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Hack Van Let

Hack Van Let
Filho(a) de Ares
Filho(a) de Ares
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Nome da narração: O Canto Profano, Capítulo 2 - A Dança das Chamas e dos Mortos
Objetivo da narração: Tomar conhecimento e ir atrás de um necromante fugitivo do submundo. A Narracao será dividida em três capitulos, sendo este o segundo, que narra o decorrer da história e o primeiro embate com o inimigo;
Quantidade de desafios: Dois; Um no meio, outro no fim.
Quantidade de monstros: Muitos. Muuuuuitos.
Espécie dos monstros: Harpias






OP Hack (2): O Canto Profano, Capítulo II - A Dança das Chamas e dos Mortos



O passeio na floresta não foi tão tranquilo quanto eu gostaria que tivesse sido. Mas eu devia ter esperado, afinal de contas, a floresta era conhecida por sua vasta população de monstros.

A verdade é que eu estava um pouco temeroso. Eu nunca havia entrado até mais fundo nos bosques, sendo um novato no Acampamento, é muito menos à noite. Comecei a questionar minha inteligência quando o primeiro monstro atacou.

Eu estava olhando para o pato flutuante, que parecia refletir a aura brilhante do bronze, ficando visível mesmo no escuro, quando uma sombra saltou sobre mim. Nunca fiquei tão feliz por ser um filho de Ares, e ter os reflexos de tal. Mal tive tempo de rolar para a frente quando a aranha pulou. Me levantei com a Lança em riste, olhando-a enquanto ela se preparava para outro salto, e arremessei a arma como um dardo. A monstra conseguiu desviar por pouco, mas foi lenta o suficiente para ter duas pernas arrancadas pela ponta de bronze.
Olhei para trás, preocupado. O pato flutuante continuava, inabalável, sua viagem floresta adentro. Minha sorte foi que ele era lento, ou eu o teria perdido de vista em meio à luta.

A aranha disparou um jato de teia não queira saber de onde, me acertando no peito. Bem, foi um ataque inesperado. Senti um puxão enquanto ela se lançava em minha direção, usando sua teia para se puxar contra mim. Bem, não foi muito inteligente. Tudo o que precisei fazer foi socar para a frente, destruindo-a com as nossas forças combinadas. Me apressei em recuperar a lança e correr na direção do pato, queimando as teias com a eletricidade das manoplas e puxando-as de mim.

Alcancei o pato, apenas para afastar-me dele de novo. Desta vez, eu não fui exatamente atacado. Foi mais como um encontrão. Caminhando sem rumo entre as árvores, estava um esqueleto. Nas mãos, levava uma espada. As órbitas vazias carregavam tímidas chamas branco-azuladas, e quando olhou para mim, elas vibraram com mais força. Por alguns segundos nós apenas nos encaramos. Ele parecia tão surpreso quanto eu, devo dizer. "Deve ser algum tipo de patrulha do necromante", pensei. Eu não podia deixar ele dar nenhum tipo de alarme, se é que já não o havia feito sem que eu soubesse.

Assim, avancei para ele, e ele reagiu avançando contra mim, golpeando com a espada. Bloqueei sua lâmina com o cabo da lança, e girei esta, tentando atingi-lo na cabeça com a ponta, e fiquei surpreso quando ele desviou, se abaixando. Não esperava que um esqueleto tivesse reflexos bons. De qualquer forma, ele não foi muito melhor do que isso. Infelizmente, para ele, seu corpo sem músculos não conseguia dar muita força aos ataques, e foi fácil bloquear sua espada com giros da lança.

Em certo momento, bloqueei sua espada e saltei girando o corpo, dando um chute giratório em sua cabeça, e mandando-a voando de cima do pescoço. O esqueleto desmontou à minha frente, e aos poucos sua ossada começou a afundar na terra, lentamente.
Fiquei tão distraído que quase não consegui reencontrar o pato entre as árvores depois. Minha sorte é que a pesar de fazer curvas, ziguezagueando por entre as árvores, ele parecia seguir sempre na mesma direção; para o leste. A mesma direção que a lua brilhava, prateada, no céu da noite.

A caminhada durou uns quarenta minutos, embrenhando-me na floresta. A esta altura, eu já havia sido encontrado por outros monstros. Na verdade, até tropecei em uma estranha cobra de duas cabeças, que me deu certo trabalho e uma marca de mordida no abdome. As presas da monstra foram suficientes para atravessar o peitoral de couro do Acampamento. Eu não sabia se era venenosa, e torcia para que não. O machucado em si não era muito grave. Apenas doia, mas eu ainda podia lutar com ele.

