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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
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A Guerra do Rei Cinzento - Página 2 Empty Re: A Guerra do Rei Cinzento

por Ж Saito Namikaze em Sab 23 Abr 2016 - 2:46

Ж Saito Namikaze

Ж Saito Namikaze
Filho(a) de Mercúrio
Filho(a) de Mercúrio
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Essa batalha já havia sido terminada, pois no momento em que sacamos nossas espadas um duelo mental foi iniciado entre mim e meu irmão, e nossas mentes tão velozes foram capaz de executar um pé combate, analisando todas as circunstâncias e definindo um vencedor antes mesmo da batalha começar.

Estava claro como o dia, eu iria vencer.
Mas entre essas circunstâncias, os poderes oriundos de seus olhos não foram contados.

Isso era perigoso, e por isso eu deveria me manter atento a tudo de estranho que Minato pudesse realizar. Sabia que naquele tipo de batalha de defender e atacar eu tinha vantagem, decido então continuar assim por um tempo.

Provavelmente eu não conseguiria desarmar meu irmão por ele estar segurando aquela espada com seu poderoso braço robótico, mas eu poderia pelo menos abrir sua guarda. Espero que ele realize um ataque, para então juntar minhas duas espadas na horizontal de lado e desliza-las pela lamina de Minato, jogando-a para trás e abrindo uma brecha em sua defesa.

Em seguida com toda minha velocidade meto meus dois pés no peito de Minato, utilizando minha antigravidade das bostas para prender os pés no peito do Filho de Mercúrio, e também exercer uma grande pressão de gravidade sobre ele. Utilizo Dash II no ar, empurrando meu corpo para baixo em direção a montanha.

Como um meteoro, empurro Minato com toda a força e velocidade em direção a montanha, esperando que isso seja o suficiente para acabar com seu corpo fisicamente.

Eu não iria me machucar com o impacto, já que possuía uma aura que me impedia de sofrer efeitos negativos da física.

Já Minato não possuía isso.
E seu corpo estava descendo acima da velocidade do som em direção a uma montanha.
Assim que colidimos, tiro um dos meus pés do peito dele e colo em seu rosto, tampando seus olhos.


Nível 15 - Dash II: Dessa vez, você pode entrar em alta velocidade de Dash não apenas em uma super corrida no chão, mas também e um movimento aéreo ou uma rasteira no chão, sendo que agora o Dash faz seu movimento inteiro entrar em estado de Dash. A habilidade pode cobrir uma área de 30 metros e gasta 2 de MP para cada metro em Dash. Entrara em espera durante 4 rodadas ou ate o termino da missão.

Nível 19 - Aura Protetora: O Filho de Mércurio nunca teve problemas com o atrito do ar, sendo praticamente uma nave aerodinâmica que se move através do ar, como se tivesse se movimentando no vácuo. No entanto, Saito sempre sofreu com todas as outras leis da física, como as três leis de Newton e muito outros fatores que ele não entende, mas sabe que quando se corre tão rápido pode ser a diferença entre a vida e a morte. Utilizando de sua habilidade nata para não ter atrito com o ar, Saito expandiu isso para uma aura que o protege de todos os efeitos negativos da Física. Essa aura ANULA e PROTEGE o filho de Mércurio de qualquer efeito NEGATIVO que a sua velocidade possa gerar em seu corpo. Dessa forma, ele poderia correr uma imensa velocidade e parar quase instantaneamente, desconsiderando a inercia.Ou socar um inimigo na velocidade do som e não quebrar sua mão, desconsiderando a lei de ação e reação. Todas as leis da fisica geradas pela constante velocidade do personagem que possam desfavorece-lo serão anuladas pela aura protetora.



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A Guerra do Rei Cinzento - Página 2 Empty Re: A Guerra do Rei Cinzento

por Hera em Dom 24 Abr 2016 - 10:26

Hera

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Para os dois, essa luta parecia durar há uns minutos. Mas para o mundo externo, não haviam se passado nem dois segundos. Talvez ninguém houvesse reagido à batalha até aquele momento. Quem sabe, ainda tivesse tempo de reverter a situação da montanha. Mas não era para isso que Saito dividia sua atenção naquele momento. Ele soube que estava muito mais forte que seu irmão, mas mesmo assim decidiu não o subestimar.
 
