Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

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MvP Comum - Athelia, Verônica e Jyn

por Baco em Dom 2 Jul 2017 - 18:56

Baco

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Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
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Um novo mundo havia sido apresentado para as três meninas. A ideia de seus sangues serem metade deus, metade humano e as consequências que isso traria ainda eram surreais para elas.

Após as instruções, as três foram informadas que havia uma arena. A arena era onde os semideuses iam para treinarem e se tornarem mais fortes com monstros que apareciam magicamente. Cientes disso, as três foram treinar.

A arena era uma réplica perfeita do Coliseu, em Roma. O centro era de terra batida, onde os gladiadores lutavam e envolta eram as arquibancadas. O sol, alto no céu, fazia as meninas suarem por dentro de suas armaduras. Assim que entraram, as portas atrás delas se fecharam e uma na frente se abriu.

De dentro da escuridão daquelas portas, saíram três esqueletos. Todos eles apenas com espadas em punho e um peitoral de couro.


Esqueleto 1: 100/100
Esqueleto 2: 100/100
Esqueleto 3: 100/100


(Postar os itens levadas em spoiler, assim como as habilidades passivas e ativas, caso seja necessário considerar.)



Spoiler:


~EU SOU O EXU~
#1
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Era o seu primeiro dia de acampamento. Tinha acabado de descobrir sobre o falecimento da mãe e sua cabeça ainda não estava no lugar, especialmente quando estava tudo aliado ainda ao fato de ser uma semideusa. Entendia bastante de mitologia grega, mas ainda achava que aquelas eram apenas histórias que sua mãe gostava de contar para ajudar ela a dormir. Gostava de ouvir as histórias, então nunca questionou o motivo de ter sempre um tema bem recorrente, mas agora começava a suspeitar que tinha sim um motivo por trás disso.

Assim que terminou de receber todas as notícias e ainda realmente confusa, recebeu os equipamentos padrões dos semideuses e seguiu com sua única mochila para o chalé de Hermes, tal qual lhes indicaram. Ao chegar lá, encontrou com duas outras garotas que também estavam bem confusas com tudo aquilo de semideus e, ao interagirem, acabaram decidindo que seria uma boa ideia começarem o seu treinamento. Até para se distrair um pouco de todo aquele estado confusional pelo qual estavam passando e para, também, compreenderem um pouco mais do novo mundo que estavam entrando.

Portanto, colocou o Peitoral e o Elmo sobre as roupas, pegou a espada e seguiu com elas para a tal Arena. Tudo era muito novo, então logo esqueceu toda a confusão e passou a observar os detalhes das coisas, se distraindo em cada estrutura que passavam pelo caminho. Era tudo tão bonito! Diferente de qualquer coisa que já tinha visto antes. A arena, em especial, era majestosa. Com toda aquela estrutura como o Coliseu que tinha visto em fotos nos livros da mãe e uma boa vista ampla para aquele céu bem azul. Nem conseguia se importar com o calor quando tinha toda aquela vista linda em sua frente.

Ainda assim, sentia o calor em toda a parte de cima de seu corpo, já que ela estava coberta pelo Elmo e pelo Peitoral. Nem tanto nas pernas, já que elas estavam cobertas apenas por um vestido solto (que facilitava a passagem de ar) e uma meia calça de um tecido leve, além das sapatilhas. Portanto, o seu suor estava, principalmente, concentrado na cabeça e no peito. Começava a sentir os cabelos molhados e se sentia grata por ter feito uma espécie de coque antes de colocar o elmo. Assim, pelo menos, seu pescoço não era tão quente quanto o topo de sua cabeça.

Estava distraída com o calor e a estrutura quando o barulho de algo batendo atrás dela, a fez pular e soltar a espada. Por sorte, como pulou e estava um pouco longe das outras observando a estrutura e sendo uma criança apressada, a espada apenas caiu no chão, sem acertar nada especial. Abaixou-se para recolhe-la, empunhando-a com firmeza dessa vez. Aquela perturbação inicial tinha a feito perceber que devia segurar a espada sempre assim: com firmeza e com cuidado. Caso contrário, da próxima vez, podia machucar alguém com os seus sustos.

