Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




ATUALIZAÇÕES DO FÓRUM




Absolutamente TUDO de novo que foi adicionado ao fórum DEVE ser postado neste tópico (localizado em "Noticias e Atualizações" do Mural Divino). Esse é um tópico de uso exclusivo da ADM para expor novas informações e servirá como um meio de comunicação onde os players poderão se manter atualizados sobre aquilo que vem acontecendo dentro do fórum.
Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

IMPORTANTE: Esse tópico é para ser atualizado sempre que algo mudar, não precisa ser preenchido somente por Ártemis e Hefesto. Se vc tem algo novo para postar, POSTE COMO COMENTÁRIO AQUI, seja uma mega missão, ou qualquer outra coisa.

Veja em: http://www.heroisdoolimpo.com/t2341-atualizacoes-do-forum-leiam-e-fiquem-por-dentro-do-que-esta-acontecendo

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Tânatos

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Deus Menor
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Anne estava á alguns dias no acampamento, e estava gostando da rotina e dos outros campistas, mas ainda não havia descoberto nada sobre seu pai, e isso estava mexendo de certa forma com ela, de certa forma gostava do chalé 11, mas mesmo assim, tinha muita gente lá e não sentia que lá era o seu lugar, queria que seu pai a reclamasse e todo dia pedia aos deuses por um sinal.

Ela estava deitada em sua cama, fazendo sua prece diária com os olhos fechados, quando ela abre os olhos ela não esta mais no chalé de Hermes, ela se encontrava em uma floresta, as arvores eram altas e juntas, tampando o céu sendo assim ela não conseguia dizer se era dia ou noite, ela começou a achar que era algum tipo de pegadinha dos filhos de Hermes que não era uma coisa incomum, mas ao perceber que não estava usando as mesmas roupas que usava alguns segundos antes ela percebe que a coisa é pra valer.

O clima esta frio, ela ouve barulho de água corrente a sua direita, ela esta usando so equipamentos que o acampamento deu para ela, ou seja, um elmo, peitoral e uma espada repousa em sua cintura, ela ouve alguns barulhos de animais e alguns que ela desconhece, mas só de ouvir seu corpo estremesse.


Anne:
HP: 100/100
MP: 100/100



"Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez."
#1

Anne Ridley

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Filho(a) de Poseidon
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Eu adorava o chalé 11. Gostava de todos lá, inclusive daqueles que não gostavam de mim, mas eu sabia que lá não era meu lugar no Acampamento. Se tinha uma coisa que eu sabia que não era, era que eu sou filha de Hermes. Me sentia mal só de pensar em ser egoísta como a maioria das proles do deus dos viajantes.

Não me sentia bem roubando, também. Uma vez, tentaram me fazer roubar uma espada de um dos filhos de Ares... Não preciso nem comentar que isso não acabou bem para mim, não é?

Mas eu nunca perdia a esperança de ser reclamada. Inúmeros novatos chegavam todos os dias e eles eram reclamados e eu ficava aqui, no chalé 11. Em uma de minhas preces rotineiras, algo diferente aconteceu. Eu não estava mais no chalé de Hermes, mas sim em uma floresta. Não sabia se era a floresta do Acampamento, afinal eu nunca estive lá, mas um barulho de algo que não parecia ser um animal me fez estremecer.

Eu estava com uma roupa diferente e com os equipamentos padrões para todo campista novato. Imaginei que fosse uma pegadinha dos filhos de Hermes, mas depois descartei a possibilidade. Acredito que filhos de Hermes não tinham todo esse poder ilusório.

Além do som de animais e monstros, ouço o som de uma corrente de água. Aquele som me acalmava, porque me indicava que eu poderia me localizar por lá. Desembainho a minha espada curta e sigo em direção ao som da corrente de água. Provavelmente era um rio e eu iria me localizar seguindo o caminho por onde a corrente subia, me levando até a fonte de toda aquela água. No caminho, ficaria mais atenta para outros sons que pudessem, talvez, me causar problemas.

#2

Tânatos

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Deus Menor
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A menina com sua espada em mãos segue em direção a água e os som de animais fica para trás, não parece que esse seja o problema atual da menina, ela chega á um riacho e começa a subir ele, para encontrar a fonte de tanta água. A garota segue com o riacho a sua esquerda por alguns minutos, como nada na paisagem muda parece uma eternidade, mas depois de um tempo ela chega ao final, a rio nasce em uma caverna, você não consegue dizer se lá é o começo, mas com certeza é lá dentro em algum lugar.


A abertura da caverna é pequena, tem mais ou menos 1,5 m de altura e 2 m de largura, as caverna aparenta ser uma gruta de pedras cobertas de musgo como se tivesse sido construída por alguém a muito tempo atrás e atualmente foi abandonada e se fundiu com a natureza. Em cima da abertura cresce uma arvore que ela nunca havia vista antes com uns 10 m de altura, em seu topo ela consegue ver vários brilhos dourados, como se fossem estrelas, só que mais brilhante, fazendo com que toda a clareira na qual se encontra se ilumine, ela imagina que esses devem ser os frutos da arvore.



"Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez."
#3

Anne Ridley

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Filho(a) de Poseidon
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Que árvore linda...

Foi o meu único pensamento. Aqueles frutos estavam bem convidativos, mas a árvore era alta demais para eu alcançar seu topo. Não tinha as habilidades de escalada que os filhos de Hermes tinham. A majestosa árvore me convidava, com seus belos frutos brilhando e iluminando do alto, o chão onde eu pisava.

Porém, algo que não me inspirava confiança se encontrava na minha frente. O rio nascia dentro de uma caverna, escura, escondida pela natureza. Começo a me apavorar, afinal, eu tinha pavor de lugares extremamente fechados.

Fecho meus olhos e ouço o som da corrente de água ao meu lado. Era o que me acalmava. Respiro fundo e bem mais decidida a entrar nesse espaço mínimo. Adentro na caverna, usando o brilho fraco de minha espada de bronze celestial para iluminar o meu caminho. Esperava que apenas a entrada fosse pequena, afinal, se foi construída por alguém, tinha que ter espaço para um humano ali. A não ser que o criador dessa gruta fosse um anão...

Repreendendo a mim mesma por desviar minha atenção do foco, começo a explorar a caverna em busca de pistas que me levassem a alguma conclusão sobre aquela gruta. Será que realmente alguém passou por aqui antes? Se sim, será que ainda mora aqui?

#4

Tânatos

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Deus Menor
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A garota se impressiona com a arvore, mas decide que aquele não é seu objetivo, ela começa a se dirigir para a caverna, com certo receio, afinal ela não sabia quais tipos de perigo a aguardavam lá, mas depois de alguns passos, o chão cede exatamente onde ela pisou em um buraco circular irregular de 1 m de diâmetro, a menina rapidamente se segura na borda para não afundar no chão rumo ao desconhecido, mas ao fazer isso derruba a sua espada que ela percebeu que seu brilho vai descendo até sumir de vista. A campista lamentando a perda de sua arma começa a tentar escalar o que é difícil pelo fato de que aquele parece o teto de uma caverna subterrânea e ela pisou na parte mais fina fazendo com que aquele buraco cedesse, e o problema é que ela não tinha apoio para os seus pés lhe ajudarem na subida e seus braços tremiam com o esforço da menina para não cair no que provavelmente seria uma queda fatal. Mas após algumas tentativas falhas de tentar subir a menina traída por seus braços cai.

A queda demora no mínimo uns 3 minutos na cabeça da menina na verdade durou cerca de 15 segundos por não conseguir ver nada além de nada sua cabeça conseguiu pensar em 5 vidas inteiras antes dela atingir o fundo. Ela sentiu a água inundando seus pulmões, isso não era bom, ela desesperadamente tentava encontrar a superfície, mas ela já não sabia para que lado isso ficava ela esperneava com todas as suas forças até seus pés tocarem algo fixo, ela imaginando que fosse o chão deu um impulso para subir pelo o que ela pressupôs, sua consciência começava a se esvair e sua ultima lembrança antes de apagar foi a de ver o brilho de sua espada enquanto se sentia puxada pelo braço.

Quando ela acordou estava cuspindo mais água do que ela pensou que fosse possível, e a sensação era horrível, seus pulmões ardiam seus pensamentos enevoados e sua cabeça parecia girar. ao olhar para cima ela vê muito ao alto um brilho dourado que provavelmente foi de onde ela caiu, o rosto de um garoto de uns 15 anos de idade iluminado por um brilho fraco aparece na frente da menina, ele tinha uma boa aparência, cabelos pretos curtos pingavam no rosto da menina, mas em seu rosto havia uma expressão que era algo entre surpresa e medo.

- Quem é você? E como veio parar aqui? - O menino perguntou para ela enquanto ele olhava para os lados como se a qualquer momento pudesse aparecer alguém.



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#5

Anne Ridley

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Malditas sejam as horas que eu faltei as aulas de escalada no Acampamento... Pensei em várias coisas enquanto caía. Em como eu havia sobrevivido à queda de um avião, e morreria ali. De repente, um flashback passou pela minha cabeça: Eu criança em Westminster, andando de mãos dadas com minha mãe pelas ruas da Inglaterra e de repente, eu já treinava no Acampamento Meio-Sangue.

O que pareceu uma eternidade, acabou. Sinto minhas costas batendo na água e o desespero começa a bater em mim. Tento desesperadamente subir e me manter viva, mas senti minhas forças indo embora, então eu apenas... aceitei. Fechei meus olhos, esperando me encontrar com minha mãe.

De repente, sinto algo me puxando para cima, mas eu apago. Acordo com um garoto olhando para mim, de forma esquisita. Eu nunca fui a garota popular na escola, então isso era meio desconfortável.

