Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

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Hermes

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Deus Olimpiano
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Era óbvio que a chegada de um forasteiro deixava a maioria dos elfos ali presentes apreensivos. O pedido estranho de uma pessoa nunca vista era ainda mais suspeito. Mas o elfo chefe, com muita calma, suspira e pede que os mais jovens arrumem a área principal e que o semideus lhe acompanhe. Alguns elfos tentam seguir o chefe levando seus arcos, espadas e adagas, mas ele faz um gesto com a mão que é compreendido por todos, que largam suas armas e seguem desarmados.

- Nosso povo não tem segredos. Tudo o que quiser perguntar será respondido. - Diz o senhor ainda acompanhado de sua tribo, que não estava carregando arma alguma.

A área principal era um espaço aberto, parecia com a arena do acampamento com seu chão de terra batida e espaço circular. A diferença é que estava decorada com mesas fartas, bebidas doces e muito bem decorada. Aparentemente haveria uma festa por ali, e o filho de Hermes estava atrasando a comemoração. Isso não parecia incomodar o elfo-chefe, mas os outros estavam começando a ficar impacientes com a audácia do forasteiro.

#31

Raphael Moura

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Filho(a) de Hermes
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Percebo o quanto que os elfos se preocupavam com minha presença ali. Era engraçado você representar algo de irritante para alguém que não te conhece. Não os culpava, afinal eu deveria estar atrasando alguma comemoração.

- Por favor, senhor, não se incomode com minha presença. O show deve continuar, certo? - digo para o líder elfo que me acompanhava, indicando que eles poderiam continuar a festa.

- Eu preciso perguntar ao senhor se já viu algum tipo de assassino por essas proximidades. Assassino do tipo que deixa uma marca "X" como... essa. - digo e desenho com o dedo na mesa, apenas o formato do "X", de forma "invisível" Certeza de que ele não entenderia, mas era apenas para ter uma base. - Ele já assassinou pelo menos três ou quatro semideuses e dois deles eram meus irmãos.

Não mencionaria, ainda, a tal vila massacrada dos goblins. Esperaria pra ouvir a resposta do líder e alguma outra proposta. Ficaria atento para o caso de alguns outros elfos terem algum tipo de arma ainda. Eles poderiam estar armando algo contra mim também.

Passivas:

Nível 3 - Amizade: O filho de Hermes assim como o seu pai e capaz de fazer amigos em qualquer lugar que vá, ele tem a lábia muito boa e pode vir a conseguir aliança em batalha com outros seres. (+5 CHA)

Nível 12 – Sorte: O Filho de Hermes nesse nível ganha a mais poderosa arma de todas, a sorte.

Nível 15 - Esquiva Sobrenatural: O herói adquire a habilidade intuitiva de reagir ao perigo antes que seus sentidos consigam identificar a ameaça. EX: uma faca e arremessada na direção das costas do herói, ele sentira a necessidade intuitiva de reagir e se esquivara antes mesmo de seus sentidos consigam detectar a ameaça. (+10 REFLEX)



"What does not kill me, makes me stranger"

Habs Únicas:
Nível 10: Escudo de Charme: Depois de muito treinamento na Corvus somando com as habilidades herdadas de seu pai, Raphael conseguiu criar uma resistência natural contra o charme usado contra ele por semideuses/monstros/pessoas que sejam mais fracas do que ele (possuírem nível menor do que o do filho de Hermes).
#32

Hermes

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Deus Olimpiano
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Era óbvio que o clima de festa não voltaria enquanto o forasteiro estivesse ali.

Raphael faz suas perguntas e o chefe da tribo responde calmamente.

- Não estou sabendo de nada sobre assassino ou assassinatos. Como pode ver, nosso povo é tranquilo e pacífico. Vivemos das coisas que essa floresta nos dá faz duas gerações.

Não havia sinais de perigo vindos do chefe e suas palavras. Ele estava falando a verdade. Mas algo não se encaixava: A convicção do goblin falecido sobre culpar os goblins e a descrição da espada, que falava de uma guerra entre goblins e elfos.

#33

Raphael Moura

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Filho(a) de Hermes
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Algo ainda me incomodava. O goblin, que agora jazia morto, culpava os Elfos daquele ataque na aldeia dele e a descrição de minha nova arma falando sobre uma guerra entre elfos e goblins e que ela pertencera a alguém que lutou ao lado dos goblins. Poderia perguntar algo sobre essa última Grande Guerra ninja, mas apenas estaria enrolando. Vou direto ao assunto.

