Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




ATUALIZAÇÕES DO FÓRUM




Absolutamente TUDO de novo que foi adicionado ao fórum DEVE ser postado neste tópico (localizado em "Noticias e Atualizações" do Mural Divino). Esse é um tópico de uso exclusivo da ADM para expor novas informações e servirá como um meio de comunicação onde os players poderão se manter atualizados sobre aquilo que vem acontecendo dentro do fórum.
Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

IMPORTANTE: Esse tópico é para ser atualizado sempre que algo mudar, não precisa ser preenchido somente por Ártemis e Hefesto. Se vc tem algo novo para postar, POSTE COMO COMENTÁRIO AQUI, seja uma mega missão, ou qualquer outra coisa.

Veja em: http://www.heroisdoolimpo.com/t2341-atualizacoes-do-forum-leiam-e-fiquem-por-dentro-do-que-esta-acontecendo

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Roran

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Filho(a) de Hefesto
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Quando o outro inimigo para de gritar eu agradeço mentalmente pela dor que diminuiu em meus ouvidos. Eu j´´a me sentia levemente desorientado pelo ataque sônico, e estava putaço com os monstros, que além de nos pegarem de surpresa estavam deixando o ambiente inteiro impregnado com seu frio sobrenatural, tornando-o um território de sua vantagem...
-- Não -- digo, me levantando com esforço no frio -- Não, vão, não!

Assim, olho pro gurizinho. Cerro o maxilar, e invoco uma Encarnação de Metal

-- Vá! ajude e guie o pivete! -- grito para ela, apontando para Connor, e então olho para nossos inimigos, ou para as barreiras de gelo que os protegiam. Estava na hora da épica disputa entre fogo e gelo, frio e calor, e eu estava ansioso para saber qual prevaleceria no fim.

Inspiro então profundamente. Puxo todo o ar que meus pulmões conseguirem aguentar, tentando ignorar as pontadas que o frio causava em minha garganta. Aqueço o ar dentro de mim, e então, como um polvo ou um dragão, disparo pela boca uma nuvem pesada de cinzas, vomitando-a sobre todo o vagão.

Com isso, eu e meu irmão seríamos os unicos a enxergar naquele lugar, além do meu clone, que estaria guiando e protegendo o semideus ao lado do tigre automato. Também visava voltar o lugar ao clima ameno, combatendo o frio absurdo dos dementadores, e pegando-os de surpresa.

Assim, não perco tempo. Revigorado pelo calor da nuvem de cinzas eu disparo pelo recinto, cntornando as paredes de gelo que protegeram o dementador contra quem atirei e, uma vez que ele esteja em meu alcance de visão, ergo a pistola, disparando contra seu peito ou rosto, o que for possível. Conto que ele não seja capaz de me ver perfeitamente bem. Em contrapartida, os já ativos óculos de calor seriam capazes de focalizá-los, já que eles eram a maior fonte de frio no lugar. eu esperava vê-los como o ponto mais escuro, em azul marinho, marcado no olho esquerdo, onde eu usava o monóculo.

a todo momento fico atento para me defender de qualquer ataque, ou me jogar e rolar pelo chão tentando evitá-los. Meu escudo estava dentro de minha nave, e eu agora estava quase me arrependendo de tê-lo deixado lá. Se eu fosse atingido por um daqueles raios de gelo... Bom, digamos que aquilo devia doer.

Nível 8 - Encarnação em Metal: O filho de Hefesto consegue invocar um autômato igual a ele. Este terá um martelo e um pequeno escudo, ele terá somente as passivas do seu invocador, assim como 20% da vida e energia referente ao mesmo. O custo dessa habilidade requer 50 pontos de energia e entrará em espera depois de 4 rodadas. O automato é desativado automaticamente ao se afastar mais de 15 metros de seu invocador.

Nível 9 - Cinzas de Vulcão: O herói consegue criar uma nuvem de cinzas que enche um raio de 5m ao seu redor, dificultando a visibilidade, a respiração e deixando o clima muito quente. Essas cinzas dependerão do clima e ambiente em que estão, podendo durar de 3 a 10 turnos (Se estiverem em ambiente aberto, 3 turnos, em ambientes muito fechados, 10). Esta, não afetará filhos de Hefesto, que conseguirão ver e respirar naturalmente. Esta habilidade custara 80 pontos de energia e entrará em espera após 3 rodadas ou 6 rodadas.

Nível 10 - Cura Flamejante: A partir desse nível, o filho de Hefesto não levará mais danos para fogo. Pelo contrário, ao entrar em contato com ele, se regenerará, recebendo 10 de HP e MP a cada rodada em contato com o fogo. Não pode ser fogo produzido por ele nem por seus itens.

