Herois do Olimpo RPG

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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
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Ficha Akin Alexo Empty Ficha Akin Alexo

por Akin Alexo em Seg 25 Jul 2016 - 22:51
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Ω Nome: Akin Oyá Alexo
Ω Idade: 17 anos
Ω Aparência: Pele negra, cabelo cacheados black power. 1,70 de altura, 70k. Olhos pretos
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Características Psicológicas: Uma pessoa centrada e séria. Focada no que faz e no que precisa fazer.
Ω Humor: Na maioria das vezes, é sério e quieto.
Ω Três Qualidades: Fiel, Corajoso e concentrado
Ω Três Defeitos: Rancoroso, antissocial e tímido.
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Ω História: Abandonado pela mãe quando tinha 7 anos em um orfanato, foi adotado no mesmo ano por uma família italiana. Viveu a maioria da vida sozinho. As pessoas não se sentiam bem perto dele e do clima triste e frio que sempre estava perto dele.
Descobriu que era diferente quando voltava para casa depois do colégio ao perceber um assalto acontecendo do outro lado da rua. Correu para ajudar a vítima e foi confrontado pelo ladrão. Se defendendo dele, um frio emanou no local. O ladrão se sentiu só e infeliz. Uma escuridão surgiu e o ladrão correu pra longe temendo enlouquecer. Nos anos seguintes percebeu mais coisas estranhas. Ele sempre conseguia sentir quando alguém próximo iria morrer, a luz do sol sempre parecia mais fria perto dele.
Um dia, foi humilhado na escola por um grandalhão que mostrou como ele seria infeliz pelo resto da vida por não ter amigos. Tanta raiva surgiu dentro dele. Ele desferiu um golpe no peito do sujeito que tombou no chão em algum tipo de coma. Akin fugiu da escola, se refugiou em um beco e começou a chorar. Algum tempo ele passou ali até ser tocado por um rapaz. Ele se assustou pensando ser algum ladrão de esquina, mas percebeu que era apenas tony, o garoto loiro e branquelo que trabalhava na sorveteria.
-Tendo um dia difícil amigão?- Ele disse com um sorriso estranho. Aquilo era diferente pra Akin, normalmente, ninguém sentia vontade de sorrir perto dele, ainda por cima PARA ele.
-Não é nada, o que você quer?- Akin sabia que parecia um tanto rude, mas ele não estava afim de ser gentil naquele dia. Tony olhou bem fundo em seus olhos.
- Eu sei como se sente. Sei que você é diferente.- Akin olhou para Tony com um rosto discrente. "Esse cara só pode ser maluco."
-O que quer dizer com isso?- Akin perguntou desconfiado.
-Ah, você sabe. Se sentir diferente. Coisas estranhas acontecendo por perto... Algumas pessoas podem se sentir deslocadas.- De um jeito bem ridículo, Akin percebeu que aquelas palavras faziam sentido para ele.
-Posso te mostrar um lugar- continuou Tony. - Um lugar onde você vai se sentir acolhido. Onde ninguém vai te achar estranho. Um lugar onde você terá amigos!
Amigos... Akin tinha passado a vida toda sem eles. Será que precisava deles mesmo. O garoto estendeu a mão para Akin.
- O que me diz?- Akin pensou bem. Quais são as chances de um estranho lhe oferecer uma proposta louca feito essas? E além do mais, o que Akin tinha a perder?
Ele segurou a mão de Tony, se levantou e seguiu com ele.