- Espero que você não ache isso uma agressividade, mas... - começo, enquanto retiro a katana lentamente da bainha, apenas indicando que eu só a mostraria. - Você sabe algo sobre essa arma aqui? A encontrei em uma de minhas viagens.

Caso ele não tenha nada a me falar, agradeceria a atenção e a educação e voaria de volta para a Aldeia de Goblins, investigaria algo mais por lá.
Caso ele me responda, fico atento ao que ele me falar e logo em seguida guardo a Katana.



"What does not kill me, makes me stranger"

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#34

Hermes

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Deus Olimpiano
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O líder elfo arqueia uma sobrancelha ao ver a arma. Ele ficou claramente inquieto e os seus seguidores, que já estavam apreensivos, entraram em pânico. O tom calmo e sereno se tornou rude.

- Qualquer elfo sabe que essa espada representa uma maldição. Tempos atrás foi o símbolo de uma chacina, onde um mercenário contratado por goblins quase extinguiu nossa tribo por ganância, dinheiro. Se você está com ela, lamento que não seja uma pessoa confiável. Peço educadamente que se retire.

Rapha já não tinha o que fazer ali, pois o representante dos elfos foi claro em seu pedido, e não havia razão para continuar ali. Ele ativa suas botas aladas e enquanto se distancia, observa que a maioria dos elfos lhes lançava olhar de medo, pânico ou ira. Somente uma criatura se destacou naquele meio. Ela parecia feliz, dava um sorriso com ares de vitória e satisfação.

#35

Raphael Moura

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Filho(a) de Hermes
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Como imaginava, fui retirado, de uma forma rude até. Todos aparentavam ter medo de mim naquele local após verem a katana. Alguns sentiam raiva. Pude sentir o olhar frio que me lançavam. Nunca tive nada contra elfos, pra mim são como primos, mas agora eles tinham algo contra mim e isso iria me ferrar mais na frente.

Alguém no meio da multidão sorria com a minha saída, o que me fez imaginar que não foi toda a tribo de elfos que atacou aquela aldeia de goblins, apenas um deles: Aquela criatura que sorriu ao me ver saindo da aldeia deles.

Volto pra aldeia dos Goblins onde ocorrera o ataque e procuraria por muito mais pistas: rastros deixados pelo responsável daquele massacre, pegadas, etc. Qualquer coisa estranha, até mesmo cheiro poderia me ser útil. Marcas em árvores também.

Ficaria atento ao meu redor, quem quer que fez aquela chacina, provavelmente fez por vingança. Caso a trilha leve de volta para aquela aldeia dos elfos, eu esperaria até que os elfos dormissem para invadir a aldeia deles. Afinal, uma aldeia pacífica como aquela não teria guardas durante a noite. Ou teriam, apenas por segurança.



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#36

Hermes

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Deus Olimpiano
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Dessa vez disposto a tentar resolver o caso e não a saquear o local, o filho de Hermes encontra algumas pistas. Havia mais marcas de “X” do assassino do que ele havia reparado. Elas provavelmente estavam ali o tempo todo, perto dos cadáveres, mas só foram percebidas agora pelo olhar atencioso do semideus.

Voltando a casa onde encontrou a Katana, ele encontra agora alguns mapas da floresta, que indicavam as trilhas que levavam a tribo goblin até a tribo élfica, com alguns rabiscos, indicando que havia o planejamento de uma nova guerra por parte dos goblins.

Se antes havia qualquer suspeita de a tribo élfica em que o rapaz passou mais cedo não ser a citada pelo goblin morto, aqueles mapas tiraram, pois mostravam claramente todos os lugares, inclusive a localização de residências e um desenho que mostrava a “área principal”, onde o rapaz foi conduzido pelo rei elfo.

Os corpos de goblins mortos ainda estavam por ali. Àquela altura, eles deveriam estar se deteriorando, apodrecendo, mas isso não havia acontecido. Todos estavam exatamente do mesmo jeito de antes, sem qualquer mudança biológica, o que era no mínimo estranho, pois cadáveres depois de um tempo exalavam um cheiro horrível de podridão e atraíam insetos e outros decompositores, coisa que não existia por ali.

#37

Raphael Moura

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Filho(a) de Hermes
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Mais marcas próxima aos cadáveres no chão, que por sinal não se degradavam. Já era estranho um monstro não se desintegrar ao ser morto e era ainda mais estranho o corpo dele não se deteriorar por conta do tempo exposto.

