Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




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teste para cria de Hades


Ω Nome: Lía Grey Mitchell;
Ω Idade: 17 anos;
Ω Aparência: Dona de cabelos tom de mel, de tamanho mediano e textura ondulado, Lía costuma mantê-lo sempre preso atrás das orelhas. Nestas ela possui três acessórios prateados, dois no lóbulo e um tragus, todos com entalhes que remetem a rosas. Os olhos possuem uma coloração azul acinzentada, sempre doce e gentil, dando a garota a aparência de estar sempre pronta para ajudar e ouvir os outros. Sobrancelhas grossas, nariz e lábios finos compõem o rosto da jovem, tornando-a bastante delicada.
Sua estatura é média baixa, possuindo apenas 1.68 de altura, repleto de curvas bem acentuadas e contando com algumas cicatrizes provindas da sua infância turbulenta ao lado do padrasto.
O lado esquerdo do colo da jovem possui um desenho da constelação do signo de virgem, enquanto na costela do lado direito encontra-se um filtro dos sonhos, que ao invés de possuir plumas possui pequenas adagas.




Características Psicológicas:
Ω Humor: Sabe aquelas clássicas balas molinhas rosa de iogurte? Doces, que deixam uma sensação incrível na boca, explodem causando milhares de sensações e se torna inesquecível? É como Lía. Ela é uma garota extremamente doce e gentil, está mais do que disposta a ajudar e sacrificar seu bem estar pelo de outrem. Educada e generosa até com aqueles que a machucam, apesar de não parecer, ela adora uma boa briga, dá tudo o que pode para entrar em uma, principalmente quando está defendendo seus princípios. Quando irritada se torna alguém bastante fria e calculista, deixando de lado todo o seu jeito meigo e focando apenas em sangue.
Ω Três Qualidades: Simpatia; Meiguice; Generosa;
Ω Três Defeitos: Ingenuidade; Confiança; Auto Sacrifício;



Ω História:

Os tons alaranjados do pôr do sol invadiam o segundo andar da fábrica pela janela quebrada, refletia pelos cacos espalhados no chão e espalhava-se ainda mais pelo ambiente, dando um ar mistico ao ambiente. O cheiro de chuva era trazido pela brisa suave, anunciando que em breve um pé d’água iria cair, o que talvez não fosse muito bom.

No fundo, encolhida e escondida atrás de um quarteto de caixas de madeira estava uma garota. Ela tremia assustada, o cabelo e as vestes pingavam água criando uma pequena poça em sua volta, a respiração ofegante e as lamúrias vinda do choro intensificavam conforme a noite caia.

A morena fechou os olhos, abraçando-se com força tentando se controlar. Faziam exatos dois dias que mantinha-se oculta de todo o mundo, a fome fazia com que sua barriga roncasse e o estômago retorcesse, a pele que já costumava ser pálida estava ainda mais, o ferimento no braço esquerdo começava a liberar pus amarelado deixando-a preocupada. Como se não bastasse, as memórias vieram a tona.

”A garotinha subia as escadas empolgada, desajeitada tentava se livrar dos tênis e do par de meias. O sorriso divertido nos lábios tornava-se cada vez maior conforme ela se aproximava do quarto de seus pais. Sons altos vinham de lá o que garantia a ela que ambos estavam em casa. Trazia consigo o pequeno caderno de notificações da escola, um recado da professora repleto de elogios referente a última aula de artes, onde seus desenhos haviam se destacado.

Seus passos a levaram rapidamente para a porta, com certa dificuldade ela conseguiu girar a maçaneta já adentrando o local. — Papai, mamã… — Antes de sequer completar a frase a jovem estacou, os olhos arregalados e fixos na cena a sua frente. O homem que costumava chamar de pai encontrava-se montado sobre uma mulher de cabelos dourados, ambos gemiam, agiam como animais. — Essa não é a mamãe...— A voz saiu como um sussurro baixo e rouco. Confusa e um tanto apavorada a menina deixou o ambiente.

Com o olhar perdido ela se manteve sentada no sofá principal da sala, o caderninho preso nas mãos, em sua mente ela tentava em vão assimilar os acontecimentos, mas como poderia uma criança de oito anos entender tudo o que havia visto momentos atrás? O homem apesar de ter percebido a presença da mesma, decidiu apenas ignorá-la e seguir com o ato.

A mãe de Lía adentrou a casa horas mais tarde, a garota já havia tomado banho e agora brincava em seu quarto com seu livro colorindo as mais diversas imagens. Seu nome foi chamado e ela se dirigiu rapidamente a cozinha. A mulher morena a observava sorrindo. — Está com fome? — Enquanto subia na cadeira a garota assentiu fitando a outra. Angelina era uma mulher tão carinhosa quanto sua filha, atenciosa e extremamente protetora, já Roger, o padrasto, era silencioso e pouco falava com a criança.

Este observava seriamente o notebook a sua frente. — Papai, quem era a mulher com quem o senhor brincava? — Angel virou-se para a filha tão rápido quanto seu esposo, ele fuzilava Lía, como se quisesse matá-la pelo comentário feito. — Então Roger...— A progenitora indagou, tentando agilizar a resposta de seu parceiro. — Ninguém. — Ele respondeu ríspido.

A menina balançou a cabeça de forma negativa batendo as mãos sobre a madeira grossa da mesa. — Não! O senhor estava brincando com uma mulher na cama da mamãe mais cedo. Não pode mentir, papai, é feio! — Ela berrava. Odiava que mentissem ou que se fizessem de desentendidos, como se ela não fosse capaz de entender as situações, e talvez não fosse mesmo.

Angela engoliu em seco quando o estalo ecoou, a mão do homem havia ido de encontro ao rosto da menor que agora estava sentada no chão com os olhos repleto de lágrimas, ele por sua vez estava de pé fitando-a com ódio. — Eu já falei que não tem que se meter onde não é chamada, pirralha. — A raiva era notável no timbre e nas palavras, o que fez com que as lágrimas rolassem instantaneamente pelo rosto corado de Lía. Naquele momento ela soube que seu padrasto não amava sua mãe e que mentiras tornariam-se comuns.”


A morena engoliu em seco, os olhos abriram-se e o ecoar das grandes portas sendo arrastadas ecoou. Algo adentrava a fábrica a tanto tempo esquecida, a jovem estremeceu e gemeu baixo, talvez fossem eles a procurando, aqueles seres monstruosos não parariam de caça-la? Lía tentou se manter em silêncio, rezando a quem quer que estivesse ouvindo para que o tal endereço entregue por sua mãe antes da morte houvesse recebido a carta.





Última edição por ☆Lhokita em Seg 24 Set 2018 - 22:06, editado 2 vez(es) (Razão : deixando o template mais largo :3)

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