 Porém Saito não era só alguém que pensava rápido, ele agia com convicção e força. Seus planos estavam sendo concretizados muito antes de ele os ter completado. Isso que fazia dele o semideus mais forte de Roma. Com os olhos faiscando em um tom verde, o filho de Mercúrio se move na troca de golpes com tanta rapidez que vê os milhos de Minato se arregalando. Uma brecha foi criada, era a hora!
 
Os pés do relâmpago cinza se fixaram no peito de seu irmão como imãs em uma barra metálica. E fazendo juz ao nome, ele desceu em uma hyper velocidade na direção das montanhas com o objetivo de destruir o corpo do seu irmão, deixando assim um risco cinzento no céu. A luta estava praticamente decidida.
 
Porém, segundos antes do corpo de Minato alcançar o chão, Saito vê um sorriso desdenhoso surgindo no rosto de seu irmão. Seus olhos sangram, e de um deles surge um redemoinho negro, fazendo o romano atravessar em alta velocidade pelo corpo do seu irmão como se o mesmo fosse intangível.
 
Saito se viu indo sozinho na direção da montanha, e ele facilmente resistiria ao impacto físico, já que seu corpo ignorava qualquer lei da natureza. Porém, sentiu uma mão grudando com força na parte de trás de sua cabeça, e de súbito seu rosto foi jogado na direção do chão com a mesma velocidade que ele atacou seu irmão.
 
Pelo jeito, esse era um dos poderes da pupila vermelha. Intangibilidade. Seria o único?
 

- Haha!!! Não vai ser tão fácil quanto da última vez. – Minato agora pressionava seu braço metálico contra a nuca de Saito, erguendo-o e pronto para bater com a cabeça dele novamente no chão. 



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#12

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por Ж Saito Namikaze em Ter 26 Abr 2016 - 23:18

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Naquele momento que Minato estava sob meus pés eu já tinha decidido a luta, acabada mais uma vez de forma rápida e eficiente. Meu irmão era um espadachim rápido e hábil, mas era obvio que não existia ninguém tão habilidoso quanto eu em manejar uma Katana.

Deuses, mas aquela não era uma simples luta de Katanas.

No momento em que eu finalmente descobri o poder de seu olho, reagi mordendo os lábios e já me preparei para o impacto com a montanha. Eu sabia que o impacto não iria me machucar ou me ferir, mas a dor de colidir com toneladas de rochas ainda existia. Porém, até mesmo isso foi impedido quando Minato reapareceu atrás de mim.

Ele cola minha cara no chão uma vez, e depois outra. Eu conhecia aquele movimento, era uma coisa que eu já fazia a algum tempo com meus inimigos, inclusive com o próprio Gean. Bater com o rosto do inimigo repetidas vezes no chão na velocidade do som, naturalmente traria estragas.
Eu não podia permitir que isso acontecesse.

Antes que ele transforme minha cara em patê, ordeno que Zack saia da minha armadura onde ele estava bem protegido e salte na direção do pescoço de Minato, enrolando-se nele utilizando abraçar para quebra-lo. Provavelmente a cobra não tinha força para isso, mas pelo menos iria sufocar meu irmão por alguns segundos e me dar um tempo.

Embainho minhas katanas imediatamente, me atirando contra Minato em seguida e nós embrenhando em uma luta de solo. Utilizo de todos meus conhecimentos marciais disponíveis para imobiliza-los, conhecimentos estes que vindo da minha passiva Estilo wuju, eram do mesmo nível que minha pericia com Katanas.

Quando imobiliza-lo utilizando minha pernas e mãos, tento arrancar seus olhos com minhas mãos nuas, puxando suas orbitas para fora.

Fico atento para esquivar e defender de qualquer ataque, a qualquer momento da luta.



