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A Guerra do Rei Cinzento - Página 5 Empty Re: A Guerra do Rei Cinzento

por Ж Saito Namikaze em Dom 27 Nov 2016 - 16:37

Ж Saito Namikaze

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Assim que digo as palavras e me afasto, percebo que meu plano havia corrido exatamente como eu esperava. Agora meus inimigos brigavam entre si, tudo que consigo fazer é abrir um belo sorriso de satisfação (Copo Rsrs), e esperar que eles se matem.

No entanto, meu irmão decide que não iria perder mais tempo, e em poucos segundos desaparece em velocidade, fugindo do Dojo. Olho para seus servos, eles não deixariam de brigar tão cedo. Em breve as garotas estariam ali, e não teriam problemas para elimina-los.

Decidido isso, alço voo em perseguição a Minato, acompanhando-o em direção a uma montanha. Lá dentro, me deparo com o verdadeiro ninho da serpente, o local que havia sido utilizado para reviver a cobra.

Meu irmão revela algumas informações, que para mim não são surpresa. Pelo que parece, ele já havia entendido uma parte do poder que corria em nosso sangue, mas não completamente.

--Claro imbecil, nossa mãe era uma das descendentes de Kushinada – Zombo. De fato, não era mentira, mas ainda omitia algumas informações.

Sento no chão, de pernas cruzadas olhando para a estátua.

--Siga em frente, não vou atrapalhar. Também estou curioso por saber como essa cobra é. – Digo.

Eu sabia que não podia impedir a volta da serpente, era o destino final. Se eu matasse Minato ali, tudo que eu faria era adiar sua volta. Eu precisava encerar isso ali, mas para isso, Orochi precisa voltar a vida.

--Então irmãozinho, como você conseguiu um braço novo? – Pergunto, descontraidamente.



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por Hera em Ter 29 Nov 2016 - 7:47

Hera

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Saito se sentou e esperou, estava mais tranquilo do que deveria e Minato parecia se zangar um pouco com isso, embora não demonstrasse. A caverna ainda tremia quando o ex-pretor de roma fazia a pergunta mais importante da noite.
 
- Então irmãozinho, como você conseguiu um braço novo?
 
- Longa história.
 
Parecendo incomodado, Minato fechou o punho com seu braço metálico. A estátua da serpente racha como se fosse um casulo, uma casca. E de repente a pequena escultura começa a cair aos poucos em pedaços. Poeira se ergue e a estátua desmonta-se por completo. Saito continuava sentado e despreocupado.
 
Quando a poeira baixa, ele vê apenas uma grande montanha de pedras e seu irmão ao lado delas, apenas esperando. Um estranho silêncio perdura na caverna enquanto aguardavam a criatura surgir. Até que alguns segundos depois, por entre as pedras, algumas cobras maiores que o braço de filhos de Marte começaram a mostrar sua cabeça. Até que outra vez, o filho de Mercúrio vê aquela figura feminina que representava Yamata-no-Orochi.


Spoiler:
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Parecia melancólica, cansada, distante. Saito lembrou-se da vez em que havia lutado com seu irmão, anteriormente. Ele tinha recebido a bênção de Mercúrio, e libertado a cobra que parecia destruir um continente. Mas algo aconteceu e ele foi parar em um mundo ilusório, e repentinamente conseguiu retornar ao passado. Sabia que se aquela cobra saísse daquela caverna novamente, muita merda iria acontecer.
 
- Yamata-sama. - Seu irmão se ajoelhou. - Sou Minato Namikaze, eu lhe libertei.
 
- Por que? - Indagou a mulher, com as serpentes se movendo ao seu redor de maneiras aleatórias. Algumas inclusive, brigando entre si.  
 
O garoto gaguejou com a pergunta. Como se quisesse falar algo para ela, mas não conseguisse. Havia algo ali... Algo que nem sequer Saito compreendia. Na verdade, ele finalmente percebeu que nunca soube o motivo de seu irmão ter se tornado aquilo. Nunca realmente soube porque Mercúrio o defendeu.
 
Talvez ele fosse apenas o filho favorito, que pirou pensando ser mais poderoso que qualquer coisa na terra. Mas Saito sentia que tinha algo além de tudo isso ali, naqueles feitos, naquele ódio. Havia algo, embora pequeno e quase insignificante, que era apenas uma brasa da chama que outrora havia sido seu querido irmão.
 
- Para que você alcance sua glória. - A serpente não percebeu, pois parecia mais preocupada com sua imensa tristeza do que na veracidade das palavras daquele mortal. Mas o legionáro sentiu seu corpo reagindo àquelas palavras, sentiu todo seu treino como descendente da Deusa do amor. Sentiu que Minato mentia, ali mesmo.
 
