor de baixo. Então levantei-me, batendo as mãos para tentar limpá-las. Pégasos são legais, mas minha bunda deve estar quadrada, penso. Acaricio o pescoço do meu pégaso, ainda encantada com sua beleza.

-- Obrigada pela carona, amigão. Vou trazer uma maçã pra você se achar alguma.

Olho para os outros. Kadie falava algo, e paro para ouvir.

-- ...Sou Kadie Williams, filha de Plutão, e vocês são...? -- Terminou ela.

-- Eu sou Elie -- Falo, me aproximando enquanto tropeço em uma pedra -- Filha de Magia.

Olho ao redor. Estava com fome. As lanchonetes me atraíam como um osso a um dragão. Mas outras coisas se passavam em minha mente.
Eu era boa de lábia. Era uma descendente de Vênus, afinal, embora este fato nunca tivesse me alegrado muito. Se eu fosse uma neta de Marte, bem, aí sim eu seria feliz. Mas Vênus não era muito levada sério pelos Romanos, então poucos sabiam de minha descendência.
A questão é que: Talvez os moradores dali tivessem alguma informação. Poderia haver até mesmo monstros, de quem poderíamos extrair algo. Quase sem perceber, deixei a mão escorregar para o chicote pendurado na cintura. E suspirei.

-- Eu gostaria que alguém fosse comigo, dar uma volta na cidade. Procurar informações, ver se alguém sabe de algo. Talvez, até mesmo algo diretamente sobre a Ordem. Não estamos longe, e não seria estranho se eles tivessem contatos com as localidades próximas.

Falo e aguardo. Não gostava muito de me expor, mas, bem. Tudo pelo bem do conhecimento. E conhecimento é poder. E eu gosto de poder. Assim, aguardo uma resposta.

#16

Ω Gerrard Fernandes

Ω Gerrard Fernandes
Filho(a) de Quione
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E como sempre a minha opinião era diversa da dos outros mas isso não me incomodava, já estava acostumado. Deixo todos irem antes de mim, eu fico alguns segundos a mais apenas observando o fogo enquanto analisava todos que estavam envolvidos nessa missão. O centurião romano e Aaron eram claramente os mais experientes de nós e com isso demonstravam naturalidade e calma com apenas mais uma missão aparecendo, agora as duas garotas romanas se mostraram bem peculiares.

A impressão que eu tinha era que uma era mais instável que a outra, a filha da magia que saiu voando ao tocar o objeto não tinha problema em mostrar sua excentricidade e corria de um lado para o outro fazendo e falando coisa com coisa. Agora a outra me chamava mais atenção por alguma razão. As vezes parecia que ela saia do nosso mundo e entrava dentro da própria cabeça, e quando voltava olhava para os lados com se tivesse medo que alguém ali fosse capaz de ler seus pensamentos, agia como uma bomba prestes a explodir. Mas não criaria julgamentos antes da hora, tiro esses pensamentos temporariamente da cabeça e sigo para os estábulos.

Chegando lá eu não demoro muito para escolher um pégaso, apenas vou atrás do que parece ter mais pelo ou aguentar mais ao frio, porque precisaria aguentar as temperaturas das altas altitudes juntos com meu casaco, e isso não seria muito fácil. Saio dos estábulos e me encontro com os outros na saída do acampamento, peço desculpas pela demora e partimos voo logo em seguida de Aaron invocar uma das criaturas mais belas que já tinha visto, nunca soube que era possível domar um ventí, ainda mais montar um cavalo ventí como ele estava fazendo. Se esse era nosso líder nós tínhamos um caminho bom pela frente.


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Quando pousamos dava pra ver a cara de cansado de todos, e eu não era exceção, realmente não estava acostumado a montar um pégaso, ainda mais por tanto tempo. Passa-se alguns segundos de se acostumar com ficar em pé já começamos a dividir tarefas, o que eu gostava, isso abrangia uma área de coisas que podíamos fazer em menos tempo.

- ...Sou Kadie Williams, filha de Plutão, e vocês são...?

- Prazer Kadie, sou Gerrard filho de Quione e conselheiro do chalé de 15 e bom... Acho que agora ex-caçador e Pã. - Essa última me soou meio estranha, eu sabia que a decisão de deixar Pã foi minha mas acho que apenas agora eu havia aceitado que não fazia mais parte de seus caçadores.

- Eu gostaria que alguém fosse comigo, dar uma volta na cidade. Procurar informações, ver se alguém sabe de algo. Talvez, até mesmo algo diretamente sobre a Ordem. Não estamos longe, e não seria estranho se eles tivessem contatos com as localidades próximas. - Falou a outra romana.

- Eu gostaria de ajudar Elie, mas palavras não são muito o meu forte. Mas estranhamente eu sei reconhecer uma comida boa quando vejo uma. Sowyne, eu vou em algumas das lancherias ali e ver o melhor prato pelo melhor preço pra gente. Você pode me acompanhar, ão é uma boa ideia ficarmos sozinhos em momento algum, ainda mais quando o nosso alvo se trata de uma Ordem, culto, seja lá o que fosse. Falando nisso acho que Kadie deveria ir contigo, pela mesma razão. Afinal como você disse, eles podem ter membros ou contatos por aqui.