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#13

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por Hera em Qui 28 Abr 2016 - 12:45

Hera

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Saito ordena que sua serpente saia de sua armadura para se enrolar no pescoço de Minato com um salto. Era uma boa estratégia, porém o outro filho de Mercúrio também era rápido e assim que Zack voou pelo ar na direção do irmão do romano, o mesmo foi agarrado com a mão metálica e sendo jogado para longe dos dois em alta velocidade. Com o contato mental que tinha, o Pretor sentiu que seu amigo havia se machucado, mas estava bem.
 
Porém, isso ao menos ajudou para que o legionário tivesse sua cabeça livre. Nisso, o relâmpago cinza usa suas duas katanas com vários golpes sucessivos contra Minato. O seu irmão defende com a espada e o seu braço, mas isso não era o suficiente. Saito era muito mais rápido, e em pouco tempo havia conseguido imobilizar o garoto com a benção de Mercúrio sem dificuldades.
 
Os olhos de Minato sangravam, usar aquilo deveria com certeza prejudicar sua visão. Mas Saito já não tinha dó dele, não havia mais nada entre aqueles dois garotos. Apenas o sangue ligava-os, mas eram como inimigos desconhecidos, nada mais. Por isso, seu braço se ergueu sem hesitação, pronto para arrancar os olhos do seu irmão.
 
A mão desceu até a face de Minato como um meteoro, mas de repente parou. Tudo parou. O mundo parou, o universo parou. Inclusive a luta. Era como se o próprio Chronos estivesse ali, cancelando o movimento do tempo.
 
- Chega... - Dizia uma voz cansada, Saito olhava para cima e via seu pai ali, segurando seu braço.  Mercúrio era conhecido por ser o mais descontraído dos Deuses, mas agora, o Deus trazia fios de cabelos brancos, olheiras e uma barba confundível com o próprio Zeus.
 
E então, como se regressasse no tempo, a montanha destruída começou a trazer seus destroços aos seus lugares, até em pouco tempo estar completamente inteira, igual antes da batalha ser iniciada. E no topo dela permaneciam os três. Saito imobilizando Minato no chão, Mercúrio segurando seu braço, e Zack enrolado em uma árvore distante.
 
- Eu estou cansado de vocês dois. - Mercúrio parecia mais triste do que imponente ou raivoso. E assim que disse isso, o brilho da benção desapareceu do corpo de Minato, e Saito se sentiu incrivelmente lento e pesado.
 
Mercúrio larga aos dois, aparentemente deixando-os sem seus poderes, apoia-se no caduceu e começa a encarar o horizonte. E os dois irmãos veem seu pai velho e cansado. Um Deus podia ficar assim? Sua própria roupa estava em farrapos. O mensageiro dos Deuses aponta para longe, onde uma luz roxa brilha imponente e solitária na divisão horizontal entre céu e terra. O Pretor e Minato entendiam de certa forma, que era a serpente.
 

- Olhem o que a infantilidade de vocês dois causou... - Com isso, Minato sorri. Ele havia conseguido.



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por Ж Saito Namikaze em Qui 28 Abr 2016 - 14:09

Ж Saito Namikaze

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Meus dedos desceram com a fúria de vinte deuses na direção dos olhos do meu irmão. Caso eu pudesse sentir o ar a minha volta, poderia ver meu dedo cortando a vento como minha Katana corta a carne dos meus inimigos.

Indefensável, intransponível, imparável e impiedoso.
Menos para um deus.

Antes que meus dedos cheguem a face de Minato, sinto todo o tempo parando e tudo voltando ao seu devido lugar. Fico confuso no inicio, mas minha mente rápida logo entendeu tudo que estava acontecendo. Aquela presença rápida, forte e poderosa só podia vir de outra pessoa que não eu, meu pai.

Tentei puxar meu braço para que ele soltasse, mas não podia competir com a força de um deus. Percebia a sua voz de cansaço, e também suas roupas rasgadas e seus olhos caídos. Aquele não era o Mercúrio imponente que havia me amaldiçoado antes, não era o mesmo deus que carregava a sua bela e arrumada armadura romana.

--ME SOLTE MENSAGEIRO! – Gritava.