Antes de se preocupar com qualquer que fosse o seu problema a partir dali, Saito viu Yamata-no-Orochi se virando para ele, como havia feito um tempo atrás na antiga linha do tempo. Um dejavú quase explode sua cabeça, por algum motivo reviver esse tipo de coisa lhe era muito prejudicial.
 
- Você está aqui pra me matar?
 

Ela perguntou à Saito. Havia sido a mesma pergunta desde a primeira vez que se encontraram. 



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por Ж Saito Namikaze em Qui 1 Dez 2016 - 14:36

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Novamente a terra tremeu, e mais uma vez a monstruosidade se ergueu entre as pedras para mostrar sua face. No entanto, o monstro não se mostrava como uma criatura destruidora e odiosa que antes trazia ao mundo seu fim. Nesse momento, Yamata no Orochi não era nada mais do que uma mulher triste.

Olhei para a criatura, fitando seus olhos. Com meu radar sentimental pude sentir toda a melancolia da criatura. Era inacreditável, porque motivo algo tão poderoso parecia tão distante? Tão depressivo?

Meu irmão se ajoelhava diante do monstro, mostrando sua falsa lealdade. Sabia que ele não se importava com a criatura, mas queria apenas seu poder. Me perguntava se ele conhecia o plano dos deuses, que dizia que um de nós deveria ser o hospedeiro da Serpente. Talvez não, mas de qualquer forma ele daria seu jeito para conseguir esse poder.

Contudo, a Serpente parecia ignorar completamente suas mentiras. Não me ajoelhei, não a reverenciei, nem ao menos dei um simples boa noite aquela criatura. Ainda continuava sentado no chão, calmo e sossegado com toda a situação.

Novamente, a sua pergunta se repetiu.

Mas dessa vez, minha resposta era diferente.

--Não, você vai continuar viva. – Respondi. – Mas antes você tem que me dizer; Porque está tão triste?

Mantinha a atenção em Minato enquanto conversava com a serpente, caso ele tentasse alguma gracinha eu meteria a porrada nele.

Caso a serpente tentasse sair da caverna, faria o mesmo com ela.



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por Hera em Sex 2 Dez 2016 - 7:34

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- Não, você vai continuar viva. Mas antes você tem que me dizer; Porque está tão triste?  
 
Minato ergueu os olhos por trás de sua máscara negra, e virou-os na direção de seu irmão. Saito podia ver aquela coloração vermelha tentando inutilmente aplicar-lhe uma ilusão para que calasse a boca. Saito era o tipo de cara que não sabia lidar racionalmente com a maioria das coisas, já seu irmão sempre fora o disciplinado, o prodígio. Talvez ele não soubesse nada sobre o plano dos Deuses, mas definitivamente sabia mais sobre a serpente do que o ex-pretor.
 
Yamata no Orochi olhou para o legionário. Na íris da serpente, o semideus viu aquilo que os deuses sempre ocultam. A supernova de quando vão embora e quando aparecem, o poder divino herdado de um passado não compreendido pela humanidade. Sentiu-se mergulhando em uma nuvem de conhecimento. Então, Saito viu repetir-se em sua mente o Gênesis que ia além da bíblia cristã, além do entendimento de Minerva. O garoto viu o início a partir do que realmente era.
 
No início havia apenas UM. Não um Deus, não uma luz, não algo que era de fato, início. Não havia tempo, não havia história, apenas UM. Apenas a infinitude negra, tão fria e escura, por tantos ecos de tempo. Até que um dia a luz surgiu, ardente e minúscula, imperceptível dentro da imensidão negra. O lume cresceu, a infinitude sobressaltou-se e as trevas finalmente gritaram de dor e alívio. Pois naquele instante nascia Caos. Nascia o ‘início’ por si só. Ele vibrou, se expandiu, a luz batalhou contra a escuridão, e isso aconteceu em centenas de mundos.
 
O universo espelhou-se mais de uma vez, Um multiverso de mundos vibrando e se replicando... Um multiverso que deveria ter sido UM, mas se tornou muitos. Isso foi outrora, em um tempo muito distante. Os Deuses foram formados, e a partir deles, os humanos. O tempo começou a girar, mas nem o mais forte dos Deuses era superior a UM. Nada podia se sobressair ao início.
 
As decodificações eram complexas, os infinitos universos eram muito para a mente do pretor entender. Mas a serpente fora boazinha, e traduziu tudo para que o cérebro mortal do filho de Mercúrio fosse capaz de absorver seu significado. Saito viu um relógio, a cada segundo bilhões de anos passavam. Viu vidas se formando a cada movimento do ponteiro. O relógio foi acelerado. Saito viu o ponteiro parando de se mover após as horas darem suas voltas completas. Viu-se mergulhando em escuridão em vazio. Não havia Deuses, não havia multiverso, não havia sequer Caos. Havia apenas UM. Havia apenas escuridão. O relógio acabava onde começava.
 