Ao se levantar com a espada em punho, olhou ao redor e conseguiu perceber que o barulho foi da porta que passaram fechando e outra na frente dela abrindo. Dessa última, saíram três esqueletos, que estavam armados, o que fez a menina sorrir, achando que tudo aquilo fazia parte do treinamento. Eles capricharam na construção do campo de treino! Tem até coisas para lutar com você para te ensinar. Elogiou para as outras, realmente animada com o assunto e convencida que aquele era o fato, não atentando-se para outras possibilidades.

Querem enfrentar um por vez para diminuir os nossos oponentes mais rapidamente ou cada um fica com um? Questionou às outras, dando a elas as opções que viu diante da situação. Independente da escolha das outras duas, acabou se aproximando de um dos esqueletos, enquanto tentava manter o olhar nos outros, para continuar atenta, caso acabasse sendo atacada. Tentou fazer um ataque realmente rápido, se aproximando, dando um golpe com a espada e já se afastando pelo lado contrário pelo qual tinha se aproximado, para ver se evitava receber ataques de volta.

Como era realmente pequena em altura, tendo apenas cerca de 20 centímetros além do um metro, não conseguia mirar bem em nada além das pernas do esqueleto. Portanto, tentou acertar em uma de suas coxas o golpe com a espada, segurando a espada com as duas mãos para conseguir mais força e firmeza, mesmo que aquela espada, em especial, não fosse pesada o suficiente para precisar ser segurada com ambas as mãos. Como não tinha nada para segurar com a outra mão, sentia-se livre para segurar com as duas assim.

Itens:
- Elmo Comum
- Peitoral de Couro
- Espada Curta

#2

Athelia Fairy

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Filho(a) de Hécate
Filho(a) de Hécate
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O lugar era incrível, muito melhor do que morar com minha tia, mesmo que também fosse de alguma forma mortal. Tinha muitas informações para absorver ainda, e eu podia me sentir especial de alguma forma, era um lugar que eu podia me sentir encaixada, eu não era uma deslocada, era meu mundo. E eu queria conhecer tudo, fazer tudo ao mesmo tempo, não parava de fazer perguntas, e sentia que os mais velhos estavam começando a ficar de saco cheio, mas enquanto não me mandassem parar de falar, eu não tinha nenhuma vontade de ficar quieta.

– Isso é engraçado! – Comentei depois de me vestir com o peitoral de couro e com o elmo que eles me deram do meu tamanho, e segurava a espada curta sentindo seu peso, não era muito estranho carregar algo que poderia machucar alguém. Movimentava a espada tentando achar a posição mais confortável para mim, o campista mais velho me orientava sobre como conseguir me aprimorar, que a vida de um semideus não era muito fácil, precisamos estar preparados para lutar por nossa vida. Me explicou como era a nossa relação com os deuses, sobre o objetivo do acampamento e afins.

Ele falou sobre a arena que achei interessante, estava tentando entender o que podia fazer com os elementos, tinha ganhado um presente que ainda não podia usar, mas que logo eu seria capaz de controlar tudo. Queria muito treinar, e ele me levou até a entrada da arena, onde vi uma menina mais nova, parecia tão fofinha, mesmo com os equipamentos, e outra perto da minha idade, todas tão novatas quanto eu. Acabei entrando junto com elas para treinar, sentia-me desperta e animada, o desconhecido era tenebroso sem dúvida, mas também excitante.  

– Primeira vez na arena? A minha também...me chamo Athelia Fairy! – Sorria para as meninas, queria ter mais amigos que na minha antiga cidade, ainda mais por sermos iguais. Podia sentir que a pequena tinha uma aura forte, mas não sabia dizer o que era, e a mais velha parecia muito parecida com de um menino que havia me recebido assim que eu cheguei. Olhei para a porta que se fechou atrás de mim, estava quente para usarmos aquele peitoral de couro, a o lugar era como nos livros de história. – A porta está abrindo, olhem! – Apontei para o outro lado da arena, e três figuras tornaram-se nítidas.

Esqueletos com um peitoral como o nosso, e espadas. Entendi que seria um para um, eu achava, não entendia o que tínhamos que fazer, se teríamos que lutar em equipe, olhava para a menina loira que parecia tão inofensiva quanto eu. – Vamos lutar então? – me afastei um pouco delas, para que meus movimentos não pegassem nelas por algum descuido, e segurei a espada com a mão direita.

