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✓[Ficha] Camile Grace

por Camile Grace em Qui 26 Maio 2016 - 19:15

Camile Grace

Camile Grace
Filho(a) de Afrodite
Filho(a) de Afrodite
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Ω Nome: Camile Grace
Ω Idade: 14
Ω Aparência: Cabelos castanhos, rosto esbelto, blá blá, uma gatinha, gostosa e diva. Olhos castanhos também, se veste bem e tem 1,60.
_________________________________________________________________________________________________________________________
Características Psicológicas:
Ω Humor: Normalmente, está alegre.
Ω Três Qualidades: Inteligente, Independente, Simpática.
Ω Três Defeitos: Mentirosa, Dissimuladora, Vingativa. 
_________________________________________________________________________________________________________________________


Ω História: Minha vida sempre foi fácil. Isso não é algo que eu use pra me vangloriar mas, claramente muitas pessoas passam por dificuldades, tanto para conquistar pessoas e coisas, mas eu sempre fui um pouco mimada e com tudo e todos na minha mão. Não que eu quisesse ser uma bruxa má, destruidora de corações e ameaçadora de relacionamentos, mas tem pessoas que simplesmente tem o dom pra isso, e eu sou uma delas.

 
Mas isso estava prestes a mudar, assim que eu abrisse a caixa de músicas na sala da diretora. Só que antes de contar essa história, eu devo te encaixar no contexto. O dia começou maravilhoso, como eu, como sempre. O sol entrou pelas persianas e o despertador começou a tocar ao som de Avril Lavigne. Remexi-me por alguns minutos embaixo do cobertor enquanto abria os olhos com um sorriso. Eram 7:00 e eu tinha que me arrumar logo, afinal, esse seria um longo dia.
 
Em alguns rápidos minutos eu tomei banho, arrumei o cabelo e me vesti, e quando eram 11:00 eu estava completamente pronta... Bem, talvez não tenham sido apenas ‘alguns rápidos minutos’, mas não estou aqui pra ser julgada. Fui pra sala, encontrando meu pai sentado no sofá lendo um jornal qualquer, ele me deu um bom dia e eu respondi, nada demais, eu e ele não nos falamos muito. Na verdade, eu passo a maior parte da minha vida nos estúdios e na escola, e só volto pra casa quando é pra dormir... As vezes, nem isso. Ah, eu não falei? Eu trabalho como atriz em algumas novelas. Não sou conhecida mundialmente mas tenho moral o suficiente para Lady Gaga me pedir um autógrafo em frente à Hollywood toda. Sim, isso aconteceu de verdade.
 
Enfim. Depois de passar pela sala, peguei o celular o comecei a responder as mensagens aleatórias que eu recebia. Alguns eram dos meus amigos, mas de qualquer forma, eram milhares e eu não iria responder muitas. Alguns eram fãs que com algumas habilidades que eu desconheço, descobriram meu número, e outros que mandam fotos de órgãos indesejados. Fiquei mais ou menos uma hora com o celular na mão, e quando percebi a cozinheira já avisou que a comida tinha ficado pronta. Eu fui até lá e almocei um prato vegano, não por não gostar de carne, mas porque meu produtor pediu pra eu não engordar.
 
Enfim, eu fiquei enrolando até mais ou menos 1:00 da tarde, falei com o nosso motorista e ele me levou para a escola. Cheguei um pouco atrasada no colégio, mas eu não dava a mínima. O máximo que iria acontecer era eu levar uma bronca, mas depois meu produtor pagar a diretora ou professora pra me passar.
 
Entrei na sala de aula, recebendo alguns xingamentos rudes da professora... Eu não queria falar mas, ela usou a palavra “Vadia”. E eu me fingi de seriamente ofendida, só pra depois processar ela e ganhar um pouco de atenção na mídia. Daí fui pra sala da diretoria, esperando a diretora chegar.
 
Aquela sala pode ser definida como “Entediante, com um pouco de coisas chatas, e uns negócios irritantes na tentativa de serem legais”. Haviam algumas cadeiras e uma poltrona para a diretora, eu sentei na cadeira qualquer esperando por ela. Ouvi os sons de sapato de salto alto barato de longe, e imediatamente comecei a me fingir de triste tentando chorar.
 
Ela andou ao redor da mesa cheia de enfeites e sentou na sua poltrona, com aquela verruga horrível em baixo do nariz... Aquilo me dava arrepios só de olhar.
 
