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Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

por Dionísio em Seg 17 Set 2018 - 3:12

Dionísio

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Com a apunhalada de Alaska, a menina, com um último grito, sumiu (-99% HP). Na mão da semideusa, um brilho estranho apareceu. Era o diamante das almas, que havia pego sem querer junto com a adaga, esse agora continha a alma da semideusa morta.

Tão logo ela levantou o olhar para os restos mortais, se surpreendeu por não ter percebido a chegada daqueles animais. Corvos estavam se alimentando, eram aproximadamente dez. Junto com eles, uma harpia também estava ali, comendo o lanche da noite.

- Ela merece um funeral digno, Alaska.

A voz do ceifador foi implacável na afirmação, sem dar margem para interpretações. Ela teria que parar com aquilo, caso contrário não seria possível queimá-la em uma pira conforme as tradições mandavam.


Corvos [x10] - 100%
Harpia - 100%
Semideusa Morta - 0%
Ceifador - 100%

#11

Alaska Nakine Monoke

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Alaska ainda olhava para a pequena pedra em sua mão quando a voz do Ceifador a alcançou. Estava prestes a protestar e dizer que era isso que faria... Até que, ao virar-se para o corpo dividido ao meio, finalmente entendeu o que o maior queria dizer. "Uou" Foi a única coisa que Lazl reverberou, fazendo uma cara de nojo que seria engraçada em outras ocasiões. A Monoke, na verdade, também torceu o nariz. Para si, inicialmente, não via muito a diferenciação entre outra carne para a carne humana. Quer dizer, o que os fazia tão especiais? A morta já não estava na matéria... Mas logo afastou o pensamento.

Sempre que forçava o entendimento da integridade de uma moral que não era sua, o assunto acabava ficando sério, Lazl sumia e a consciência a retomava. As memórias vinham, a mente entrava em colapso... Estar lúcida era realmente doloroso e detestável... Então apenas aceitou o que lhe era entregue pronto. Acatou como uma missão qualquer: proteger o corpo inerte e afastar ou matar as criaturas que o perturbavam. Era simples, categórico e plausível de ser uma verdadeira tarefa. O leprechaun aplaudiu satisfeito e sorridente. Pelo menos tinham chegado em um acordo, não? — Certo, um enterro digno! — Reverberou com um ligeiro sorriso curvando o canto dos lábios enquanto pensava em muitas coisas ao mesmo tempo, guardando o cristalzinho no bolso.

Corvos eram corvos, não comumente brigariam com uma humana e uma harpia por carne ainda tão fresca, visto que a podridão era que atraía - em especial por ser na carne em decomposição que estava seu real alimento. Não deveria ter tanto problema com eles quanto com a criatura mitológica... Então avançou, chutando com força o chão terroso na direção dos animais. Claro, não tinha sido uma quantidade exorbitante de matéria levantada, já que fora apenas um chute... Mas era exatamente isso que queria. Queria acertar cada um deles para fazê-los voar momentaneamente enquanto cuidava da besta principal e, para isso, controlou os detritos para que aumentassem em velocidade e atingissem os alvos. Tinha os olhos faiscando com intensidade, a pulsação ligeiramente acelerada.

Caso as aves se colocassem no ar, seu trabalho seria bastante facilitado: tomando a espada já embainhada com a destra livre, mantendo a adaga na outra mão, avançaria para sua inimiga mais imediata. No geral, o plano consistia em correr contra o monstro, o mais rápido que podia, e girar o corpo em próprio eixo - quase um movimento de translação rotacionado onde o sol era a harpia e a Terra era si - para evitar um confronto exatamente direto. Aproveitaria a movimentação para manter a canhota com o braço ligeiramente estirado, afastado do corpo e impulsionado à inimiga, a adaga correndo em horizontal na altura das costelas da criatura, cortando-lhe ali em um talho profundo. Por ser o movimento a condição natural dos corpos, seria mais fácil à si manter-se na situação para se afastar da harpia em um impulso único para trás. No mais, a função da espada comum era simples: a ideia era que, caso a mulher galinha tentasse atingi-la, colocaria entre elas a lâmina comum, usando da parte chata para defender-se feio um escudo improvisado. Não era o melhor dos planos, mas era o que tinha.

