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Sobrevivendo em baixo da terra  

por Hiro Toriki em Ter 29 Nov 2016 - 10:59

Hiro Toriki

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Filho(a) de Magia
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Nome da narração: Sobrevivendo em baixo da terra  
Objetivo da narração: Voltar de novo a superfície
Quantidade de desafios: 3
Quantidade de monstros:3
Espécie dos monstros: Homem toupeira, Demônio dos ossos e Rainha das Aranhas

Minha manhã começava como todas as anteriores, eu acordava, tomava meu café guardava minhas coisas para eu poder sair. Recentemente fui a uma missão junto com o meu irmão Vincent e como presente, ele me deu um chicote para mim e devo dizer que fiquei muito animado, nenhum dos meus irmãos deu algo assim para mim e só poderia ficar feliz com essa atitude e graças a essa arma, eu pude ajudar meu irmão também, eu consegui retribuir o seu gesto de bondade, ajudando-o a derrotar o unicórnio corrompido.
Depois da luta, vi algo que talvez meu irmão não tinha percebido, ou se tinha, não deu importância, eu vi que uma pequena sombra corria pelas matas, é claro que eu não iria incomodar ele por causa de uma sombra, então eu simplesmente virei as costas e fui em direção ao acampamento, me deitei em minha cama e fui descansar pela merecida vitória.
No dia seguinte, depois que recebíamos os prêmios e os louros da batalha, decidi em ir para a floresta novamente, aquele ser, aquele que se escondeu nas sombras das árvores, minha curiosidade minha impedia de não ir pra lá.... Era forte demais pra mim.
Quando eu chego na área em que ocorreu a morte do animal corrompido, fez com que o solo mudasse da noite pro dia, pois quando eu estava aqui, lutando contra o ser, a grama era verde, mesmo no escuro podia ver a vida que saia do chão, agora havia um círculo seco, bem aonde ele tinha morrido e sumido, provavelmente foi porque a sua parte corrompida passou e matou aquela área feita.
Quando ficava olhando o círculo e em volta dele, um monstro vinha correndo, um ciclope veio em cima de mim e eu sinceramente não sabia o que fazer, não tinha visto ele e eu poderia morrer e a única coisa poderia fazer era me afastar e tentar me defender contra ele e seja o que os deuses quiserem. Ao andar para trás, tinha chegado dentro do círculo, uma rachadura se abriu em baixo dos meus pés e a única coisa que eu poderia ver, era o braço dele entrando no mesmo buraco que acabara de entrar.
-ACORDA FILHO DOS DEUSES!!- Grita alguém e que em logo em seguida, me é jogado uma pedra mediana, contra minha testa e acordo com a dor do impacto. - Vou fazer questão de te matar.... Cretino.
-O – o quê? –Me pergunto, tentando me levantar e coloco minha mão em minha testa para ver o óbvio, o sangue que ele tinha me tirado. – Eu não sei.... –Me levanto e fico olhando para o escuro que ele se escondia. – Eu não sei quem você é, mas o escuro não vai te ajudar. –Quando eu fui tentar ver ele, o ser que se escondia na sombra aparece me jogando um pó branco em mim e meus se encontravam vermelhos de tão ardidos. -BASTARDO!! –Grito alto.
-Agora... está como eu.... –Fala e em logo em seguida recebo um arranho em meu rosto.
Não sabia o que fazer, estava completamente cego agora eu estava levando socos e arranhões de algum ser humanoide que falava e que me batia muito bem, droga, o que ele quis dizer que eu estava como ele? Eu não entendia nada e a única coisa que eu poderia fazer era correr e que por sorte encontre, quase de raspão, um corredor e com minhas mãos, tocava na parede ao lado e tentava me localizar.
-Vamos, pode correr, seu cretino, vou deixar, vou até dar uma chance pra você, vou contar até trinta para você, depois.... Você é meu!!-Falou ele e eu só podia fazer o que ele falou.
Quanto mais ele contava, mais eu corria, eu estava desnorteado, estava cego e estava perdido, não sabia onde estava e não sabia do motivo de eu estar sendo caçado, a única coisa que eu pensava era que se minha mãe me visse assim, ela me daria uma surra.