Nível 2 - Febre: Quando o filho de Hefesto luta em lugares quentes ou abafados, assim como nas forjas, sua força e suas habilidades são ampliadas. (+10 FOR E +10 DEF nessas condições)



#11

Jayce Montgomery

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Filho(a) de Hefesto
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Assim que o maldito e perturbador grito era cessado elevei o olhar tentando buscar o motivo, visualizando com clareza meu autômato sendo atingido por raio congelante que gradativamente cobria seu corpo metálico. Seus movimentos eram retardados, mas não era hora de me preocupar, o sistema de engrenagens trabalhando gerava um aquecimento, isso serviria pra combater o gelo momentaneamente.

Conforme a temperatura caía dentro do vagão os pelos de meu braço se ouriçavam, estava tão acostumado com o intenso calor das forjas que o frio agia de forma incisiva sobre minha pele, incomodando de uma forma quase que insuportável, me instigando a alterar os termômetros do cubículo metálico imediatamente.

[Caso a nuvem de Roran seja feita]: Meu psicológico se acalmou gradativamente conforme o calor era restabelecido, as manchas de frio e calor e intensificavam no monóculo entregue por Roran, enxergando meus parceiros como pontos alaranjados de calor enquanto os inimigos eram representados pelo azul mais escuro. Empunhei o martelo com a mão direita firme, completamente emputecido com os inimigos e o frio que insistia em duelar com o calor das cinzas.

Usei o isqueiro de Roran com a mão esquerda, tentando entender o que havia de diferente para deixá-lo tão animado no momento de acender a vela. Percebi a diferença no momento que a pequena caixinha produziu não uma simples chama alaranjada, mas uma fodendo bola de fogo do tamanho de uma bola de futebol, e uma onda de ansiedade aqueceu meu coração. Aproveitei de meu domínio sobre as chamas |Pyrocinese I| para orientar a esfera flamejante na direção do primeiro dementador, o que se mantinha a frente do símbolo mágico.

Disparei no máximo de minha velocidade, contornando a parede de gelo que protegia os irmãos dementadores pelo lado oposto ao de Roran, tomando o cuidado para não ficar na linha de seus disparos enquanto efetuava meu próprio ataque. Dei um giro com o corpo, aproveitando do impulso para atingir a lateral do corpo do dementador com o martelo, fazendo chamas irromperem do ponto de impacto e talvez enviá-lo para uma das paredes do vagão |Fúria do Berseker|.

Um contra-ataque poderia ser realizado a qualquer momento, portanto me mantinha extremamente atento para evitar qualquer ação que pudesse me afetar de forma negativa, seja desviando rolando, me jogando no chão ou bloqueando com o martelo.


[Caso a nuvem de Roran não seja feita]: Realizo o mesmo ataque da bola de fogo com o isqueiro, contudo aproveito das chamas para incendiar a lâmina de bronze e controlar as labaredas para mantê-la no metal, lançando contra a dupla de dementadores. Elevei metacarpos na direção da adaga, controlando |Metállon I| para que a adaga perfure ambos os dementadores várias e várias vezes seguidas.

Da mesma forma, estaria atento para me defender/esquivar de um ataque lançado contra mim da forma mais adequada possível.



Passivas:
Nível 2 - Febre: Quando o filho de Hefesto luta em lugares quentes ou abafados, assim como nas forjas, sua força e suas habilidades são ampliadas. (+10 FOR E +10 DEF nessas condições)

Ativas:
Nível 1 - Pyrocinese I: O herói controla (não cria) o fogo, não muito bem, mas pode controlar mesmo que seja pouco.  Pode fazer pequenas labaredas de fogo atingirem o alvo ou manipular pequenas quantidades do mesmo, por exemplo. O uso da habilidade requer 20 pontos de energia.

Nível 4 - Metállon I:
O herói é capaz de manipular o metal e controlar pequenas quantidades de metais, como uma adaga e outros itens com peso similar, por exemplo. Não é possível mudar a forma dele, apenas controlar.  O uso desta habilidade requer 25 pontos de energia. [Habilidade para batalhas]

Nível 5 - Fúria do Berserker: O filho de Hefesto concentra sua energia no martelo, e executa um  ataque. Assim que se choca com o corpo do alvo chamas irrompem do ponto de impacto, como uma mini-explosão, cuja força varia de acordo com a força do golpe, nível e estado emocional do personagem. Custa 10 de MP.

#12

Mercúrio

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Deus Olimpiano
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Tchu! Tchu!
Connor vence seus medos e consegue chegar finalmente no círculo mágico. Suas tentativas são assistidas com extrema expectativa pelo público que, assim como o garoto, descobrem que a varinha não passa de uma caneta estilosa. Sua tinta, no entanto era brilhosa e parecia se adaptar com a cor que o garoto queria escrever. A primeira palavra que ele escreveu foi vela, que brilhou em azul. O símbolo dentro da divisória INTERNA do círculo pareceu ganhar vida, bruxuleando como se fosse a chama de uma vela.

O garoto preencheu as outras respostas que ficaram gravadas por um segundo, cada qual em sua cor, mas desapareceram em seguida, com um estalido de gelo se formando. A parte EXTERNA do círculo mágico piscoy duas vezes e a temperatura caiu.

Uma nova onda depressiva invadiu a sala, atacado o garoto com força ainda a maior que a anterior.

