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[One-Post Livre] May Snow - Crônicas

por May Snow em Dom 2 Jul 2017 - 0:16

May Snow

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Filho(a) de Quione
Filho(a) de Quione
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Nome da Narração: As Crônicas de Snow 2
Objetivo da narração: Fugir da armadilha dos campistas.
Quantidade de desafios: [Desafio no meio da narração (6)]
Quantidade de monstros: 3
Espécie dos monstros: [Globins]

Os dias tinham se tornado cansativos para mim, aprender a manusear uma espada e prestar atenção nos detalhes não eram tão simples, mas também não era uma coisa que parecia estranha para mim. Descobri que a espada era a extensão do meu próprio braço, eu só tinha que deixar meu corpo mais ágil para esses combates, a luta com o centauro mostrou que ainda era muito fraca para enfrentar algo sozinho, embora eu tenha vencido, fiquei um pouco debilitada demais. E isso não podia acontecer sempre.

Naquela semana tivemos um caça a bandeira, mas depois que meu time venceu, os perdedores ficaram chateados com o método que os filhos de Atena bolaram, mesmo que tenha sido de uma forma justa, as coisas ficaram bem feias, com provocações de ambos os lados e pequenas brigas pelo acampamento. Os filhos de Ares estavam bem chateados e isso me deixava apreensiva, sendo que minha participação tinha sido mínima, estava no time e podia ser alvo a qualquer momento, minha única esperança era que me considerassem uma presa pequena.

[...] No terceiro dia depois do jantar eu fui para o chalé mais cedo, enquanto um grupo iria para o lago em uma pequena festinha. Não havia muitos filhos de Quione por ali, então me joguei na cama para dormir, mas isso não durou nem 15 minutos quando escutei um barulho pelo hall. Primeiro pensei que fossem os outros chegando, mas depois uma urgência surgiu em meu peito, até aquele momento nenhum de nós tinha sofrido nada, por sermos poucos. Saí da cama para ver quem era, e sou pega assim que chego na sala, não me lembro de nada até acordar num chão duro com risadas ao fundo.

[...] Fiquei quieta apenas ouvindo as vozes ao redor, tentando identificar onde poderia estar, sentia minhas roupas intactas, não estava amarrada ou algo do gênero e sentia que estávamos num lugar aberto. Mais calma eu fui abrindo os olhos, ainda sem me mexer e sem dúvidas eu estava na arena, e aquilo não poderia ser algo bom, em nenhum aspecto que eu podia imaginar ali. Quando eles percebem que estou acordada chamam pelo meu nome e vou aos poucos ficando em pé, ainda um pouco meio tonta pela pancada na cabeça. Eliza e Fierro estavam ali também, meus meio irmãos, acuados na frente de outros sete meninos fortes e de dentes tordos.

– O que isso significa? – Tentei parecer muito irritada, mas era tão pequena em comparação a eles, que prontamente riram e nos acusaram de não sermos merecedores de estar em um time campeão. O clima do acampamento era desfavorável para nós, que preferíamos e lutávamos melhor num clima mais baixo. – Se vocês aceitassem a derrota seria tão melhor não acham? – Não estava com paciência para eles, que ficaram bravos, jogaram nossas espadas e se afastaram. A porta da arena abriu e eu olhei para eles que fecharam a saída. O plano era nos fazer provar que sabíamos lutar, e assim sairíamos dali.

Corri até onde a espada estava, identifiquei a minha espada pelo cabo personalizado. Me virei para os outros dois que ainda olhavam para os Globins que adentravam a arena, eram seis com espadas curtas e elmos que diziam de que clã eram. – Não fiquem parados! – Findei para os dois que rapidamente se equiparam, não podia deixar meu orgulho falar mais alto, mas teríamos que lutar de qualquer jeito, era melhor encarar a situação de uma vez do que lamentar. Além de provar que não éramos uns inúteis ali.

Nossa [Névoa de Gelo] foi ativada, como éramos três o chão começou a ficar com uma fina camada de gelo mais rápido, nos afastamos para dividir eles, estávamos sem armaduras também, apenas com as nossas espadas e pés descalços, pelo menos eu que estava dormindo. Três dos monstros avançaram, mas eu me mantive parada, era mais fácil ele escorregar naquele chão do que eu, e tinha que usar como vantagem, e assim que ele pisou no piso gelado eu avancei. Quando cheguei perto fiz um movimento com a Wasaki de cima para baixo na diagonal na altura do ombro dele que defendeu com sua própria espada.

Recuei, ele avançou mirando minhas pernas e usei a minha espada para parar o golpe horizontal dele. Usando as duas mãos para ter força de parar e empurrar a espada dele para longe de mim. Escutava os meninos gritarem para os monstros acabarem conosco, e as espadas se encontrarem. Recuei uns três passos e chamei ele com uma das minhas mãos, estava provocando ele para vim até mim, eles não eram muitos espertos, e seu orgulho estava ferido com uma menina zombando dele. O globin veio em minha direção com passos largos, mas eu não tinha recuado a toa, com o tempo o gelo no chão ficava mais grosso, e ele pisou em falso em um pequeno deslize. O suficiente para achar uma brecha e conseguir um golpe no seu braço esquerdo, a ferida teve uma leve camada de gelo assim que o fio da espada passou.

