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por Will O'Connor em Dom 9 Set 2018 - 14:23

Will O'Connor

Will O'Connor
Filho(a) de Zeus
Filho(a) de Zeus
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Ω Nome: Will O’Connor
Ω Idade: 20 anos
Ω Aparência: Este garoto é um jovem loiro, de rosto com feições quadradas, embora não grande. Costuma utilizar um corte de cabelo tradicional curto, quase militar. De olhos claros, sua aparência facial é agradavelmente serena. Todavia, seus olhos são profundos e intensos.
O porte físico de Will não chama muita atenção, podendo passar despercebido pela maioria das pessoas. Com 1,79m e 73kg, está agradavelmente em forma por conta de seus hábitos esportivos. Não possui tatuagens ou piercings ainda.


Características Psicológicas: Will é um garoto que teve uma infância perturbada, como a maioria dos semideuses. Essencialmente, ele tem enormes dificuldades em adaptar-se quando precisa trabalhar em grupo, o que o deixa ansioso e o faz tomar a iniciativa diante de problemas, sem pensar se os outros o seguirão ou não. É, no entanto, aplicado e esforçado e se importa com o bem-estar e segurança de seus amigos.
A ausência paterna, seus problemas escolares e as constantes mudanças em sua vida criaram nele uma enorme angústia e ansiedade. Ele busca ocultar isso ao máximo, de modo que tenta ser positivo e otimista, sendo simpático.

Ω Humor: De modo a não transparecer seus sentimentos internos, transparece bom humor na maior parte do tempo.
Ω Três Qualidades: É leal, tem iniciativa e é determinado.
Ω Três Defeitos:  É muito ansioso, tem dificuldade em confiar profundamente, às vezes muito impulsivo.



Ω História: Duas circunstâncias estiveram presentes na vida de Will desde o início, e permaneceram sempre e sempre. O garoto nunca conheceu o próprio pai. Nunca viu uma foto de seu pai. Sequer sabia o NOME de seu pai. Sua certidão de nascimento, por sinal, não constava o nome do pai. E o assunto, com sua mãe, era um tabu. Ponto.

E, sempre que as situações começavam a piorar em uma cidade, eles se mudavam. Foram pelo menos cinco mudanças antes que Will O’Connor completasse dez anos de idade. Sua mãe, Hannah O’Connor, esforçava-se muito para cria-lo da melhor forma possível. Todavia, ela era mãe de primeira viagem e muito jovem. Tivera Will com apenas 17 anos. Com apenas o colegial completo, vivia em pulando de trabalho em trabalho. E, para completar, ela tinha a difícil tarefa de criar sozinha um SEMIDEUS. Diga-se de passagem, fez bem dentro de suas condições.
Mãe e filho eram muito ligados, daquela forma que mães solteiras são com seus filhos. Um dependia muito do outro, emocionalmente.
Uma das maiores dificuldades de Will é que ele realmente não se adaptava às escolas. Com problemas para ler e se concentrar, suas notas geralmente não eram muito boas, mesmo que ele compreendesse bem os assuntos. Seu aprendizado era muito intuitivo. E tinha a questão de que ele e sua mãe trocavam tanto de cidade, que nunca havia continuidade no aprendizado.

Às vezes, na maioria das vezes, eles tinham que sair da cidade porque o garoto tivera problemas nas escolas e já nenhuma delas o aceitava. Outras vezes, no entanto, Hannah não encontrava trabalho. E havia situações onde tornava-se perigoso morar na cidade.


“O dono do bar não podia deixar de espantar-se quando a mulher largou o dinheiro para mais uma bebida no balcão. Jovem, aproximadamente 34 anos, cabelos loiros compridos e presos em um rabo de cavalo, com olhos azuis penetrantes e impressionantemente lúcidos para quem já havia bebido algumas garrafas. Viera acompanhada de um jovem, loiro e com o cabelo quase tão grande quanto o dela mesma (na época, Will usava o cabelo comprido), também amarrado, com as feições do rosto quadradas. Era muito mais jovem que a mulher, então Bartold questionara-o sobre sua idade. A última coisa que queria era um menor de idade bebendo em seu bar. O olhar do jovem fora cortante e fizera o homem deixa-lo em paz.