Roran resolveu declarar guerra ao inverno e cuspiu uma nuvem de cinza vulcânica que envolveu o vagão num raio de 5m a partir dele, o suficiente para cobrir a distância entre ele e os dois monstros que disparavam estacas de gelo contra ele, cobrir seu irmão e um pedaço do tigre metálico.

A temperatura começou a subir um pouco, mas voltou a cair vertiginosamente novamente, diminuindo em um metro a área da nuvem. O tiro pegou em cheio no monstro, mas, quando o semideus deu por si, o monstro estava intacto, coberto por uma densa camada de gelo, uma espécie de armadura.

A criatura soprou contra o ferreiro, lançando-o contra parede. Um raio de gelo insistia em grudá-lo contra a parede gélida do vagão, coincidente no ponto em que a névoa havia perdido território.

O mesmo aconteceu com Jayce do outro lado, sua martelada bateu na armadura de gelo e, antes que tivesse a oportunidade estava sendo pressionado na extremidade contrária do vagão pelo raio gélido de sua antes vítima.

O tigre, em contra partida, começava a dar sinais de supra resfriamento, seus tilintares cada vez mais lentos.

Aparentemente o erro de Connor havia ativado um sistema de segurança que havia dado mais poder aos guardiões do vagão...

A vida de seus companheiros agora estava nas mãos do pequeno nerd. Era melhor que ele estivesse certo dessa vez.

Palavras brilhando em verde escreveu:O que é; corda; sempre; parado; com; dobrado; de; e; noite; de; dia; ficar; O que é?; tempo; se; trabalha; teima; andaria; ficar; em; só; andaria; uma.

Palavras brilhando em vermelho escreveu: rápido; O que é; mais; O; o que é?; pé

Palavras brilhando em azul escreveu:O que é; pequena; grande; antes; o que é?; é; de; ser

Palavras brilhando em amarelo escreveu:mar; o que é?; para; disse; a; para; o que é; areia; o.

Círculo Mágico


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#13

Roran

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O gelo me queimava como se fosse... Bom, fogo. Eu só havia sido queimado uma vez, e as marcas das chamas demoníacas ainda ardiam quando eu me lembrava delas. Ali, congelado a uma parede de metal idiota, em meio a uma tempestade de neve e cinzas, eu me sentia como naquele dia dois anos atrás; fraco, indefeso e, acima de tudo, desesperado.

Você não vai conseguir, ouvi a voz na minha cabeça. As vozes. Todas em uma. Aquele maldito demônio que não abria a boca há tanto tempo que eu quase acreditei que havia ido embora de mim.

-- Por que...? -- Me pergunto, olhando com os olhos semicerrados contra o vento frio, tentando descobrir onde tudo havia desandado e ido parar daquele jeito.

Um demônio envolto em gelo flutuava de um lado. Podia ver o outro, e podia ver Jayce preso de forma semelhante a mi, do outro lado. Eu nem sabia como ele tinha ido parar daquela forma. Percebo que, como mais experiente ali, devia ter me preocupado mais em ajudar os demais, ao invés de tentar resolver as coisas da forma mais rápida. O poder das criaturas tinha me surpreendido, e como a vida não permite erros, ali estávamos nós, à mercê dos monstros.

Ou quase. A imagem do pequeno Connor, resistindo sozinho, tão pequeno, em meio ao caos, fez um estalo em minha mente. Inspiro profundamente, buscando pelo calor dentro de mim, tentando aquecer meu corpo. Se ele não havia desistido ainda, então lutaríamos. O pequenino ainda estava cumprindo a missão que assumira, de resolver os enigmas, e eu cumpriria a minha de defendê-lo. Mais uma vez a batalha contra o demônio cruzou minha mente, lembrando-me de como havia sido Blaze a me manter de pé aquele dia. Novamente, eu estava sendo salvo pela determinação de outra pessoa.

Sinto meu corpo, observando o que está livre. Caso meu braço esquerdo esteja livre, eu aponto a palma da mão esquerda para o gelo que me cobria e acumulo energia, calibrando para usar a melhor força possível no propulsor na palma da mão, disparando uma fonte continua de calor contra o gelo, tentando livrar o restante do corpo.

Se meu braço esquerdo estiver preso, porém, eu começo a conceentrar e mover a energia dentro dele, disparando-a pela palma ao mesmo tempo, tentando quebrar o gelo e aquecer o braço, facilitando o trabalho.

Enquanto eu faço isso, porém, não estaria parado. Proteger Connor era minha prioridade, e eu faroa o que fosse preciso. Assim, com um pensamento, expulso minha nave da tatuagem. É, ali, naquela merda de lugar idiota e apertado com uma puta tempestade acontecendo. Eu nem queria imaginar quantas cinzas não teria de tirar de todos os buracos.

-- Thinky!, ON -- Grito, tentando sobrepujar o som dos ventos -- Proteja Connor! Faça o que for necessário! Deixe Seth sair!