Ele reclamou de dor, e percebo que os outros três que estavam parados começaram a se mover para onde estávamos. O Globin ferido veio tentar me atacar, mas seus movimentos ficaram mais lentos pelo ferimento, consegui defender mais um golpe com a espada, dessa vez era um na vertical, segurando com as duas mãos, tentei empurrar ele para trás, já que eu tinha mais estabilidade naquele solo gelado e escorregadio, ele recuou um passo e se desestabilizou novamente. O que me possibilitou dar outro golpe na vertical, que pegou em cheio dessa vez do seu pescoço até o meio de seu peito, depois chutei ele que caiu virando poeira. E não tive tempo de pensar muito quando eu vi outro globin estava me atacando.

Recuei, mas não foi suficiente para fugir do fio de sua espada, que cortou minha blusa e deixou uma linha na minha barriga, não passou de um corte superficial, mas mesmo assim doeu. Com a mão esquerda cobri o corte e encarei o monstrinho que parecia chateado, os outros meninos também tinham lhe dado com os primeiros e já estavam lutando contra os outros. Tirei a minha mão do barriga e me concentrei para formar duas bolas de neve do tamanho de uma bola de golfe, usando a [Criocinese] . Quando ele correu para me atacar eu lancei as duas bolas em direção do seu rosto, tentando acertar os olhos ou perto o suficiente para prejudicar sua visão. E quando ele hesitou eu avancei e sem pensar duas vezes enfiei a espada na sua garganta, ele nem teve como gritar pois já cuspiu seu próprio sangue, sujando minha roupa.

Puxei minha espada vendo ele virar pó em um redemoinho. Respirei fundo quando percebi que os outros dois ainda estavam duelando, olhei para a pequena plateia ali com desdém, depois fui em direção onde a menina estava, e acertei o Globin por trás num corte horizontal ferindo seu admonem, isso ajudou a menina a finalizar a criatura. Fierro também finalizou o seu sem nossa ajuda, estávamos ofegantes quando acabou. Meu peito parecia que ia abrir para meu coração sair de lá, a adrenalina ainda estava em alta. E num momento de raiva me curvei em um gesto de agradecimento, como os atores fazem depois de um espetáculo, pena que aquele gesto me deu um dor por conta do corte que sofri.

– E agora? Isso foi suficiente para vocês? – Sentia que um deles pelo menos, queria pular ali e lutar conosco, mas tínhamos cumprido a nossa parte, ou eles nos subestimaram, ou esperavam que tivéssemos mais feridos. – Nos deixe sair daqui de uma vez! – Eliza e Fierro começaram a falar junto comigo, eles deveria fazer aquilo que falavam ou não teriam honra, e todo guerreiro, como eles dizem ser, tem um pingo disso. Por isso os portões foram abertos e pudemos sair dali, eu não sabia o que fazer, embora eles tenham aprontado não sofremos mais que arranhões.

Denunciar iria gerar mais desconforto e mais rivalidade, pensei que se deixasse as coisas daquele jeito eles pudessem parar, duvidava que eles iriam contar que não conseguiram atingir seus objetivos, eram orgulhosos demais para isso. Olhei para Eliza e Fierro e no caminho até nosso chalé conversamos sobre não contar, se alguém nos perguntassem iriamos dizer que foi um súbito desejo de treinar que nos levou ali. [...] O clima continuou pesado no acampamento até o anuncio do próximo caça a bandeira, que meu chalé decidiu não participar, era algo que não valia muito a pena, estávamos nos concentrando em treinar nossas próprias habilidades.

Status final:

HP: 100/112
MP: 53/118
Equipamentos:

Wasaki[Gélida]
Hab. Passiva:

Nível 1 – Filho da Neve: Filhos de Quione são resistentes ao frio. Também enxergam bem em meio a nevascas, e não escorregam facilmente no gelo. (+5 CON, +3 AGI )
Nível 1 – Frieza: Os filhos de Quione tem a personalidade fria. Podem ser confundidos com antipáticos e normalmente são imperiosos.
Nível 2 – Frio Aconchegante [Inicial]: Filhos de Quione tem seus poderes e resistência potencializados quando estão no frio. Recuperam 5 pontos de vida e energia por rodada que permanecerem a temperaturas abaixo de dez graus célsius. (+10 CON, FOR, AGI NESSAS CONSIÇÕES)
Nível 3 – Perícia Gélida [Inicial]: Confere o nível de pericia [Inicial] para armas com o descritor Gélido. Não permite o treinamento de outras pericias. (+5 AO ATRIBUTO CORRESPONDENTE À ARMA)
Hab. Ativas:

Nível 1 - Criocinese [Inicial]: Permite aos filhos de Quione manipularem o gelo/ neve. Podem fazer gelo ou neve surgirem lentamente, ou controlar certas quantidades destes. Podem também congelar as coisas, devagar (1 turno). Gasta entre 10 e 25 de energia, quanto mais você usa, mais energia gasta. (Requer 2 WIS)
Nível 2 – Névoa de Gelo: Você começa a emanar uma névoa esbranquiçada e gelada de seu de seu próprio corpo, assim como a névoa que sai do gelo. Ela irá tornar o ambiente frio, serpeando pelo chão. Pode congelar a água que estiver no chão, assim como criar uma leve camada de gelo neste, e levar frio aos inimigos. Gasta 40 de energia para ativar, e dura 2 rodadas. (Requer 2 WIS)

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