Herois do Olimpo RPG

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Simon Morgenstern

Simon Morgenstern
Filho(a) de Timor
Filho(a) de Timor
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As pessoas são tão interessantes.  Observá-las, descobrir suas fraquezas e, principalmente seus medos, é tão interessante.  Ainda mais quando ninguém sabe suas verdadeiras intenções quando você é totalmente carismático com todos, e essa eu considero uma das minhas melhores qualidades, tirando o fato de ter que aguentar a falação fútil das pessoas sobre os problemas da vida e etc. Será que elas não percebem que eu não ligo? –Pensava Simon.

O garoto estava falando com um filho de Apolo sobre as funções do acampamento. Como Simon era novo lá, não sabia direito o que fazer. E se queria conquistar a confiança de todos, ele precisava trabalhar.

Sua tarefa ficou resignada como guarda do local. Ele expulsava os Faunos que atormentava m demais os campistas. Inclusive, havia um deles dando problemas na praça. O garoto foi averiguar. Simon não entendia o porquê dos pretores aceitarem esses...bixos viverem juntos com todos. Criaturas Inúteis, só prestam pra vagabundearem. Sua existência não faria nenhuma diferença, ninguém notaria se um ou outro sumissem...

-Hey, cara –disse Simon, com um sorriso simpático no rosto- Você poderia ir para outro lugar? Está fazendo muita confusão por aqui, está irritando os campistas.

O fauno ignorou completamente o garoto. Simon respirou fundo, com um sorriso ainda no rosto.

-Por favor...

-Era isso que eu queria ouvir. –disse o Fauno- Um pouco de educação de vocês. Tudo que queria era umas moedinhas, só. Não precisava chamar os guardas e...Hey!  Você não é o Phil. Precisava falar com ele... –o fauno pareceu decepcionado, mas sua expressão mudou, como se uma ideia brotasse em sua cabeça- Você é novo por aqui? Prazer, Wood.-o fauno esticou a mão.

Uma vontade de socar o fauno passou pela mente de Simon. Ele reprimiu o pensamento, estavam em um lugar público. O garoto apenas sorri ao esticar a mão, cumprimentando o Fauno.

-Sou. Meu nome é Simon. Prazer.

-Você parece ser um cara legal, novato. Talvez eu devesse te mostrar o acampamento. Sabe, eu ando muito por aqui, sei de ótimos lugares que acho que nenhum outro semideus foi. Talvez só os pretores... e os Lares, mas estes andam por todo o lugar. Fato é que você, sendo um guarda, deveria saber desses locais.

Uma ideia passou pela mente de Simon. Deveria ser muita sorte do garoto mesmo.

-Claro, eu adoraria. Pode ser hoje a noite?

-Mas era hoje a noite mesmo! Venha preparado, novato. Os lugares são de dar medo!

-Ótimo. Eu adoro medo.

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Estava escuro. Simon estava com sua espada presa no cinto, escondida por debaixo da blusa. Carregava uma lanterna, além de sua máscara (presente de reclamação) pendurada no bolso da calça. A máscara era preta com uma boca deformada mostrando dentes brancos. Ela era composta com um tapa-olho, para dificultar reconhecerem. Havia um fecho na boca e duas hastes de metal em cada lado.

O local de encontro com o Fauno era na floresta, fora das barreiras protegidas por Término. Simon achou a ideia bastante proveitosa. Uma espécie de passagem secreta para fora do Acampamento seria bastante útil em caso de invasão. Deixar todos para trás enquanto ele se salvava. Antes ele do que qualquer outro.

O garoto chega ao ponto de encontro. A floresta estava escura, tudo que Simon via era a luz que sua lanterna emitia. Barulhos estranhos vinham de todos os lugares e o vento soava como uma sinfonia fúnebre, agitando as folhas das árvores.

Algo se mexeu. Simon apenas iluminou o local. Seus olhos vermelhos tentavam penetras nas sombras e distinguir alguma forma para poder ver do que se tratava, mas era rápido demais, a luz da lanterna não conseguia alcançar.
Algo tocou em suas costas.

