Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

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Ares

Ares
Deus Olimpiano
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Anne


O avião segue no ar. Martin puxa duas lanterninhas e entrega uma para Anne. Então, ilumina o local. Havia uma pequena passagem que dava pra cabine do piloto, uma mini portinhola e, do lado, um pequeno espaço para um banheiro. (Ficava abaixo de onde os dois estavam, ou seja, o chão onde Anne e Martin pisavam era o "teto" da cabine e do banheiro"

- Tá afim de zoar um pouco com o piloto? Dá uma sabotada no banheiro deles ali. - diz Martin. Ele entrega para Anne uma chave de fenda e ilumina a parte onde estaria o banheiro. Lá tinha alguns encanamentos por onde passava a água da descarga.

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Brynhildr

O garoto se espanta com a reação de Bryn, mas logo sua expressão suaviza. Ele observa a garota se deseperar no meio do corredor e o xingar, então diz:

- Stel... É você de verdade? Percebi algo de estranho em você. Me diz: Qual é o meu nome?

Bryn se vira para o garoto com uma expressão confusa e enraivecida. Ela sabia que na memória de Stella estava o nome daquele garoto, mas tudo estava tão nebuloso e confuso que as lembranças se misturavam.

Ao ver a expressão de Bryn, o garoto abaixa a cabeça e suspira.

- Era o que eu imaginava... - diz ele. - Bom, já não te conheço mais. Saia do orfanato e vá descobrir a si mesma lá fora. Eu seguro as freiras.

O som de passos começava a ser ouvido subindo as escadas, logo atrás do garoto. As outras escadas estavam livres de sons, o que significava que ninguém vinha dali. Bryn começa a correr em direção à saída e se depara com uma porta enorme que separava a garota da liberdade. Ela usa uma das chaves para destrancá-la e sai em direção às ruas.

Foi complicado para o cérebro da ex-valquíria processar o que via. Ela estava no meio do nada naquele momento, de costas para a porta fechada do orfanato, de frente para uma estrada pavimentada e já era de manhã. O tempo que ela passara naquele quarto fora muito maior do que ela havia imaginado.

Alguns veículos passavam de vez em quando: carros, caminhões, motocicletas... Bryn apenas reconheceu por conta das memórias de Stella que identificavam aquilo como veículos de transporte. Um pouco mais ao longe (uns 5 minutos de caminhada), Brynhildr avista algo que ela reconhece como um posto de gasolina com uma lojinha e uma lanchonete. A barriga da garota ronca, pedindo por comida, e instintivamente, ela começa a sua caminhada até lá.

Bryn começou a andar pelo meio da rua, então vez ou outra quando passava algum carro, ela recebia uma buzinada de aviso e um grito de "Sai do meio da rua, guria!" Ela não deu muitos ouvidos para as reclamações, até que um carro em específico freiou para não atropelá-la e o motorista sai e começa a gritar com Bryn:

- O que você tá fazendo no meio da rua, garota? Não tá vendo que isso aqui é uma estrada? É cega por acaso?

Seus instintos de Valquíria a fazem se virar para encarar o homem. Ele tinha mais ou menos 1,80m de altura, era bem musculoso e possuía várias tatuagens em volta do corpo. Sua expressão era de raiva e ele começa a se aproximar de Bryn, se preparando para jogá-la para o lado, para a "calçada".

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Alexander e Nicolas


Ambos combinam suas ideias enquanto Argos decide ir no banheiro e Nicolas decide esperar pelo coordenador do Acampamento, ou seja, ficaria QUARENTA MINUTOS plantado naquele lugar, segurando um escudo.

Alexander não achou uma boa ideia esperar pelo Einstein e por Argos, então, entra na lanchonete sozinho. Uma garçonete chega próximo do garoto e aponta uma mesa livre, bem no canto, perto da quentura do vidro. O semideus se senta ali e a garçonete pergunta:

- O que deseja, senhor?

Ela entrega para ele um cardápio mostrando o preço de alguns lanches. Havia um hamburger enorme por $9,99 e outro por $4,99, porém menor. A água custava $3,99 e a água com gás custava $4,99. Refrigerantes em lata custavam $6,99. Alexander apenas possuía $10,00 para comprar tudo aquilo, já que os outros dez dólares estavam com Nicolas, que ficou do lado de fora da lanchonete.

Enquanto isso, o Einstein ficou no calor, observando tudo que estava ao redor, esperando por Argos que ainda demoraria 35 minutos para voltar. Ele olha mais à frente e observa uma garota, perambulando no meio da estrada, vindo em direção ao posto de gasolina. Alguns carros buzinavam para ela, avisando para que ela saísse do meio da rua, com o perigo de ser atropelada, mas ela não aparentava dar ouvidos, até que um carro em específico parou atrás dela e seu motorista saiu. Ele estava bem alterado e gritou alguma coisa com a garota. Ela se vira e encara o homem, que começou a andar na direção dela.

