Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




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Nícolas Mills

Nícolas Mills
Filho(a) de Zeus
Filho(a) de Zeus
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Formulário:

Nome da narração: Ganhando Confiança
Objetivo da narração: Saltar as dríades de monstros estranhos na floresta
Quantidade de desafios: 1 desafio no meio
Quantidade de monstros: 3
Espécie dos monstros: Lobos

Eu estava voltando de um treino de esgrima na arena, muito satisfeito com meu desempenho, que melhorava cada vez mais com minha espada. Logo eu poderia treinar com lanças e escudos também, e não via a hoje de adquirir essas habilidades. Só de ver o que os outros campistas mais experientes podiam fazer com essas armas... Bem, eu só não quero ter de enfrentá-los.

Como a tarde estava acabando e eu estava empapado de suor, resolvi fazer um caminho mais longo para os chalés, onde iria tomar banho para o jantar, e fiz meu trajeto beirando a floresta, que exalava um cheiro de árvores com um vento gostoso. Lá fora eu sabia que estava muito frio, mas o clima do acampamento era sempre perfeito e eu me sentia como se a chuva estivesse chegando numa tarde de verão.
Quando eu estava prestes a me descolar do bosque para ir na direção dos chalés, escutei um barulho, bem baixo, porém audível. Parecia uma voz feminina dizendo:



-Psiiiuuu!

Olhei em volta confuso, mas não via nada além de imensas árvores com suas copas verdes. Estreitei os olhos, pois eu estava com mau pressentimento, um calafrio, em relação à floresta. Bem, eu sempre quisera entrar ali, mas ainda não tinha tido a chance de participar de alguma Captura a Bandeira, mas ouvia muitas histórias de como a floresta era desafiadora para quem tivesse coragem de entrar nas suas profundezas. Mesmo assim, não me agradava o fato de alguém estar me observando e chamando minha atenção, principalmente porque logo o sol iria se por e eu ficaria no breu, somente com a luz da minha espada.

Antes que eu pudesse correr, a voz voltou a se manifestar:


-Hey garoto! Você mesmo, venha aqui para eu falar contigo!

Era difícil enxergar de onde a voz vinha, mas finalmente meus olhos notaram uma forma humana entre as árvores, tão parecida com a mata que estava quase invisível. Era uma ninfa da floresta, ou como diziam os outros, uma dríade. Senti um alívio enorme por não ser um monstro assustador e então me aproximei.

-Olá. Qual o problema... é... Como é o seu nome?


-Meu nome é Cindy, mas isso não interessa. Preciso da sua ajuda: algum bando de um tipo de monstro anda matando árvores e plantas pela floresta. Geralmente nós vivemos em paz com os monstros nativos, mas esses destroem uma parte de nós todas as noites. Eles precisam ser impedidos, hoje!

-Olha, entendo seu problema, mas é melhor eu chamar outros campistas. Eu sou muito inexperiente e nem sei se tenho poder pra enfrentar um monstro estranho, principalmente se for um grupo!

-Não há tempo para isso. O sol já está caindo, logo os monstros irão atacar e eu não quero morrer!

A dríade já começava a chorar seiva verde, então eu não sabia mais o que fazer. Será que seria mesmo tão perigoso?

-Hey, tudo bem, não chore. Eu vou... eu vou te ajudar. Por onde vamos?

Ela fungou mais um pouco antes de me olhar novamente e responder, com um aceno.


-Apenas me siga, semideus.

A segui pelo que pareceram horas. Quando eu achava que estava no fim do mundo, ela parou em uma clareira de 8 metros de diâmetro, estalou os dedos e sumiu em fumaça verde dizendo:

-É aqui que eu vivo. Basta você esperar.

Não me agradou em nada o fato de ficar sozinho naquele lugar mal iluminado esperando para virar jantar de monstro, mas agora eu não podia mais voltar atrás.
Usei minha espada para iluminar tudo ao meu redor: muitas árvores e plantas, além de quatro caminhos mais largos que provavelmente eram usados como rotas por dentro da mata. Confiro se as amarras do elmo e do peitoral estão bem ajustadas e apalpo o bolso, onde havia colocado a poção de cura.

O crepitar da mata, o canto dos grilos e cigarras, além de repentinos rosnados e uivos vindos de longe me deixaram completamente nervoso. Seguro com força o cabo de minha espada de bronze e sinto minha energia fluir pelo corpo.

Estava tão concentrado em mim, que quase não percebi quando todos os insetos se calaram. Seguido do silêncio, rosnados baixos, porém agora muito próximos de mim, começaram a aparecer. Recuei até colar as costas na árvore da ninfa e fiquei observando três formas caninas surgirem dos três caminhos à minha frente.

