Herois do Olimpo RPG

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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

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por Hera em Seg 6 Jun 2016 - 15:38

Hera

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“Abra os olhos!”


Sussurrava uma mulher nos ouvidos do filho de Hades. Com um suspiro seu corpo despertou, respirando fundo logo em seguida. Era como se estivesse morto havia meses, e acabasse de retornar a vida. Mas ele não puxou o ar com força, igual nos filmes. Na verdade, seu pulmão parecia seco e prestes a rasgar. Izaya respirava com cautela, e seu corpo fazia um som estranho enquanto o ar passava por sua garganta.
 
O garoto ficou respirando assim por horas. O ar estava frio. E quando amanheceu, e o sol entrou com dificuldade no chalé de Hades, quase imperceptível... Izaya se recuperou completamente. Ele sentia algo estranho tomando conta de seu corpo naquele dia, mas não falou nada. Agiu naturalmente o dia inteiro, como se aquilo fosse apenas uma sensação ruim.
 
Até que Quíron, chamou pelo seu nome. O garoto andou no dia cinzento com uma sombra arranhando suas costas. Talvez fosse impressão sua, quem sabe fosse apenas uma árvore, mas ele tinha certeza que era a morte recolhendo sua alma... O quão decepcionada ela deve ter ficado, ao perceber que ele não tinha mais nada. Izaya continuou andando. E entrou na casa grande com uma sombra em seu rosto.
 
- Você está pronto? - Izaya não entendeu nada. Mas por algum motivo, parecia que Quíron não estava falando com ele. Antes do filho de Hades questionar o que estava acontecendo. Sua boca se moveu sozinha.
 
- Sempre estive. - Izaya falava com convicção, enquanto sacava sua espada. Parecia pronto para romper o mundo ao meio, para abrir o universo em mil pedaços e tomar para si mesmo o que é seu de direito.
 
Pela janela, o horizonte explodia. Quíron se virou... E sussurrou. “Ele despertou”. Izaya viu a explosão varrendo o mundo. Por algum motivo, se sentia próximo à ela. Como se a mesma fizesse parte do seu corpo, como se aquele estouro capaz de fazer o mundo tremer, batesse junto com seu coração... Uma única vez em sua vida. E depois, se calava.
 
Gritos. A explosão chega até o acampamento. Escuridão.
 
“Abra os olhos!”
 
Novamente Izaya abre os olhos, respira fundo. Não estava morto. Estava em seu quarto. Era noite. Medo, muito medo! Seu sangue era bombeado à uma velocidade absurda. Seu coração batia como os tambores da guerra. Era só um sonho? Ou era algo mais?
 
“Corra! Corra para a floresta!!”
 
Izaya se colocava de pé ao lado da cama. Já vestia tudo. Por que?
 
“A guerra...”
 
Quem era a voz?
 
“A morte...”
 

E Izaya correu.



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por Izaya Orihara em Seg 6 Jun 2016 - 16:34

Izaya Orihara

Izaya Orihara
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Eu observava uma escuridão completa. Algo tão escuro e intenso que nem mesmo a luz chegava lá. Uma voz feminina sussurrou em meus ouvidos. "Abra seus olhos", ela disse. Com um suspiro, eu acordo. Ou revivo?

A sensação era horrível. Meu corpo parecia ter parado de funcionar durante meses e meu pulmão parecia um pulmão de um recém-nascido, só que muito mais desgastado. Respirar me causava uma dor, inacreditavelmente forte. E lentamente vou respirando, tentando me acostumar ao oxigênio novamente.

Um som estranho, quase que um chiado, saía de mim ao tentar puxar o ar para dentro de meus pulmões. Até conseguir me acostumar, levaram horas, tanto que assim que me recuperei completamente, já era manhã.

O ar frio entrava pelas janelas do Chalé de Hades e eu tinha uma sensação estranha. Como se uma sombra me perseguisse por onde eu passava. Ignorei, afinal, eu sempre estava cercado por sombras e tal acontecimento deveria ser comum para um filho de Hades, certo?

Quem me dera.