Chamei-o pelo seu título, mostrando que ele não merecia ser chamado de pai, ou nem mesmo pelo próprio nome. Assim como meu irmão, agora apenas o sangue nos ligava. Mercúrio não passava de uma pedra no meu caminho.

A única família que me restava eram as lembranças que eu possuía de minha mãe.
Mas então ele soltou, e junto com ele foram todas as minhas forças. Pela primeira vez na vida eu vi o mundo como as pessoas “normais” vêm. Por Júpiter, como elas conseguem?

--O QUE É ISSO EM VOLTA DE MIM? – Gritei.

Sentia uma rajada de vento frio passando pelo meu corpo, rasgando minha carne e fazendo atrito contra minha pele...Não podia ser, a habilidade mais básica para todo filho de Mercúrio havia me sido privada. Me levanto indignado, olhando para o horizonte onde a serpente agora despertava.

--NÃO! – Gritei mais uma vez.

Tentei correr naquela direção, mas pela primeira vez na vida a velocidade não me respondeu. Meu corpo acostumado a comando rápidos e reações ainda mais rápidos, desabou no chão quanto eu tentei executar os mesmos movimentos que eu realizava antes. Minhas células já não se moviam rapidamente tornando meu metabolismo acelerado, e meus sentidos aprimorados haviam desaparecido totalmente. Eu não conseguia sentir as coisas que me rodeavam, percebia que se tentassem me atacar agora eu estaria totalmente desprevenido.

Era impossível viver dessa forma.
Eu precisava dos meus poderes.

--ISSO TUDO É CULPA SUA! – Gritei para o mensageiro.

Mesmo sem meus poderes, eu ainda tinha minha experiência e inteligente. Me pus em posição de combate e parti para cima de Mercúrio com as mãos nuas, desferindo golpes de artes marciais.
Era uma tortura ver aquilo.

Meu corpo tão lento quanto o de um mortal, e minhas mãos tão imprecisas quanto uma criança.

--SE ELE JÁ ESTIVESSE MORTO, NADA DISSO TERIA ACONTECIDO! TODO O CLÃ ESTARIA VIVO! A SERPENTE NÃO TERIA DESPERTADO! EU NÃO TERIA PERDIDO A ÚNICA MULHER QUE EU AMEI!

Eu culpava Mercúrio.
E o culparia para sempre.



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por Hera em Qui 28 Abr 2016 - 16:52

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Ódio. Isso resumi Saito naquele instante. Ele havia acabado de perder tudo, menos o ódio. Saito não sabia viver como humano, e por isso se levantou aos tropeços. Minato gargalhava. Mas o Pretor não ligava pra isso, até porque o peso absurdo de sua armadura e a difícil habilidade de utiliza-la tornava tudo complicado, até mesmo pensar. Até o TDAH havia desaparecido, e o garoto se sentia tão frágil quanto um pedaço de papelão, como se fosse capaz de ser rasgado a qualquer momento.
 
- NÃO! - Ele notou que gritar fazia seu pulmão e gargantas doerem. Nada era mais tão fácil.
 
Tudo que carregava parecia mais pesado, e desajeitado o filho de Mercúrio correu na direção do velho. De mãos nuas, culpando-o por tudo. O sangue que corria nas suas veias acelerava seu coração lentamente, mas já fazia-o ofegar ao correr. Mas Saito não ligava pra isso, só queria descontar sua raiva na primeira coisa que via à frente.
 
E então, assim que se aproximou do velho, desferiu seu mais forte soco, que nem era tão forte assim. Para seu espanto, Mercúrio caiu no chão com facilidade. Mas Saito não parou, foi para cima dele, assim como fazia com seu irmão, e socou a face do Deus ali mesmo, na montanha.
 
- SE ELE JÁ ESTIVESSE MORTO, NADA DISSO TERIA ACONTECIDO! TODO O CLÃ ESTARIA VIVO! A SERPENTE NÃO TERIA DESPERTADO! EU NÃO TERIA PERDIDO A ÚNICA MULHER QUE EU AMEI!
 