Quando um dos esqueletos pareceu atentar na minha direção, esperei que ele chegasse perto, talvez nossa vantagem seja que ele não esperava muito de três magricelas. Aprendi que podia controlar um pouco os elementos, ativando [Forças (Inicial)] faço a que a terra abra um buraco suficiente para que um pé dele entre, fazendo com que ele perca um pouco o equilíbrio, e principalmente, me proporcione um espaço para aproximar-me e atacar.

Caso a distração dê certo, avanço nele desferindo um golpe na horizontal na altura da sua coxa esquerda, tendo cuidado de recuar caso ele revide.

Caso ele perceba o buraco antes, deixo ele chegar mais perto para esperar ele atacar e quando fizer isso uso novamente [Forças (Inicial)], mas dessa vez uso o ar para empurrar o braço dele e desviar do ataque, me afastando sem tentar atacar, apenas observando os movimentos dele, saber como ele se comporta e sua velocidade.

Equipamentos:

-Peitoral de Couro
- Espada Curta
- Elmo comum
- Anel da Serpente*
Hab. Passiva:

Nível 1 – TDAH: Como todo semideus, você nasceu programado para a batalha, e seu cérebro está sempre alerta. Isso dificulta um pouco sua concentração, porém pode salvar sua vida nas batalhas, lhe permitindo reagir rapidamente a estímulos externos.
Nível 1 – Detectar Magia [Inicial]: O filho de Hécate consegue detectar auras mágicas fortes em um raio de cinquenta metros (Auras mágicas são referente a quantidade de magia envolvida no monstro ou artefato). (RECONHECIMENTO ACIMA DE 50 WIS)
Hab. Ativa:

Nível 1 - Forças [Inicial]: O filho de Hécate manipula um dos quatro elementos em pequenos feitos, mas ainda não é capaz de invocar. Por exemplo: uma bola de fogo do tamanho de uma bola de vôlei. Custa 20 de energia, a habilidade entrará em espera por um turno.

#3

Verônica Clarke

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Filho(a) de Deméter
Filho(a) de Deméter
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Cara! Dentre todas as garotas existentes na face da terra, Verônica certamente era a mais anormal de todas. Naquele dia, pouco depois de ser reclamada por sua mãe, a deusa Deméter. A adolescente fora guiada por um colega até o arsenal de armas do acampamento meio-sangue. Lá, ela recebera os equipamentos necessários para serem usados em seu primeiro treino. Claramente, estava morrendo de medo, porém, evitava transparecer isso, afinal, não queria ser considerada como uma menina tola, fraca ou covarde. Como arma do arsenal, tinha escolhido uma foice comum feita de bronze celestial, ela não sabia muito bem como usar aquilo, porém, tinha certeza que era um material poderoso, em vista, que o metal usado para produzir o mesmo, era bastante considerado entre os gregos.

Ela estaria acompanhada por mais duas meninas no treino. Todavia, não poderia confiar somente em suas colegas de treinamento, tinha que mostrar seus próprios talentos e, eventualmente, se proteger caso algum mal viesse ao seu encalço. Chegando ao local onde o treino seria realizado, admirou muito rapidamente a arquitetura do lugar. Não era uma grande “entendedora” das artes e arquitetura grega, mas, porém, sabia admirar com perfeição a beleza de um lugar, mesmo que este proporcionasse um ambiente um tanto rústico. Adentrando o recinto, se deparou com duas figuras, uma garota loira com aparência de metida e outra, baixinha e pequena que ainda cheirava a leite. – Oi... – tentou ser educada, contudo, isso não era possível, afinal de contas, seu desagrado estava estampado na voz. Verônica era muito amável com as pessoas, na maioria das vezes, confesso. Todavia, tinha seus momentos como rabugenta, onde apenas quando olhava para o rosto de uma pessoa, já conseguia predefinir uma personalidade para esta, fato que estava fazendo com as duas meninas, naquele momento.