Falo isso e sigo em direção dos bares/lancherias mais próximos esperando que Sowyne tenha me acompanhado, mantenho-me de olhos abertos o tempo todo para movimentações ou pessoas suspeitas. Assim que tivessemos nos afastado um pouco do resto do grupo eu pergunto de voz baixa para o centurião se a peculiaridade das garotas deveria ser razão de preocupação e cuidado ou era apenas a personalidade delas. Não sabia se ele era conhecido delas, mas era a pessoa mais próxima para quem podia perguntar isso.



Nível 8 – Frio Aconchegante [Intermediário]: Os filhos de Quione recebem bônus em seus poderes quando expostos ao frio (+10 FOR, AGI). Eles não ficarão fatigados e adquirem uma maior resistência física (+10CON), porém recebem uma pequena penalidade se expostos ao calor forte (-10 CON). Recuperam 7 pontos de vida e energia quando expostos a temperaturas abaixo de zero graus célsius. [NESSAS CONDIÇÕES]

Parte em negrito sempre ativa devido à:
Casaco glacial²² O casaco é extremamente frio, somente um filho de Quione pode usá-lo. A baixa temperatura é tanta que este emanará fumaça congelada, como a de gelo seco.

Nível 6 – Aura Glacial [Inicial]: O filho de Quione desprende uma aura fria. Neste nível a aura é fraca e serve apenas para amenizar o calor, não causando efeito em inimigos. (+7 WIS)
#17

Apolo

Apolo
Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
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Os Campistas se dividem em três equipes para assim realizar melhor suas respectivas tarefas:

Equipe 1 – Gelado e Kora: Os dois meio-sangues vão atrás de informações e de lugares que possam comer.
Equipe 2 – Maluca e Sony: Esses dois semideuses vão atrás de um abrigo para descansar e deixar os pegasus.
Equipe 3 – Aaron: O Líder ficara sozinho, para conseguir as informações e realizar o que desejar.
Os semideuses combinam de se encontrar naquele mesmo lugar daqui a duas horas, para que eles pudessem conseguir o máximo de informações possíveis.

Gerrard e Elie:
A Dupla começa a caminhar na direção do pequeno centro comercial da cidadezinha. Aparentemente tudo era normal e perfeitamente pacato. Após um tempo caminhando os dois entra no que parece ser uma lanchonete. Caminham ate o balcão aonde uma jovem de aparentes 16 anos limpava a mesa com um pano, ela logo sorri para os semideuses e pergunta:
--Bom dia, o que vocês desejam? – Ela possuía um sotaque sulista claro.
No Bar, Gerrad e Elie também percebeu que havia muitos motoqueiros, possivelmente de algum moto clube, todos eles bebiam alguma coisa e alguns jogavam sinuca em um canto da loja. Suas jaquetas de motoqueiros eram negras com o desenho de um lobo nas costas.

Kadie e Sowyne:
Os romanos andam silenciosamente em direção as extremidades da cidade, aonde seria muito mais fácil de arrumar algum tipo de abrigo. O Filho de Apolo e a filha de Plutão acham então uma pequena fazenda com alguns cavalos, bois, vacas e porcos, além de uma pequena horta. Kadie chega ate um celeiro seria um lugar perfeito ate mesmo para passar a noite de forma quente e confortável.
-- O que vocês fazem aqui? – Os semideuses ouvem uma voz em suas costas, ao se virarem elas percebem uma criança carregando um monte de feno para dentro do celeiro.

Aaron:
O Filho de Atena vai ate o local mais cheio da cidade, uma igreja. Aaron observa dezenas de idosas católicas sentadas nos bancos, muitas famílias completas também estavam no local, alguns estavam ate mesmo em pé pela lotação do local. O Filho de Atena toma assento ao lado de uma jovem que estava com sua família.
--Não temos o que temer o senhor eu protejo! – O Pastor já estava no meio do sermão quando Aaron entrou – As criaturas das trevas que nós rodeiam nunca irão tombar nossa cidade, pois o senhor ouve nossas orações.
O Filho de Atena percebeu que aquele sermão realmente mexia com as pessoas, muito mais do que mexia normalmente.

#18

Sowyne

Sowyne
Filho(a) de Febo
Filho(a) de Febo
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Com os grupos separados, era hora de fazer as tarefas.
Estranhamente, eu estava junto com Kadie, quem eu pensei um bom tempo na viagem. Talvez conversar com ela ajude em alguma coisa e a deixe menos propícia a me matar. ou ñ
'Sabe, acho que você deveria vir para a quarta coorte quando voltarmos para Roma, Kadie. Precisamos de gente forte lá e a segunda coorte só tem retardados. Olhe para o Centurião e o vice centurião *Dou uma risada meio nervosa*. Bem, pense nisso quando voltar para lá, na quarta coorte você pode fazer amigos e conviver com gente legal'.
Espero que isso de um up no astral da menina. Todos confiantes e contentes era o que precisávamos para completar essa missão.