Entrando no carro de Tony, Akin se lembrou do conselho dos pais.
"Nunca entre em carros de estranhos!"
Se o vissem agora...
Tony falava sobre o lugar e como Akin iria gostar. Da forma como ele falava parecia ser um lugar que mudaria completamente a vida de Akin.
"Provavelmente é um lugar com drogas ou algo assim" pensou Akin.
Tony dirigia bem e em um momento Akin não conseguiu mais reconhecer as ruas.
Ele não percebeu quando adormeceu.
Acordou com o som de buzina de caminhão.
Com o baque do susto e gritando, Akin se virou para Tony que roncava pacificamente no volante.
Percebeu que o carro estava em direção a um caminhão. Já estavam muito próximos, não tinham como escapar da batida, mas os reflexos de Akin teimaram.
Ele se jogou contra o volante direcionando o carro para a esquerda. O mini desvio retirou o carro do impacto frontal com o caminhão, porém não o livrou do choque totalmente. Os dois veículos colidiram em suas quinas. Lanterna com lanterna. Akin e Tony foram atirados contra o parabrisa do carro, mas o cinto de segurança de Akin o puxou de volta para o banco.
Tony não estava usando cinto.
O garoto acordou já gritando no momento em que sentiu o impacto, ele atravessou a janela protegendo o rosto com os braços.
Sua calça se prendeu em um dos cacos de parabrisas ainda preso ao carro e foi arrancada do corpo do garoto.
Um segundo depois o carro andou 30 cm para trás com o choque da batida.
Akin abriu os olhos atordoados. Mentalmente percebeu que não estava sentindo fortes dores.
-Puta Merda!!- Ele não conseguia acreditar na sorte que teve.
De súbito, se lembrou de Tony que fora arremessado e se preocupou. Conseguiu se livrar do cinto e estava tentando abrir a porta quando algo chamou sua atenção.
Na frente do carro, algo estava atacando o motorista do caminhão. Aparentemente, era um monstro. Akin só conseguia ver a parte que estava do lado de fora da boléia, um traseiro peludo e patas de bode.
A coisa foi arrastando o motorista do caminhão e os dois caíram para fora. A coisa tinha a cintura para cima humana.
-Ahh MERDA,MERDA,MERDA!!!- Gritou Akin.- QUE MERDA É ESSA?
A coisa se virou para Akin. A coisa era Tony.
-Akin, venha me ajudar!
Akin não conseguiu acreditar, mas se viu saindo pela janela do carro e indo até Tony. Tentou não olhar para o traseiro peludo.
-O que foi?- Tony lhe perguntou. Como se fosse super normal o cara da sorveteria ser metade jegue da cintura pra baixo. Akin estava com medo de perder a sanidade.
-n.. nada... nada não.- "É um sonho, só pode ser. Ainda estou dormindo no beco"! Pensou.
-Ele está vivo, isso é bom. Se você não tivesse agido, poderíamos não estar aqui. Isso é uma prova...
O homem parecia estar somente desacordado.
-Uma prova do que?- Perguntou Akin.
-De que você é um semideus!
"Sério, os vapores desse beco deve ter algum tipo de droga."
-Cara, o quê? Isso não faz sentido, você é louco!
Tony ficou sério.
-Calma, tudo vai ficar claro. Estamos perto do acampamento. Te explico tudo lá.
-Você é louco! Eu não vou sair andando por ai com um... garoto meio bode!!
-Olha- Tony parecia em pânico.- Só me dá uma chance. Vem comigo. Só precisamos chegar do outro lado dessa colina.
Akin estranhou uma coisa.
-Colina? Em Florênça? Onde estamos?
Tony sorriu.
-Montauk, New York.
Akin ficou sem reação.
-Não mesmo! Não tem como sair da europa pros eua em um carro. Cara, que merda foi que você tomou?- Tony riu alto.
-Tem muita coisa que você não sabe.- Ele olhou pro carro com a lateral destruída e o caminhoneiro.- Bem, ao menos ele vai sobreviver. Vem, vamos logo pra um lugar quente.
E foi caminhando na frente sem verificar se Akin o seguia ou não.
"Que convencido!" Pensou Akin. "Eu não vou seguir um louco por ai. Um louco metade humano, metade cavalo..." Mas no fundo,algo se mexeu em Akin. Uma curiosidade mesclada a uma fascinação com aquilo. Ele olhou na direção que Tony seguia.
"Isso com certeza iria mudar minha vida para sempre..."
Desconfiado, mas curioso, Akin seguiu o outro garoto e subiu a colina.





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