Assim, permito que a nave vá cumprir com sua tarefa. Seth, o meu tigre autômato no seu interior, estaria novo em folha, diferente do de Jayce, e esperava que um tigre automato e uma nave espacial (?) pudessem ser uma boa adição à luta em defesa do guri.

Caso eu consiga me soltar, trato de sair do alcance do filho da puta que havia me congelado. Não queria ser pego por outro raio de gelo daqueles, então puxo das costas meu escudo, o qual uso para tentar bloquear qualquer ataque que eu não fosse ser capaz de desviar .


Observações pertinentes;
- A nave possui inteligência artificial mediana;
- O tigre é o mesmo do seth, estava no banco de trás;
- a nave funciona melhor (tem mais poder e estabilidade de vôo) quando está próxima de uma superfície (solo ou agua). Perto do chao do vagão, entao, deve ter estabilidade suficiente para resistir aos ventos etc.



#14

Σ Connor Walker

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Quando eu vejo as palavras sumirem com um estampido e sinto o vagão esfriar ainda mais eu percebo que a culpa foi minha, eu havia errado e algo me diz que a temperatura diminuir ainda mais era apenas um dos efeitos colaterais disso. Dou um soco na parede e a força foi tanta que meus dedos pequenos doem e acabo por soltar a varinha no chão por causa da dor.

Começo a tentar a pensar no enigma mas minha mente só pensa em como meu pai deve estaria decepcionado comigo caso estivesse me vendo do mundo inferior. Era apenas uma charadinha e eu não conseguia acertar. Encosto a cabeça no círculo e meus ombros tremem conforme começo a choramingar, nada mais parecia fazer sentido nesse lugar. Eu era fraco e a única coisa a qual eu me achava útil eu estava descobrindo que também não era meu forte.

Alguma coisa estava faltando e eu não estava conseguindo descobrir o que, eu estava tão triste e frustrado com tudo o que estava acontecendo. Eu olho ao meu redor, tentando olhar as paredes para ver se tinha alguma pista que eu tivesse deixado passar quando vejo uma nuvem negra cobrindo mais da metade do vagão.

- NÃÃÃÃOOOOOOO - eu grito em certo desespero, eu errar tinha feito isso, eu tinha dado ainda mais poder aos dementadores e eles estavam cobrindo meus amigos em uma núvem negra possivelmente tóxica. Eles iriam morrer e era minha culpa.

Minhas mãos tremem e quase que derrubo a vela também, talvez eu também devesse estar lutando ao invés de ficar aqui, se eu estivesse ao lado dos outros nós 3 conseguiriamos vencer o monstro, mas ao invés disso eu estava aqui errando e piorando a situação deles. Eu queria ir para a luta com eles mas meu corpo não se mexia, eu queria muito resolver esse enigma, mas eu não conseguia ver pra quê, em breve meus amigos estariam mortos e eu seria o próximo, esse não era um jogo ou pelo menos não era o modo treino. Será que a vida tinha o "Continue"?

Eu conseguia ainda ouvir barulhos dentro da fumaça, então ainda tinha esperança para eles. Talvez se eu terminasse o enigma dessa vez a fumaça iria embora salvando eles, vejo que ela estava diminuindo mas ainda não era rápido o suficiente. Eu precisava pensar em como resolver essa situação.

Percebo que estou sentado no chão do vagão, nem percebi que tinha feito isso, talvez fosse em meio ao meu momento de auto-piedade, mas agora não era hora de lamentar mais. Pego a varinha que estava ao meu lado e me levanto determinado. Era agora que eu precisava mostrar que eu servia pra algo. Olho para as palavras em grego que estavam ao redor (pelo menos as que eu conseguia enxergar), por mais que eu já as tivesse decorado era mais pra botar a cuca pra pensar e garantir que eu não tinha deixado passar nada.

Penso que talvez tivesse uma ordem para ser colocada as palavras, mas não vejo dica alguma de que fosse isso, porque apenas vela ficou? Eu tinha uma vela nas mãos, será que era isso? Mas eu tinha meu relógio no pulso também, então esse também não deveria ter sumido, era algo diferente. Tento colocar a vela onde estava escrito a palavra.

Se não der em nada eu continuarei pensando o que eu faria, não poderia sair escrevendo as coisas com a varinha ou poderia piorar a situação aqui no vagão. Penso em tudo o que eu vi aqui no vagão desde que entrei. Nada parece ser uma dica, pelo menos não até que eu penso em quando eu escrevi as palavras erradas, elas sumiram e o que brilhou foi a parte mais pra fora do círculo. Passo meus dedos pelo círculo (a parte que eu alcanço porque lá em cima é só com a varinha mesmo).

Arregalo os olhos quando percebo que os desenhos do círculo pareciam a chama de uma vela, era muitas dicas para uma pergunta só, talvez fosse isso, não precisaria de 4 respostas, apenas uma. O resto era apenas distração. Mas algo estava faltando. Soco novamente a parede, mas desta vez é mais uma pancada do que um soco, não queria machucar minha mão novamente.