-Buu!

Era o Wood. Os olhos do Fauno pareciam maiores sendo aumentados pela luz da lanterna. Como aquele animal teve a coragem de tocar ele sem permissão?  Simon sentiu um arrepio estranho junto de um cheiro diferente quando foi tocado, mas não se importou, apenas disse:

-Onde é?

-Você está com medo?- Perguntou Wood.

Simon deu uma leve gargalhada e olhou para o Fauno. Os olhos do menino brilharam.

-Digamos que eu não sinto medo. Mas vamos, não queremos nos encrencar, não é?

Wood apenas deu um sorriso perverso e assentiu.

-Você na frente.

Simon estava com a luz que iluminava o caminho. Os dois adentraram ainda mais a floresta. O barulho de lobos e corujas era intenso. A alcateia de Lupa deveria estar cassando.

A moita se mexeu. Simon lançou a luz em direção ao local, mas agora vários matos se mexiam. Estava praticamente cercado se cada som que escutava for algum ser. Ainda havia o Fauno. Nessa altura ele já deveria ter fugido. Simon olha para trás, mas ao se virar percebe que ele emitia um sorriso perverso. Seus chifres estavam entoados pela sombra emitida das árvores perante a luz. Isso o fazia parecer um demônio. Simon voltou à luz para as moitas. Lá estavam parados figuras de capuz. Os seres tiraram as toucas. Eram Faunos. A voz de Wood sou atrás de Simon.

-Bem vindo a festa, novato.

E tudo ficou escuro.

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O garoto acordou em uma pequena arena improvisada. Não estava mais na floresta, e sim, em uma espécie de caverna. Ele olhou para cima. Não via o céu além de estalactites penduradas junto a alguns morcegos. O lugar era amplo e cercado,com arquibancadas e uma porta do lado oposto. Era iluminado por algumas tochas. É, ele com certeza estava em uma arena.
Suas mãos estavam amarradas por cordas e sentia dores na cabeça e em todo o corpo. Deveria ter sido jogado dentro do local. Seja quem for que tenha feito isso, não iria sair vivo. Não mesmo. O cheiro que ele sentia anteriormente estava ainda mais forte.

Simon olhou ao redor. As cercas eram de arame farpado. Não era um problema escalar, dor e sangue não era um problema. Mas o garoto queria ver quem havia capturado.

Mais tochas se acenderam nas arquibancadas, revelando as figuras de capuz. Agora Simon se lembrava. O Fauno. Ele o estava acompanhando na floresta quando figuras apareceram. Mais Faunos. Logo depois não se lembrava mais de nada. Deveria ter sido acertado na cabeça. Maldito...

Wood aparece em uma arquibancada atrás de Simon. Ele parecia um tanto elegante com uma gravata borboleta. Tirando o fato de que só isso que ele vestia.

-Olá, novato Simon. –disse o Fauno- Deveria estar se perguntando o que faz aqui, não é? Simples! Você foi requisitado como oferenda para o nosso deus Pan! Muitos diziam que ele havia morrido besteira! Pan é um deus, ele é imortal, tudo que precisa é de uma motivação para voltar com tudo! E claro, ninguém notaria a falta de um semideus inútil como você. Fala sério... Você é tão... Influenciável.

Simon começou a rir. Os faunos de capuz ao redor se entreolharam, confusos. Wood arqueou uma sobrancelha.

-Não acho que você deveria estar rindo, oferenda. Mas se acha tão engraçado assim, que seja. Podem soltá-lo.

Wood acenou para um dos Faunos de capuz, que puxou uma alavanca. Um estrondo aconteceu e os portões opostos se abriram. Uma criatura gorda e horrenda saiu de lá. Era verde e com dentes que saiam da boca. Ela carregava uma clava na mão.  Um ogro.