O dia prosseguiu normalmente, até que Quíron me chamou para conversar comigo sobre algo. Eu não fazia ideia do assunto que seria tratado, mas sigo até a Casa Grande, mesmo com a sensação ruim ainda estar comigo.

O dia cinzento fazia eu me sentir estranho e com vontade de matar alguém. Enquanto eu seguia meu caminho até a Casa Grande, uma sombra arranhava minhas costas, como um stalker doloroso. Quando eu entro no edifício, a sombra passa pelo meu rosto, o que me fez sentir um pouco de medo.

Quíron se virou para mim e me perguntou:

- Você está pronto?

Eu estava prestes a perguntar: "Pronto para o quê, centauro Mestre dos Magos?", quando eu retirei uma espada da bainha... espera... Espada? A minha única espada que eu lembro de ter era uma espada curta, trincada e rachada.

- Sempre estive. - respondi para Quíron, mesmo não tendo essa vontade. Esse era realmente eu? Estava completamente confiante de mim mesmo, parecia poder dominar o universo inteiro.

Plus, do lado de fora da janela podia se ver explosões acontecendo. Quíron murmura algo como "Ele despertou" e o estouro chegava mais perto do Acampamento. Sentia como se ele fizesse parte de mim, fazendo o mundo tremer como as batidas de meu coração até a hora da minha morte. Então a explosão chega onde eu estava e tudo escurece, enquanto ouvia gritos ao fundo.

"Abra os olhos"

Acordo no chalé 13. Era apenas um sonho. Não. Definitivamente não era. Sonhos de semideuses nunca são um bom sinal e esse que eu acabava de ter me deixou com medo. Muito medo.

Na janela podia se ver o brilho pálido da lua entrando no chalé, o que indicava que era noite. Eu estava a mil por hora, era como se minha hiperatividade fosse elevada ao nível máximo.

"Corra! Corra para a floresta!"

A voz dizia para mim. Eu me pus ao lado da cama, com todos os meus equipamentos prontos. Eu me perguntava: "Por quê?"

"A guerra..." Disse a voz.

- Mas que diabos...? - pergunto para o "ar"

"A morte..."

Então eu corri. Corri para a floresta do Acampamento, e o medo me fez segurar a minha adaga nas mãos enquanto corria. Ela que já havia me ajudado em várias ocasiões, agora era minha única fonte de segurança que eu possuía.

Adentro na floresta, mas não sabia onde exatamente ir.

- Ok, Voz da Guerra e da Morte, onde eu devo ir? - pergunto, ao adentrar na região. Se ela pudesse falar algo para mim, estaria, no máximo, grato.

Começo a prestar atenção ao meu redor, procurando por algo estranho que possa estar acontecendo por ali. Minha visão noturna deveria ajudar nesse aspecto. Procuro também alguns corvos, outros seres que seriam de grande ajuda também.

Itens levados:

Equipamento:

- Elmo Comum
- Peitoral de Couro
- Espada Curta*
- Adaga [Ferro Estígio]
__________________
Acessórios:

- Diamante das Almas[x7]
__________________
Mochila Comum:

- Poção de Cura[Mítico][x6]
- Poção de Energia[Mítico][x4]


*Trincada e rachada

Passivas:

Equipamento:

- Elmo Comum
- Peitoral de Couro
- Espada Curta*
- Adaga [Ferro Estígio]
__________________
Acessórios:

- Diamante das Almas[x7]
__________________
Mochila Comum:

- Poção de Cura[Mítico][x6]
- Poção de Energia[Mítico][x4]



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por Hera em Ter 7 Jun 2016 - 0:09

Hera

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Izaya corria. Pois a voz mandava, pois o mundo ruía. O sangue corria como ácido em suas veias. Seus olhos viajavam pelas árvores, olhando por onde pisar, para onde se esquivar, para onde correr. Mas do que ele corria?
 
“Da morte”
 
A voz sussurrava como se estivesse agarrada em suas costas. Izaya corria. HAHAHAHAHA era tão engraçado. O que é engraçado? Onde está a piada?
 