Coloco a vela em meu bolso e passo a varinha para a mão esquerda e levo a direta para a clavícula esquerda, era meu tique de pensar e eu precisava disso. Eu já tinha a resposta agora eu precisava só terminar de resolver. Mas resolver o que? Eu já tinha a resposta.

FUCK. Grito mentalmente o que é seguido de um pedido de desculpas ao meu falecido pai, ele me ensinou a não falar palavrões. Eu precisava de uma pergunta, não uma resposta, essa eu já tinha.

"O que é o que é? É grande antes de ser pequena." Essas eram as palavras em azul, mas as divisões da frase faziam com que pudesse se encaixar nas oito divisões ao redor, as mesmas que brilharam quando eu errei. Eu realmente estava sem ideias e beirando o desespero, mas eu usaria a varinha para escrever a pergunta em grego ao redor do círculo.

#15

Jayce Montgomery

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Toda a fúria imposta no golpe era convertida em satisfação ao sentir o impacto do martelo contra a asquerosa e gélida criatura, contudo minha felicidade não passava de algo momentâneo e o sentimento era substituído pela indignação; nem mesmo os disparos de Roran surtiram efeito contra as criaturas e não conseguia imaginar o porquê. O sentimento de fúria era restaurado e uma queimação explodia em meu peito, era como se a emoção esvaísse de meu interior conforme meu corpo era lançado contra a parede metálica do vagão.

Cego pela raiva não havia conseguido visualizar toda cena com clareza, mas distante pude perceber o que protegeu os espíritos de nossos ataques simultâneos, uma espécie de carapaça cristalina e extremamente resistente cobria os corpos fantasmagóricos enquanto que meu corpo era envolvido por um gelo semelhante, imobilizando meu corpo contra a parede do vagão. Movia os braços na tentativa de quebrar o gelo na base da força física, mas aparentemente sem resultado.

Ror... — O grito era sufocado ao enxergar meu irmão na mesma situação que eu, indefeso perante os demônios gélidos. Pelo monóculo conseguia enxergar o outro ponto de calor do outro lado do vagão, o pequeno indefinido continuava empenhado em resolver os enigmas...desprotegido. Restaurei o grito para passar a ordem para Hercules, por mais danificado que estivesse. — Continue atacando!

Mas só aquilo era suficiente? Teoricamente, minha função era a de suportar os danos da equipe enquanto Roran mantinha seus disparos à distância e Connor se preocupava em ser o esperto do time, mas até o momento eu não havia feito nada de significativo além de acender a vela que invocou os demônios. Cerrei tentei os punhos por baixo do gelo, inflamando-os e intensificando as chamas na tentativa de derreter o gelo e fragilizá-lo. As labaredas azuladas refletindo a raiva que explodia em meu interior, forçando o bloco gélido a todo instante.

Caso eu finalmente consiga me libertar, me movimento o mais sorrateiramente possível, desviando dos possíveis golpes que poderiam ser voltados para mim. Buscava alcançar a taça congelada que fazia parte do enigma, a mantendo comigo.



Ativas:
Nível 7 - Pyrocinese II: O herói, agora pode controlar o fogo melhor e criar o mesmo em locais não existentes. O fogo parte do criador para o alvo desejado. Pode fazer adagas de fogo e manipular quantidades maiores do mesmo, por exemplo. O uso da habilidade requer 40 pontos de energia..


Efeito apenas estético:
Sempre que o semideus estiver com muita raiva suas chamas ficarão azul.

#16

Mercúrio

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Tchu! Tchu!
No momento em que Connor escreve a última letra do enigma um novo estalido de gelo se quebrando, mas dessa vez, todo o vagão se paralisou. Os ataques cessaram por momentos preciosos, suficiente para que Roran disparasse sua turbina, desprendendo-se do invólucro de gelo rapidamente, enquanto as cinzas voltavam a cobrir o espaço que lhes havia sido tirado.

Jayce tentava se livrar de seu próprio envólucro o que fora inútil durante os primeiros segundos, mas então o monstro parou, como se estivesse demente por um segundo, assimilando a situação. O gelo cedeu e o filho de Hefestos se libertou com certa dificuldade

Hércules avançou, saltando sobre o monstro que cessará seu golpe por um segundo precioso, abocanhando a carapaça gélida que cobria o monstro encapuzado com certa resistência, mas diante da inatividade da criatura parecia ceder aos poucos.

Os filhos de Hefestos se preocupavam com a segurança do pequeno Connor, que tinha sobre si um medalhão azulado brilhando em sua cabeça com o que parecia ser um cérebro dentro, com todos os seus neurônios desenhados de forma bem caracteristica.

Uma nave surgiu entre os filhos de Hefestos e o novo estrategista, com um tigre que não conseguia deixar a nave porque a porta estava presa pela lateral do vagão.

O garoto parecia feliz por ter resolvido o enigma, mas, instantes após todos esses acontecimentos, o círculo brilhou e expeliu um cálice de seu interior que flutuava a frente do meio do círculo. Uma coisa interessante que o garoto notou é que as palavras grande e pequena que havia acabado de escrever estavam brilhando em negrito no círculo externo que girava como se fizesse a pergunta.