- Quem é você? E como veio parar aqui? - ele me pergunta. Olhava para os lados como se estivesse preocupado de mais alguém aparecer.

- Eu sou... A... Agatha. - respondo. Quando você conhece alguém que mora no subsolo, é bom não ser tão confiante de primeira com essa pessoa... - Eu caí. Espera aí... Quem é VOCÊ? E cadê minha espada!?

Me levanto abruptamente, sem esperar pela resposta do garoto. Eu precisava achar minha espada, ou qualquer coisa que me desse algum tipo de defesa. Começo a procurar pelo local por alguma arma. Tento não deixar de prestar atenção no que o garoto estaria fazendo. Ele, por enquanto, não era confiável em nada.

#6

Tânatos

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Deus Menor
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A menina conforme vai recobrando a consciência racionaliza que não deve simplesmente sair confiando nas pessoas e mente seu nome ao garoto, mas assim que pensa melhor se afasta do garoto se levantando e pegando sua espada que estava ao seu lado (inclusive era o que iluminava o rosto do menino). O garoto a olha com curiosidade, calmamente ele levanta os braços em sinal de rendição e diz:


- E é isso que eu recebo por salvar a sua vida? - ele faz uma pausa com um sorriso sarcástico no rosto - Ou vai me falar que tinha tudo sobre controle?


A campista aproveita para tentar reconhecer o terreno ao seu redor, como esta escuro e as únicas fostes de luz sejam, o buraco por qual ela entrou, que a esta distancia é quase que imperceptível e sua espada, ela não consegue notar nada com sua visão, mas ela consegue ouvir barulhos de pingos caindo na superfície da água que ela supõe que foi onde caiu, provavelmente um rio, e esses sons ecoam, mostrando que o lugar onde eles estão é enorme e oco, suas narinas sentem um cheiro horrível de algo podre mas ela tinha maiores preocupações.


- Você tem certeza de que isso é necessário? - o menino pergunta com uma cara entediada apontando para a espada- Eu sou Adam.


Ele estica a mão para cumprimentar a menina e com as costas da mesma afasta a espada, a menina não sabe se foi impressão, mas ela acha que viu a mão dele tremeluzir por um instante.



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#7

Anne Ridley

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Levanto uma sombrancelha, ainda apontando a espada para o garoto. Ele estava realmente sendo sarcástico? Sério mesmo? Sinto o cheiro de algo podre entrando nas minhas narinas. Penso em algo horrível do que esse cheiro pode ser.

Ele me pergunta se o que eu estava fazendo era necessário e se apresenta, retirando a minha espada do caminho e estendendo a mão para que eu o cumprimentasse, mas eu volto com a espada para o mesmo lugar, ainda apontando para Adam.

- Você sempre se faz de bonzinho para as garotas que caem aqui? - pergunto, ainda apontando a espada para ele. Aquele cheiro podre me preocupava, afinal, poderia ser de gente morta e ver alguém tremeluzindo na sua frente pode significar "perigo".

Se ele tentar se aproximar mais de mim, balanço a espada, indicando que ele deveria ficar um pouco mais afastado. É, eu sou teimosa assim mesmo. Só me salvar não seria o suficiente para me ganhar.

#8

Tânatos

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Adam começa a rir baixo, ele não tenta se aproximar mas então levanta as mãos novamente no mesmo sinal de rendição como se falasse "eu vim em paz" e a encara por algum tempo e depois dando de ombros fala:



- Respondendo a sua pergunta, você foi a primeira pessoa que caiu aqui, pelo menos que eu saiba. Mas aqui não é seguro, venha, vamos sair daqui - dando as costas para a menina ele começa a se afastar, ao perceber que ela continuou parada no mesmo lugar apenas o observando ele se vira para ela com uma cara indignada- Você é surda por acaso? Me siga, a menos que queira ficar do mesmo jeito que eu estou, o que sinceramente não seria mal, estou me sentindo sozinho ultimamente - mas para completar ele abre o seu sorriso torto novamente e diz - se quiser conversamos no caminho, mas eu não sou o seu inimigo - após isso ele se vira de novo e volta a andar assoviando algum tipo de musica que ela nunca tinha ouvido falar antes.



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#9

Anne Ridley

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Eu fui a primeira pessoa a cair aqui? Que conveniente...

O garoto explica a situação para mim e pede que eu o siga. Não confiava nele, mesmo ele dizendo o contrário. Começo a andar atrás dele, a uma distância de 2 metros, apontando a espada para as costas do garoto.

- Guie-me para a saída, e apenas a saída. - digo.

Óbvio que eu fiquei curiosa. Eu queria saber o que diabos ele era e o que era aquele lugar. Ele disse que poderíamos conversar enquanto ele me guiava para a saída, então...

- O que é você e o que é esse lugar? - pergunto diretamente para ele, ainda apontando a espada para as costas dele.

Não sei se era impressão minha, mas achava que ele estava querendo se engraçar para cima de mim. Não daria essa confiança à ele.

#10

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#11

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