Olho para a katana e lembro-me do que o líder élfico disse sobre ela ter pertencido a um mercenário dos goblins. Eu mais do que ninguém sabia que pra ser mercenário não precisaria ser de uma mesma raça de criaturas, apenas ser bem pago. O que me fez pensar que esse tal mercenário que usou a Katana fosse um filho de Hermes também. essa foi de graça, eu sei

No lugar onde encontrei a arma, vários mapas e trilhas que indicavam o caminho para a aldeia de elfos pela qual eu passei. Os goblins provavelmente planejavam mais uma guerra contra os elfos, mas foram impedidos pelo responsável do massacre aqui na vila.

Começo a teorizar algumas coisas. Talvez o responsável pela chacina fosse um mercenário contratado pelos elfos, assim como os goblins contrataram um mercenário antigamente. Provavelmente os elfos investigaram a aldeia dos goblins e descobriram os planos de guerra e decidiram acabar com eles antes mesmo que a guerra começasse.

O fato dos corpos não se desintegrarem ou deteriorarem também deveria ser planejado. Alguma arma mágica pode ter feito isso, impedindo os goblins de retornarem à vida como quaisquer outros monstros, deixando a história de guerra de lado para sempre. Ou eles estavam marcados e quando o dono da arma quisesse, eles poderiam ser controlados. O "X" talvez significasse isso.

Após essa linha de raciocínio, retiro o mapa da parede e o guardo comigo, talvez fosse precisar. Uma escolha lógica seria voltar à aldeia dos elfos e investigar, mas seria muito mais perigoso, já que agora eu era um inimigo declarado deles.

Por enquanto, iria investigar mais a fundo os cadáveres. Procuraria vestígios do metal da arma que os matou onde os cortes estivessem mais profundos. Ali deveria ter algum tipo de pó deixado pela arma ou até mesmo alguma parte da lâmina que prendera ali.

Caso fosse necessário, usaria minha Dagger para explorar o corpo dos goblins e procurar vestígios. Ficaria atento a barulhos, cheiros e vultos que pudessem ser de outra criatura ou pessoa ali por perto.



"What does not kill me, makes me stranger"

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Nível 10: Escudo de Charme: Depois de muito treinamento na Corvus somando com as habilidades herdadas de seu pai, Raphael conseguiu criar uma resistência natural contra o charme usado contra ele por semideuses/monstros/pessoas que sejam mais fracas do que ele (possuírem nível menor do que o do filho de Hermes).
#38

Hermes

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Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
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Após avaliar e encaixar peças, Raphael Finalmente chega a conclusões mais sólidas. Algumas coisas por si só faziam muito sentido. Uma tribo que se diz pacífica jamais voltaria a entrar em guerra, mas sobreviventes ao massacre que ocorreu no passado poderiam ter algum desejo de vingança, o que era algo natural e plausível.

Mas mesmo que algumas coisas estivessem ficando mais claras, por que raios os corpos não se desintegravam ou mesmo não apodreciam? Investigar isso seria mais complicado, pois o rapaz não era nenhum perito e tinha qualquer habilidade ligada à medicina, como os filhos de Apolo. A única pista relevante que ele era capaz de identificar ele recebeu dentro do próprio acampamento: A arma usada era extremamente afiada, e quem a utilizava, sabia precisamente onde acertar e como matar alguém de forma rápida.

Nesse momento, os olhos do rapaz começam a ter uma visão do acampamento e ele percebe que está recebendo uma mensagem de Íris. Nela, Quíron aparece ao lado de Enzo Stark, o filho de Apolo que prometeu investigar o que pudesse, e aparentemente, haviam chegado informações preciosas.

- Saudações, meu rapaz! – Diz o velho centauro. - Estávamos investigando horas e horas com a ajuda de filhos de Atena as marcas encontradas nos corpos do seu falecido irmão e o que representa a marca de sangue naquele papel... A situação é muito mais perigosa do que imaginávamos...

O centauro então explica a existência de um clã de assassinos que trabalhava nas sombras, os Mortred. Uma lenda totalmente distante da mitologia greco-romana, mas que aparentemente, era bem real. A marca de sangue indicava a morte por um membro do clã, que nada mais era que um sacrifício ao seu deus pagão.  Segundo a lenda, ainda, as almas ceifadas não eram enviadas ao mundo dos mortos, ficando retidas na arma do próprio assassino e aumentando seu poder. Eles matavam como assassinos de aluguel, mas exigiam como pagamento apenas as almas das vítimas e um pouco do sangue do contratante para poder usar em seus rituais.