“Em você”
 
Não deveria deixar a piada morrer. Não deveria deixa-la se perder. Nem congelar. Definitivamente não podia congelar. Por que tudo estava tão insano? Os pensamentos de Izaya não faziam o menor sentido. Ele parecia um louco.
 
“Um louco...”
 
Ele correu, entre as sombras, entre o mundo. A floresta não parava, ela era eterna, era gigante. Havia mais árvores. Cada vez mais árvores. A floresta consumia, a floresta se perdia. A floresta era uma ilusão. O mundo é uma mentira. O mundo é uma piada.
 
“Nós entendemos a piada”
 
De repente, caído sobre seus joelhos, Izaya começou a gargalhar sozinho, louco, perdido. Haviam árvores em todos os cantos que ele olhava. Havia verde, marrom, cinza. Preto. Preto? Por que tudo estava ficando preto? A visão de Izaya escurecia.
 
BUM!!!! Ele acordou, no meio da noite. Seu coração batia tão alto quanto tambores estourando em sua cabeça. O sangue estava gelado. A floresta estava gelada, escura, vazia. Neblina. Um homem. Quem é o homem? A voz não respondeu... O homem estava encapuzado, e com uma longa espada. Por algum motivo, Izaya não queria saber o que tinha por baixo do capuz. Mas a voz ignorou seu pedido.
 
“Morte”... Era isso que existia em baixo do capuz.
 

E Izaya, entendeu a piada. 


Homem encapuzado:
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por Izaya Orihara em Ter 7 Jun 2016 - 13:39

Izaya Orihara

Izaya Orihara
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Eu corria pela escuridão infinita de uma floresta sem fim. Mas, corria de quê?

"Da morte..."

Continuava a correr, com uma risada nas minhas costas, arranhando meus ouvidos e perturbando minha mente. O que era tão engraçado? A minha morte era engraçada? Onde está a maldita piada!

"Em você..."

A piada estava em mim? Meu Robin morreu? O que ela queria dizer? O som das risadas loucas não me deixava raciocinar. O vento, passando pelos meus ouvidos e pelo meu rosto me desconcentrava. Não deveria deixar a piada morrer. Não poderia congelar... Espera? Congelar o quê? Que piada?

"Um louco"

A floresta não terminava. A cada metro que eu percorria, mais e mais árvores surgiam. Ela era uma ilusão criada por alguém, ou quem sabe até por mim mesmo... Era tudo uma grande piada. A floresta era uma piada, o mundo era uma piada.

"Nós entendemos a piada"

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA - eu gargalhava, após ter caído no chão. Meus olhos se vesgaram enquanto eu ria como um louco. Tudo era engraçado e trágico. Tudo. Inclusive as cores, marrons, verdes, cinzas e... espera? Por que tudo estava se tornando preto?

Então acordei novamente. Dessa vez, não no chalé, mas continuava na floresta, gélida e escura. Uma figura encapuzada com uma longa espada se encontrava na minha frente. Eu não queria saber o que encontraria debaixo daquele capuz, mas a voz me respondeu: "Morte".

Então eu entendi a piada. A vida era uma grande piada. E eu comecei a rir na face da Morte.

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! - coloco uma das mãos no rosto. - Me desculpe, é que é tudo muito engraçaHAHAHAdo! HAHAHAHAHAHAHA! Tão engraçado quanto esse outro eu aqui do meu lado!

Aponto para o meu lado direito e mostro ao encapuzado a mim mesmo. Óbvio que eu havia usado a habilidade Fantasma[Inicial], enquanto a Morte focava em mim.

- Sabe o que é mais engraçado? - pergunto, em uníssono com meu clone de sombras - Isso!

Faço o meu clone puxar a adaga e correr na direção da figura encapuzada, e eu correria atrás dela também, imitando seus movimentos. Assim que meu clone passasse por dentro da criatura, provavelmente deixaria ela confusa, e eu me aproveitaria desse momento para desferir um golpe horizontal com minha adaga de ferro estígio na região do tronco da criatura.

Esperaria que ela atacasse meu clone antes, porém, sendo ele intangível, não "morreria" e estando no escuro, ele ficaria por ali até quando eu quisesse.