Finalmente, entre as árvores, pude ver uma luz. Vermelha e dourada. Brilhava por entre os contornos das árvores, e mesmo acima da copa destas era possível ver o halo de luz iluminando a noite.  Apressei-me em agarrar o patinho, que de repente aumentou a velocidade em direção à luz, e me esgueirei entre as moitas, olhando o que se tratava, e a cena que vi me tirou o fôlego. Era uma cena de morte. De medo. Mas ao mesmo tempo, dotada de beleza sobrenatural. Há certa beleza na morte, afinal.

À minha frente estava uma clareira, larga e plana. No centro da clareira queimava uma grande fogueira, cercada por um círculo de tochas ardentes, criando um círculo de fogo. Ao reformadas chamas, formas dançavam. Esqueletos andavam ao redor das chamas. Fantasmas valsavam como fumaça no círculo de fogo, tremulando junto com ele. Quanto mais perto das chamas, mais vivos pareciam. Borboletas de todas as cores enfeitavam o ar. No chão, pude ver, ossos e ossos estavam espalhados. E mais e mais nasciam da terra. Costelas e braços se juntavam, formando novos esqueletos completos, e pude ver quando um fantasma saiu do círculo e flutuou sobre uma ossada. O espectro brilhou e desceu sobre o crânio no chão. No momento seguinte, os olhos do esqueleto se acenderam, e seu corpo ganhou vida.

Lembrei do que quiron havia dito sobre o necromante. Ele queria um mundo de mortos. Olhei ao redor com mais atenção. Num canto, eu podia ver uma pequena cabaninha. E outra. Com cuidado, comecei a circular a clareira em busca de uma visão do tal necromante, que até então não estava à vista, e finalmente o encontrei.

Ele estava do outro lado da fogueira, sentado em um trono de ossos, na frente de uma pequena casa de madeira. Em sua mão esquerda, estava um cetro que parecia uma coluna gigante e humanoide. E suas vestes, negras, pareciam tremular. Aparentemente, o homem queria imitar o senhor dos mortos, até mesmo em sua aparência. Seu capuz estava puxado para trás, deixando seu rosto à mostra. Era uma mistura de homem e caveira. A carne quase havia sumido, deixando somente a pele pálida grudada nos ossos.

Estava tão distraído que deixei o patinho escapar por entre as mãos. P maldito se debateu, fez "QUAN", e escapuliu entre meus dedos, voando rapidamente clareira adentro, atravessando fantasmas e desviando de esqueletos. Ele foi direto em direção à fogueira. O pato idiota se jogou nas chamas, suicidando-se, ou pelo menos foi isso o que me pareceu.
Mas enquanto eu observava, as chamas tremularam brancas por um momento, é de dentro delas saiu um outro fantasma, brilhando mais que os outros. O fantasma, de um homem, flutuou até o chão, olhando as próprias mãos fantasmagóricas, e apressou-se em flutuar até o tal Karthus, ajoelhando-se à sua frente. O fantasma e o necromante conversaram por algum tempo. Por fim, para meu desespero, o fantasma virou-se e apontou para a direção em que eu estava escondido entre as moitas.

"Opa", pensei.

Apenas pude assistir enquanto o necromante assentia, e batia seu cajado no chão. Nada pareceu acontecer inicialmente. Os mortos ainda dançavam. As chamas ainda tremulavam. Mas, de repente, o chão se rompeu sob meus pés, e mãos ossudas agarraram minhas pernas. Tentei me livrar, mas mais e mais esqueletos foram nascendo do solo, me fazendo tropeçar e cair entre eles. Um minuto depois, eu era arrastado clareira adentro, lutando para bater em meus seqüestradores com a lança, mas esta estava presa entre costelas e fêmures. Os esqueletos me puxaram até perto do centro da clareira, no limite do círculo de chamas, onde eu podia ver bem seu líder. E ele, a mim.

Ora, ora, ora — Falou o necromante, levantando-se de seu trono de ossos. O homem era alto. De fato, imponente, apesar de andar levemente curvado e parecer sentir dor a cada passo — No momento em que o vi no Acampamento, soube que o veria de novo, meu jovem semideus. Mas, me diga, a que devo está ilustre visita?