No momento em que eu ouvi o som trinta, dou de cara na parede do corredor e com as minhas mãos passando em todo lugar da parede percebo que era o final dele e meu medo cresceu. Não tinha para onde ir e não sabia mais o que fazer...” PORRA O QUE POSSO FAZEER??”
-Pode lutar. -Fala a voz de uma menina que estava em meu lado.
-Quem…. Quem é você?
-Alguém que vai ficar P da vida com você, você está correndo de um inimigo? Não tem vergonha? Seja homem e lute.
-Como? Se eu não posso enxergar. –Falo desanimado e confuso, pois não era para ninguém estar aqui.
-Então não veja, sinta. –Fala ela segurando minha mão e vindo dela, sentia um calor calmo e aconchegante. –Pense no que precisa fazer, filho de Hécate, pois se tudo está escuro.... O jogo está igual…-Falou ela por fim e do mesmo jeito misterioso que veio, ela sumiu, me deixando confuso porem imaginando sobre o que ela quis dizer.
Enquanto mais eu pensava, menos meus olhos incomodavam e mais meu corpo se acalmava, sua mensagem começava a se moldar em minha cabeça, porque no momento em que fui atacado com a poeira branca, ele tinha me dito que as batalhas estavam iguais, logo me fez supor que ele também estava no escuro ou que ele era cego e se ele podia lutar assim, eu também podia.
Em meus últimos momentos de paz com a mente, percebi que meus dons ainda podiam ser usados de formas diferentes, pois em meus pés ainda tinha chão e nele podia sentir o peso e direção das coisas que vinham atrás de mim, com o ar, sentia sua respiração e localização, logo, minha luta não era só com ele e sim comigo mesmo, pois deveria aprender a confiar em meus outros sentidos e instintos, não só a visão.
-Achei você, filho dos deuses... –Falou a criatura, mas desta vez estava calmo e preparado e com minha mão, segurava minha espada à espera do seu movimento e que de fato havia acontecido, ele vinha em minha direção e com o som dos seus passos, desviei pro lado e corto sua barriga. –Como.... Como fez isso?
-Fiz igual a você.... Toupeira…. É isso que você é n é? Uma homem toupeira…. Eu só não entendo o porquê desse ataque… Não te fiz nada.
-Sim você fez, você entrou aqui. –e com seu movimento rápido, ele me arranha novamente, só que desta vez, eu arranho seu braço com a lamina da minha espada.
-Deve tomar cuidado agora, estamos iguais agora nessa batalha.... –Comento e fico atento aos sons que seus movimentos poderiam criar.
Agora ele se mexia com calma e silencio, ele não queria mais me alertar de onde viria seu ataque, já que agora eu poderia retribuir.
Essa brincadeira ficou assim por muito tempo e eu já tinha me acostumado a prestar atenção a minha volta e aos movimentos dele, mas desviando não me daria vitória, com o tempo passando, os ardores dos meus olhos sumiam, provavelmente o efeito do pó dele estava passando e isso era bom, pois agora eu poderia reagir e já sabia como.
Esperei o seu momento de ataque e me defendi com a espada, com a minha mão livre, faço uma lança de fogo, somente com a luz da arma, ele se agoniza de dor, como a toupeira normal, seus olhos eram super. sensíveis a luz e o ambiente da sala brilhou me dando a chance de revidar, aproveito que seu corpo estava encolhido e lanço minha arma invocada contra ele, acertando sua barriga, quando ele grita de dor e se mexe agonizantemente no chão, pulo em cima dele e com minha espada, furo seu peito, finalmente tinha derrotado o monstro que me atacou.
Mesmo terminado, eu sentia uma outra presença, que se escondia na escuridão do subsolo, mas eu não esperei, levantei minha arma e disse.
-Sinto você perto de mim, venha ou parta em paz, pois se me enfrentar, farei coisa pior com que fiz contra ele. -Falo sério e calmamente, pois não queria desavenças.
-Por favor, me deixe ficar, tenho enterrar meu irmão mais velho. –Diz a voz de uma menina.
-Se ele é seu irmão, me diga, por que me atacaram?
-Ele não queria te atacar, mas fomos obrigados, a nossa rainha queria saber se você é forte o suficiente, implorei que ela manda-se outro, mas ela está com a nossa mãe, por favor me deixe enterrar ele.... –Falou a menina ocultada pela escuridão.
-Se me trazer luz e água, eu com muito gosto, deixarei você fazer o que quiser com seu irmão. –Falei e ela rapidamente corre em busca do que pedi.