Poderes & Habilidades:

- Ativos:
.Nível 1 – Geocinese [Inicial]: Os filhos de Plutão possuem a habilidade de manipular a terra e derivados dela, como materiais preciosos (ouro, joias, prata e etc...). Neste nível esta habilidade ainda é fraca, e pode apenas manipular essas coisas em pouca quantidade. O uso dessa habilidade consome 25 pontos de energia.

- Passivos:
. Nível 1 - Visão Noturna: O filho de Plutão enxerga no escuro como se fosse dia

#12

Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

por Dionísio em Seg 17 Set 2018 - 18:02

Dionísio

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Alaska se distraiu com todo aquele momento, se surpreendendo ao ver o corpo sendo violado e se concentrando para a batalha que viria, aproveitando que teria o elemento surpresa ao seu favor, enquanto guardava o diamante e sorria.

Rapidamente formulou uma estratégia e colocou-a em prática. Como se já tivesse sido reclamada, usava os poderes iniciais que havia adquirido. Sua visão estava perfeita, embora não tivesse nenhuma luz além das chamas da foice do Ceifador iluminando a Arena. Usando sua Geocinese (-25 MP), enviou com seu chute pedras pequenas e médias do chão da Arena na direção do cadáver, espantando assim os corvos e irritando a harpia, que grunhiu:

- Não se meta, semideusa... Essa aqui já está morta, é meu direito devorá-la...

Alaska ignorou a fala da monstra, começando a circundá-la com as duas armas em mãos. Se aproximando da harpia como se fosse dar um golpe direto, isso acabou não tendo o efeito que esperava: ao invés de se colocar em posição defensiva, a monstra se impulsionou para o ar, saindo do alcance da semideusa, batendo as asas com vigor para tirar a areia do corpo.

- Apenas saia da Arena e me deixe terminar o serviço.

Embora ela estivesse falando aquilo, os corvos não tinham apenas ido embora. O farfalhar de suas penas chamou a atenção da semideusa, que olhou para cima e viu os corvos unidos vindo em sua direção, coordenados. Percebeu algo que não havia percebido antes: seus bicos tinham um estranho brilho. Não eram corvos comuns.


Corvos [x10] - 100%
Harpia - 100%
Semideusa Morta - 0%
Ceifador - 100%

#13

Alaska Nakine Monoke

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Ainda que os detalhes da estratégia parecessem perfeitos à seus olhos, na prática realmente não conseguiu imaginar como poderia ter dado mais errado. Primeiro a Harpia que apenas tinha saído de seu alcance, agora os malditos corvos de bico metálico voltando em sua direção. Era quase surpreendente a proporção como sempre conseguia entrar nas piores situações possíveis. Estalou a língua no céu da boca, voltando o olhar momentaneamente ao leprechaun que disparava com toda vontade para o mais distante possível com suas perninhas. Quis rir... E também ser um leprechaun multicolorido minúsculo que com certeza não seria pego pelos corvos. Bufou, achando que pelo menos era uma boa ideia. Quer dizer... Era o princípio de uma.

Deu às costas aos fervorosos pássaros e acelerou em um impulso único enquanto tentava pensar. Parecia lógico que entrar na chuva de 10 corvos para tentar apunhala-los um por um era um plano de merda pior do que o anterior com a mulher-galinha... Então precisaria de algo mais prático. "Tipo uma foice enorme em chamas." Comentou Lazl de forma sugestiva. Claro, se o Ceifador quisesse não teria problemas em torrar os tais inimigos... Mas, também "claro" que não parecia minimamente disposto à tal. Enquanto corria, vez ou outra em ligeiro zigue-zague para evitar que os bichos a alcançassem, tentou outra vez um plano idiota. Na verdade quase esperava que um buraco se abrisse no chão para engoli-la de uma vez assim que fizesse a sugestão... E a fez mesmo assim.