Uma vez no celeiro, sou indagado por um guri. Eu precisava de uma desculpa e de um lugar para dormir. E é nisso que penso quando falo 'Somos forasteiros. Venha cá amigo. *Sento-me no chão com as pernas cruzadas* Duas coisas. A primeira é que eu preciso saber quanto você cobraria para eu e alguns amigos e cavalos dormíssemos aqui durante essa noite, com alimentação e água para todos. E a segunda pergunta é: Tem algo de anormal acontecendo por aqui ultimamente?'
Espero a resposta do Guri calmamente, sentado no chão atento para sair dali rapidamente caso algo desse errado.



Inocente — Fala o lobo — sabe de nada!
#19

Φ Kadie Williams

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Filho(a) de Plutão
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Minhas mãos tremiam, sentia a pulsação de sangue nos dedos me incomodar e a carne do meu corpo me obedecendo com relutância. O desejo de fazer a espada de ferro estígio atravessar a carne do primeiro que ficasse na minha frente aumentava tanto que chegava a me dar água na boca. Lembrava-me da sensação de sangue escorrendo pelos meus lábios, o gosto metálico na língua, e a sensação da carne de um coração batendo na minha garganta como um último grito de desespero, frágil e quase imperceptível.

Estava sozinha com Sowyne, e sorri com a oportunidade, andava atrás dele como se ele fosse o líder da dupla e o encarava como uma aranha traiçoeira, se aproximando aos poucos do alvo. As vezes tinha a impressão de que ele se sentia desconfortável dessa forma, e isso me dava mais vontade de sorrir. "Um golpe na nuca, ele nem vai sentir dor... Apesar de isso não ter graça alguma" Sussurrou Lissa, ou será que havia sido eu? Seu controle sobre mim estava ficando tão forte que eu já não sabia mais diferenciar nossas vontades.

Enquanto andávamos, sentia meu braço tremendo, minha boca salivando e meu punho indo em direção ao cabo da espada. Tão poderosa quanto o lampejo de um relâmpago que nos acorda de um pesadelo, a voz de Sowyne se dirigiu à mim, e me senti despertada dos pensamentos sombrios, me amaldiçoando por ser tão idiota a ponto de me deixar controlar pelos sussurros da loucura.

-- Sabe, acho que você deveria vir para a quarta coorte quando voltarmos para Roma, Kadie. Precisamos de gente forte lá e a segunda coorte só tem retardados. Olhe para o Centurião e o vice centurião -- Ele riu nervosamente, e percebi que eu emanava uma sensação traiçoeira, como várias cobras rastejando ao redor de um humano estático de medo, com o corpo coberto de aranhas, aguardando por qualquer movimento dele para atacarem todas de uma vez só. E tentei voltar a expressar minha "forma verdadeira", com gentileza e timidez. --Bem, pense nisso quando voltar para lá, na quarta coorte você pode fazer amigos e conviver com gente legal.

-- Eu... -- Cerrei o punho, de ódio comigo mesma, o garoto estava sendo tão gentil comigo. Pelos Deuses, mesmo sendo do mesmo Acampamento e conhecendo os boatos que eram espalhados sobre mim ele me convidou para sua coorte. Queria tanto aceitar, queria tanto lutar ao seu lado, mas não poderia colocar uma pessoa tão gentil em perigo, com a minha presença. Eu preferia ficar na segunda coorte, onde tudo é quieto e a maioria dos que servem sobre o comando de Tobi, quase nunca estão no Acampamento, e por isso o lugar é muito silencioso, e eu não causava risco para ninguém. -- Infelizmente eu não posso sair, eu... tenho que ficar lá por... ordem dos Pretores. -- Menti para ele.

Chegamos em um celeiro, era o lugar perfeito para colocarmos os pégasos, e também era aceitável para alguns semideuses descansarem. Mas antes de falarmos qualquer coisa, eu escuto uma voz infantil falar atrás de mim.

-- O que vocês fazem aqui?

-- Somos forasteiros. Venha cá amigo. -- Até eu me impressionei com a atitude do Centurião, ele se sentou de pernas cruzadas tão naturalmente como se conversar com outra pessoa fosse fácil... Bem, para mim não era. --Duas coisas. A primeira é que eu preciso saber quanto você cobraria para eu e alguns amigos e cavalos dormíssemos aqui durante essa noite, com alimentação e água para todos. E a segunda pergunta é: Tem algo de anormal acontecendo por aqui ultimamente? -- Tímida, olhei para o garoto, e sorri gentilmente para ele, como se estivesse nervosa, e realmente estava! Afinal de contas, meu último encontro com um mortal não foi nada 'saudável'.



I'm not really bad, I'm just made up from bad things...
A Ordem - Sub-zero, Lauren, Sony, Aaron, Maluca e Hugo.  - Página 2 E186a9999fafbc7041ca9b06156c39ba
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