O tempo de vantagem acabou e o primeiro a se erguer foi o que estava abaixo do tigre. Desfez-se em gelo, deixando o tigre confuso com o que parecia ser um espelho quebrado e aparecendo logo acima do mesmo, lançando três estalactites que lançaram o tigre contra a nave, amassando a lataria.

O monstro então virou-se para a criança, como se só então a notasse e lançou um raio congelante em sua direção, defendido pela encarnação de metal de Roran que estava por perto.

Do outro lado, as criaturas viraram-se para ose filhos de Hefestos e planaram até estarefa com suas costas coladas, uma densa névoa gélida começou a se formar a partir deles, cobrindo 2m dentro das cinzas vulcânicas expelidas pelo filho de Hefestos. Em cada direção, quatro estalactides foram lançadas contra os filhos de Hefestos.

Palavras brilhando em verde escreveu:O que é; corda; sempre; parado; com; dobrado; de; e; noite; de; dia; ficar; O que é?; tempo; se; trabalha; teima; andaria; ficar; em; só; andaria; uma.

Palavras brilhando em vermelho escreveu: rápido; O que é; mais; O; o que é?; pé

Palavras brilhando em azul escreveu:O que é; pequena; grande; antes; o que é?; é; de; ser

Palavras brilhando em amarelo escreveu:mar; o que é?; para; disse; a; para; o que é; areia; o.

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#17

Roran

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Urrei de ódio quando vi a thinker ser avariada, minha voz se alterando em três contra minha vontade enquanto o demonio dentro de mim urrava comigo, me sobressaltando. Invoquei meu rifle no ar, agarrando-o com minha mão direita e apoiando um joelho no chão enquanto fazia pontaria. Já me preparava para atirar quando a névoa surgiu junto às estalactites.

Me jogo para o lado, praguejando, ou caso veja que não dará tempo, ergo o braço de oricalco, ativando o mecanismo que abre as abas laterais, formando um escudo de oricalco [pequeno], o qual uso para me defender da estaca, me plantando no chão com a maior firmeza possível para resistir ao impacto. [Não entendi bem a parte do "em cada direção", mas se for mais de uma estaca vindo contra mim, de mais de um lado, priorizo a esquiva, jogando-me e rolando pelo chão]

Caso eu consiga evitar ou bloquear a estalactite e não congele/morra/seja varado de um lado a outro, volto a erguer meu rifle. Puxo de dentro do bolso da camisa um projétil especial Dust [Uma bala oca que contém bronze celestial em pó em seu interior, e se abre apos penetrar o alvo], e encaixo-o na abertura de tiro rápido do rifle. Engatilho e, fazendo pontaria contra o peito do monstro mais visível, puxo o gatilho.

Ergo a mão, fazendo a nave desaparecer. Não tinha conseguido usá-la para proteger o guri. A ideia de invocá-la em volta do garoto para protegê-lo me cruzou a cabeça, mas eu não sabia se ele conseguiria resolver o enigma lá de dentro, apesar de achar que lá seria mais calmo para ele pensar.

-- Connor -- Digo para meu ombro :v transmitindo minha voz do braço para o comunicador no ouvido do garoto -- não se importe com os monstros. Jayce e u damos conta -- Olho de relance o circulo, o cálice, a vela. Talvez, devêssemos imitar o ritual que vimos ao chegar, e por a vela dentro do cálice. E cuspir nele ate que ficasse cheio. Quem sabe? Eu já estava com dor de cabeça com tudo aquilo. Eu não devia ter saído das forjas, penso irritado.

anyway, faço de minha meta manter o pivetinho seguro. Um símbolo brilhou sobre sua cabeça, e eu não tinha [i]ideia[i] de que deus ou filiação aquilo poderia pertencer. Então tento nao me distrair, focando nos bichos malditos, pronto para defender-me de ataques gelidos pulando pros lados ou com meu escudinho, ou mesmo defender o guri filho-deus-sabe-de-quem, chamando a atenção dos monstros para mim caso algum se vire contra ele, disparando contra eles com o rifle, contra qualquer braço que ergam para disparar contra eles ou caso comecem a gritar. Em ultimo caso, levanto-me e corro, lançando-me como uma locomotiva contra os monstros para impedí-los de avançar contra connor, saltando e puxando meu vibrador da lateral do cinto, usando-o para bater na cara do monstro.

¢- Rifle de precisão forjado por Roran. comporta pentes de Até 10 balas. Calibre 31. Sistema amortecedor reduz a força do coice. Na parte superior, uma entrada permite a inserção de balas individuais para tiros rápidos. Requer 30 de MIRA.

¨ - Projétil oco, preenchido com pó de Bronze Celestial. Se abre ao atingir o inimigo, liberando o Bronze em pó dentro destes.

- Vibrador de Guerra[Mítico][Borracha]//1// - //1//Para animar o semideus nas batalhas, muda de cor conforme o ânimo do garoto.