Saito viu-se novamente na caverna. O tempo não havia sequer passado, e ele foi atingido por uma imensa melancolia. Era isso que os Deuses queriam evitar? O fim? O UM? Era para isso que ele havia sido escolhido? Para prender um poder herdado do Caos, herdado do UM. Eles haviam planejado tudo na vida dele, para fazer isso? O garoto sentiu-se responsável por cada vida na terra e além dela.
 
Estava sentado na caverna, triste. De repente cada segundo parecia-lhe precioso, pois um dia o relógio chegaria ao seu fim e pararia de girar os ponteiros. O garoto sentiu o que a serpente sentia. Sentiu que as parcas não planejariam isso pois estava acima delas, era algo poderoso demais.
 
- Porque não há motivo para não estar...
 

A serpente respondeu. 



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por Ж Saito Namikaze em Ter 6 Dez 2016 - 21:26

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No momento em que aquela coisa me fitou com a perdição de seus olhos, minha mente interpretou que mais uma vez em havia caído naquelas malditas maldições oculares. Todo meu corpo se preparou para o combate, reagindo instantaneamente aos estímulos externos. Mas antes que eu me visse iniciando um combate contra o nada, pude perceber do que se tratava.

Eu estava tendo uma visão.

O Vazio era difícil de se compreender, uma extensão que não existe nada, mas que ao mesmo tempo existe tudo. Pude sentir pressão por todos os lados, e me senti sengo esmagado pela escuridão a minha volta. Contudo, para a minha surpresa eu não estava sendo torturado pela cobra, e mais coisas estavam para vir. Foi então que a luz surgiu, me cegando momentaneamente.

Por milênios luz e trevas brigaram entre si, mas eu pude acompanhar tudo aquilo apenas em alguns instantes. Após isso surgiram deuses, universos, planetas, seres e tudo o que a gente conhece hoje em dia. Minha mente, apesar de bastante desenvolvida pelos poderes de Discordia, ainda não era capaz de entender o que se passava a minha frente.
Mas a serpente mais uma vez mostrou que seu objetivo não era me destruir, mas sim em ensinar alguma coisa. Pude entender que aquilo se tratava de toda a história, da criação ao fim. Surgiu do Caos, e retornará ao Caos.

Quando a visão se desfez, pude entender que os planos dos deuses afinal estavam muito além de mim, do meu irmão, das parcas e até mesmo dos próprios deuses. Eu já não era eu mesmo, havia me tornado uma marionete, um misero joguete no tabuleiro de xadrez do destino. Eu, o poderoso pretor de Nova Roma não possuía mais o controle de sua própria vida.

Isso me deixava |Castellan|.

--Vocês imortais me dão nojo – Cuspo no chão. – Sempre tremendo de medo para o destino, fugindo de profecias como Minato foge de mim. – Brinco.

Toco o cabo da minha katana, pronto para saca-la. Havia incontáveis interpretações para como o mundo voltaria ao Caos, mas é claro que uma criatura do caos estava nesse mecânico de destruição.

Ou talvez ela fosse o próprio mecanismo
.
--Acabou Orochi, você nunca vai sair dessa caverna. Posso acabar com você aqui mesmo...Ou... – Toco meu bolso, buscando pela pedra verde que o Saito do futuro havia me entregue.

--Você pode ficar presa dentro de um lugar do qual nunca vão te tirar. Dentro de mim. – Digo. Após isso, fico atento para qualquer gracinha de Minato.
Caso ela se enfureça e tente algo, acerto o golpe mais forte que eu consiga realizar em sua nuca para desmaia-lo.



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por Hera em Qui 8 Dez 2016 - 16:13

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- Vocês imortais me dão nojo. Sempre tremendo de medo para o destino, fugindo de profecias como Minato foge de mim. Acabou Orochi, você nunca vai sair dessa caverna. Posso acabar com você aqui mesmo... Ou... Você pode ficar presa dentro de um lugar do qual nunca vão te tirar. Dentro de mim.
 
Depois de falar isso, Minato imediatamente se colocou de pé, entre Saito e Orochi. O ex-pretor colocou a mão no bolso e pode sentir a pedra que Mercúrio havia lhe dado. O irmão do legionário começou a brilhar com uma aura cinzenta. A bênção de seu pai. Saito se lembrou que nessa linha do tempo seu irmão ainda não havia sido deserdado, e provavelmente não seria outra vez, já que o romano mudou o sentido dos ponteiros do universo.
 
- Então esse é o seu plano? - Minato perguntou à Saito, com seu olho vermelho brilhando, e imediatamente sacou uma katana usando seu braço metálico. - Seu merda... Desde a infância, tudo que você faz é cagada.
 