Eram lobos, do tamanho de tigres, com olhos amarelos brilhando de puro ódio e ferocidade. Ou eles queriam deitar aos pés da árvore onde eu estava, ou queriam acabar com a minha raça, e eu tinha a leve suspeita que eles queriam a segunda opção.

Me lembrei que lobos farejam o medo e sabem quando podem atacar sua presa ou devem ficar em alerta, portanto me aprumo e seguro minha espada em frente ao meu rosto. Fico com o olhar parado neles, um de cada vez e mantenho minha expressão rígida. Sinto novamente o poder de semideus fluindo em meu corpo e grito com força:

-E então! Quem será o primeiro a me desafiar?!!

Não sei se eles gostaram ou não da minha afronta, mas o primeiro deles mal esperou eu terminar de gritar e correu na minha direção. No seu terceiro passo ele já estava a dois metros de mim, e se impulsionando com as patas traseiras pulou na minha direção.

Eu já havia aprendido contra as aranhas o quão forte eu poderia ser ou não contra uma criatura nessas, então não tento o empurrar. Ao invés disso, ataco a face do animal com o cabo da espada, como se fosse um punhal com a lâmina invertida. Ouço um guincho de surpresa, e em seguida o corpo do animal caindo atrás de mim na terra e batendo em uma árvore. O golpe funcionara perfeitamente.

Antes que qualquer deles pudesse atacar novamente, assumo a ofensiva e ataco o segundo lobo, que estava no caminho do meio. Ou eles ficaram absolutamente surpresos por eu ter a coragem de atacar, ou simplesmente me achavam desafiador demais para me atacarem.

Tentei fincar minha espada na cara do monstro, mas ele não estava tão atordoado para ser atingido com tanta facilidade. Ele simplesmete pula para o lado e minha espada ataca o ar vazio onde ele estivera. Não perco tempo e já giro a espada na direção para a qual ele pulou tentando atingí-lo com um arco na horizontal. O monstro recua novamente, mas desse vez não tão rápido. Minha espada fere a face do animal, fazendo parecer que sua boca foi alargada para o lado.

O lobo atingido anteriormente já havia levantado, mas parecia zonzo e se mantinha afastado. Os outros dois estavam mais próximos de mim, há três metros, lado a lado. Meu plano de ser ofensivo havia funcionado, mas agora eu já estava perdendo a confiança. A corrida e o giro, ambos pra atacar o monstro havia me cansado rapidamente, devido à explosão de energia que empreguei. Além disso a terra estava molhada e as plantas enroscavam no meu pé, tornando ainda mais difícil lutar naquele terreno.

Como se sentisse minha energia acabando, os dois lobos começar a rosnar (o cortado com um som um pouco diferente, graças a boca rasgada) e avançar na minha direção. Olho desesperado para os lados procurando elementos do local que pudessem ser usados ao meu favor, mas certamente eles estavam mais aptos a lutar em uma mata.

Eu tinha uma espada curta, que seria boa se usada na ofensiva, mas se eles atacassem, até chegarem a uma distância que minha lâmina alcançasse, eu já estaria morto. Pensando nisso, me abaixo dobrando os joelhos e pego um tronco de dois metros de comprimento, meio curvado como uma foice, grosso o suficiente para suportar impactos.

Quando o primeiro lobo entrou no meu raio de alcance, acerto a lateral do seu corpo com o tronco, fazendo ele se afastar, mas não o machucando muito. Sabendo que só afastando eles de mim eu não resolveria o problema, tenho a ideia de usar a ponta do tronco e tento fincar ela na lateral do outro animal, assim que ele se aproxima. Aí tudo começou a dar errado.

A ponta do tronco furou o flanco do lobo, mas superficialmente. Ele aproveita a minha falha e usa o próprio tronco como trampolim para pular na minha direção. Instintivamente, largo o tronco da mão esquerda e coloco meu braço em frente ao rosto. Os dentes do monstro cravam em meu braço e eu caio no chão. Tinha certeza que se eu não tivesse ferido a boca dele antes, meu braço já teria sido decepado.

Tento girar meu corpo para me jogar por cima dele e não ficar por baixo, mas assim que faço isso, sinto o lobo que eu havia afastado pulando em minhas costas.



Então esse seria o fim?


Mas ao invés de desistir, eu resolvo tentar gritar:

-Uma ajuda seria bem-vinda, dríades...

Já sem esperanças de que algo acontecesse para me salvar, sinto a mandíbula do lobo afrouxar em meu braço, e o segundo descer de minhas costas para o chão. Cada um deles estava de um lado meu, mas eu via uma névoa verde surgindo de todos os lado. Ela parecia estar deixar os monstros zonzos, mas não eu. Olho para o lado onde o terceiro lobo estava, mais afastado, e percebo que ele tentava se aproximar de mim, mas raízes amarravam suas patas no chão, e ele só conseguia dar um passo por vez, bem devagar.