— Te dou a alma da menina se me emprestar sua arma por essa noite! — Berrou ao encapuzado. Ainda que não soubesse a resposta, ia na direção dele com uma força de vontade bastante surpreendente: sabia que agilidade era a palavra do momento. Precisava negociar logo com o maior e resolver aquelas criaturinhas toscas antes de a Harpia voltar a devorar o corpo da semideusa que jazia no chão. — SE ME MATAR TEM DUAS REFEIÇÕES COMPLETAS. — Completou berrando em direção à mulher-galinha, apenas para ganhar mais tempo. Esperava que o distanciamento conseguido fosse suficiente para que a outra não lhe alcançasse de uma vez só.

#14

Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

por Dionísio em Qua 19 Set 2018 - 1:01

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A semideusa dá as costas aos corvos, correndo ao invés de tentar apunhalar algum deles, o que era bastante prudente. De fato, os animais fizeram um arco e voltaram a voar... para a carne da semideusa morta. Esse era o objetivo deles.

Alaska então tentou fazer sua proposta indecente ao Ceifador. Uma alma por sua arma por aquela madrugada. Se fosse possível ver a expressão dele, entretanto, ela poderia perceber que não mudou por nenhum instante. Sua voz, entretanto, teve ainda mais firmeza ao dizer:

- Não se pode subornar um Ceifador... semideusa...

O frio no ambiente aumentou ainda mais, ela pode sentir um cheiro de morte intenso, vindo dele. E então...

A foice simplesmente desapareceu.

Ele não a ajudaria mais do que as dicas que já havia dado. Ou podia estar a ajudando indiretamente naquele exato momento, já que ela nunca havia usado uma foice na vida. Seja qual fosse sua intenção ao fazer aquilo, a resposta era um claro "Não".

E os monstros, completamente alheios, estavam devorando a carne fresca. A harpia se irritou com um dos corvos mais ousados que estava comendo perto demais de onde ela estava. O pegou com suas garras das mãos, fazendo-o explodir em pó dourado e voltando a comer.

Alaska podia vencer aquela batalha sozinha.


Corvos [x9] - 100%
Harpia - 100%
Semideusa Morta - 0%
Ceifador - 100%

#15

Alaska Nakine Monoke

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Se o Ceifador, naquele momento, fosse capaz de visualizar Lazl, provavelmente o explodiria. O leprechaun brilhou escarlate de raiva, em tom muito parecido ao que coloria as bochechas da ruiva, e fez caretas enquanto imitava as palavras da poderosa criatura. Alaska deixou o sorriso brincar pelo canto dos lábios, curvando-os ligeiramente, e os olhos ganharam um brilho que tremeluzia... Talvez na vontade de fazer o mesmo que Lazl... Ainda que esboçasse o mínimo de controle - em especial pela própria alucinação já cumprir o papel debochado da personalidade feminina. — Certo, certo... Veio só assistir então. — Comentou simplesmente, desviando a rota para os malditinhos que voltavam a atrapalhar-lhe os objetivos. Maldita menina morta.

Bufou quase audivelmente enquanto parava por breves instantes, puxando o ar com ansiedade para os pulmões. Não era exatamente o tipo de pessoa que ganharia bolsa de atleta em faculdades pelo mundo adiante. Precisou de ao menos alguns poucos instantes para se recompor antes de finalmente voltar a pensar. A Harpia sempre poderia escapar pelo ar, os corvos eram pequenos e numerosos. Felizmente ambos pareciam não se entender... Então era no mínimo um avanço. Lazl foi o que primeiro teve o próximo plano - que, dessa vez, esperava fortemente não ser tão falho - : tomou impulso e rapidamente pulou sobre um dos corvos, montando-o como um peão e socando a cabeça da ave.... Ainda que essa nem mesmo o sentisse, deixasse-se afetar ou saísse de onde estava. Lazl era fraquinho, mas era mesmo um gênio.