O Deus abaixo de Saito levava socos atrás de socos, caído no chão, mas não expressava dor. A cada soco ele mantinha os olhos fixos no Pretor, e por algum motivo o Deus parecia estar chorando. Saito não parava. E depois de um minuto inteiro de socos, o ser abaixo do Pretor cuspiu o sangue dourado dos Deuses de tanto apanhar, mas não revidava, não atacava.
 
Até que por fim, o legionário sentiu seu corpo paralisado com uma pequena quantia de eletricidade, e viu que alguns raios cinzentos brilhavam ao redor do seu corpo, e em uma breve explosão ele foi jogado 10 metros para longe do Deus, que cansado se reergueu.
 
Depois disso Saito parecia ver algo capaz de transformar seu cérebro humano em um pudim. Surgindo com um segundo relâmpago cinzento, um ser de armadura romana, caduceu e elmo com asas, cabelos negros e aparência jovem. Era Mercúrio, seu pai, aquele mesmo que o amaldiçoou um ano atrás. Mas pera aí... eram dois Mercúrios? Seriam sua versão grega e romana? Saito não estava entendendo.
 
- Saito? - Dizia o Mercúrio mais novo com uma cara de espanto, mas ele não olhava para o Pretor, e sim para o Deus mais velho, que por trás da barba grisalha soltou um sorriso.
 
- Há muito tempo não sou chamado assim. Oi pai. - Saito encarou o Deus grisalho, confuso, e então, só depois disso acontecer que ele notou por trás das orelhas e da barba a aparência asiática. Aquele com certeza, era uma versão mais velha e cansada dele mesmo.
 
- O que está fazendo? O que aconteceu?
 
- Você morreu pai. Eu sou Mercúrio agora. “Ele” despertou... - Saito viu no Mercúrio mais novo, um espanto nunca antes imaginável. Despertando sua curiosidade para saber quem era esse tal “Ele”.
 
- O que você faz aqui? É perigoso viajar no tempo... - Saito, ou Mercúrio mais velho apontou para os irmãos como resposta.
 
- Se isso houvesse acontecido de outro jeito, você nunca teria me perdoado. E você não aceitaria o que vou propor agora, que é talvez a única forma de impedir o que aconteceu na minha linha do tempo. - Por um instante, Saito se viu naquele velho, inteligente, imponente.
 
- Qual forma? - Mercúrio ainda estava abismado com o tal “Ele” e por isso aceitou a conversa sem dificuldades. A versão mais velha de Saito mostrou uma pedra, verde e circular, com o desenho de uma serpente dentro dela. Mercúrio ficou ainda mais espantado. - Não posso, Zeus não permitiria.
 
- Ele não sabe do que está acontecendo agora, apesar de fraco, eu consigo bloquear os poderes dele por alguns instantes... Por favor pai, você precisa aceitar.  Mercúrio morde o lábio, com medo. Mas o “ele” parecia assustá-lo mais do que Zeus. E o mensageiro dos Deuses aceita a pedra. -- Obrigado.

 

A versão mais velha de Saito/Mercúrio abre uma espécie de rachadura em uma parede invisível na sua frente. Através dela, há um Japão completamente destruído, e no fundo... A sombra de um dragão deixa um rastro obscuro. O velho olha pra trás, para o Saito do presente. Ri, como se visse uma criança com muito a aprender ali, e atravessa a brecha, que fecha assim que ele passa. 



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por Ж Saito Namikaze em Dom 1 Maio 2016 - 15:20

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Quando eu socava a face de Mércurio, eu pude sentir pela primeira vez que eu tinha mais em comum com meu pai do que eu imaginava. Tinha algo nele que o fazia parecer muito familiar, muito mais familiar do que o normal. Enquanto eu socava e gritava eu pude perceber que por algum motivo ele queria ser punido, queria sofrer, queria aceitar seus erros.

Talvez ele havia assumido que realmente cometeu erros comigo.
Estaria meu pai finalmente arrependido? Eu não podia acreditar.

Quando falei do dojo, pude sentir as lagrimas caindo de seus olhos. Mercúrio agora compartilhava meus sofrimentos? Parei de bater nesse momento, ofegante pelo esforço feito.