Em todo caso, fico atento para algum possível ataque da figura encapuzada contra mim, com sua espada longa. Enquanto avançasse, lidaria com a possibilidade dela saber quem o eu verdadeiro era e me atacar ao invés de tentar atacar meu clone. Caso isso aconteça, eu me preparo para me esquivar para um dos lados, fazendo o clone fazer o mesmo e desfiro um golpe com minha adaga na perna mais próxima do monstro.

Passivas a considerar:

Nível 1 – Herança do Rei: Como todo bom filho de Hades, o sangue do rei do submundo corre em suas veias, garantindo-lhe características bem peculiares. Os filhos de Hades possuem uma aparência quase doentia, com pele pálida e um olhar geralmente morto. São capazes de enxergar no escuro tão bem quanto se fosse dia, e conseguem sentir a presença de espíritos nos arredores, bem como interagir com eles.

Nível 2 – Príncipe dos Mortos: Todo e qualquer tipo de espírito ou fantasma será capaz de reconhecer o Príncipe do Submundo e o respeita como tal. Isso, porém, não garante obediência alguma.

Nível 3 - Perícia do Styx [Inicial]: Confere o nível [Inicial] para a perícia com armas feitas inteiramente de ferro estígio. Não permite que o herói treine suas outras perícias. (+5 correspondente à arma utilizada)

Nível 4 – Regeneração sombria [Inicial]: Quando estiver em um ambiente completamente desprovido de Luz, o filho de Hades terá suas forças renovadas, regenerando 10 pontos de Vida e Energia. Em ambientes escuros, porém não completamente (à noite, apenas sob a luz de uma tocha, etc), recuperará apenas 5.

Nível 5 – Passo Oculto [Inicial]: O corpo dos filhos de Hades agora fundem-se às sombras, tornando-os parte delas e permitindo que se camuflem, passando despercebido pela maior parte das pessoas.

Nível 5 – Servos da Morte: Os corvos são reconhecidos como um símbolo animal de Hades, e reconhecem os filhos deste deus como seus senhores. Esses animais ajudarão o filho de Hades sempre que possível.

Nível 6 – Coração de Pedra [Inicial]: A personalidade forte e odiosa dos filhos de Hades basicamente “blinda” seus corações e mente, tornando-os menos suscetíveis a intimidações e lisonja.

Ativas usadas:

Nível 6 – Fantasma [Inicial]: O filho de Hades é capaz de moldar as sombras na forma de sí mesmo, para confundir os inimigos. O clone pode realizar gestos, andar e falar, porém é intangível. Consome 40 de Energia. Dura 3 rodadas ao sol e indefinidamente à noite/escuro. Entra em espera a critério do narrador.



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por Hera em Ter 7 Jun 2016 - 14:52

Hera

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Izaya entendia a piada. Ele entendia e ria ao ponto de sua garganta sangrar. Estava rouco de rir. E não tinha como parar, afinal, era muito engraçado. Era muito engraçado. O céu explodiu para rir junto, e a chuva desabou sobre o filho de Hades enlouquecido e o homem encapuzado. O campista ria, perdidamente. Sua cabeça parecia cortada em mil pedaços e colocada no mesmo lugar. Ela estava completamente errada, funcionando de um jeito errado, pensando errado. E isso era cômico. Era como ver um palhaço, muito engraçado. 
 
Izaya fez um clone seu, e avançou com ele em direção ao homem encapuzado. Os dois correm pela escuridão, como versões amaldiçoadas do diabo. O fantasma se aproxima do homem encapuzado, e atravessa-o com sua adaga. Mas nada acontece, e o homem sequer se move. E quando o verdadeiro Izaya se aproxima, o homem balança sua espada no ar, tão rápido que tudo que o garoto vê, é ela refletindo o brilho da lua por entre as folhas das árvores, e cortando até mesmo a chuva.
 
De repente, o braço do filho de Hades caí no chão, arrancado de seu tronco. Isso era tão engraçado. Tão louco, tão insano. Tão vazio. O homem encapuzado balança sua espada mais uma vez, e dessa vez, a lâmina metálica se mancha de vermelho ao atravessar o peito de Izaya. O garoto cospe sangue por entre seu sorriso. Uma música toca em sua cabeça.