Depois de se equipar, colocando o peitoral que recebera ainda no acampamento, junto de um elmo comum, uma espada curta e a foice que tinha ganhado de presente, após escolher no arsenal. Posicionou-se perto das outras duas meninas, pronta para combater qualquer ser que surgisse de uma porta que estava do outro lado da arena. Como previsto, de dentro da passagem, surgiram três criaturas horripilantes com corpo esquelético, na verdade, eram esqueletos armados, vindo ao alcance das garotas. – É agora ou nunca! – pensou em maneiras de combater tais criaturas, mesmo que estas relutassem em vir a sua mente, naquele momento, não poderia fraquejar, tinha que se mostrar forte e invicta, mostrando os verdadeiros poderes de uma filha de Deméter.

Não era a favor da violência, mas naquele momento, tinha que lutar e, eventualmente, derrotar os esqueletos. Afinal, sua vida estava em risco, assim como a vida das colegas ao lado. Verônica tinha aprendido com outros filhos de Deméter que poderia controlar o movimento das plantas de forma limitada. Porém, não podia fazer nada naquele momento. Esperou ele se aproximar. Assim que esse fosse dar um golpe, ela iria desviar para o lado mais favorável, e no contra ataque usaria a foice para tentar cortar a mão que segurava a espada. Afastando em seguida.


Equipamentos:
- Elmo Comum
- Peitoral de Couro
- Espada Curta
- Foice de Bronze Celestial Comum
Hab. Passiva:
Nível 1 - TDAH: Como todo semideus, você nasceu programado para a batalha, e seu cérebro está sempre alerta. Isso dificulta um pouco sua concentração, porém pode salvar sua vida nas batalhas, lhe permitindo reagir rapidamente a estímulos externos.

#4

Re: MvP Comum - Athelia, Verônica e Jyn

por Baco em Seg 3 Jul 2017 - 19:32

Baco

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Deus Olimpiano
Deus Olimpiano
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Por um segundo, tudo deu errado.

Jyn foi pela lateral esquerda, afim de atacar somente um monstro. Mas ela não contava pelo trabalho em equipe de seus adversários. Enquanto um se virava para ela, outro já corria em sua direção. Os dois a atacaram juntos, com uma chuva de ataques que a semideusa defendia com dificuldade, mas não por muito tempo.

O terceiro acabou ficando com a perna direita presa em um buraco criado pela filha de Hécate. A distração fora mais que o suficiente para que a mesma corresse em sua direção e executasse um ataque na coxa esquerda do monstro, desfazendo sua perna. O esqueleto tenta acerta-la, mas a menina realiza um pequeno salto pra trás, desviando facilmente do ataque. Essa brecha lhe deu tempo para levantar, apesar de haver somente uma perna e não conseguir se equilibrar direito.

Verônica fica parada fazendo fotossíntese.



Spoiler:


~EU SOU O EXU~
#5

Athelia Fairy

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Filho(a) de Hécate
Filho(a) de Hécate
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Enquanto me concentrava no meu próprio esqueleto, a mais nova estava um pouco enrascada. Meu primeiro movimento deu certo, e consegui me afastar antes que ele pudesse me ferir. Meu coração parecia querer achar caminho atrás do peito, era como se o peitoral de couro fosse o que mantivesse ele ali dentro. Por breves segundos me perguntei se deveria correr para ajudar a menina, mas a filha de Deméter estava mais livre para isso, eu tinha que resolver meu problema primeiro. – Você parece ser um cara durão, não é verdade? – Ainda com apenas uma perna ele continuou de pé, era um saci de ossos, que ainda podia me ferir.

Concentrei um pouco de ar nas mãos, como se sentisse a pressão que estava fazendo, ativando a [Forças (Inicial)] e empurro o ar na perna dele, na tentativa de o desestabilizar. E mesmo que ele não caia, esperava que ele lutasse, pelo menos, para continuar em pé.

Caso ele caia, avanço nele o mais rápido que posso, para transpassar a espada na altura do pescoço, tomando cuidado caso ele, mesmo caído, possa tentar cortar meus pés/pernas; Me afastando para ver o que acontecia.

Caso ele apenas fique desequilibrado, aproveito para acertar o braço que segura a espada, num corte na horizontal na altura do antebraço, recuando do alcance de sua mão livre.

