Herois do Olimpo RPG

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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

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Caminhada no parque - Elie Van Let

por Febo em Sex 9 Dez 2016 - 10:18

Febo

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Elie foi chamada na Principia, aparentemente algo estava acontecendo em Ohio, para ser mais exato na cidade de Athens, diversos mortais estavam sumindo sem razão aparente, desconfiados de que fosse algo com o qual os mortais não pudessem lidar, por isso a neta de Plutão foi incumbida da missão de verificar o que estava acontecendo.


Foi mal esse começo pobre, mas eu não sei muito bem como as coisas acontecem no Camp Jupiter então... Enfim, não esqueça dos equipamentos, caso queira chamar mais alguém esse é o momento e boa sorte

#1

Ὧ Elie Van Let

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Filho(a) de Magia
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Eu não estava ansiosa para viajar. Não estava ansiosa para atravessar metade de um continente para investigar sumiços de mortais idiotas - o que era preocupante, levando em conta meu nível comum de curiosidade. Mas Roma acabava de sair de uma eleição de dois pretores. Eu odiava política. Adorava as oportunidades que ela abria, mas odiava ela em si.

E estava odiando ter sido eleita centuriã. Primeira coorte... Não era má, mas até então só tinha assinado papeis e ouvido reclamações. Talvez uma viagem não fosse tão ruim, no fim.

Mas eu não estava afim de andar, nem pegar ônibus, nem iludir mortais. Não sozinha.

Tomei um bom banho, arrumei meus pertences e saí do chalé. Todos os vidrinhos estavam devidamente organizados em minha bolsa, o que me deixava extremamente feliz.

Saí do alojamento e caminhei por nova roma, olhando para os tetos, árvores e estátuas no caminho. Buscava por eles. Os Corvos. Aquelas aves negras nojentinhas que se alimentavam de qualquer coisa que o mundo lhes servisse. Ao encontrar uma, encaro-a por um tempo, até que reconheça quem eu sou, e ergo meu dedo, chamando-a.

-- Traga-me Hegulos Crouch -- Digo a ele, acariciando seu papo -- Aquele com muitas asas.

Então solto-o na direção do topo da colina, onde o portal mágico nos unia ao acampamento grego. E sento-me em algum banquinho e aguardo o cair da noite e a vinda de meu companheiro de viagem. Ou não. Nunca se sabe. Hegulos tinha corvos espalhados por todo o acampamento. Não só o dele, como o nosso também. ele saberia que eu estava atrás dele, mas se viria ou não, é outro caso [me dá ele tiw porfa vô ]

Servos da Morte: Os corvos são reconhecidos como um símbolo animal de Plutão, e reconhecem os filhos deste deus como seus senhores. Esses animais ajudarão o filho de Plutão sempre que possível.

Equipamento levado:

> Equipamento:

- Chicote-Lança "Porraloca" [Bronze Celestial]
[*]
- Chakram [x2] ►
- Varinha da Lua Nova [š]
- Adaga de Runas [1]
- Dragão Negro “Foice de Estígio” [2]
- Jaleco [Bronze Celestial][Feminino][Revestido de Cobre e Couro de Telquine][Transmutação - Jaqueta de couro negro][|3|]
__________________
> Acessórios:

- Isqueiro Zippo [Tunado][Bronze Celestial][>
- Repelente para Monstros[4] (x2)
- Bracelete da Vassoura Mágica**
__________________
> Ingredientes e Ferramentas de Alquimia

--- Kit de Alquimia

|- Caldeirão Pequeno [2l][Bronze Celestial][Transmutação: Chaveiro de Caldeirão]
|- Colher de Bronze Celestial
|- Adaga Curta [Aço Inox]
|- Tubo de Ensaio [x3]
-----------------------------
- Frasco de Poção [Médio][x2]
- Seringas Injetáveis [x8][10ml]
- Pó de Bronze Celestial [0,5kg]
- Frasco com Ovas de Sapo [x10]