 
O filho de Hades estava definitivamente louco. Louco e agora sem um braço. E com uma espada atravessada em seu peito. Seus olhos ficam escuros novamente. Sua alma vaga. Fogo. O espírito de Izaya abandona seu corpo. Ele suspira, e de repente abre os olhos.
 
Ele conhece aquele lugar, todo filho de Hades conhece. O submundo. Isso era tão engraçado. A música ainda tocava. E de repente, ele vê um demônio na sua frente. Ele era vermelho, quente e assustador. Izaya ainda não tinha um braço. Por que estava pensando nisso agora?


Demônio:
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“Porque o peixe corre contra a correnteza”
 
- O Tempo é Fluido por aqui.
 

A voz do demônio era titubeante, e um pouco engraçada. De repente, Izaya se viu em um corredor. E no fim do corredor, o demônio. Havia instrumentos de tortura no corredor. 



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por Izaya Orihara em Ter 7 Jun 2016 - 15:42

Izaya Orihara

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E eu morri. Simples assim, rápido e fácil. Morto pela Morte, como era de se esperar. Mas pelo menos eu ri na face dela, e isso já foi algo louco e insano o suficiente para uma vida. E além disso, eu estava sem um braço também.

Fecho meus olhos e quando os abro de novo, reconheço o lugar: Eu estava no submundo, reino de meu pai, Hades, que nunca apareceu pra mim em vida estava ali, agora próximo de mim.

Eu tinha ouvido histórias sobre o Mundo Inferior. Achava que teria de esperar sentado até que Caronte me levasse ao meu julgamento, mas ao que tudo indicava, meu julgamento já havia sido feito sem que eu nem pudesse ter chance de me defender.

Observo um demônio, algo que pensava que eu iria confrontar estando vivo, acertando-o em seus pontos mais fracos com minha adaga de ferro estígio e vendo-o se transformar em cinzas. Que estranho... Eu ainda estava sem meu braço...

Então eu vejo um corredor. No final dele, o mesmo demônio de antes, só que agora, instrumentos de tortura atrás dele. Era o que me esperava? Ser torturado por um demônio sendo que eu já não tinha braço? Por que eu estava pensando nisso?

"Porque o peixe corre contra a correnteza"

A voz do demônio, dizendo-me algo sobre o Tempo e a música de Jim Croce tocando ao fundo como uma música de elevador me assustavam...

"Porque o peixe corre contra a correnteza

Talvez fosse isso. Me viraria de costas para o demônio e tentaria correr na direção contrária a que ele estava. Mesmo assim, eu ria. Ria porque era tudo uma piada. Uma piada de mal gosto. Reuniria minha maior força de vontade até então, e correria para longe dos instrumentos de tortura. Se aquele era meu destino, eu queria mudá-lo. E PRECISARIA mudá-lo.



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por Hera em Ter 7 Jun 2016 - 16:24

Hera

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Izaya entendeu a piada. Mas não entendeu a missão. Virou as costas para o demônio, gargalhando, fugindo. Mas assim que se virou para o outro lado do corredor, lá estava ele. O diabo. Izaya se virou novamente, e ele continuava lá. Não importa para onde correr.
 
O tempo é fluido por aqui.
 
O demônio repetiu. E se aproximava. De repente, um maçarico se materializou em sua mão. Ele se aproximava. O ar ficava denso. Ele se aproximava. O diabo começava a sorrir. Ele se aproximava. Um relógio fazia um barulho irritante ao fundo. Por que tinha um relógio?
 
“Porque o tempo é fluido por aqui”.
 
O demônio estava perto. Izaya tentou correr, mas ele estava em todos os lados. De repente, a piada não fazia mais sentido. O filho de Hades teve vontade de chorar. E o demônio o alcançou. O maçarico queimou sua alma. Seu braço. Seus olhos. Seu corpo inteiro. Queimou até Izaya implorar para que ele parasse, até todas as memórias serem revividas. Até o palhaço gargalhar novamente. Até o inferno se tornar uma piada uma outra vez. Até o mundo sucumbir.
 