Orochi apenas ficou parada. Melancólica, cansada da guerra e do caos. Apenas entristecida em suas próprias palavras e vida. Não havia sentido para se mover naquele instante. Mas Minato pensou diferente, seus pés ficaram em posição de batalha, e ele começou a correr como um raio na direção de Saito.
 

A caverna tornou a tremer. Para olhos mortais, aquela luta não duraria sequer um milésimo de segundo, mas Saito conseguiu ver seu irmão vindo em sua direção com perfeição. 



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por Ж Saito Namikaze em Ter 20 Dez 2016 - 0:26

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Mais uma vez, meu principal inimigo se mostrava meu próprio sangue.
Já havia perdido a conta de quantas vezes eu tive de levantar armas para meu irmão, e por quantas vezes eu tive de derrota-lo. A eterna guerra entre Namikazes havia se tornado eterna, e nessa linha do tempo ganharia mais uma página.

Aquela era uma guerra que já havia durado literalmente tempo demais, e por pouco não havia tirado de mim uma das coisas mais valiosas que eu tinha na vida naquele momento. Naquele momento em que Minato correu na minha direção novamente, eu pude ver o vazio em seus olhos mais uma vez, seguido pelo ódio e pela raiva encrustados em sua alma.

Ele havia se perdido em seu próprio poder, comtemplado o abismo, e deixado que o abismo o comtemplasse de volta. Quando se tem tanto poder, é necessária muita força mental em si mesmo para não sucumbir as tentações. Toda vez que eu saia daquele acampamento em direção as ruas, uma parte de mim não voltava. Eu sabia que o verdadeiro Saito queria seu próprio império, queria mais poder, queria conquistar. No fim, eu era como ele.

Derrotar Minato era como me derrotar, e para isso, eu precisava me tornar ainda mais como ele.

--Isso vai doer mais em mim do que em você. – Sussurrei.

Respirei fundo, e rapidamente puxei a espada amaldiçoada da bainha. Revelei seus poderes malditos, quando imediatamente ativei Adrenalina III. Sentia minha energia vital sendo sugado pela arma divina, mostrando que ela não devia ser utilizada por um mortal.

Senti os sussurros da lamina ecoarem em minha mente, encaminhando meu corpo e alma apenas para a destruição. Senti naquele momento, ainda mais atração pelo poder da serpente. Pude perceber que com seu puder que em breve estaria ao meu alcance, eu poderia colocar o mundo inteiro aos meus pés.

NÃO!
Precisava me concentrar na batalha!

Com a espada em mãos, esperei meu irmão continuar seu ataque contra mim. Amarrado em minha cintura, estava meu cinto de evasão. Poucas vezes eu o utilizava, já que raramente era tocada nas batalhas. No entanto, agora este seria útil.

Espero até o ultimo segundo do ataque do Minato, deixando que o ataque chegue a uma distância que seja impossível eu esquivar normalmente. Com isso, Minato pensaria que seu ataque está praticamente garantido. No último instante, ativo meu cinto e realizo uma esquiva perfeita, saindo do ataque de meu irmão e me movendo para o lado.

Giro o corpo totalmente em seguido, aproveitando o embalo da esquiva para emendar um chute nas costas do meu irmão, aproveitando de toda a velocidade proporcionada pelo meu estado atual de velocidade e força. Com isso, espero com que Minato voe para fora da caverna, sendo atirado a metros de distância.

Assim que ele é atirado para longe, começo a voar atrás dele. Em seguida, antes que Minato se recupere tento chegar próximo ao mesmo, dando assim mais um golpe em sua barriga, lançando-o para o alto.

Deixo que Minato voe mais alguns metros para cima, me teleportando em seguida para acima dele, golpeando-o com os dois pés na face, empurrando mais uma vez para baixo.
Com meu último ataque, que proporcionaria bônus critico, avanço em queda contra meu irmão. Toco o solo no mesmo instante que ele, ficando minha espada em seu peito.
Espero que assim, sua vida tenha fim.

Em todo momento, fico atento para esquivar ou defender ataques antes, durante e depois de meus movimentos.


Nível 20 - Adrenalina III: Agora as habilidades físicas e mentais do filho de Mercúrio avançam para níveis absurdos quando sua adrenalina esta ativada. O Semideus se torna extremamente ágil e mais forte, com reflexos à flor da pele, capz não só de atacar com agilidade e força como também desviar com mais precisão. Gasta 80 de energia para ativação e dura por 3 rodadas. Entrara em espera por 10 rodadas.

Nível 13 - Duplo Critico: Por possuir o golpe duplo, o pretor é capaz de fazer três ataques por turno. Caso ele acerte todos, poderá utilizar do gancho de movimentos para um quarto golpe, com grandes chances de acertar um dano critico, aumentando o dano em 2x.



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