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Liberdade | Killgrave

por Killgrave em Qui 4 Fev 2016 - 23:21

Killgrave

Killgrave
Filho(a) de Afrodite
Filho(a) de Afrodite
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Nome da narração: Liberdade
Objetivo da narração: Liberdade e.e
Quantidade de desafios: xx
Quantidade de monstros: xx
Espécie dos monstros: xx


Estava deitado na minha cama. O sol entrava pelas frestas que haviam em minha janela e isso indicava que eles logo viriam.  Tento não pensar nisso.

Fazia tempo que eu não saia de casa. O sol já era um completo estranho para mim. Levanto minha mão deixando os raios de luz esquentarem minha mão, aquilo era reconfortante. As vezes eu escutava crianças conversando do lado de fora e pensava em gritar. Claro, isso os deixaria brabos e era por isso que eu não fazia, mas ficava imaginando como seria se eu morasse com outras pessoas...

Ouço passos vindos da porta e me cubro com o lençol e tento fingir que estava dormindo, mas meu corpo tremia só de pensar em ter que passar por aquilo mais um dia. Eu não aguentava mais,. Rezo a Deus, clamo por ele. Deus é silencioso sempre.
A maçaneta gira e uma figura alta abre a porta. Ele estava com um jaleco branco e com uma mascara de cirurgião. Vai até a minha cama e me sacode.

-Hora de acordar garotão. -Diz com aquela voz irritante e eu continuo fingindo dormir. -Hora filho, vamos. Sabe que temos que fazer isso. -Ele me puxa pelo braço e eu reluto. Então ele me levanta a força e vai me puxando corredor a fora. Lágrimas rolam de meus olhos.

Se existia um Deus, ele teria que me pedir desculpas assim que meus pais acabassem de me matar. Aquilo era um inferno. Meu corpo estava completamente dolorido pelas longas sessões de choques, acho que a substância que me injetam também ajuda a aumentar a dor. Eu não entendo. Por que? Eu realmente queria entender o por que eles faziam aquilo comigo.

Chegamos na sala. Na porta esta escrito "Não ultrapasse". "Ótimo, não podemos entrar!", pensei ironicamente, mas meu pai não parecia ligar muito para ela. Ele me arrasta até minha cadeira e tira minha roupa. Depois prende meus punhos com arreios de couro., faz o mesmo com minhas pernas, cabeça e abdome. Eu não tinha escapatória.

Minha mãe começa a ligar os eletrodos em meu corpo nu. Era gelado por conta do gel e minha pele arrepia na hora. Eu estava ferrado. Depois de colocar o resto dos eletrodos no meu corpo inteiro eles colocam os últimos na cabeça, então inclinam a cadeira. Eu vejo com o canto do olho meu pai pegar a agulha, minha mãe já esterilizava minha nuca com álcool e eu começo a gritar.

-Vamos garotão! O Magneto não faria tanto escândalo. -Falou meu pai de novo com aquele tom insolente. Eu odiava quando ele falava aquilo. Eu gostava do Magneto sim, mas isso não muda nada com o fato de eu estar sendo torturado todos os dias por esses maníacos. Então eu sinta a picada.

A dor é alucinante, mas eu sei que se eu me mexer é pior. Mais lágrimas caem de meus olhos. A dor era quase insuportável e se eu não estivesse preso naquela maldita caideira eu teria caído no chão. Tento me controlar, pensar em coisas boas... mas eu nunca tive coisas boas para conseguir pensar nelas.

Meu pai tira a agulha da minha nuca. A dor alivia mas a queimação da substância começa. Meu crânio formigava, parecia estar queimando quando a cadeira volta a sua posição original. Então minha mãe me olha nos olhos.

-Pronto? -Ela diz enquanto repousava sua mão em disjuntor.

-Não! -Grito com todas as forças, mas não adianta. As ondas elétricas invadem minha pele.

A eletricidade não dói enquanto você esta tomando o choque, ela começa a doer depois que para, ai sim a dor vem. Meu corpo tremia e meu dentes trincavam dentro da minha mandibula. Eu sinto gosto de sangue então minha mãe desliga a eletricidade e a dor vem junto com meus gritos.

-Mais uma vez? -Ela pergunta sarcástica.

-Não, parem! -Eu grito em meio ao choro, mas aquela vadia parecia se deleitar com o meu sofrimento. Ela liga aquela porra mais duas vezes, cada vez que desliga é como se meu corpo tivesse sido atropelado por um caminhão. Então, no amago de minha existência alguma coisa surge. Eu não sei explicar o que é direito, mas eu sabia o que tinha de fazer.

-Parem com isso agora. -Falo calmo e meus pais ficaram estáticos, pareciam assustados. -Me soltem daqui agora. -Meu pai prontamente solta os arreios que me prendiam. Eu tento ficar de pé mas meu corpo tremia depois de tudo, então resolvo ficar sentado ali por mais um tempo. Pego minhas roupas e me visto. -Vocês não irão me seguir, eu vou sair dessa casa agora. -Eles fazem um sinal de sim com a cabeça.

Agora eu era livre.
Recompensa:

Observação de narração: Poder da voz: A voz de Killgrave tem uma força tremenda. Dependendo de seu estado de espirito, pessoas irão obedecer exatamente aquilo que ele falar. Os efeitos desse dom é decidido pelo narrador.

#1

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