O homem ergueu a mão e um esqueleto lhe trouxe uma taça, da qual ele bebeu satisfeito o que quiser que fosse seu conteúdo, estalando a língua.
Você é Karthus, não é? — Perguntei — O necromante que estava aprisionado no submundo.
O homem ergueu as sobrancelhas, parecendo surpreso.
Sim, sim... Veja bem, meu nome ainda é lembrado nos dias de hoje!? Mesmo entre vocês, jovens? Sinto-me lisonjeado... Hahahaha
Sim. Nós nos mantemos atualizados sobre os loucos que fogem de suas prisões.
Os olhos do homem faiscaram em minha direção.
Tome cuidado com o que fala, meu jovem. Como pode ver — Ele ergueu os braços, olhando ao redor — Você não está em uma situação muito favorável. Você é um só, ao passo que nós somos... Muitos!

Os mortos bateram seus ossos, dando apoio ao seu senhor, e senti um arrepio subir por minha espinha. Eu estava realmente começando a questionar minha inteligência. Talvez quiron estivesse certo, e eu não devesse mesmo ter ido até ali sozinho.

Mas você não respondeu a minha pergunta, não é mesmo? O que o traz aqui?
Eu é que devia perguntar isso. Você é quem está invadindo nossa casa, afinal, espalhando seus mortos por nossos jardins. Eu só vim... Tirar uma satisfação.

O necromante riu, parecendo divertido, e caminhou de volta para sua cadeira, sentando-se.

Justo, justo — Falou ele — Bem, você vai morrer em breve, e tornar-se mais um em nossa família, de qualquer forma, então vou lhe adiantar isso.

"Como você já sabe, sou Karthus. Fui, por muito tempo, um dos mais poderosos Sacerdotes da deusa Hecate. Vivi com ela no submundo, em seus domínios, estudando as artes da névoa e da morte. Tornei-me mais sábio do que qualquer outro sobre a esfera dos mortos. Falei com eles. Estudei-os e controlei-os. Vivi por muito tempo assim.
Os mortos... Não morrem, meu caro. Eles não temem a morte. E estando sob meu comando, são imperturbáveis. Poderia haver exército melhor?

Minha matrona concedeu-me a vida eterna. Jamais envelhecerei. E por anos dei início a meu plano, meu sonho, tornar-me um Deus! Pleno! Imortal, e todo poderoso! Certamente, fui reconhecido como uma ameaça pelos outros deuses, e condenado a ficar aprisionado nas masmorras de Hades. Mas minha senhora se apiedou de mim... Sim, sim. Hecate assumiu a responsabilidade por mim, e aprisionou-me ela mesma. Transformou-me em um... Passarinho... E prendeu-me em uma gaiola. Os anos se passaram. Aos poucos, decidi fazer algo a respeito. Com o meu bico, comecei a cerrar as grades de bronze celestial. Todos os dias eu a bicava até que minha boca sangrasse, e todos os dias ela se curava de novo, para que eu pudesse recomeçar o trabalho no dia seguinte.

Quando a grade finalmente se rompeu, eu pude voar para fora. Quando saí, eu roubei uma das tochas de chamas sagradas da deusa. Ela nem sentirá falta, digo. Essas chamas são feitas de pura névoa. Nela, os desejos podem se tornar realidade... Como estes mortos, voltando à vida para uma segunda chance. Desde que me sirvam, serão livres...

Voei para fora do submundo, usando caminhos que havia conhecido depois de tantos anos lá. E aqui, a luz da lua quebrou o encanto da deusa, trazendo-me à minha forma original. E aqui estou... Mais poderoso que nunca, com mais sede de vingança do que nunca.
"


Observei-o. O homem era louco. Estava em pé, de braços abertos, encarando o fogo. Louco. O brilho nos seus olhos dizia isso. Eu não sabia onde ele queria chegar, mas sabia que ele não iria parar até conseguir. E, de alguma forma, nosso acampamento estava incluso em seus planos. Bom pra nós isso não poderia ser. Eu tinha de sair dali. Avisar aos outros. Certamente, não podia derrotar sozinho aquele necromante, ainda mais cercado por um exército de servos mortos-vivos.

Então... Você está aqui no acampamento porque...? — Perguntei.

OH! Para conseguir contingente, é claro. A alma de um semideus é mais poderosa do que a de um mortal. Como a do Fred, aqui — ele apontou para a alma do pato de borracha —, um filho de Hermes. Não gostou muito da forma que morreu, e, bem, fica feliz em me servir. Todos vocês ficarão, não se preocupe!

Ele riu, satisfeito consigo mesmo. Pelo visto, o plano do filho de uma puta seria invadir o acampamento. Matar geral. E então nós usar como um super exército pra... Não sei exatamente o que. Mas não me pareceu muito saudável.