O maçarico queimava Izaya sem parar. Por minutos, horas, dias. Não... Anos. Foram anos, ele tinha certeza. Pois o demônio sussurrava em seus ouvidos a cada dia que passava. E o tempo passou muito rápido. A alma do filho de Hades fora moldada por séculos. Ele era um diabo, era mortífero, caótico. Vazio. Até que finalmente. Izaya abriu seus olhos. Depois de Éons no inferno. Sua voz se ergueu, rouca, queimada. E disse para o demônio.
 
O tempo é fluido por aqui. - O maçarico parou. Izaya era uma nova alma, era um novo ser, transcendente. Era impuro, queimado, podre. Enegrecido, atormentado. Insano. Ele se lembrou de quando foi reclamado, de quando lutou contra o palhaço. Esse foi um ritual. E sua alma se fundiu com o monstro. Dois seres fracos se uniram em algo forte.
 
Sua caçada começa agora. - O lugar ao redor de Izaya pegou fogo. E ele se viu novamente na floresta do Acampamento. Depois de milênios queimando na dor do inferno. Seu corpo era uma imensa cicatriz. Ele não tinha o braço direito.
 
Parecia que nem sequer uma hora havia se passado no mundo mortal. Mas Izaya já viveu no submundo, mais tempo do que os próprios deuses viveram na terra. Porém, o garoto conheceu a dor eterna. Ele estava na floresta escura. E tinha que caçar. Estava de volta com todos os seus itens. Mas sua pele parecia um borrão enorme e preto. Caçe. Caçe. Caçe.
 
“O peixe corre contra a correnteza”
 
O garoto ouviu o som de água perto. E correu até lá. Era um córrego. Ele descia da montanha. O peixe corre contra a correnteza, e Izaya também. Ele subiu a montanha, com o corpo e alma queimados. Subiu, sem se cansar. Ele respirava vida e expirava morte. As flores e plantas ao seu redor secavam enquanto o garoto caminhava. E no topo da montanha, Izaya se escondeu por entre as árvores para observar.
 
Muitos elfos e ninfas. Festejando ao redor da fogueira. Pulando, gritando, comemorando. Eram 30, talvez 40.
 

“Mate-os”



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por Izaya Orihara em Ter 7 Jun 2016 - 22:10

Izaya Orihara

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Eu sabia que fugir não daria resultado, mas não custava tentar. Já estava morto mesmo...

Porém o pior foi a tortura. Foi por tanto tempo que eu já não sabia a noção de tempo. Ele era fluido ali, dizia o demônio. Eu ouvia um relógio, fazendo "tic tac" e era irritante. Se o tempo era fluido ali, por que teria um relógio batendo?

O maçarico que o demônio usava para me queimar era a pior parte. Ele não me causava dor física, mas uma dor que vinha da alma, me fazendo reviver todas as lembranças terríveis. Lembro-me da minha irmã que eu assassinei quando era mais novo. olhar one post no japão A risada do palhaço hora ou outra aparecia para dar o ar de sua graça, ou desgraça.

Depois de muito tempo, horas, dias, meses, anos, éons, talvez, eu consigo me levantar. A frase "O tempo é fluido aqui" já se apoderava na minha mente, como um veneno. Minha voz não era mais a minha voz normal. Era mais rouca e mais assustadora.

- Sua caçada começa agora. - dissera o demônio. Então, tudo ao meu redor pegou fogo. Eu voltei à floresta do Acampamento Meio-Sangue, mas ainda estava morto. E sem um braço.

- Pelo menos poderia ter me devolvido o braço, não é, senhor demônio? - falo para o vento.

Aparentemente nada havia acontecido ali no mundo mortal. Por que? "O tempo era fluido lá no submundo." Um lugar onde o tempo não afetava. Um lugar onde tudo era incerto, inclusive as dores.

Eu sabia que precisava caçar. E como um peixe que nada contra a correnteza, eu corri perto do riacho, contra a correnteza, passando pela floresta. Eu precisava de uma presa. E havia encontrado várias.