Como é horrível ofegar.

Quando o velho se levantou cuspindo o sangue dourado dos deuses, pude perceber algo muito estranho...Mercúrio tinha traços orientais no rosto desde quando? Meus pensamentos são interrompidos pelo raio cinza chegando, parando bem na minha frente. Dois mercúrios? IMPOSSIVEL!
Assim que fico sabendo que um deles era eu do futuro, meu mundo vem ao chão.

Eu havia me tornado um deus? Por que motivo eu havia tomado essa decisão estupida? O que havia acontecido para que eu ficasse daquele jeito sério e acabado? Aquilo não era eu.

Mas agora eu entendia o porquê dele estar sofrendo pela minha perda. No entanto, isso significa que meu pai de verdade ainda não havia se arrependido.

Isso doía.

Quando o Saito do futuro vai embora, ele deixa para trás duvidas infinitas na minha cabeça. Eu havia mesmo me tornado um deus? Isso não condizia com quem eu era, eu não queria de modo algum a vida eterna...

Se não eu teria virado uma caçadora, porra!

--Então papai...Acho que seu filhinho de merda tomou seu lugar – Brinco. – Você vai falar que porra estávamos falando, piadinha temporal, falando?



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por Hera em Seg 2 Maio 2016 - 11:28

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Saito faz uma ‘piada temporal’ com seu pai. Mas Mercúrio vira para seus filhos, sem poderes, com uma enorme tristeza nos olhos. Era como se quando finalmente percebesse que havia escolhido o filho de errado, fosse tarde demais. O Deus segura a pedra que o Saito do futuro havia lhe entregado, olha para os céus como se estivesse com um pouco de medo, e por fim anda até seu filho.
 
O mensageiro dos Deuses se ajoelha na frente do Pretor de Roma. Olha nos olhos dele, colocando uma mão sobre seu ombro e Saito sente seus poderes retornando. Descobre assim, que a vida mortal é absurdamente impossível para alguém como ele. Até respirar era melhor quando ele tinha super-poderes, e pelo menos agora ele entendia o motivo dos humanos adorarem tanto os super heróis. Talvez, Saito fosse um.
 
- Está vendo esta pedra? - Era praticamente um diamante entalhado em forma de broche, cheio de lascas e que vendido no mercado negro poderia valer um bom preço. Dentro dele, havia o desenho de uma serpente, tão perfeito que poderia fazer alguém pensar que uma cobra foi presa dentro daquela joia. - Quando você se aproximar de Yamata-no-Orochi, precisará usar a sua espada para perfurar a joia, e a serpente. Uma vez que a espada cruzar os dois juntos... Você se tornará portador da serpente, a cabeça da cobra, e impedirá que aquele homem que veio aqui segundos atrás, precise retornar no nosso futuro.
 
Mercúrio se levantou, deixando a pedra verde na mão do legionário. Saito sentia que as maldições profetizadas por ele tinham desaparecido. Por orgulho, o Deus virou as costas para seu filho ali, naquele instante.
 
- Vá... - O Relâmpago Cinza sentiu tristeza contrastar com amor no seu radar sentimental. Arrependimento. Na voz do seu pai, ele ouviu um breve abafamento por choro. Um Deus poderia chorar? Pelo jeito sim.
 
Quando o Pretor finalmente foi embora, olhou para trás e viu seu pai indo na direção de Minato com raiva. Lembrou-se da infância, quando o mestre ia até Saito depois de ele aprontar alguma coisa para lhe dar uma surra. Minato assistia, sentindo-se mal por aquilo. E agora eles estavam com as posições invertidas.
 
O garoto corre até o brilho roxo no horizonte. Novamente conseguindo viajar na velocidade do som. Parecia que estava indo para outro continente, não sabia onde exatamente. Mas em poucos segundos já conseguia ver a serpente. Antes mesmo de se aproximar dela, ele já sabia que a mesma estava do tamanho da montanha de antes. Não era mais aquela mulher.
 