Preocupada com as duas meninas, espero terminar tudo para olhar na direção das meninas, eu sabia que não era uma boa ideia desviar a atenção do adversário.

Equipamentos:

-Peitoral de Couro
- Espada Curta
- Elmo comum
- Anel da Serpente*
Hab. Passiva:

Nível 1 – TDAH: Como todo semideus, você nasceu programado para a batalha, e seu cérebro está sempre alerta. Isso dificulta um pouco sua concentração, porém pode salvar sua vida nas batalhas, lhe permitindo reagir rapidamente a estímulos externos.
Nível 1 – Detectar Magia [Inicial]: O filho de Hécate consegue detectar auras mágicas fortes em um raio de cinquenta metros (Auras mágicas são referente a quantidade de magia envolvida no monstro ou artefato). (RECONHECIMENTO ACIMA DE 50 WIS)
Hab. Ativa:

Nível 1 - Forças [Inicial]: O filho de Hécate manipula um dos quatro elementos em pequenos feitos, mas ainda não é capaz de invocar. Por exemplo: uma bola de fogo do tamanho de uma bola de vôlei. Custa 20 de energia, a habilidade entrará em espera por um turno.

#6

Verônica Clarke

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Filho(a) de Deméter
Filho(a) de Deméter
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A outra garota (Jyn) estava metida em uma verdadeira enrascada, antes de pensar em socorrer a menina, Verônica olhou para a outra moça (Athelia), esta lutava de forma impressionante contra o terceiro esqueleto, causando certa inveja por parte da filha de Deméter. Vendo que a garota estava conseguindo guiar a situação, saiu de onde estava e correu em direção a Jyn, pronta para lutar contra os dois esqueletos que se aproximavam dela, caso fosse necessário. 
Ela se aproximou rapidamente e com cuidado, sempre em alerta, visto que não queria ser pega pelos esqueletos. Enquanto corria em direção as criaturas, verificou se suas proteções estavam no lugar, de fato, estavam e por isso não se preocupou muito. Empunhou, segurando com força o cabo da foice de bronze celestial, tinha como finalidade, acertar o primeiro esqueleto que conseguisse acertar e, consequentemente, salvar a garotinha em apuros. 
Chegando por trás de um esqueleto, empunhou a foice e de forma violenta acertou as juntas da coluna vertebral do mesmo, caso o movimento desse certo, possivelmente conseguiria causar algum dano contra aquele ser meticuloso. – Vem comigo! – caso conseguisse se livrar de um  dos esqueletos, pegaria Jyn pelo pulso e arrastaria correndo até um lugar seguro, onde espreitaria com a finalidade de neutralizar a outra figura esquelética.  
Equipamentos:

-Peitoral de Couro
- Espada Curta
- Elmo comum
- Foice de Bronze Celestial Comum*
Hab. Passiva:

Nível 1 – TDAH: Como todo semideus, você nasceu programado para a batalha, e seu cérebro está sempre alerta. Isso dificulta um pouco sua concentração, porém pode salvar sua vida nas batalhas, lhe permitindo reagir rapidamente a estímulos externos. 

#7
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As outras acabaram não respondendo quanto a questão de se elas ficariam cada um com um ou se focariam em um inimigo em comum, para elimina-los um por vez. Achava que se focassem todos em um de uma vez, ia ser muito mais simples, mas Athelia acabou escolhendo o esqueleto dela e Verônica estava mais quieta, então acabou sim escolhendo o seu esqueleto individual e, enquanto estava correndo para se aproximar do esqueleto que tinha escolhido para atacar, conseguiu ver a aproximação do outro. Mas, no ritmo da luta e como tinha baixado um pouco a guarda achando que acada uma ficaria com o seu esqueleto, não conseguiu processar bem isso.

O fato é que também o peso da espada a fez prosseguir com o movimento, sem ter muita força para para-lo, esbarrando com a sua espada nas espadas deles que tentaram ataca-la. Isso não era bom. Tinha conseguido defender muito mais pela velocidade e muito menos pela própria força. Era pequena demais para defender a força de inimigos daquele tamanho. Não que fosse tão fraca assim, mas não achava que conseguiria segurar aquilo por muito tempo. Precisava de uma rota de fuga e tinha que calcula-la o mais rapidamente possível. Portanto, acabou olhando brevemente para os lados para tentar entender o que acontecia, o que foi uma sorte.