Tinha passado mais ou menos dez minutos e como pedido, ela havia trazido um pouco de agua e uma tocha que ela deveria ter feito com os galhos/raízes que ela havia encontrado, e com a luz, pude ver como ela era, seu corpo era pequeno e tinha um focinho grande, seu cabelo era preto e sua única roupa, uma camisa rosa que para ela era como se fosse um vestido, definitivamente ela não aparentava ameaça alguma.
-Obrigado. –Falo e por minha vez, me afasto do corpo do irmão dela e me sento segurando a tocha, tomo minha poção energia e logo em seguida, tomava uma de vida.
-Eu sinto muito…. –Mas essa rainha…essa mulher.... Tá fazendo todo o subsolo uma bagunça…. Você precisa nos ajudar. -Fala ela chorando,
-O que ela quer?
-Ela almeja a superfície, quer subir seu reino a superfície e isso seria terrível, ela aterrorizaria tanto seu reino quanto o meu.
-Parece que temos que fazer algo sobre isso. -Falo e ela sorri, concordando com a minha ideia. –E sobre seu irmão.... Sinto muito também…. –Falo com sinceridade, pois a dor de perder a família era pesada demais para alguém perder.
-A culpa não é sua....  A culpa da rainha que mandou ele fazer isso…. Como ela pôde? Sempre fomos leais a ela e ela contava que meu irmão morresse.... Para ver se você era forte ou não…-Falou ela soluçando por um início de choro, que para eu não ver, diz que vai pegar algo para comer.
Depois de algumas horas de descanso, pego minhas armas e vou em direção a saída. A menina que se chamava Zayana tinha me dito que havia mais um monstro que me separava a rainha de mim, algo que ela chamou de demônio dos ossos, pelo o que ela disse, é um ser com altura de um homem adulto, possui uma cauda com uma afiada e poderosa ponta, capaz de furar a pele de um homem e nela, possui um poderoso veneno capaz de envenenar qualquer coisa, ou pessoa.
Caminhávamos entre os tuneis que se estendiam quilômetros à frente e atrás de mim, quanto mais caminhava, mais perdido ficava abaixo do solo a única coisa que eu recebi de instrução da jovem menina era que eu devia continuar em frente, pois só encontraria a rainha muito abaixo da terra, mas antes de ter meu encontro com ela, teria que enfrentar o monstro que a Zayana me avisou.
Ando e chego a uma bifurcação, dois caminhos que provavelmente iam para destinos diferentes, Zayana me direcionou para irmos para a esquerda, pois lá ode se encontrava o caminho que levava a rainha e o demônio que protegeria ele.
A tocha agora era uma forma de me defender, pois meus olhos estavam completamente curados do ardor do pó, e por causa disto, eu podia ver meu caminho sem problema nenhum problema e graças a luta de antes, agora eu tinha pleno controle dos meus instintos de sobrevivência e dos meus sentidos e foi graças a eles que eu previ o ataque d inimigo.
Em nossa direção vinha uma pedra de tamanho médio e que vinha bem em minha direção, abaixando-me junto com a garota, conseguíamos desviar do ataque do monstro e isso deu início a mais uma luta contra outro desafio.
A garotinha esperta, cavava um túnel muito rapidamente para se proteger e eu, pegava minha espada e ficava atento a ele para desviar do ataque dele.
Como havia previsto ele começou atacando, usando sua cauda venenosa contra mim e que eu rapidamente desviei para analisar o rabo dele, percebo que ele possuía sim uma grande força, mas nenhuma flexibilidade, pois o demônio dos ossos não conseguia virar sua cauda contra mim, ao invés disso, a parte do corpo volta e novamente é lançado contra mim, mas desta vez, n era a ponta e sim a parte redonda e lisa que ele tinha atrás do seu ferrão.
No momento que se choca no chão, um buraco era feito por causa do impacto, e com isso aprendi que além de veneno, ele possuía um grande poder de força de impacto.
Vendo que não me acertaria a distância, ele vem em minha direção correndo de forma quadrupede, se agarrando nas paredes. Depois de chegar próximo ele pula em minha direção e eu me abaixo deixando minhas costas livre para um taque da sua cauda, o impacto da sua força quase fratura minhas costas, mas o colete conseguiu absorver o impacto do seu ataque, mas não o suficiente para não me deixar cair.