Faltava muito para chegar lá, isso que Saito já havia chego à praia do tal continente. O lugar estava vazio de pessoas, o céu incendiado de alaranjado. Mais à frente, o continente parecia em estado vulcânico. Longe, no horizonte, o Pretor via a serpente jogando a maior variação existente de elementos em todos os lugares. Mas o que o impediu de avançar, foram os homens que estavam na montanha com Minato.
 
- Minato não foi o suficiente? - Falou o homem que havia convocado Saito para o Japão, aquele de cabelos longos. Ele usava sarcasmo, mas no fim de tudo, ele mostrava medo.
 

Eram três ninjas. Todos com olhos diferentes. E aparentemente todos capazes de cuidar de Saito por um tempo. Talvez não fossem tão rápidos quanto Minato, mas poderiam causar problemas para o Pretor. Eles estavam na praia caótica, em um continente que começava a exibir crateras de lava devido à sua destruição. 


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por Ж Saito Namikaze em Dom 8 Maio 2016 - 20:32

Ж Saito Namikaze

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Eu sentia pena do meu irmão, pena das suas decisões ruins e pena por ele ter se tornado o que se tornou. Minha mão achava que juntos éramos a esperança, uma fagulha de paz para um mundo em caos, uma chama de bondade em um mundo onde só havia maldade. Ela achava que variamos grandes coisas juntos.

Eu fiz grandes coisas sozinho.

Meu irmão estava caído no chão, e naquele momento eu implorei aos deuses que a situação tomasse um rumo diferente, que ele se arrependesse e que pudéssemos finalmente lutar lado a lado assim como nos velhos tempos.

Mas isso era impossível.

Nossos caminhos já haviam sido totalmente separados.

Por isso naquele momento eu corri para o fim do mundo mais uma vez, com um sorriso no rosto e coragem no peito. Nada poderia me parar, nada poderia me deter. Vejo, no entanto, que três figuram se assumem fortes o suficiente para tentar uma loucura desse tipo. Podia sentir o medo neles.

Um filho de Phobos agora estaria rindo.

O caos a minha volta aumentava minha inteligência, meus reflexos e ampliando todas as habilidades. Aquela cobra havia criado o terreno perfeito para uma batalha, pois perante a destruição eu me tornava um novo homem.

Servos se alimentam do Caos.
Esse é nosso dever.

--Vocês três contra mim? Isso não está muito injusto? – Digo com uma risada.

Puxo a Katana amaldiçoada da bainha, a mesma que havia sido responsável por libertar aquele demônio e a mesma que seria responsável por sela-lo mais uma vez. Sinto a arma sugando minhas forças vitais e me trazendo pensamentos insanos a cabeça. Aquele Caos começa a parecer ainda mais grandioso, como se ele me chamasse. Sinto como se eu quisesse ser o próprio caos, como se eu quisesse ser a própria cobra destruindo tudo.

Aqueles três homens estavam me impedindo disso, e a espada não perdoaria.

--Antes de começarmos, alguém quer desistir? – Brinquei.

Nesse instante ativei Adrenalina 3, expandindo-a para adrenalina 6. Invoquei minha bolsa com toda a velocidade que possuía e cheirei um mercúrio personalite. Senti meu corpo quase se desfazendo com toda a velocidade que eu possuía naquele momento, senti que podia derrotar o que fosse, independente do que fosse.

Começo com o clássico: Desapareço e apareço atrás do homem com olhos roxos. Antes mesmo que ele pudesse perceber que eu estava ali, separo sua cabeça do corpo com a Ksunagi. Me viro para os outros com um sorriso na boca, deixaria que eles me atacassem apenas para mostrar que todos seus golpes eram inúteis contra mim.

Eles não podiam me tocar.

Tento desviar de tudo da melhor maneira possível, utilizando meu cinto de evasão caso necessário.