Quando observou o ambiente, encontrou vindo em sua direção uma das meninas novatas (caso o narrador aceite a ação dela). A Verônica estava correndo segurando uma foice, o que, de certa forma, deu a ela mais medo do que os esqueletos, visto que ainda achava que eles eram de treino e não iam machuca-la de verdade. Não muito gravemente pelo menos. Mas uma menina novata correndo com uma arma na direção dela parecia bem pouco promissor. Quantas vezes ela teria usado aquilo antes? Teria recebido hoje, que nem Jyn, muito provavelmente, o que não era nada animador. Por isso, acabou decidindo quase que imediatamente liberar a força que estava fazendo com a espada para desviar para o lado contrário ao que Verônica se aproximava.

Tentou calcular a força do golpe deles para saber para onde podia desviar e, assim, acabou tentando desviar por entre as pernas de um dos esqueletos. Afinal, tinha um certo espaço entre os ossos, onde usualmente ficava a carne e, graças à sua pouca idade, era incrivelmente pequena. Realmente achava que cabia ali. Contudo, em algum momento de seu movimento, sua espada, mesmo sendo curta, não era tão pequena quanto ela e acabou prendendo em alguma coisa que ela não conseguiu determinar. Não insistiu, apenas largou a espada porque aquela altura achava que ela só estava atrapalhando, por não saber utiliza-la. Assim, prosseguiu com a sua tentativa fuga, tentando se afastar dos esqueletos pelas costas do que estava tentando passar por entre as pernas, mas ainda mantendo a sua visão neles nos esqueletos.

Assim, tentou, a princípio, apenas compreender o que estava acontecendo (no aguardo da narração para saber se o golpe de Veronica foi efetivo, além da fuga) e, caso a outra tenha acertado o seu golpe no esqueleto, foi pega pelo braço, algo que ela não compreendeu muito. Ir para onde? A intenção não é um combate corpo-a-corpo? Questionou, tentando manter a visão nos esqueletos enquanto era puxada para poder prever alguma movimentação em sua direção. Não conseguia entender como se afastar ia de fato ajudar e agora estava sem sua arma. Ela realmente precisava largar a sua mão, já que, provavelmente, sua única vantagem em relação às outras era ser pequena e ágil.

Caso a Verônica não tenha se aproximado, apenas tentou a mesma rota de fuga, por entre as pernas de um esqueleto aleatório e, após, se afastando pelas costas dele, sem perder a visão dos movimentos deles. Ainda contando com o espaço dos pedaços que não incluíam osso para poder usar como fuga. Afinal, foi a única ideia que conseguiu ter em tão curto espaço de tempo.

Itens:
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Observação (OFF):
Sinto muito pela demora. Tive prova na faculdade e, em decorrência disso, não consegui responder antes.

#8

Re: MvP Comum - Athelia, Verônica e Jyn

por Hades em Sex 7 Jul 2017 - 15:55

Hades

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Athelia segura o ar em suas mãos com força, mas quando as aponta para o esqueleto, nada sai. Só então percebera o seu cansaço. A ultima habilidade, mesmo sendo básica, consumiu muito sua energia. Ainda surpresa, olha para suas mãos, tentando entender o que tinha dado errado. Nesse momento, o esqueleto aproveita para ataca-la, realizando um pequeno corte no antebraço da semideusa. Não podia fazer muita coisa sem uma perna.

"Obs: A habilidade não pode ser usada por um turno, esse é o turno já que a utilizou no post passado. Tome cuidado."

Verônica vai ao resgate de Jyn, com uma foice empunhada. Os esqueletos mal perceberam sua presença até que uma foice se cravou na espinha de um, desmontando-o por inteiro. Seria um golpe de sorte ?

A menina pega Jyn pelo braço, puxando-a consigo para longe do esqueleto. Faltavam dois, e elas teriam que decidir o que fazer.







Ω Lord of the Underworld Ω
#9

Re: MvP Comum - Athelia, Verônica e Jyn

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#10

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