Will e Hannah estavam vestidos da forma mais intimidante que conseguiram, tentando parecer casuais, com jaquetas de couro pretas, ambos com camisetas brancas, calças jeans e botas, também de couro. Além disso, chegaram em uma Harley Davidson XI 883, de 2008, com ele pilotando. Não havia como evitar que o garoto mostrasse ser jovem, mas dava para faze-lo parecer mais velho. Mãe e filho gostavam tanto daqueles ambientes que valia o risco de serem denunciados para se divertirem algumas horas por lá. Havia uma satisfação em chegar, beber e ir embora, sem que descobrissem o adolescente. Eram aqueles momentos em que poderiam esquecer os problemas.

Quando estavam saindo, algumas horas depois, Hannah foi abordada por um dos clientes que ali se encontrava. Sem qualquer cerimônia, o homem careca e de barba malfeita, com uma barriga de cerveja já acumulada, levantou-se, agarrou-a pela cintura e indagou:

– Largue desse menino e conheça um homem de verdade, princesa. – Ela conseguia sentir o forte hálito de quem bebera tanto ou mais que ela. Tentando se desvencilhar, Hannah acabou percebendo que seu corpo estava menos equilibrado do que gostaria. Will viu a dificuldade da mãe em se desvencilhar, e percebeu que a atenção dos clientes estava inteiramente naquela situação. As coisas já haviam fugido de controle, precisava agir. Ao reunir coragem e começar a se mover, percebeu que seu corpo estava bastante firme e equilibrado, sua mãe não o deixava beber tanto quanto ela. Aproximou-se do homem, que não era muito alto e era menor que ele, pôs a mão sobre o ombro dele e falou o mais claramente possível.

– Solte-a, se não quiser amanhecer boiando. – O resultado daquilo seria definido de acordo com quem exercesse melhor controle. Para acentuar sua ameaça, Will levou a mão até a cintura, onde o homem não poderia ver, por dentro da jaqueta, como quem pega uma arma. -Concentradíssimo em sua atuação, não ousou piscar ou mover outros músculos faciais. O garoto se manteve encarando os olhos daquele velho – Solte-a, ou estouro seus miolos.

O homem de repente pareceu hesitar. De fato, ele vira que o garoto era jovem e, por isso, não esperara qualquer reação por parte dele. Contudo, a firmeza com a qual o jovem andara e o comportamento completamente sério exalavam perigo. Vira que o casal bebera durante horas, mais ainda do que ele. Nunca vira um adolescente beber tanto e sequer tropeçar ao andar. E havia uma ameaça na posição e olhar daquele cara loiro. Duvidou então da sua dedução feita antes sobre a idade do garoto.

Quando o velho nojento encerrou o contato com sua mãe, Will partiu para cima dele feito um raio, girando sobre os pés e lhe acertando uma cotovelada no nariz. Escutou-se um forte crack e o homem desabou com o nariz ensanguentado. Correram para fora do bar antes que o tumulto crescesse, subiram na Harley e desapareceram. Apenas mais um episódio entre tantos. Muito mais tarde naquela noite, sentado em uma cadeira enquanto segurava um punhado de gelo contra o nariz dolorido, aquele velho gordo estaria jurando que vira os olhos do garoto brilharam no momento em que o encarara.”



Will estivera muito tempo correndo e, nos últimos anos, sua mãe e ele tinham evitado grandes centros. Morando em uma cidade no interior, na fazendo de um tio de sua mãe que estava doente e precisava de cuidados, nada extraordinário acontecera. Iniciara uma faculdade de educação física e evitara confusões, trabalhando durante o dia na fazenda tio e estudando à noite.

A vida dele estava para sofrer uma grande reviravolta. Depois de uma prova bem realizada na faculdade, pela qual o jovem sentia-se satisfeito consigo mesmo, fora à um bar se divertir um pouco. Como o ambiente era sempre monótono, ficou surpreso ao perceber que havia agitação lá dentro. Dois caras estavam brigando de forma intensa, um deles estava armado com uma faca perseguindo o outro que se esquivava por entre as mesas e clientes. A luta acabou indo para o lado de fora e, temendo o que poderia acontecer, Will seguiu-os até atrás do estabelecimento. Lá, o cara que estivera desarmado puxou uma adaga, surpreendendo o oponente e, enquanto o jovem semideus gritava um alerta, acertou-o no peito.

Atônito, O’Connor viu o cara esfaqueado transformar-se em uma espécie de monstro e explodir em fumaça diante de si. E o que sobrara, vivo, de repente tinha chifres em sua cabeça.
Então fora levado ao acampamento.

#1

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