#18

Σ Connor Walker

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Quase consigo sentir meu coração parar quando ouço novamente o barulho do gelo, começo a olhar em volta para ver se tenho uma dica do que estava acontecido e temendo pelos outros pagarem pelos meus erros, vejo o tigre de Jayce no chão com um dos monstros congelados abaixo de si. Um pequeno sorriso se abre em meu rosto, eu havia conseguido fazer os monstros se congelarem, o enigma tinha sido resolvido. Penso em ir em direção à nuvem negra para ver se os outros estavam bem, afinal ela parecia cada vez menor e quem sabe resolver o enigma fosse o suficiente para salvar meus amigos.

Antes que eu dê o primeiro passo algo aparece em cima de mim e eu temo que seja um ataque, pulo para o lado mas o que eu identifico como um holograma segue meus movimentos, observando melhor eu percebo que na verdade tem um símbolo ali. Seria essa outra parte do enigma? Noto que é um cérebro, pelo o que me falaram essa era uma forma de reclamação, algum deus tinha me reclamado como dele. Penso logo em Atena, afinal ela era a deusa da sabedoria e eu conheci o meu pai, logo eu tinha uma mãe divina, mas lembro que o símbolo dela é uma coruja e não um cérebro. Percebo então que na verdade Céos tinha mandado este símbolo.

O titã da inteligência estava no acampamento desde mais ou menos o início da guerra e desde sua chegada, apesar de sua insistência em não interferir diretamente, nem mesmo com conselhos, Céos pegou alguns campistas e legionários para ensinar a seguir os seus caminhos, fazendo-os pensar diferente do comum e ao mesmo tempo prever seu inimigo. Mesmo diversos que semideuses tivessem passado por sua tutela, o titã ainda não havia pego nenhum para ser seu discípulo oficial, nenhum estrategista tinha sido escolhido. Cargos honorários foram concedidos para alguns semideuses mais experientes, mas estes em sua maioria já serviam a outros deuses, os impedindo de se devotar integralmente aos serviços do titã.

Eu gostava de Céos, ele tinha pego para seus treinos alguns meio-sangues mais novos no acampamento após perceber que não tinha sido muito frutífero trabalhar com os mais experientes, afinal esses em sua maioria ou serviam à algum deus ou não estavam interessado a servir ninguém. Vendo a aparência do titã com sua capa de pele de urso, qualquer ser semidivino imaginaria que seu método de ensino deveria ser duro e pesado, porém quem acha isso não tem nem noção de quão certo eles estavam. A parte física de seu treinamento era complicada, mas nada que não aguentássemos mesmo eu franzino como sou, porém o que realmente era complicado e fazia muitos desistirem era a parte mental, onde ele fazia simulações de combates e guerras e queria que descobríssemos formas de o vencer, e já adianto que é impossível vence-lo. Porém aparentemente ele finalmente tinha escolhido um estrategista, eu tinha sido escolhido pelo Prof. Carvalhoéos das batalhas para ser o novo mestre Pokemon das guerras.

Sou tirado de meus devaneios quando uma nave aparece na minha frente, ouço a voz do Roran gritar comandos para que esta me protegesse, o que me dá certo alívio por agora saber que ele ainda estava vivo dentro daquela fumaça, na verdade eu conseguia ver as coisas mais claramente agora, vejo que uns pontos negros estão voando perto de mim, pego um e observando vejo que são cinzas, esses demendores tinham poderes de gelo, logo chego a conclusão de que quem era o culpado pela fumaça não era um dos filhos de Hefesto, não os monstros do mal. Sorrio de felicidade ao perceber que o porque de eu saber dessas coisas, o símbolo já tinha ido embora, mas eu sabia que Céos estava me ajudando agora.

Volto minha atenção ao círculo que havia cuspido de seu centro um outro cálice. Penso que isso deve ajudar meus amigos a usarem o Expecto Patronum, então não penso duas vezes antes de pegá-lo, mas ele não se move. Ele está levemente aquecido o que é um alívio considerando o frio que estava, eu tiro os pés do chãos tentando ver se com o meu peso o objeto se solta, mas ele não se move. Penso em escalar ele e pular por cima, mas acho que isso seria ridículo, então não o faço (embora estivesse morrendo de vontade).

Olho para o círculo que girava e noto que duas das palavras estavam em destaque. Começo a pensar o que devo fazer afinal eu já havia respondido a pergunta, mas ele parecia perguntar da mesma maneira... ESPERA, grande e pequena eram as palavras em destaque. Olho para a minha mão e vejo novamente a vela, está a qual estava grande, eu precisava faze-la ficar pequena.

Ouço um barulho as minhas costas e ao ver vejo que a nave está tampando minha visão do resto do campo de batalha, percebo que ela deveria estar cumprindo suas ordens e me protegendo seja lá do que, os enigmas não acabaram então os monstros ainda continuariam vindo. Lembrando das palavras de Roran sobre as coisas que ele havia me entregado e suas ordens para sua nave eu aperto um pouco o fone de ouvido que havia me sido entregue e falo.