-Sangue de semideus é uma das substâncias mais poderosas desse mundo. Mas não poderíamos sujar nossas mãos desse jeito, os deuses nos castigariam. Mas ele- Wood apontou para o ogro- Ele já nasceu castigado. Estou apenas o terceirizando.  Antes que eu me esqueça. Apliquei em você um pouco de erva que os ogros adoram como tempero para carnes. Aproveite o tempo que lhe resta sendo um bom jantar.

O ogro aparentou sentir o cheiro de Simon e correu na direção do garoto com ainda mais vontade.
O garoto olhava para o Fauno, ainda com um sorriso no rosto. Ele olha em direção do monstro, que ao ver o rosto do rapaz, para de supetão.

O garoto então se aproxima do ogro, que recua a cada passo do menino.

-Você acha mesmo que sou tão ingênuo, fauno? – o menino se virou para Wood-Você acha mesmo que eu iria me deixar ser derrotado aqui, nesse local, ainda mais por seres miseráveis como vocês? Vocês não sabe com quem se meteram.  

O garoto olha novamente para o ogro. O mesmo parecia soar. O monstro recuava cada vez mais, mesmo o menino estando parado. Ele começou a socar o ar com sua clava, como se quisesse afastar algo.

-Sabia -prosseguiu o garoto- que eu, como semideus, tenho habilidades especiais? Por exemplo, para acalmar o nosso amiguinho aqui, apenas liberei minha verdadeira personalidade, no qual chamo de [Assustador]. Eu, em sociedade, não deixo que isso transpareça, para não levantar suspeitas. Deixo que os outros conheçam minha parte gentil e amigável, mas eu não sou assim, no geral, as pessoas me temem. Tudo que fiz, foi usar a minha habilidade [Medo], para aumentar o medo desse gigante de mim. Mas sabe que posso fazer isso piorar.

O garoto olha novamente para o ogro, que o encarava de volta. O menino levou as mãos atadas ao bolso e pegou sua máscara, colocando-a no rosto. Como em uma espécie de Hipnose, o Ogro pareceu perder a pouca sanidade que tinha, se debatendo contra as cercas de arame farpado.

-Agora eu somei o medo que ele sentia de mim com a habilidade herdade de meu avô, Baco: [Euforia]. Isso o deixou tonto e tendo ilusões. Tendendo a ver várias cosias que o amedrontam de uma vez só. E como ele é uma criatura burra, não sabe como reagir.

O ogro começou a se debater com mais força nas cercas, derrubando algumas tochas. Em pouco tempo, o salão começara a se incendiar. Faunos encapuzados começaram a sair correndo aos prantos, junto de morcegos.

-O-o que você está fazendo? – Protestou Wood- Pare já!

O ogro bateu mais uma vez contra a cerca, que se soltou, fazendo-a cair no chão. O fogo parecia se espalhar. O estrondo causado pelo ogro foi tanto que Wood se desequilibrou, caindo na arena com tudo. Um barulho de ossos quebrados pode se ouvir. Simon sorriu, se aproximando do Fauno.

-N-não! AFASTE-SE! –protestou o Fauno.- Me deixe !

-O que foi? –disse o menino, se divertindo- Está com medo?

-ME DEIXE, POR FAVOR!

-‘’Era isso que eu queria ouvir, um pouco mais de educação de vocês’’. –O garoto sorriu, mostrando seus dentes brancos.

Ele levou a mão a seu sinto, onde pode sentir o frio do bronze da espada. Ele pegou a arma e se soltou das cordas. Faunos não prestam nem pra desarmar uma pessoa. Em seguida, o menino abraçou o fauno. Com um tom de voz suave, ele sussurrou em seu ouvido:

-Sabe o que acontece se eu esconder minha verdadeira personalidade? Se eu fizer o ogro parar de sentir medo? Ele verá apenas um semideus comum, irá me atacar. Nos atacar.

-N-NÃO! Isso não!

O menino levou as mãos do Fauno para trás do corpo do mesmo e começou a enrolar as cordas em volta das mãos tremulas do Fauno. Continuou a sussurrar.