Entendi — Falei. E então suspirei. Teria de fazer algo.
Se entendeu, então apenas fique quietinho enquanto libertamos sua alma deste corpo imundo. É só seguir a luz, meu caro. É só seguir a luz...

Um esqueleto se aproximou. Segurava uma adaga de bronze celestial nas mãos. Percebi que era a hora de agir.

Concentrei toda a minha energia no braço direito, o que ainda segurava o cabo da lança presa entre os esqueletos. Depois de Focar Energia no braço, girei-o com toda a força, puxando a lança com violência e destruindo os esqueletos, libertando meu braço. Dai, usei a lança para atravessar os que seguravam o outro membro, ficando livre de uma vez.

Desculpe. Mas meu corpo é mais bonito que o desses seus amigos. Eles parecem desnutridos, sabe?

O necromante revirou os olhos e girou nos calcanhares, me dando as costas. Os mortos se fecharam ao meu redor, mas eu vi naquele ato arrogante dele uma oportunidade. Girei a lança na mão e a ergui, segurando como um dardo. Avancei todo k corpo para a frente, pegando impulso e disparando a arma na direção das costas do necromante. O homem, porém, parecia ter um olho nas costas, ou foi avisado por um de seus espíritos, pois virou-se de imediato, erguendo o cajado. Quando a lança e o cajado se encontraram no ar, pude ver um flash, e a lança se transformou em cinzas em pleno ar.

É, não deu. Agora eu tinha de dar um jeito de sair dali.

Saltei para trás, desviando do golpe de um esqueleto munido de adaga, e acertei-o com um soco na cabeça, fazendo-o se desmontar. Girei com o braço esquerdo erguido, atingindo outros tantos com as costas das mãos revestidas com a manopla, e chutei um que estava à frente, derrubando-o sobre seus companheiros.

Me abaixei, girando no chão com uma perna estirada, passando uma rasteira nós que estavam mais próximos, e aproveitei para agarrar a adaga do que havia morrido antes, e arremessa-la com força contra um esqueleto particularmente hostil, que portava um machado que mal podia segurar.

Perdi por um momento a noção do tempo, e de quantos esqueletos derrubei. Eles pareciam vir em ondas, e eu estava no piloto automático: Desviar, socar, bloquear, chutar, abaixar, socar de novo.

Mas meu corpo já estava se cansando. Mesmo sendo um Atleta de Heracles filho de Ares, os limites estavam se aproximando, e pude sentir o sangue escorrendo do abdome quando os ferimentos causados pela cobra começaram a doer novamente. Outros lugares também começavam a doer. Braços estavam arranhados, e minhas pernas começavam a fraquejar sob o peso do corpo. Percebi que teria de fazer algo, e rápido.

Abaixei-me agarrando um esqueleto pela perna, e novamente Focando minha Energia naquele braço. Girei o esqueleto, lançando-o com toda a força na direção da floresta, derrubando com ele outros tantos mortos. Com os braços à frente, corri derrubando outros esqueletos, aproveitando a abertura, e me vi, finalmente, livre do círculo de mortos.

NAO DEIXEM QUE ELE FUJA! — Berrou Karthus, batendo o cajado no chão, mas eu não cairia naquela uma segunda vez.

Saltei para longe enquanto o chão se rompia sob meus pes, as mãos esqueléticas tentando me agarrar, e corri na direção das árvores. Corri por muito tempo, sem nem saber exatamente para onde, até que minhas pernas não aguentaram mais meu peso, e cai de cara na grama, exausto e tremendo. Permaneci ali por alguns minutos, completamente exposto, mas sem poder fazer nada a respeito, enquanto o oxigênio voltava aos poucos para os membros cansados. Quando finalmente estava respirando mais normalmente, me levantei com certa dificuldade. Olhei para o caminho que eu havia vindo, e não vi nenhum esqueleto atrás de mim. Olhei para o céu e pude ver a lua dentre a copa das árvores. Guiando-me por ela, virei na direção contrária e continuei a caminhar, agora mais devagar, na direção do acampamento. Eu havia descoberto coisas importantes. E não poderia descansar até contar a quiron.

Na minha cabeça, a dança das chamas e dos mortos ainda estava acesa. O necromante queria fazer do acampamento inteiro seus servos. Não pude imaginar meus companheiros naquela situação, presos a corpos de ossos, forçados a obedece-lo. Inspirado por um forte sentimento de proteção, me pus novamente a andar mais rápido, quase correndo, na direção do acampamento. Quiron precisava saber. Todos precisavam.

#1

Hera

Hera
Deusa Olimpiana
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Dracmas recebidos: 550

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You keep me under your spell...
#2

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