Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




ATUALIZAÇÕES DO FÓRUM




Absolutamente TUDO de novo que foi adicionado ao fórum DEVE ser postado neste tópico (localizado em "Noticias e Atualizações" do Mural Divino). Esse é um tópico de uso exclusivo da ADM para expor novas informações e servirá como um meio de comunicação onde os players poderão se manter atualizados sobre aquilo que vem acontecendo dentro do fórum.
Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

IMPORTANTE: Esse tópico é para ser atualizado sempre que algo mudar, não precisa ser preenchido somente por Ártemis e Hefesto. Se vc tem algo novo para postar, POSTE COMO COMENTÁRIO AQUI, seja uma mega missão, ou qualquer outra coisa.

Veja em: http://www.heroisdoolimpo.com/t2341-atualizacoes-do-forum-leiam-e-fiquem-por-dentro-do-que-esta-acontecendo

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Hermes

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Deus Olimpiano
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Uma grande quantidade de acontecimentos ocorreu após aquele grito. Frank, apesar de saber que estava prestes a encarar uma situação crítica, parece deixar seu traço de lealdade de lado e vai atrás do diamante negro de sua mãe, que correu desesperada para a porta para saber o que havia acontecido com Gale. O indefinido ainda perde mais tempo se aprontando para um eventual combate, vestindo peitoral, encaixando elmo e pegando a espada. Ele logo entenderia que aqueles segundos preciosos foram completamente desperdiçados.

Ao sair do cômodo, ele percebe que sua mãe não estava por ali, o que lhe faz rapidamente deduzir que ela saiu. Correndo e chegando de imediato até a entrada, ele vê os segundos finais da vida de Gale, que já estava com uma fratura exposta na perna e mesmo assim, protegia a mãe do garoto, que estava inconsciente com uma grande tora de madeira por perto. Provavelmente ela tentou salvar seu noivo e acabou sendo envolvida e atingida na luta contra dois enormes cães, que não eram criaturas vivas. Seu corpo brilhava como metal, pareciam de bronze, o som de seu rosnado era claramente uma gravação, pois não parava de se repetir.

A visão do garoto foi então a pior possível. Ele viu seu candidato a padrasto ser literalmente mutilado e esquartejado pelas garras e presas daquelas criaturas, sem qualquer chance de defesa ou últimas palavras. A mãe do garoto ainda estava ali, inconsciente, mas os monstros agora pareciam ignorá-la. Eles encaravam e caminhavam lentamente na direção do indefinido, como se estivessem atraídos pela presença do rapaz...

#11
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Eu conseguia sentir a fúria, e de certa forma, o medo dentro de mim aumentando e sabia que eu não ia conseguir me acalmar até transformar aqueles bichos em sucata. Por sorte, minha mãe não teve que ver seu namorado sendo estraçalhado. E por mais sorte ainda, os robôs parecem não se importar com a presença dela. Eu podia mandar umas bombas nos bichos, mas acho que não ia adiantar. Além de que correria o risco de minha mãe ser pega pelo impacto. Mas isso certamente é um problema. Se não posso usar as bombas, só me resta a espada. Porém, esses bichos são feitos de metal, não tem como eu cortá-los. Antes de partir pro combate, eu tenho que saber como eu vou atacar. Observo rapidamente os robôs, procurando por fios, fissuras ou aberturas em sua couraça. Eu não podia simplesmente partir pra cima sem um plano, era burrice demais, e apesar de estar furioso, o medo que eu também sentia me tornava mais cauteloso. Enquanto procuro, fico com a guarda alta e começo a andar lentamente para longe da minha mãe, atraindo os robôs. Caso eles tentassem me atacar, tento desviar dos golpes e se necessário bloqueá-los com a espada. Depois de observá-los, caso eles tivessem fios que estivessem visíveis, correria em direção ao que estivesse mais perto e faria uma finta para a direita quando eu chegasse perto o suficiente. Depois da finta, usaria a espada para tentar cortar os fios, rezando para que fossem fios importantes para o funcionamento dos robôs. Caso eles não tivessem fios, mas tivessem fissuras ou aberturas, faria a finta para a direita, mas ao invés de tentar um corte, faria uma estocada em uma das fissuras/aberturas. Não importando o resultado em qualquer um desses casos, recuaria e ficaria pronto para desviar rolando, saltando, enfim, de qualquer jeito que fosse possível.



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#12

Hermes

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Deus Olimpiano
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Stein se preparou para um combate. Analisando friamente as criaturas, o garoto procura por fios ou circuitos de ligação que ficassem expostos para tentar definir a melhor forma de agir, mas percebe que as criaturas não tinham nada disso. Tratavam-se de autômatos moldados e encantados magicamente, de modo a dispensar ligações elétricas e fiações.

Com muita sorte, ele esquiva da primeira investida de um dos animais, usando uma finta e ainda estocando uma abertura na pata dianteira do primeiro cão, que se afasta fazendo um som que mais parecia um chiado mecânico, mas é atingido pelas garras do segundo diretamente no peito. Seu protetor de couro ficou com 3 grandes marcas, assim como sua camisa. O peito do garoto ardia, estava arranhado também, apesar de ser algo superficial.

Ele repara que as criaturas fazem alguns saltos acrobáticos e se afastam cerca de 6 metros. Mas por que fariam algo assim? Programação? Não importava. O fato é que eles voltaram a correr novamente contra o garoto, e se chocariam em poucos segundos. O cão que foi atingido no primeiro embate vinha um pouco mais atrás, aparentemente o defeito fez com que sua locomoção se tornasse um pouco mais lenta, mas não menos ameaçadora.