Monoke, na mesma onda do pequeno parceiro de crimes, contornou outra vez a cena, tornando-se paralela à galinha infernal. Deixou a espada comum cair ao chão em baque surdo - o som amortecido pelo solo terroso -, e pôs-se novamente a correr, dessa vez com objetivos completamente diferentes. Ia às costas da inimiga com velocidade, esperando que no desejo entorpecente pela carne humana a bestial não a ouvisse ou não ligasse para a aproximação. Quando chegou perto o suficiente, empurrou o chão com toda a força em ambos os pés, saltando para a criatura. A destra livre se ocuparia em agarrar a cabeça do monstro, a adaga na mão livre cortando o ar em movimento ligeiro na horizontal, indo aninhar-se fundo no pescoço do atual alvo. Uma, duas vezes... Caso desse certo, as apunhaladas durariam até o corpo pavoroso perder as forças.

#16

Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

por Dionísio em Sex 21 Set 2018 - 0:22

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Conforme esperado, o corvo ignorou o companheiro inexistente de Alaska.

A noite estava silenciosa, visto que eram os únicos acordados no Acampamento. Até mesmo seus passos pelo chão de terra chamaram a atenção e deixaram os adversários alertas, a espada caindo no chão foi o suficiente para todos se lançarem aos céus novamente, saindo do alcance da semideusa.

A Harpia falou:

- Vá embora e me deixe me alimentar, semideusa. Caso contrário terei que matar você. É seu último aviso.

Os corvos, no entanto, não foram tão pacientes. Começaram a voar novamente na direção de Alaska, visando matá-la de uma vez com seus bicos de ferro para poderem ter não só um, mas dois banquetes.


Corvos [x9] - 100%
Harpia - 100%
Semideusa Morta - 0%
Ceifador - 100%

#17

Alaska Nakine Monoke

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"AH MEL ZELZ" Lazl novamente brilhava em escarlate intenso e sanguinário, escorregando das costas do corvo assim que ele alçou voo e olhando para a Harpia e para o restante dos animais animais descontrolados, fuzilando-os com puro ódio. Nem mesmo o amigo imaginário absurdo de Alaska aguentava mais aquelas criaturas imundas com asas. "ESSAS COISAS VOADORAS DEVIAM MAIS É QUEIMAR NA FOGUEIRA TUDO JUNTO." Emburrou o leprechaun, limpando as roupinhas ao se levantar e dando as costas para a batalha.

Para ele fácil fazer aquilo, claro. Quando os corvos decidiram atacar, não era a minuscula criaturinha que eles buscavam. Viam esvoaçados e decididos, uma nuvem negra de terror tentando alcançar a jovem ruiva. Os brilhos reluziam à pouca luz que o luar proporcionava, os corpos diminutos não parecendo ter problemas com o choque mecânico ocasional na confusão do ataque... E, dessa vez, a Monoke simplesmente não fugiu. Afastou ligeiramente os pés, propiciando uma maior base, e usou as habilidades mais uma vez. A terra pareceu ser empurrada do solo, contrariando as tendências gravitacionais, e do bocado daquela mistura arenosa surgiram os seis projéteis. Pontas de cone, parecidas com espinhos grosseiros.

Giravam ao redor de si como satélites naturais em um raio de 1m, incessantes e insistentes. Seriam sua barreira defensiva e ofensiva simultaneamente. A ideia era que perfurassem ou derrubassem tudo aquilo que se aproximasse demais, dando ao menos um bloqueio básico para impedir que todos as aves alcançassem-na de simultâneo. Os pássaros que fossem derrubados pelas criações da menina, seriam um problema a menos. Os que acabassem por passar pela barreira seriam por sua conta e risco. Com a adaga tentaria rasgar tudo o que estivesse em seu alcance, movimentos rápidos e desmedidos, semicírculos com a mão com que segurava a arma, enquanto a outra serviria-lhe para afastar o que conseguisse se safar por ambas as etapas, priorizando o afastamento dos bicos metálicos.

Poderes & Habilidades:

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#18

Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

por Dionísio em Sex 21 Set 2018 - 23:33

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Rodando dados para os corvos contra os projéteis.

#19

Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

por Quíron em Sex 21 Set 2018 - 23:33

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O membro 'Dionísio' realizou a seguinte ação: Rolar Dados


'1d20' :

Resultado : 2, 10, 12, 1, 9, 10, 2, 20, 13

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#20

Re: MvP X Teste | Alaska Nakine Monoke

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