-Isso sim é legal.


-Ande herói, não conseguiremos ajudar por muito tempo.

Entendo o alerta e procuro me apressar. Se eu me levantasse, talvez não conseguisse atacar os dois que estavam mais próximos antes que eles recuperassem os sentidos, então tento algo mais ousado, mas que poderia me salvar.

Giro meu corpo no chão úmido, tentando passar uma rasteira no lobo que ainda estava inteiro, e graças a fraqueza dele, consigo render suas quatro patas, fazendo o monstro tombar no chão. Em seguida, me ajoelho e com um corte rápido, decepo a cabeça do lobo com a boca cortada, que estava do lado oposto, fazendo ele se dissolver em cinzas.

Me viro para ter um parâmetro da situação. O lobo que eu derrubara ainda tentava se levantar, a três metros de mim, e o outro já conseguia escapar das raízes, correndo na minha direção.

Eu estava ajoelhado, e o lobo estava a menos de cinco metros, correndo até mim. Ao invés de levantar e tentar desafiá-lo, somente fico parado, fazendo parecer que eu estava derrotado. A estratégia funcionou, pois o lobo não pensou duas vezes antes de pular sobre mim. Eu somente me inclino para trás e aponto a espada na direção do peito dele. Quando o lobo percebe, já é tarde demais. O corpo dele vem de encontro à espada, e seus olhos exibem o terror do monstro. Eu nem sinto o impacto do seu corpo, que se desintegrou antes de me atingir.

Por fim me levanto, completamente exausto e fico de frente para o último lobo, que havia se levantado. Até agora ele só havia tomado porradas, mas nada que o ferisse realmente, e aparentemente ver que seus dois amigos estavam mortos não ajudou em nada o humor do monstro.

Ele me observa com mais atenção, mas a raiva continua a mesma. Mesmo me sentindo cansado e sabendo que não receberia mais nenhuma ajuda da natureza, eu sabia que podia usar a prepotência do lobo contra ele mesmo. Eu era um semideus, nascido para combater seres mitológicos, e não seria uma matilha de lobos selvagens que me amedrontariam.

Encaro ele por mais dois segundos, e então ataco. Finjo o golpe perfurante, e então mudo de direção tentando deslizar a lâmina pelo seu flanco, mas o monstro não foi surpreendido dessa vez. Ele pula para o lado oposto e ataca o meu braço da espada (direito). Tento me afastar, mas mesmo assim os dentes do lobo raspam na pele da minha mão, criando dois cortes profundos dos dentes caninos.

Minha mão queima, mas continuo segurando firme a espada.

O lobo toma a dianteira e ataca minha perna. Seus dentes se cravam na mesma perna que havia sido ferida pela aranha, mas antes que ele pudesse me morder com mais força, chuto seu flanco exposto com o outro pé. O lobo geme e rola para longe.

Eu estava cansado e ferido, então aproveito o momento de folga e saco a poção com a mão esquerda. Arranco a tampa do frasco e derramo algumas gotas na mão cortada, em seguida tomo o resto. Imediatamente, sinto uma onda de energia percorrer meu corpo. Eu estava renovado, o lobo não.

Ataco o monstro, mas dessa vez não tento o atingir com a espada. Chuto novamente seu flanco antes que ele se levante, fazendo o lobo gritar de dor. Ele fica praticamente imóvel, e finalmente, com um golpe limpo e rápido, perfuro a garganta do último monstro. Ele se dissolve em cinzas como seus irmãos.

Me ajoelho, esgotado pela luta e olho em volta. Tudo seguro novamente. Alguns segundos depois, em silêncio, quatro dríades surgem fazendo um círculo à minha volta. A que havia me trazido à clareira se adianta um passo e fala comigo:


-Obrigada, bravo herói. Eu sabia que você seria capaz, e graças a sua força e bravura poderemos viver em paz novamente. Volte regenerado para seu chalé.

E então outra brisa verde varreu a clareira, enquanto as quatro dríades sumiam. Inspirei o cheiro maravilhoso da floresta e me senti melhor do que nunca. Um brilho verde começou a indicar uma das saídas da clareira, que era logicamente o caminho para fora da floresta. Sigo o caminho luminoso até sair em frente aos chalés. O jantar já havia acabado e os campistas estavam cantando na fogueira. Sigo para lá para me reunir a eles e cantar mais feliz que nunca.
Avaliada

Exp ganho: 300(monstros)+400(narrativa - like narrativa) = 700exp
Dracmas ganhas: 500 +500(eventoDoble) = 1000 dracmas


Acessório adquirido: Pingente Dente de lobo - Concede ao campista +5 de AGI.

Obs.: Favor colocar o seu HP e o das criaturas na próxima.



Legenda:

-Narração

-Pensamento
-Diálogo
#1

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