Os sinais de quão forte é o assassino se encontram no corpo das vítimas. Assassinos novatos ou em treinamento deixam os corpos ainda ensanguentados, assassinos de nível mediano conseguem matar com cortes precisos e profundos, como os que foram encontrados no corpo do irmão do campista, e assassinos de nível avançado, cuja arma já absorveu grande quantidade de almas ou que já ceifou oponentes poderosos são causadoras de mutilações em povoados inteiros. As armas variam de acordo o perfil do assassino, que usam desde adagas a montantes, passando por armas inclusive de formatos peculiares. A suspeita é que o assassino do semideus use uma espada de duas lâminas.

Ao final da mensagem, Quíron deseja boa sorte e pede que o rapaz tome cuidado, não pedindo detalhes de como vai a investigação por conta do tempo. Mas a mensagem principal havia sido transmitida: O oponente se encontrado, não seria fácil.

#39

Raphael Moura

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A ajuda de um filho de Apolo seria bem útil para analisar os corpos ali. Infelizmente não havia nada que eu pudesse fazer. Eu sabia roubar e saquear e correr e matar. Não era do CSI Acampamento Meio-Sangue.

Algo me interrompe e percebo que é uma mensagem de Íris de Quíron. Aparentemente, Enzo já havia retornado e ajudaria como possível, assim como alguns filhos de Atena. Estaria agradecido por qualquer informação nova que o Acampamento me desse e lá estava:

Um clã de assassinos, os Mortred, foi o responsável pelos assassinatos dos campistas e também da vila de goblins. Eles usavam a marca "X" como uma identificação por quem aquelas pessoas ou criaturas haviam sido assassinadas e sacrificavam a um deus.

As almas dos mortos ficavam presos em suas armas, assim como a maioria dos filhos de Hades fazia com seus inimigos que eles eliminavam. Isso explicaria o fato dos goblins não se desintegrarem. A alma deles não foi para o Tártaro como as almas de outros monstros que nós, semideuses, matávamos. Isso me fez indagar se as almas dos campistas estariam presas também e, então eu pudesse libertá-los de alguma forma. Mas enquanto isso não se provasse possível, não poderia manter esse pensamento como prioridade.

Esse grupo de assassinos, os Mortred, tinham seus níveis de "hierarquia" e se baseavam em como suas vítimas eram mortas. Se os corpos ficassem ensanguentados, era um assassino de nível iniciante. Os de nível mediano conseguiriam matar com cortes precisos e profundos, a descrição que melhor se encaixava nos cortes feitos em meu irmão e os de nível avançado poderiam mutilar um povoado inteiro. Onde eu já vi isso? Ah sim, na vila de goblins que por sinal eu estava nela. Aquela chacina provavelmente foi feita por um assassino dos Mortred e de nível avançado.

As armas usadas variavam com o perfil de cada um. Normal, no Acampamento também nem todos usariam armas iguais e o tal assassino dos campistas usaria uma arma com duas lâminas. Agradeço a Quíron pelas informações. Precisaria encontrar alguma localização do tal grupo de assassinos. Seguiria procurando por rastros que me levassem a algum outro lugar. Marcas em árvores, pegadas, sinalizadores em pedras ou árvores. Qualquer coisa. Ficaria atento também na posição do sol, para tentar adivinhar quando iria escurecer. Não sou nenhum filho de Apolo, mas poderia tentar deduzir.

Sei que se alguém dos Mortred estivesse realmente me observando, como disse o bilhete, faria de tudo para eu entrar em um joguinho de morte com eles. Ficaria atento em tudo ao meu redor novamente: sons, cheiros e vultos seriam algo de extrema importância.

Spoiler:

Nível 15 - Esquiva Sobrenatural: O herói adquire a habilidade intuitiva de reagir ao perigo antes que seus sentidos consigam identificar a ameaça. EX: uma faca e arremessada na direção das costas do herói, ele sentira a necessidade intuitiva de reagir e se esquivara antes mesmo de seus sentidos consigam detectar a ameaça. (+10 REFLEX)



"What does not kill me, makes me stranger"

Habs Únicas:
Nível 10: Escudo de Charme: Depois de muito treinamento na Corvus somando com as habilidades herdadas de seu pai, Raphael conseguiu criar uma resistência natural contra o charme usado contra ele por semideuses/monstros/pessoas que sejam mais fracas do que ele (possuírem nível menor do que o do filho de Hermes).
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