Por onde eu passava, flores e folhas se secavam. Eu respirava vida, mas expirava morte. Eu estava voltando a ser vivo? Não sei. Só o tempo me diria.

Eu não me cansava, o que por um lado era bom. Até que eu chego em um lugar cheio de elfos e ninfas festejando. O que eles comemoravam não me importava. Me importava era a chacina que eu faria ali.

Imaginei que começaria uma lenda pelo Acampamento de um "João Sem-Braço" fantasma que aterrorizava as coitadas das ninfas e os coitados dos elfos. Sorrio. Estava com meus equipamentos de novo, mas sem meu braço. Maldito demônio que não me devolveu um braço.

Matar todos aqueles elfos e ninfas talvez fosse uma covardia. Mas eu já estava morto e mesmo se voltasse, eu apenas mataria os elfos. As ninfas poderiam se safar.

Começo puxando minha adaga de ferro estígio e saio dentre as árvores e começo a correr atrás de cada elfo. Cada um deles eu mataria, de uma forma diferente. O primeiro, enfiaria minha adaga em seu coração. O segundo, eu deceparia, o terceiro, eu faria vários cortes em seu abdômen, seguraria minha adaga com a boca e arrancaria os órgãos desse elfo com minha própria mão.

Continuaria a matar vários e vários. E a cada um que eu finalizasse, gargalhava alto, como se todo o sofrimento de vários éons estivesse sendo liberado ali.

Decido não matar as ninfas, por enquanto. Eu tenho certeza de que algum elfo iria tentar me acertar, mas das duas uma: Ou ele passaria direto, já que agora eu sou um morto. Ou ele me acertaria, mas eu não sentiria dor, afinal eu estou morto e passei pelo sofrimento eterno, nenhuma dor seria pior.

Não descansaria até ter matado todos os elfos. Não sou de bater em mulher, então só mataria alguma ninfa se ela viesse pra me atacar. Manolo



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por Hera em Qua 8 Jun 2016 - 1:07

Hera

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E então. Ele saiu das árvores. Sedento, furioso, dolorido e desgraçado. Era um ser completamente queimado, feio, bruto. Enegrecido. Ele andou por entre o Acampamento de elfos e ninfas. Eles mal o perceberam até ele rasgar o primeiro elfo no meio. Sangue rolou por entre a grama.
 
Gritos.
 
Izaya dançou, negro, bruto, feio. A pele era cascuda, como a casca de uma ferida mais profunda, porém por seu corpo inteiro. Ele tinha apena sum braço, mas fora o suficiente para cortar e rasgar. Fogo queimava em sua alma, ele ainda sentia o maçarico ardendo, como uma memória mais antiga. O garoto rasgava, e era rasgado. Os elfos revidavam. As ninfas se escondiam em suas árvores.
 
“Mate-as”
 
Gritava a voz em sua cabeça. Ele não obedeceu. Apenas avançava contra os elfos. Ele matou vários, uns 5 de uma só vez. Mas de repente, após o susto, a luta e o balançar de espadas se tornou menos bruto e mais preciso. Aos poucos os golpes de Izaya eram rebatidos. E as criaturas gritavam estratégias em línguas élficas. Um estalo, e do nada um cipó surgiu do chão e prendeu o seu braço e suas pernas. Envolveram-no em mato grosso e escorregadio. O Elfo estocou com sua espada. Sangue escapa pela barriga e pela boca. O garoto fica tonto.
 
Ele ainda estava vivo. Izaya não era só um fantasma. Era um ser vivo. E poderia morrer... Talvez para valer a partir de agora. Havia vários elfos ao seu redor. E ninfas escondidas pelas árvores.
 
“Mate todos”...
 

A voz ordenava. E isso incluía as ninfas. Tinha que continuar a lutar. 



