Herois do Olimpo RPG

Fórum de Mitologia Grega baseado em Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo!




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Por isso peço encarecidamente que sempre estejam olhando este tópico e que o enviem aos novatos para se ater das mesmas coisas que vocês, avisem colegas e amigos sempre que virem algo novo acontecendo.
Se você, jogador, tiver algo para falar a respeito do que foi postado aqui, use nossa chatbox ou mesmo o tópico da central de atendimento: http://www.heroisdoolimpo.com/t46-central-de-atendimento-ao-campista

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Netuno

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Deus Olimpiano
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As coisas no Acampamento Júpiter estavam se acertando desde a morte de Lupa na guerra contra os deuses egípcios. Os legionários haviam assumido todas as responsabilidades da falecida loba e estavam organizando ainda uma estrutura de poder para enviar semideuses em missões importantes que não paravam de borbulhar pelo mundo. Os deuses continuavam surdos aos contatos dos semideuses deixando uma lacuna tão grande que estava se tornando um abismo, cada vez mais campistas chegaram e ficavam como indefinidos vagando pelas Coortes e campos de treinamento sei ao menos saberem quem eram seus progenitores divinos.

Daniel era um desses campistas, ele já havia chegado no Acampamento a algumas semanas, mas não havia recebido nenhum sinal de seu progenitor divino e nem esperava ser reclamado tão cedo. Por causa disso ele vagava entre os treinamentos de cada Coorte tentando ser encaixado em alguma dela, mas novamente a estrutura de poder estava ocupada de mais tentando organizar o envio dos legionários em missões junto aos gregos que também haviam perdido o coordenador do acampamento deles.

O outono já estava avançado na costa oeste e os ventos frios vindos do Norte se tornavam cada dia mais frios e agressivos. As folhas das árvores formavam um tapete fofo e de um tom alaranjado acobreado sobre o chão e isso aumentava ainda mais a preocupação de todos, pois era no inverno que as missões se tornavam mais complicadas dada as dificuldades de deslocamento dos campistas e até mesmo a de sobrevivência fora do acampamento. Contudo o ritmo do lugar nunca parava, espadas cantavam durante o dia, as casas de banho se enchiam no entardecer e ao anoitecer atrações sempre apareciam na cidade para fazer algum espetáculo novo para entreter os legionários.

A noite já caia pesada quando Daniel resolveu que iria para a cidade atrás de alguma diversão, ele soube que filhos de Dionísio estariam apresentando uma peça teatral extremamente obscena e regada a vinha por apenas 2 denários em uma taverna. Entretanto, mal sabia o campista, mas uma nova jornada iria começa para ele, uma jornada que podia mudar a sua vida para sempre.

Daniel estava no meio do caminho, caminhando com as mãos no bolso e todo encolhido por causa do frio que se fazia, uma fina camada de gelo começou a se formar no chão. Foi então que um raio cortou os céus tão violentamente que o clarão deixou Daniel cego por um instante, o trovão que se seguiu parecia chacoalhar o mundo. Ao recuperar a visão uma grande águia estava parada em frente ao garoto, seu bico era feito de puro ouro e suas asas eram tão longas que se fossem abertas poderiam ter facilmente 30 metros de ponta a ponta. Aquele era um animal maravilhoso e que dificilmente seria encontrado em qualquer lugar no mundo mortal. Seus olhos eram de um tom azul celeste que Daniel chamais havia visto antes. Ele deu um passo em direção ao animal, que abriu suas longas asas e bico, assustando o campista que pulou para trás. O som que se seguiu o deixou ainda mais boquiaberto.

“O meu senhor disse que eu podia encontrar um de seus filhos nesse local, mas não consigo reconhecer nada dele em você. Lhe falta coragem e você é fraco, não tem o que é necessário para receber tamanha glória em sangue.”

O animal podia falar, mas sua voz não parecia vir de um modo normal, parecia vir do ar a sua volta.

#1
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A vida no acampamento não era fácil, mas definitivamente era melhor do que com a minha mãe alcoólatra. O que realmente me incomodava não era a hostilidade dos campistas que só pensavam em guerra o tempo todo, nem a estrutura militarizada do lugar, nem o clima de medo e incerteza desde que essa tal de Lupa (longa história sobre uma loba que treinava semideuses) morreu. O que me incomodava era a rejeição do meu pai divino.