- Olá, Thinky? Esse é seu nome? - me sentia um pouco besta falando com um computador, afinal eles eram nossos inimigos e querem matar a Sarah Connor, mas por hora, igual aconteceu no segundo filme, este era um aliado - então, eu preciso falar com o Roran e o Jayce, se você tiver um auto-falante ou algo pra me ajudar eu agradeceria, por favor e obrigado - na hora do nervosismo que estava sendo agora eu não estava conseguindo lembrar qual era a palavra mágica da educação para se usar no momento então falo todas

- Pessoal - falo caso a nave consiga passar meu recado para eles - continuem atacando que eu acho que se terminar o enigma aqui eu vou despertar meu patrono e expulsar esses dementadores, não vejo outra forma. Aliás, Jayce, preciso de fogo pra acender a vela, se puder me mandar aquele isqueiro que tu usou eu agradeceria.

Enfim, agora volto minha atenção ao cálice, ele não parecia fazer muito sentido em relação ao resto, eu só precisava derreter a vela e para isso a acender. Talvez eu devesse derrubar a cera em cima dela como uma oferenda, mas algo me dizia que não era isso. Aquele círculo mágico parecia errado ainda, como se faltasse algo. Odiava falta de simetria e ver aquele escrito em apenas um lado me incomodava muito. Mas então eu lembro de uma coisa, o cálice estava aquecido. Me lembro de que tínhamos sido escolhidos na sorte, logo não tinham como adivinhar que teríamos fogo, precisava de uma outra forma de se resolver.

Pego a varinha e escrevo vela nos outros cantos do círculo pra ficar bonito e porque em minha ideia se fosse pra ser escrito apenas uma vez deveria ter sido escrito no meio. É arriscado? É. Posso estar matando todo mundo? Posso. Mas eu acho que é isso e vamos lá.

Se eu receber o isqueiro do Jayce eu acendo a vela e mando pra dentro do cálice, se eu não receber ela da mesma forma mas apagada mesmo. E se eu receber o isqueiro depois de eu ter jogado a vela e nada aconteceu, eu vou jogar o isqueiro ligado dentro do cálice junto com a vela. Porém se algo acontecer eu vou colocar o isqueiro no bolso porque vai ser mais útil ficar comigo que não tem uma forma de ter fogo do que com eles.
Nível 1 - Comando Subconsciente: No começo da narração o Estrategista escolhe um comando para que ele fique passivo até o final da narração.
Nível 1 - Atacar*: Quando o estrategista usar o comando “Atacar” ele e seus aliados vão ganhar bônus em suas rodadas de ataque durante 1 rodada. Requer 10 de mana e entra em espera depois de 1 rodada.

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Jayce Montgomery

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Finalmente livre olhei ao meu redor, era como se o tempo tivesse congelado ao nosso redor e apenas os mocinhos se movessem, a resolução do enigma havia dado um breve momento de vantagem para os heróis, o indefinido havia salvo nossas bundas de serem congeladas. Não havia só nos impressionado, o novato conquistou a atenção de seu pai/mãe divino, por mais que eu não soubesse a qual Olimpiano pertencia aquele símbolo de cérebro.

— Conseguiu! — Exclamei tentando conter a animação, apreciando a visão de Hercules golpeando o dementador congelado, simbolizando o início do processo de nossa vitória.

Novamente era decepcionado pela reação do demônio, acabando com nosso tempo de vantagem e atingindo com força meu autômato, danificando a nave de Roran. A culpa não era exatamente minha ou do tigre, era do dementador e não esperava que meu irmão ficasse irritado conosco pelos danos, por mais que seu urro enfurecido e endiabrado me causasse um arrepio na espinha. A forma como o demônio atingiu meu autômato não só me preocupou como também me enfureceu, instintivamente percorri a distância que nos separava bufando de raiva, os nós dos dedos brancos pela forma que apertavam o cabo do martelo. Vale lembrar, sem desviar por completo a atenção dos outros demônios, desviando de todos projéteis gélidos disparados contra mim com um rolamento ou saltando para os lados.

Saltei para alcançar o dementador, desferindo uma marretada de cima para baixo para enviar a criatura contra o piso de metal do vagão, aproveitando do impulso dado por minha queda e naturalmente pela gravidade. — DERRETA NO INFERNO! — O grito enfurecido parecia acionar algum mecanismo no autômato felino, fazendo a criatura de bronze se lançar sobre o demônio no chão, golpeando com as garras afiadas.

Dada a posição do tigre, após reaparecer às costas de meu felino o dementador se pusera de costas para mim, auxiliando na furtividade para conclusão de meu golpe. Mas é sempre importante considerar o fator surpresa, me obrigando a manter os sentidos alertas para efetuar uma esquiva necessária para desviar das estalactites.

Independente da conclusão de meu ataque, lancei deslizando pelo chão meu isqueiro nos pés de Connor, nosso espertalhão iria novamente fazer algo genial e nos salvar...ou nos mataria, das duas uma.

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