_________________________
Poções, Drogas, Remédios, etc.

- Seringas Injetáveis [Neurotoxina "a.1"][x18][10ml][a.1][***]
- Seringas Injetáveis [Droga Sonífera][x15][10ml][Zzz]
- Cantil de Cura [Mítico][4 goles][25HP/Gole]
- Cantil de Energia [Mítico][4 goles][25MP/Gole]

#2

Re: Caminhada no parque - Elie Van Let

por Febo em Sab 10 Dez 2016 - 14:22

Febo

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Elie havia se arrumado e conversa com os corvos para que estes chamem Hegulos, e aguarda pacientemente pela chegada do filho de Hades. O tempo passa, o céu escurece, conforme as horas se passam vai ficando tarde e a garota fica entediada e começa a fazer planos secundários, pois aparenta que o grego não vai dar as caras. Quando finalmente a centuriã se levanta desistindo, ela vê o garoto surgindo das sombras perto de dela.

O guarda explica que demorou pois tem uma crise no acampamento grego, algo sobre campistas estarem sumindo e novatos tentando ajudar violando o toque de recolher. Após a neta de Plutão explicar o que ela precisava, Hegulos fala que até dá uma carona pra ela, mas que precisa voltar para o acampamento logo. O garoto segura na mão de Elie e ambos se dissolvem em sombras.

Após algum tempo ambos se encontram em Athens, Ohio, o filho de Hades parece estar cansado, viagem pelas sombras é desgastante e se usada em excesso pode ser perigosa, o garoto bebe uma poção e após se despedir desaparece para voltar para seu acampamento.

A garota se encontra em um estacionamento de um McDonald's, ela está na cidade certa, mas não sabe aonde exatamente está ou mesmo onde fica seu destino, apenas que mortais estão sumindo em uma quantidade grande o suficiente para chamar a atenção do senado.

#3

Ὧ Elie Van Let

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Agradeço a Hegulos com um beijinho na bochecha. Eu sabia que ele odiava aquilo, o que só melhorava meu humor.

Alongo os membros depois da viagem nas sombras, e então olho ao meu redor. Hmm... Eu tinha comido antes de sair de casa? Não. E aquela espera pela boa vontade do Heg aparecer tinha sido longa. Dou de ombros e caminho na direção do Mc, mas antes olho ao redor no chão, mesas ou lixeiras em busca de uma nota fiscal ou algum guardanapo, e levo-o comigo até o caixa.

Lá, eu peço por um McLanche Feliz, pra poder ganhar o brinde. Então entrego o papel que eu havia pego anteriormente. A atendente esperava receber uma nota de algum valor. Entrego-lhe então o que ela acreditaria ser uma nota de... vinte. Vinte dólares. Novinhos em folha, fabricados com um pouco de Controle da Névoa.

Assim, recolho meu troco e pego meu lanche para viagem, e vou comendo-o enquanto caminho pela cidade, sugando meu suco de uva pelo canudinho enquanto mastigava as batatas borrachudas.

Caminho pelas ruas enquanto encaro as pessoas e os becos. Precisava saber onde estava, que tipo de pessoas viviam ali e, especialmente, que tipo de não-pessoas viviam ali. Permaneço sempre atenta, para o caso de Detectar alguma aura mágica ao meu redor, pertencente a algum ser místico ou objeto. Caso eu encontre alguma lojinha, eu entro nela, animada, e pergunto a algum atendente onde eu poderia encontrar uma delegacia pelas proximidades.

Enquanto caminho eu vou concentrando-me em enxergar através da névoa, para ser capaz de ver algum sinal de monstros disfarçados ou entradas ocultas pela cidade.