- Senhorita Grace, por que você foi expulsa novamente? Chegar atrasada?
 
Comecei a choramingar algumas coisas, me vitimizar e etc... Ela me ouviu e por alguns instantes eu pensei que estava conseguindo amolecer aquele coração de pedra. Mas embora ela fosse incrivelmente feia, ela tinha algo parecido comigo dentro dela. Um vazio pulsante no lugar onde deveria haver algo que representasse sentimentos. Eu poderia rir disso, se não fosse estragar minha peça ali.
 
Ela pausou minha fala com um dedo indicador erguido, pedindo pra eu me calar assim que alguém bateu na porta. Ela se levantou para atender, e foi para fora da sala me deixando ali sozinha de novo. Suspirei de tédio mais uma vez, era um saco ficar naquele lugar. E então, meus olhos percorreram a sala suja e cheia de velharias. Havia tanta coisa chata que depois de um tempo eu comecei a ficar com sono, e nem a luz que vinha pela janela era o suficiente pra me manter acordada. E então, como um metal se fixando em um imã, meus olhos encontraram uma caixinha de música, dourada e limpa, parecia ser feita do mais puro ouro. Imediatamente meus instintos de piranha gritaram “eu quero”...
 
Estava em cima do armário ao lado da poltrona, eu devo admitir que nunca fui uma garota alta, mas quando dei por mim já estava colocando os pés na cadeira da diretora para alcançar aquele artefato. Eu pensava “como algo tão bonito podia vir parar nas mãos de uma mulher tão feia?”.
 
Depois de quase cair, eu peguei a caixinha de música nas mãos. Era tão lisa e bem feita que eu cheguei a me impressionar. Nunca fui uma ladra de itens, normalmente eu peço e as pessoas me dão as coisas, mas por algum motivo... Tive vontade de sair correndo daquele lugar com aquilo apenas pra mim. Mas não... Me sentei na poltrona, um pouco estupefata com a beleza daquilo. Talvez eu estivesse louca, mas aquilo parecia brilhar na minha frente. Coloquei na mesa, e abri a parte de cima da caixinha de música. Havia um pequeno suporte de metal para manter a tampa aberta, e lá, um pequeno botão se desatacava. Eu apertei o botão, e com a mais bela das músicas meu rosto se iluminou. Era uma melodia doce, e suave, minha mente se acalmou e eu me senti devaneando.
 
Naquele momento o mundo parecia ter desaparecido, e de repente nada importava, só aquela música, só aquela caixinha em forma de piano. Só eu. Esse momento sequer foi quebrado quando a velha enverrugada abriu a porta com uma enorme porrada.
 
- O QUE VOCÊ FEZ? - Ela gritou com espanto no rosto.
 
Ela me cercou, eu ainda me sentia um pouco encantada, adormecida... Tinha a impressão que acabara de colocar LSD na boca. Ela pegou nos meus ombros e me chacoalhou, meus olhos pesaram, tudo ficou escuro.
 
Eu acordei em um lugar desconhecido, um quarto que não era meu e nem outro que eu conhecia, mas meu pai estava lá... Eu sabia, porque ele gritava do lado de fora com a diretora. Algo sobre não querer me falar a verdade. Mas eu ainda estava cansada, meu corpo ainda estava pesado e eu ainda ouvia a música... Distante. E dormi novamente.
 
Quando acordei, a diretora enverrugada estava na minha frente. Levei até um susto. Meu pai estava no canto, e de repente os dois começaram a falar um monte de coisas estranhas sobre eu ser filha de uma Deusa, e blá blá blá... Nada muito sério e interessante. E sobre a diretora ter descoberto isso com uma caixa de ouro imperial com magia de sereia que apenas semideuses podem ver, etecetera e etecetera. Eles ligaram pra um cara com patas de bode, e ele me trouxe pra cá em uma carroça que voa. Eu ainda acho que não acordei, e que estou drogada. Mas de qualquer forma... Foi isso que aconteceu, e foi isso que me trouxe aqui. Sei que enrolei, mas é que eu só queria falar como minha vida é de diva. Na verdade, eu tenho que ir pra uma apresentação de teatro comunitário, vai sair nos jornais e tudo, então com licença que tenho que ir embora, eu volto aqui mais tarde. Tchau! 



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Daughter of Afrodite
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