Eu vivi toda a minha vida lidando com as atitudes terríveis da minha mãe, nós éramos constantemente perseguidos pelo que ela chamava de "bandidos", que agora eu sei que eram na verdade monstros. Meu avô, que foi um legionário romano, sempre me rejeitou. Não queria saber do seu neto filho de uma bêbada com um homem que nem conhecia, não até eu fugir, mas isso é história para outro dia.

Enquanto eu agonizava, me perguntando o que eu tinha de tão errado para conseguir a proeza de ser rejeitado não apenas pelo lado materno da minha família mas também pelo paterno, escutei por alto dois campistas falando sobre uma peça bastante obscena.

- Talvez isso tire um pouco esse peso dos meus ombros, eu preciso esfriar a cabeça.

Quando eu disse que precisava "esfriar a cabeça", não estava sendo literal, mas os deuses aparentemente queriam brincar comigo: talvez meu pai estivesse em uma poltrona quentinha me vendo congelar no frio. De onde eu vim, não fazia tanto frio, então eu frequentemente esquecia de me agasalhar e foi exatamente o que aconteceu. Quando eu percebi, já estava no meio do caminho então decidi prosseguir, afinal, talvez a peça me esquentasse.

Naturalmente, aquela região era bem mais fria do que onde eu vivia, mas eu achei esquisito quando gelo começou a se formar no chão. Tudo bem, porque eu achei o gelo bastante normal depois que uma águia de pelo menos 30 metros de ponta a ponta com o bico dourado parou na minha frente: o animal era bonito, mas era também assustador. Pulei para trás quando a águia abriu o bico e as asas, pois imaginei que ela me atacaria, mas ela apenas decidiu me ofender.

- Glória em sangue? - Eu estava com medo, mas minha orelha começou a esquentar. Aquele animal estava falando em nome do meu pai, que havia me abandonado, e como se não bastasse, me chamou de fraco e de covarde. Eu cansei de ser tratado como ninguém, meu pai teria que me respeitar, ao menos para vir me renegar pessoalmente.

- O que é necessário para que eu te mostre que não sou fraco nem covarde? - Perguntei para a águia gigante.

Dessa vez, eu presto atenção nos movimentos da criatura para que ela não me assuste novamente. Minhas mãos estão suadas apesar do frio, mas eu me contenho para não tremer. Se a águia decidisse me atacar eu tinha certeza de que não seria capaz de matá-la, mas eu não seria abatido como um covarde, eu estava com as moedas na mão: caso o animal tentasse me atacar, eu jogaria uma das moedas em seu olho esquerdo. A escolha pelo lado esquerdo é baseada no fato de que a maioria das pessoas é destra, e que portanto os reflexos para se defender do lado esquerdo são geralmente mais lentos. Eu não sabia se isso funcionaria com águias gigantes, mas se fosse minha última alternativa, eu tentaria. Evidentemente que eu torcia para que a águia apenas conversasse comigo.


#2

Netuno

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Daniel arruma a sua postura e dispara para a águia um desafio, o animal fecha a suas asas e se apruma. Aquela visão deixa o campista desnorteado, ela parecia altiva, indomável, perigosa e dona de uma realeza inconfundível.

"Você deve se mostrar digno do poder e das responsabilidades."

Ela envergou seu pescoço em um claro sinal para que o garoto subisse. Daniel parecia paralisado, o poder que emanava daquele animal era incrível, qualquer ser se dobraria diante dela, qualquer ser a obedeceria cegamente e a seguiria também cegamente. Sem perceber o campista subiu no pescoço da águia e a mesma sem qualquer esforço levantou voo, o ar frio não parecia atingir o garoto enquanto sentado no dorso do animal. A subida foi rápida e tranquila, os ventos se moldavam à águia em uma aerodinâmica mais do que perfeita.

Quando Daniel olhou para baixo e viu que o acampamento havia se tornado apenas um aglomerado de luzes no terreno ele percebeu o quão alto estava e o quão perigoso aquilo havia se tornado. Qualquer deslize e ele iria se tornar apenas uma massa compacta de sangue, ossos e carne no solo. A águia pareceu acelerar e subir ainda mais, indo cada vez mais alto.