Detectar Magia [Inicial]: O filho de Magia consegue detectar auras mágicas fortes em um raio de cinquenta metros (Auras mágicas são referente a quantidade de magia envolvida no monstro ou artefato). (RECONHECIMENTO ACIMA DE 50 WIS)

Regeneração de Luna I: Quando o filho de Magia está sob a luz da Lua Nova ele regenera 15 pontos de energia por rodada e 15 pontos de vida -CASO seja lua nova, claro.

Controle da Névoa [Inicial]: Magia é não apenas a deusa da Magia, mas também aquela que coordena e mantém em dia as contas da Névoa. Seus filhos possuem, então, uma afinidade incomum com este véu mágico, podendo manipulá-los ao seu bel prazer. Neste nível são capazes de mudar a sua aparência e de pequenos objetos aos olhos de mortais e/ou semideuses menos atentos, ou estonteá-los por alguns instantes.

Regeneração gradual de Energia: Mesmo sem a interferência da luz da lua nova, os filhos de Magia conseguem recuperar suas energias mais rapidamente. Recebem 5 de Energia por rodada.

Imunidade do Aprendiz: Seu corpo treinado e trabalhado em magia dá aos filhos de Magia maior resistência contra ataques mágicos. (+10 CON CONTRA ATAQUES MÁGICOS)

Alento da Encruzilhada: Sendo filho da deusa das encruzilhadas e dos caminhos, os filhos de Magia terão sempre uma melhor noção de qual caminho tomar em situações de difíceis escolhas.(+ 13 INT)

#4

Re: Caminhada no parque - Elie Van Let

por Febo em Seg 12 Dez 2016 - 12:35

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Elie, paga seu McLanche Feliz (que veio com um brinquedo do My Little Pony) e sai com uns trocados no bolso, mais tarde alguém perceberia que tinha um guardanapo usado guardado na caixa registradora por algum motivo.

A garota anda pelas ruas olhando através da névoa para encontrar algum monstro, a noite estava fria e a rua deserta fora por uma ou outra pessoa ou carro passava a distancia, Elie podia ver as luzes acesas nas casas e movimentação dentro das mesmas, era um bairro para a classe média pra alta, por isso ela conseguia ver diversos carros caros parados na frente das casas, sem contar as próprias construções que eram muito bonitas.

A menina havia terminado seu lanche e estava brincando com seu cavalinho lilás quando um jornal é arrastado pelo vento até seus pés onde um aviso gigantesco de aviso podia ser visto, curiosa a garota pega o jornal e começa a ler, aparentemente a prefeitura havia dado um toque de recolher para a cidade até que eles descobrissem o motivo dos desaparecimentos repentinos, explicando o porque de não ter ninguém na rua, eles estavam prezando por sua segurança.

A garota estava tão entretida com o jornal que só percebe quando é tarde demais quando dois vultos saem rapidamente de um beco escuro e a cercam, são duas caras de aparência de uns 19 anos com olhos vermelhos sendo que um ficava fungando a cada dois segundos, claramente drogado. Eles a acompanham por alguns passos.

– Boa noite mocinha, não acha que é um pouco tarde pra estar andando sozinha pela rua não? - disse o que fungava enquanto um sorriso malicioso crescia em seu rosto.

– Essas ruas são perigosas, deixa que nós te acompanhamos criança - disse o outro lançando um olhar significativo pro seu companheiro.

#5

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À medida que lia o jornal eu entendia a pouca movimentação das ruas. Então, foi o meio que os pobres mortais encontraram para tentar proteger seu rebanho. Mas aquilo não seria suficiente; não se forças místicas estivessem envolvidas.

Enquanto caminhava, distraída e feliz com meu pônei, o qual nomeio Rafael, percebi estar cercada por dois garotos. Paro de andar e olho-os com interesse. Pupilas dilatadas, ritmo cardíaco e motor acelerado, temperatura corporal alta, olhos injetados e vermelhos, narizes em péssimo estado. Dra. Elie diagnostica um caso de zé droguinhas. Ouço suas palavra de olhos bem abertos.

-- Oh! Vocês parecem perigosos -- Digo -- Eu gosto disso.