Nível 20 - Senhores do Caos: Mesmo durante eventos caóticos, o Servo de Discórdia poderá manter-se calmo e estável. Ele agirá e será reconhecido como o dono do lugar, recebendo bônus ampliado em todos os seus movimentos, além de ter sua habilidade Reflexos Caóticos maximizada. [+20 em todos os atributos nessas condições]

Nível 15 – Reflexos Caóticos: Em meio de acontecimentos caóticos, o Servo de Discórdia terá seus reflexos aprimorados para se desviar do caos que o cerca (mesmo que ele mesmo o tenha criado). [+15 REFLEX NESSAS CONDIÇÕES]

Nível 10 – Força do Caos: Em meio a acontecimentos caóticos (batalhas sangrentas, ou com muitos integrantes, tufões, maremotos, terremotos, etc) o Servo de Discórdia tem suas capacidades ampliadas e é capaz de ignorar o caos, focando-se em seus interesses. [+15 em todos os atributos nessas condições]

Nível 13 - Raiva Gélida: Quando algo irrita profundamente os Servos, seus poderes ativos são bonificados. [+15 ATR correspondente à habilidade NESSAS CONDIÇÕES]




Better Nerf
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O Relampago Cinza


Passivas importantes
Nível 1 - Sem Atrito: O filho de Mercúrio quando usa suas habilidades não sofrerá atrito com o ar.
#19

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por Hera em Qua 11 Maio 2016 - 0:19

Hera

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Deusa Olimpiana
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Saito tinha uma missão pra cumprir. Ele fora treinado desde criança para isso, executar uma ordem sem falhas. E agora, embora indiretamente, seu pai havia lhe dado uma missão. Por isso, quando se viu na frente dos homens de olhos mágicos, o filho de Mercúrio sequer sentiu intimidação. Tudo que ele fez foi sacar a espada amaldiçoada, enquanto os homens sentiam o medo de simplesmente estar na presença do legionário. Provavelmente respeitavam Minato o suficiente para saber que qualquer um capaz de derrota-lo, era mais forte do que os três juntos.
 
- Vocês três contra mim? Isso não está muito injusto? - A risada de Saito foi o suficiente para fazê-los cerrarem os dentes.
 
De repente, seus olhos faiscaram como esmeraldas. Se os ninjas na sua frente tinha olhos que brilhavam com vermelho e roxo, Saito tinha olhos que brilhavam verde como dois faróis, com o simples fato da ativação de sua adrenalina em seu máximo. Isso se assemelhava ao seu antigo Modo Wuju, e talvez fosse ainda mais forte.
 
- Antes de começarmos, alguém quer desistir? - Quando terminou sua frase, parecia que o chocalho de uma serpente havia começado a vibrar pelo ar. O som era verdadeiro, mas a única cobra era Saito.
 
A adrenalina ativada fazia o coração de Saito bater tão rápido que seu peito vibrava. Sua pele chegava a ficar vermelha e as veias salientes. O Pretor sentiu os ninjas se preparando, mas de repente o filho de Mercúrio desapareceu. Olhares externos podiam pensar que ele havia se dissolvido em ar, mas ele estava simplesmente tão rápido que a própria luz tinha dificuldade de tocar a sua pele e refleti-la para que olhos normais pudessem ver. Porém aqueles na sua frente não eram olhos normais.
 
Mas não importando o quão bem aqueles olhos podiam ver, os corpos que o possuíam não podiam se defender de um raio... E naquele instante, Saito era uma tempestade. O primeiro corte atravessou a garganta do inimigo. Mas a velocidade foi tanta, que o Pretor sentia-se cortando uma gelatina, e a própria gravidade demorou pra fazer a cabeça cair no chão junto com seu corpo.
 

O Anel do Caos sentiu que Saito estava sendo enganado no momento que ele virou-se para os outros dois inimigos. Ao encarar o homem de cabelos longos e com os dois olhos vermelhos, o filho de Mercúrio se viu em um lugar com vários corpos caídos e queimados. Uma réplica exata do inferno. Os gritos eram assustadores, as agonias eram tremendas. E os dois ninjas tinham sumido até para os radares sentimentais do Pretor. Saito não sentiu medo, pois o poder recebido por Éris lhe fazia reconhecer a ilusão. Mas mesmo assim o filho de Mercúrio não conseguia encontrar os dois inimigos. 



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