#13
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Sabe aquela dor de metiolate? Então, era mais ou menos isso que eu tava sentindo. Os robôs eram ágeis e manjavam dos paranauês, isso eu tenho que admitir. Parece que eu não posso ficar um dia sem me machucar. Talvez seja uma condição para ser semi-deus. Tipo: "Seu pai é um deus, agora você tem que apanhar todo dia para poder continuar usando os poderes dele". O mais irônico nisso, eu não tenho poder nenhum. É injusto? É. É deprimente? Também. Vale apena? Pode ser que sim. Bem, isso era o bastante para mim.

Eles estavam vindo para cima de mim. Por causa do meu ataque, um deles está mais lento. Não sei se isso é bom ou ruim, já que eu vou ter que desviar dos dois, um seguido do outro. Por hora, foco-me em sobreviver à investida dos robôs. Presto atenção ao seus movimentos, e quando eles estivessem à uma distância de uns 2 metros, saltaria para o lado e rolaria, levantando logo em seguida e ficando com a guarda alta. Provavelmente o que está com a pata danificada terá dificuldades em fazer a curva rápido, e o que estava mais a frente, não vai conseguir mudar a direção em que está indo tão rápido, o que me dá a chance de usar a minha bomba média. Eu pego a bomba, ativo ela, jogo-a em direção aos robôs e salto para trás, colocando a espada em diagonal na minha frente.

Se a explosão tiver levantado uma cortina de poeira, aproveitaria isso para correr para trás dos robôs e esperaria que a poeira se dissipasse o bastante para eu ver os meus inimigos. Quando eu conseguisse vê-los, correria à toda para cima deles e saltaria nas costas de um deles, tentando ainda fincar a espada na abertura que ele deve ter no pescoço para conseguir mover a cabeça. Sendo bem sucedido ou não, ficaria com a guarda alta e preparado para aplicar um contra-ataque caso fosse necessário (O contra-ataque seria basicamente desviar rapidamente e aplicar um corte em alguma junta do robô).

Caso a explosão não tenha levantado poeira, mantenho a distância de segurança e fico pronto para realizar um contra-ataque caso necessário.


Obs:
Não sei se é assim que se usa a bomba, mas eu acho que teria que ser assim, pois se não tivesse que ativar, ela explodiria só do movimento que eu faço quando ando. Quanto as facas, gostaria de saber se elas funcionam desse jeito thinking



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#14

Hermes

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Stein monta uma estratégia.

Após se esquivar com sucesso das investidas dos robôs, ele lança um brinquedo perigoso: Uma esfera explosiva. A explosão da bomba pega a criatura de pata danificada em cheio e levanta não apenas uma grande quantidade de poeira, como também libera vários estilhaços, além de pedaços de metal do autômato atingido. Stein obviamente não saiu ileso depois disso, e muito menos sua mãe, afinal, estava inconsciente, desprotegida e consequentemente teve o corpo coberto de poeira e recebeu alguns cortes provenientes de estilhaços também. O garoto só percebeu isso depois de alguns segundos, pois ele não era capaz de enxergar em meio a uma nuvem de poeira também.

Para sua sorte, o outro autômato havia desaparecido, não deixando qualquer sinal de rastro. Teria ele batido em retirada? Talvez. Mas isso não era a coisa mais importante no momento. Sirenes de polícia e ambulâncias começaram a soar. Apesar de haver uma certa proteção da névoa, alguns acontecimentos não poderiam simplesmente ser ignorados, como a explosão de uma bomba por exemplo. Logo o local estaria cheio de pessoas, desde policiais, médicos e civis curiosos.

#15
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*Idiota! Idiota! Olha a merda que você fez! Além de matar o seu padrasto, machucou sua mãe e chamou um monte de problemas governamentais. O lado bom, é que os robôs assassinos foram embora. Lado ruim, eu vou pra cadeia se eu não fugir.

Eu estava mentalmente abalado, mas não tinha tempo à perder. Minha liberdade dependia do sucesso de minha fuga. E minha mãe precisava ser retirada do meio de todo aquele inferno, que sem querer eu causei. Eu tinha de ser rápido e levar minha mãe de volta para casa. Primeiramente, guardo a espada enquanto corro as pressas até minha mãe. Chegando lá, levanto ela um pouco, para conseguir colocá-la na posição como geralmente o noivo carrega a noiva. Tendo feito isso, ergo-a e começo a carregá-la até nossa casa. Caso seja parado por algum humano no caminho, e este me pergunte o que aconteceu, eu diria que algum maluco soltou uma bomba que acabou fazendo aquela coisa toda e ferindo a minha mãe.

Aparecendo ou não, iria para casa, para que eu pudesse deixar minha mãe descansando em um local calmo. Caso chegasse lá, entro e a deixo descansando na cama do seu quarto. Depois, devolvo a joia que eu peguei dela. Afinal, ela não parecia ser útil como tinha achado que seria. Depois, verifico se não deixei nenhum equipamento solto pela casa e o guardo na mochila. Após isso, eu não sabia o que fazer. Tinha perdido o meu norte. Ficaria sentado no sofá, esperando minha mãe acordar. Eu não podia deixá-la sozinha depois do que aconteceu. Eu ainda teria de pensar, o que eu falaria para ela. O namorado dela foi completamente mutilado, por isso, ficava difícil pensar em como eu diria para ela.



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#16

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#17

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