"Para alcançar o Palácio do Senhor dos Céus antes é necessário cair e não subir."

E com isso a águia subiu ainda mais, ultrapassando as nuvens mais altas que se aglomeravam no céu noturno. Acima dela a lua e as estrelas enfeitavam a paisagem celeste de uma forma esplêndida, Daniel nunca havia visto um céu tão estrelado e lindo como aquele. Ele estava bestializado, mas foi acordado por uma rajada de vento frio cortando seu rosto. Daniel passou por uma fumaça branca e extremamente fria que ele logo percebeu ser uma nuvem, a águia deveria está descendo com uma rapidez inimaginável, o vento a sua volta enchia as suas narinas de forma sufocante, o oxigênio começava a faltar e a respiração estava difícil com tanto ar entrando pela narina e boca, na verdade o oxigênio estava em pouquíssima quantidade.

A aceleração da queda foi aumentando e o assobio do vento nos seus ouvidos também, foi quanto Daniel percebeu que não havia nenhuma águia abaixo dele e ele caia em queda livre. A águia o havia encantado e o jogado de cima das nuvens para o chão que se aproximava cada vez mais rápido.


Tempo de contato com o chão: 3 minutos.

#3
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Talvez o leitor já tenha passado pela desagradável sensação de pisar em falso descendo uma escada achando que pisaria um degrau. Imagine isso, substituindo esse degrau falso por uma águia gigante de pelo menos 30 metros de envergadura e bico de ouro, que deveria estar abaixo de você, e imagine que a altura dessa queda não é de poucos centímetros como no exemplo do degrau falso, e sim de uma altura suficiente para fazer um acampamento militar romano inteiro parecer um aglomerado de luzes distantes: era mais ou menos assim que eu estava me sentindo naquele momento.

Enquanto eu caía, comecei a sentir dificuldades para respirar, então tentei manter a calma, ainda que isso fosse difícil nessa situação: quanto mais nervoso eu ficasse, mais eu tentaria respirar e com mais falta de ar eu ficaria. Enquanto eu caía, as palavras da águia ecoavam na minha cabeça: "Você deve se mostrar digno do poder e das responsabilidades"; "Para alcançar o Palácio do Senhor dos Céus antes é necessário cair e não subir". Eu finalmente entendi o que a águia significava, e aquilo me pareceu tão óbvio que se eu não estivesse despencando para a morte, talvez me jogasse de algum lugar.

Quando eu cheguei ao acampamento Júpiter, perguntei para as pessoas o motivo do nome do Acampamento ser o nome de um planeta, e eles me disseram que o planeta havia sido chamado de Júpiter por causa do deus dos deuses, o deus dos céus, e que o nome do Acampamento era uma homenagem a essa mesma divindade. Agora tudo fazia sentido: a águia falante gigantesca, a responsabilidade, o poder e o fato de eu estar despencando. Talvez esse tal Palácio do Senhor dos Céus não seja uma figura de linguagem, pode ser um convite. A ideia parecia absurda, mas eu não tinha escolha de qualquer maneira, então eu tentei falar com Júpiter em pensamento:

"Eu entendo agora. As águias ensinam seus filhotes a voar os jogando dos ninhos, e o senhor quer que eu voe, quer que eu encontre esse seu palácio. Eu aceito seu convite, aceito a responsabilidade de me provar digno. Eu sou um filho do céu e do raio, um filho da tempestade. Eu sou um filho de Júpiter. Pai, eu sou o seu filho. Me ajude a encontrar seu Palácio no Céu. "

Parecia tolice no começo, mas não agora: com confiança e determinação, eu me imaginei parando suavemente de cair. Se eu fosse morrer agora, não seria por falta de obstinação.

#4

Netuno

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Durante a queda Daniel entra em um looping introspectivo que o leva ao pensamento de calma e sua respiração se regula, mas a falta de oxigênio ainda não pode ser resolvida apenas com o pensamento. O semideus está próximo ao seu limite, o vento uiva selvagemente em seu ouvido. Pequenas rachaduras começam a se formar na pele do rosto e mãos do garoto, já que essas partes não são protegidas por nenhuma roupa.