Deitado, sou surpreendido pelo monstro, pulando em cima de mim e que só era separado pela lamina da minha espada, sua afiada cauda aparece em cima de mim mirando em meu rosto e mexendo minha cabeça pro lado, consigo fazer ele errar o seu movimento.
Com os meus pés, chuto o tronco do ser e faço ele rodar no ar e cair a minha frente, dando tempo de me levantar e preparar meu contra-ataque, quando ele se apoiou com suas mãos no chão eu a chuto fortemente fazendo ele cair de novo e rapidamente, desmembro ela do seu corpo fazendo ele agonizar de dor.
Em seus momentos de gritos, aproveito e crio uma lança Elemental da terra e prendo na sua outra mão, fazendo seus gritos não parar e deixar ele desconcentrado, que em seu momento de desespero, ele usa seu último movimento e tenta usar a cauda que se vai depois de conseguir desviar e cortar ela com minha lamina.
-Sinto muito, mas eu realmente não preciso ter você atrás de mim. –E como golpe de misericórdia, separo o sua cabeça do corpo, fazendo ele desaparecer em cinzas.
-Você conseguiu Filho dos deuses. –Falou a jovem Zayana aparecendo do chão em seu túnel.
-É..... Eu consegui.... –Falo ofegante mais logo me levanto. –Vamos.... Me leve a rainha, vou fazer ela paga pelo o que está fazendo a gente passar. –Digo e ela vai em minha frente, mostrando o caminho.
Mais quilômetros se estendiam a minha frente, Zayana falava histórias do seu povo e como seu irmão era forte, claro que em certos momentos eu ficava meio triste, porque tinha sido eu o assassino da sua carne e sangue, mas Zayana não me culpava por essa tragédia e nem me via como monstro, mas sim o homem que se vingaria da mulher que fez mandar seu irmão a morte.
Chegando em uma caverna muito mais profunda, teias e mais teias eram encontradas em todas as paredes e chão do local, chegava a ser estranho como tanta teia podia ser encontrada neste local, então por segurança, empunho minha espada e fico atento as brechas escuras que a caverna possuía.
-Ora ora ora…. Tenho visitas…. –Fala a voz de uma mulher e do nada, várias tochas se acendiam no local.
A caverna tinha uma luz diferente, as teias agora faziam um contraste com as sedas e tecidos que ficavam presos no teto, a mulher se sentava em algo atrás que não sabia identificar, parecia uma pedra mais escura, mas a textura não era disto e a mulher que se intitulava rainha, estava praticamente nua, somente as joias que ela usava cobria seu corpo.
-Eu quero saber o motivo da minha presença aqui, rainha.... –Falo calmamente enquanto que dou o sinal para a menininha toupeira fugir.
-Você possui magia em seu corpo.... Não possui?
-Se pergunta se eu sou filho de Hécate, sim eu sou. Mas por que quer saber disto?
-Tenho algo para você…. –Fala ela e atrás da sua misteriosa “cadeira” ela tira um cajado escuro como a noite e que mesmo n tocando nele, sentia que ele estava sendo usado como catalizador. –Um outro filho da sua mesma mãe fez algo contra mim usando esse cajado. –Ela lança ele para mim e me olha séria. –Desfaça, agora.
-Para meu encargo de saber mesmo... O que ele fez?
-Ele me tirou o melhor do destino de uma rainha... De ter um sucessor... –Então, ela se levanta e percebo que a “pedra” na verdade era outra parte do seu corpo, tendo pernas de aranhas e onde ela sentava, havia uma caverna com dezenas e dezenas de ovos, todos esperando para serem chocados.
-O....o que quer que eu faça? –Pergunto ainda sem entender da situação.
-Ele veio e usou o poder de seu sangue para gelar o ar de tal forma, que fez meus ovos não chocarem e para não desfazer a maldição que ele mesmo lançou, abdicou da própria vida.
Uma pessoa normal geralmente se comoveria com a situação, mas saia que havia me escondido alguma coisa, mas é claro que eu sabia, pois se ela queria um único herdeiro, por que ter essas dezenas de filhotes, estava mais parecido com um exército parado do que filhotes injustamente enfeitiçados.
-E o que eu ganho com isso? –Pergunto e ela vai pro teto e logo em seguida põem sua palma da mão nele, criando um buraco nele, e lá se emana a luz da noite, será mesmo a saída de lá?