Nicolas estava a 25 metros daquela briga e deveria escolher apartá-la ou não.

#11
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A maioria das vezes eu era um poço de chatice, uma enorme garota rude e insensível. Eu não podia mudar aquilo, minha mãe dizia que eu sempre fui rude, desde que comecei a falar, mas hoje não, hoje foi o primeiro dia que não fui grossa nem mandona, se eu sei explicar porque ? Não, eu não sei... Eu apenas acordei com uma grande intuição de que minha vida ia mudar completamente, e está mudando. Por mais que não quisesse, Martin era a pessoa a quem mais eu era rudez e sarcástica, mas nenhum xingamento direcionado a ele saiu de minha boca hoje, até ele perguntar me fazer a seguinte pergunta :

- Tá afim de zoar um pouco com o piloto? Dá uma sabotada no banheiro deles ali.

- Você deve estar louco, seu pateta arrogante Decep Guy
- Ele ficou me observando por volta de 20 segundos com uma cara de deboche, sem falar absolutamente nada, talvez ele estivesse no pensamento que eu não faria pois teria medo que fôssemos descobertos... Então eu teria que fazer, não tenho medo mais de nada depois que meus pais foram mortos por aqueles lacaios de Grass, mas tem um lado bom nisso, eu me tornei a pessoa que sou hoje graças a o governo, eu luto pelos meus ideais e sempre lutarei...

- Me dá isso ! - Arranco o objeto da mão dele... Não pergunto o que era pra fazer ali, apesar de não saber... Tiro os parafusos do encanamento, e quebro uma parte dele, fazendo com que a agua transborde dentro do banheiro da cabine....

#12
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Eu me senti mal com a despedida. Quer dizer...O corpo em si se sentiu mal com a despedida. Não sabia o que o garoto era para Stella. A única coisa da qual eu tinha certeza era: AQUELA VACA NÃO MERECIA VALHALLA SE PRECISAVA DE HOMEM OARA SE SENTIR FELIZ!

Talvez Odin tivesse razão em me castigar. Aquela patricinha não merecia a glória eterna de aguardar o Ragnarok batalhando para sempre no campo dos heróis. Eu tinha MESMO cometido um erro, mas porque ao invés de demitir uma Valkíria tão importante como eu, ele simplesmente não mandou a essência da infeliz para o Nifelhein e encerrava o assunto?

— Tanto faz. — Bufei, enquanto rumava pelas escadas, dando as costas para o garoto.

Desci as escadas sem maiores dificuldades e atravessei a porta após abrí-la com as chaves, tomando o cuidado de trancá-las às minhas costas. Dei de cara com uma imensidão no meio do nada. Monstros estranhos cruzavam uma estrada preta de um lado para o outro.

Demorei um pouco para conseguir pescar alguma coisa na mente daquele corpo esquisito, mas rumei para o que acho que era um posto de reabastecimento, ao menos era como a mente o identificava. Cruzei a estrada preta ignorando os monstros andantes que buzinavam e me xingavam. Óbvio que eu os respondi.

Estava perto do meu "objetivo" quando um dos monstros freou bem em cima de mim, levantando um cheiro estranho de couro queimado. Um brutamontes que se parecia muito com os antigos berserkers saiu do carro bufando e me xingando. O corpo de Stella se contraiu, querendo diminuir-se, mas nenhum homem faria uma Valkíria de Odin recuar de medo.

Esperei o momento certo e, quando visse uma abertura e ele estivesse próximo o suficiente, daria um belo de um chute no saco. O rostinho boni de Stella devia ser o suficiente para não dar tempo de reação ao brutamontes.

Se ele caísse no golpe, eu simplesmente daria uma joelhada no nariz dele, puxando o rosto de encontro ao meu joelho.

— Nunca mais grite comigo, seu catarro de troll! — Cuspiria, enquanto dava as costas e me apressava para o posto de gasolina.

Porque? Eu estava com fome, claro...

#13
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É acho que me esqueci de entregar o dinheiro para meu amigo, isso não mudaria nada, pois eu tinha que resolver uma briga, mais, sei que poderia ser uma armadilha de um monstro então vou correndo para a lanchonete avisar meu amigo sobre a briga e antes que eu me esqueça de novo, entrego a ele meus 10 doláres, ele saberia investir melhor do que eu naquilo ali.

Avisaria o mesmo e após fazer isso me manteria atento para seguir o meu amigo, caso algo me impeça de avisa-lo dou um grito para ele vir e tento me defender com meu escudo e contra-atacar com minha espada, que creio eu que seria a melhor forma de defesa para monstros desconhecidos, caso eu perceba que ele tenha um poder destrutivo maior do que o normal, tentaria evitar defesas e usaria minhas habilidades para tentar me esquivar, com rolamentos e essas coisas e contra-atacar, mas sempre tentarei avisar meu amigo antes de tudo, ou até no meio da briga, mais sem preder o foco é claro.

#14

Ares

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#15

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#16

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