Dou um sorriso malicioso. Ah, mortais são engraçados. Dê-lhes drogas, uma faca e uma pistola, e se acham poderosos. Os donos da noite, dos becos, das ruas e de todos que cruzem seu território. Inocentes. São como cães mijando nas esquinas.

-- Ainda mais com os tais sumiços que andam acontecendo. Para onde vai me levar, garotão? Para um lugar seguro? Eu espero que não.

Passo um dedo pelo queixo do garoto drogado. Dobro e torço a névoa ao nosso redor. Eu quero que me vejam bela. Eu já sou, claro. A mais bela das belas. Mas queria que vissem charme. Eles veriam, eles queriam ver. Uma vítima indefesa. Então, que tal uma vítima indefesa e bela? Queria que ficassem confiantes. Desejo.

Assim, eu apenas aguardo enquanto a magia faz seu efeito, dobrando os mortais. Eles sempre foram frágeis quando se trata da névoa, então decido abusar disso o quanto puder. Porém, fico atenta. Nunca se entende a cabeça de um louco - eu que o diga - e não sabia se o efeito das drogas distorceria de alguma forma o efeito da névoa. De qualquer forma, em caso de perigo eu imediatamente transformo minha jaqueta em meu elegante jaleco de bronze celestial, protegendo-me de ameaças como facas, seringas, balas ou porretadas - ao menos um pouco - e contra-ataco com uma vibração na névoa, estonteando os mortais para paralisá-los tempo suficiente para pensar em algo não-fatal para fazer com eles.

#6

Re: Caminhada no parque - Elie Van Let

por Febo em Qua 14 Dez 2016 - 14:23

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A menina decide brincar um pouco com os mortais, os provocando, fazendo com ambos a vissem muito atraente, embora ainda inofensiva e indefesa, ela percebe os olhos de ambos brilharem, era exatamente isso que eles queriam ver e eles caem no truque da garota como ratos caem em uma ratoeira, mau sabiam eles que eles não eram os predadores como fizeram diversas outras vezes.

– Lugar perigoso lógico que não - disse o ficava fungando, ele era um mais baixo e parrudo que o outro que era alto e um pouco mais alto e magro.

– Perigoso, mas é claro que é - disso o outro ao mesmo tempo que o seu companheiro, ambos se dão um olhar como que pra entrarem em um consenso na suas versões da história, até que o mais alto continuou - quero dizer, é perigoso o lugar, mas nós estaremos com você, não deixaremos que nada de mau te aconteça, a menos que você queira - essa ultima parte ele falou com um sorriso malicioso crescendo em seus lábios.

– Sim, exatamente isso - disse o outro pulando de alegria - você que manda gatinha, mas por aqui é bem mais rápido - ele disse apontando pro beco pelo qual eles haviam saído.

#7

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Sorrio com malicia enquanto eles abanam seus rabinhos. Filhos de Vênus? Amadores...

-- Então, por que esperar? -- Digo, entrelaçando meus braços nos deles e virando-nos para o interior do beco.

Sigo, feliz, junto a eles. Tolinhos. Exploro o interior do beco, enxergando através das sombras como se não existissem. Sentindo os prédios nos engolindo no escuro. Olho em cada canto em busca de pessoas ou qualquer outro sinal de perigo. Tento sentir alguma presença mágica ali, inclusive algum vestígio nos dois ao meu lado, agora que estava mais próxima.

Meu plano inicial era ir até a delegacia mais próxima e conseguir as fichas dos desaparecidos. Tentaria enxergar algum padrão nos desaparecimentos para tentar identificar o culpado a partir disso. Mas quem sabe o que aqueles dois poderiam me mostrar, não é mesmo? Quem sabe o que o submundo que eles me levariam podia me mostrar. Talvez estivessem até envolvidos. Quantos sindicatos do crime não são gerenciados por forças místicas, em meio ao caótico mundo mortal? Talvez muitos, imagino...