-Te dou o caminho de casa.... Agora faça.
Agora neste exato momento penso, se a jovem menina falava a verdade, condenaria um mundo inteiro com isso, claro que poderíamos lutar, mas mortes iriam acontecer e isso não podia deixar, então decido o que seria certo a fazer, derrotar a rainha e garantir que aqueles ovos não choquem, dou uma desculpa qualquer e tomo uma poção para recuperar minha energia e quando estou pronto, começo a aquecer o ar do local.... Até demais.
De início ela não tinha percebido nada, mas do nada um dos ovos dela explode de tão intenso está o calor para os ovos.
-Espera, o que está acontecendo? -Pergunta ela nervosa, pois mais 3 explodiram um atrás do outro.
-estou fazendo o que é certo, parando você, falo e uso o cajado para maximizar meu ataque, criando uma lança Elemental da terra e jogando contra sua barriga.
-Ahhhh.... –Grita ela de dor. –Vai pagar por isso!!! –Falou nervosa e me joga para longe usando suas patas.
Ela vinha subindo pelas paredes para minha direção, ela queria me derrubar logo para salvar o restante dos seus filhos, mas não podia cair, ou grande parte do mundo também iriam cair, então quando ela pula, eu me abaixo e logo em seguida uso o chicote junto com a telecinese e o focus ar, dando maior impacto contra seu ombro.
Ouvi o som do osso estalar e com certeza ela sentiu, mas não se deixou abalar, em sua boca saiu um enxame de aranhas indo em minha direção, distraído ela havia me capturado em suas mãos.
-Desfaça.... Ou eu te esmago igual a um inseto. -Ameaçou.
Como estava preso, solto meu chicote pro chão e pego minha espada, e logo em seguida, faço minha lamina furar o ombro que estava próximo de mim, fazendo ela me soltar.
-Desista, eu não vou deixar você sair viva com esses ovos.... –Falo isso e ela vem estado de fúria para cima de mim.
Em meio da batalha, aconteceu algo intrigante, pois quando lutava com ela, o chão em que estava, cedeu por causa do seu peso, mas como? Mas eu não pesei muito, aproveitei a brecha e finquei minha espada em seu peito.
-Você perdeu. –Falo calmo, mas ela sorri para mim.
-Não... Eu venci... –Quando ela deu seu último sussurro eu olho pra trás e vejo que meu calor não foi o suficiente pois só metade havia morrido, a outra tinha saído dos ovos e estavam indo em direção a saída.
Peguei todas as minhas coisas e corri para saída, mas não tinha como eu ganhar de aranhas em uma escalada, estava apavorado, pois pensei seriamente que eu deixei esses monstrinhos invadir a superfície da terra, corro e corro e depois escalo a parede primeiro, mas eles estavam quase chegando perto de mim quando eu vi um desabamento no solo de novo e percebi que Zayana não tinha fugido, mas sim tinha ficado em baixo da terra para me dar suporte
-Zayana vem!! –Grito no lado de fora, mas ela com um sorriso me ignora. -ZAYANA PELOS DEUSES VENHA LOGO.
-Sinto muito, mas se eu for..... -Fala ela calma tirando uma pedra da parede do solo fazendo toda caverna se desequilibrar e o portal a fechar. - Eles irão para o seu lado mundo… Não posso deixar.
-Venha logo!!
-Tchau.... Tenha uma boa vida.... Ela sorri e cava o túnel na parede, fazendo tudo desabar e sumir na terra e areia.
Tinha perdido uma amiga.... Pois ela decidiu que seria melhor e sacrificar do que dar o risco de deixar os filhotes da rainha sair e foi aí que eu aprendi algo importante, que eu sou um filho de um deus, eu sou aquele está responsável de salvar vidas como a dela e não ao contrário, então se eu quisesse cumprir com isso.... Eu deveria me tornar mais forte para assim nunca mais morrer por mim. Então machucado, volto para o meu acampamento e decido por mim focar muito mais em meus treinos.

cajado que gostaria de levar :

#1

Re: Sobrevivendo em baixo da terra  

por Poseidon em Ter 29 Nov 2016 - 16:52

Poseidon

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|500 exp
200 dracmas.|

Gostei da OP, uns erros de concordância aqui e uns buracos na história ali, mas no geral, ficou boa.
PS: O cajado ficou para trás no desabamento.

#2

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