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You keep me under your spell...
#9

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por Izaya Orihara em Qui 9 Jun 2016 - 14:36

Izaya Orihara

Izaya Orihara
Filho(a) de Hades
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Assim que eu senti o corte em mim e a dor subindo, percebi que eu havia voltado. Ainda estava sem meu braço, mas eu havia voltado. Um sorriso se abre no meu rosto, mas não era de felicidade, por eu ter voltado. Era de loucura. Uma loucura que me fazia querer matar todos ali na frente, agora sabendo que eu havia voltado.

O mundo cambaleava ao meu redor, mas eu precisava manter o foco. Balanço a cabeça enquanto piso forte no chão e uso Trombeta dos Mortos[Inicial], enquanto grito:

- Sirvam-me, servos do submundo!

Invocaria os esqueletos e os faria andar em uma formação ao meu redor, em que me protegessem de quaisquer elfos ou ninfas que tentassem me acertar. Assim que eu chegasse próximo a qualquer uma daquelas criaturas, eu mandaria o esqueleto que estivesse mais próximo dela a ferisse com a lança e eu finalizaria com minha adaga de Ferro Estígio, enfiando no bucho da criatura.

Agora eu não ligaria se quem aparecesse na minha frente fosse elfo ou ninfa. De alguma forma eu sabia que todos eles deveriam morrer. Daria prioridade para destruir os elfos primeiro, afinal, pelo o que eu conhecia de elfos, eles eram muito mais de batalha do que ninfas.

Enquanto passasse pelo caminho, eu destruiria o que quer que estivesse ali de pertences dessas criaturas. Botaria o caos nesse lugar também Manolo

A formação dos esqueletos seriam: Dois nas minhas costas, me protegendo de ataques por trás, um em cada lado meu e o outro seguindo na minha frente, dando um primeiro golpe na criatura que eu fosse caçar e eu finalizaria. Se tivessem alguns corvos por perto, mandaria eles atacarem os monstros que eu não conseguisse atacar de longe também Manolo

Ativas:

Nível 5 – Trombeta dos Mortos [Inicial]: O filho de Hades agora aprende uma de suas habilidades mais características; Evocar os mortos. Com um breve toque, o semideus pode fazer brotar do chão um pequeno bando de 5 esqueletos (30/30) munidos de espadas, lanças e uma armadura comum de couro fervido, que lutarão cegamente pelo príncipe do submundo. Consome 50 pontos de Energia, e entra em espera por 5 rodadas.

Passivas:

Nível 1 – Herança do Rei: Como todo bom filho de Hades, o sangue do rei do submundo corre em suas veias, garantindo-lhe características bem peculiares. Os filhos de Hades possuem uma aparência quase doentia, com pele pálida e um olhar geralmente morto. São capazes de enxergar no escuro tão bem quanto se fosse dia, e conseguem sentir a presença de espíritos nos arredores, bem como interagir com eles.

Nível 2 – Príncipe dos Mortos: Todo e qualquer tipo de espírito ou fantasma será capaz de reconhecer o Príncipe do Submundo e o respeita como tal. Isso, porém, não garante obediência alguma.

Nível 3 - Perícia do Styx [Inicial]: Confere o nível [Inicial] para a perícia com armas feitas inteiramente de ferro estígio. Não permite que o herói treine suas outras perícias. (+5 correspondente à arma utilizada)

Nível 4 – Regeneração sombria [Inicial]: Quando estiver em um ambiente completamente desprovido de Luz, o filho de Hades terá suas forças renovadas, regenerando 10 pontos de Vida e Energia. Em ambientes escuros, porém não completamente (à noite, apenas sob a luz de uma tocha, etc), recuperará apenas 5.

Nível 5 – Passo Oculto [Inicial]: O corpo dos filhos de Hades agora fundem-se às sombras, tornando-os parte delas e permitindo que se camuflem, passando despercebido pela maior parte das pessoas.

Nível 5 – Servos da Morte: Os corvos são reconhecidos como um símbolo animal de Hades, e reconhecem os filhos deste deus como seus senhores. Esses animais ajudarão o filho de Hades sempre que possível.

Nível 6 – Coração de Pedra [Inicial]: A personalidade forte e odiosa dos filhos de Hades basicamente “blinda” seus corações e mente, tornando-os menos suscetíveis a intimidações e lisonja.



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