-Mas sabe, eu posso te salvar dessa...

-EU FAÇO O QUE QUISER! –Disse o Fauno, desesperado.

O menino sorriu novamente. O ogro parecia perder o efeito da embriaguez, ficando mais calmo. Aparentava não querer mais fugir, agora que o inimigo é apenas um. O fogo começara a adentrar a arena e o Ogro só tinha uma direção: eles. O nó estava dado.

-Onde é a saída?

O fauno apontou para a saída do local. Seus olhos estavam vazios, vendo o fogo em sua direção, junto de um ogro raivoso.

-S-salve-me do ogro! Você disse que faria!

-Não deveria confiar em mim.

Wood engoliu um seco. O menino colocou a mão no queixo, como se estivesse pensando.

-Ok.-disse ele- Só dessa vez.

Ele pegou a espada e contornou o ogro, que aparentava ainda estar um pouco atordoado. Em um corte, o garoto faz o gigante cair de cara na terra. Simon escala as costas do ogro e crava sua espada na cabeça do monstro, que se desfaz em poeira.

-OBRIGADO!- disse o Fauno, aos prantos- SEREI ETERNAMENTE GRATO!

Simon olhou para o Fauno sentindo prazer em sua expressão. Ele podia sentir a pele queimar com o calor que estava quase os pegando.

Simon se aproximou do fauno com um sorriso. Em dois cortes, cortou os tendões das patas de Wood. O fauno gritou de dor.
O garoto se afasta e olha para o Wood amarrado, e que não poderia mais se levantar. Sangue escorria na bochecha do Filho de Timor.

-Que seja eterno então.

E saiu, a tempo do fogo consumir todo o lugar.

__________________________________________________________________________________________________________

Simon Acordou estranhamente de bom humor naquele dia. Saiu de sua coorte para fazer seu serviço, mas por estranho que pareça, não havia reclamações de Faunos aprontando. Simon sentiu uma leve animação.

O garoto caminhava fazendo sua ronda, quando avistou um grupo de semideuses conversando. Ele se aproximou deles, entrando na conversa. Diziam sobre um incêndio em uma caverna próxima a floresta. Diziam que ao entrarem lá para apagar o fogo, acharam uma arena toda queimada, e uma árvore podre no meio dela.

-Você que é um guarda, sabe de alguma coisa? –perguntou um legionário à Simon.

-Não, essa hora eu deveria estar dormindo... Se bem que ver essas coisas deve dar um medo na gente, né?

E sorriu.






EQUIPAMENTOS:
- Elmo Comum
- Peitoral de Couro
- Espada Curta

Acessórios:
- Máscara do Medo


HABILIDADES:
Nível 1 - Assustador:Os Filhos do deus do Medo não tem nada a temer, mas muito pelo contrário, as outras criaturas é que costumam temê-los.

Nível 1 - Medo: O alvo que o filho de Timor atingir, seja la como, sentirá medo. O uso da Habilidade requer 15 pontos de energia. A Habilidade entrará em espera por 1 rodada.


Nível 1 - Euforia: Pode deixar o oponente levemente bêbado, tonto e tendo ilusões. O uso desta habilidade requer 10 pontos de energia e entrará em espera durante 4 turnos.





MISSÃO ACEITA


Experiência Base: 600
Participação: 1
Interpretação: 1,5
Experiência a Receber: 900
Dracmas a Receber: 600 (x2 do Evento) = 1200

Observações para a narrativa:

Adorei a One post. A descrição de pensamentos, a interpretação do personagem e o enredo foram muito bons. O que você pecou foi quanto a esse ritual sinistro dos faunos (wtf?), porque todos os deuses com exceção de Marte detestam sacrifícios humanos e Pan é um deus muito bondoso. Isso acabou diminuindo os pontos de interpretação (eu ia colocar 2), mas mesmo assim, Parabéns! Espero ler mais histórias como essa :B

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