Eu sabia que, no fim, o resultado seria sempre uma surpresa, então paro de fazer especulações. Concentro-me apenas em seguir pelo corredor atenta a qualquer perigo, para defender-me como já dito antes.

-- Então. Como vocês se chamam?

#8

Re: Caminhada no parque - Elie Van Let

por Febo em Qui 15 Dez 2016 - 9:27

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Quando a garota aceita os dois sorriem, eles aparentam ter gostado da decisão da garota, todos seguem juntos em direção ao beco escuro, todos aparentam estar animados, quase como se fossem Dorothy e seus companheiros seguindo pela estrada de tijolos amarelos, mas em uma versão bem mais sombria.

Elie não sente nenhum resquício de presença mágica nos dois e nem vê nada do beco, não havia nada no beco que não fosse as escadas de incêndio, caçambas de lixo, portas e janelas com caras de abandonadas e uns ratos que passavam de um lado para outro de tempos em tempos, nem mesmo saída o beco tinha. Ao ouvir a pergunta da garota o mais baixo coloca um dedo no queixo por uns dois segundos, como se estivesse pensando.

– Eu sou o Phil e ele é o... Mike - ele disse - e você gatinha como se chama?

Ele diz isso desentrelaçando o braço e o passando pela cintura da garota, quando o grupo se aproxima da parede que é o fim do beco, o baixinho fungador se aproxima do ouvido dela e sussurra.

– Que tal se antes de irmos para algum lugar, nós nos divertíssemos aqui mesmo um pouco?

A garota ouve o barulho de um ziper e tem a impressão de que é a calça do outro garoto.

#9

Ὧ Elie Van Let

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Contenho o riso a muito custo enquanto escorrego uma seringa para fora da bolsa e encosto-a no humano. Sua ponta de bronze celestial atravessaria o corpo do garoto como uma ilusão, mas... Uso minha Telecinese para acionar o mecanismo da seringa, injetando 10ml de meu precioso sonífero e alucinógeno no mortal. Esperava que ele não entrasse em coma. Afinal,a dose era adaptada para monstros e semideuses, cujo organismo era, comumente, mais resistente. Torço a névoa diante de seus olhos, deixando-o tonto por alguns momentos enquanto a toxina faz efeito, e empurro-o também, chutando suas pernas para que caia.

Enquanto isso, deslizo a mão levemente no peito do segundo garoto, o que abria a barguilha. Sorrindo, empurro-o com toda a minha força, usando minha Telecinese para ajudar-me a jogá-lo contra a parede com violência.

-- Então -- digo, aproximando-me dele -- você gosta de um pouco de violência, garotão?

Puxo meu chicote do cinto e balanço-o com força, estalando-o contra o chão. O brilho do bronze permitiria que ele me visse melhor no escuro. Que visse minha expressão coberta de felicidade. De maldade.

-- Porque eu sim. Fique quietinho se não quiser se machucar, sim?

Caso ele tente avançar contra mim em qualquer momento eu prontamente salto para o lado, usando a Telecinese para empurrar um dos seus pés na direção do outro, passando uma rasteira mental nele para tentar levá-lo ao chão. A todo momento eu me concentraria em usar a névoa ao meu favor, fazendo-o ver o escuro mais escuro, e amim,tão amedrontadora quanto possível. É o que eu queria. É o que a situação exigia. Ele era o caçador e, de repente, se tornava a caça.

-- Diga-me -- Falo, quando a situação estiver sob controle -- O que você sabe sobre os recentes desaparecimentos na cidade?

A todo momento permaneço atenta para pular para os lados ou recuar no escuro, usando minha visão noturna para me favorecer enquanto confundo-o com a névoa.
-------------------------------
interrompendo o post, alguém apagou todos os itens importantes de minha ficha ao atualizar os presentes de natal.Estou abandonando a conta . vlw

#10

Re: Caminhada no parque - Elie Van Let

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