O garoto finalmente entende o que a águia quis dizer, ao longo do Horizonte as luzes do acampamento começam a se tornar menos puntiformes e o solo mais próximo, o tempo de Daniel está se esgotando e ele precisa sair dessa o mais rápido possível. Ele faz a sua oração, mas não obtém nenhuma resposta, nada que possa indicar que Júpiter está ouvindo seu apelo, ou até mesmo prestando atenção nele. Então Daniel foca em si mesmo e imagina a sua velocidade sendo diminuída, e parece que seu truque está funcionando.

Aos poucos a velocidade de queda de Daniel vai caindo, como se ele conseguisse anular o efeito da gravidade sobre a sua queda. Óbvio que o jovem semideus não consegue parar de imediato, apenas diminuir a sua velocidade de descida, ele abre os seus braços e sua velocidade cai ainda mais. Contudo o chão ainda está ficando cada vez mais próximo, e nessa velocidade talvez ele não morra, mas sofrerá a quebra de alguns ossos. Então um vento sopra de algum lugar e levanta o garoto no ar como se fosse uma pluma, o vento carrega Daniel novamente para cima, mas dessa vez não é unicamente para cima e sim para diversas direções, como se ele literalmente fosse uma pena.

Sem saber de onde surgiu, Daniel percebe que está sendo levado para dentro de uma nuvem. Durante a noite e sem qualquer luminosidade a não ser a da lua, a nuvem parece ser um aglomerado negro, mas com a sua parte mais superior prateada pela luz do luar. Um raio parte da nuvem para o chão, tão brilhante que iluminou tudo ao seu redor por alguns segundos, relevando que ele literalmente estava no meio do nada, a alguns quilômetros acima do soloO Mais uma corrente de ar o atinge e o eleva para o topo da nuvem, onde ele encontra um ser conhecido, a águia.

“Então você não é tão desprezível como eu imaginava.” Ela começa a falar, sua voz não carrega nenhuma entonação de gratulação. “Agora está na hora de começar o seu teste final. Se você realmente for um filho de Júpiter não encontrará dificuldades em enfrentar os desafios que estão por vir. Contudo, não subestime-os, pois você é só um mortal, se você falhar em qualquer um deles não terá uma segunda chance.”

O vento jogou Daniel sobre a superfície da nuvem, na qual ele caiu como se fosse chão sólido. Havia uma espada e um escudo colocados a 3 metros do garoto, ambos brilhavam na escuridão da noite como dois pequenos sóis metálicos, a espada estava cravada na nuvem, sua empunhadeira era feita de algum couro lustroso, enquanto a lâmina era ouro celestial puro, era uma lâmina média e afiada. O escudo estava encostado à lâmina, em sua superfície um rosto aterrorizador de uma mulher com cabelos de cobra se encontrava virado para o semideus, que reagiu instantaneamente tampando os seus olhos daquela visão.

“Um dos filhos gregos do seu pai enfrentou 12 desafios, você enfrentará 12 também. Vença-os e conquiste a honra de ser um filho de Júpiter.”

Daniel
HP:100/100
MP:100/100

#5
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Trêmulo, me forcei a manter uma postura corporal firme enquanto caminhava pela nuvem sólida em direção ao equipamento que fora deixado ali, provavelmente para um futuro confronto. Como passei algumas semanas no acampamento sem ser reclamado, achei que conseguiria manejar o equipamento, então peguei a espada com a mão direita e o escudo com a esquerda.

A espada era elegante e bem construída, e o escudo era perturbador. Quando a águia citou o filho grego de meu pai e seus doze trabalhos, eu me recordei de um desenho antigo que minha mãe costumava me colocar para assistir, sobre o Hércules. Ela me disse que ele ficou conhecido com esse nome, e que tinha executado 12 trabalhos, mas eu não conseguia me lembrar o nome original dele e nem quais trabalhos ele havia realizado.

- Eu estou pronto. - Disse aos ventos, talvez literalmente. Esperava que a águia estivesse me escutando de algum lugar.

Levantei o escudo e posicionei a espada de maneira ofensiva, esperando por qualquer desagradável surpresa: usaria o escudo para me defender, e contaria com sua aparência horrenda para de alguma maneira desestabilizar qualquer eventual oponente. Em um confronto, usaria a espada no estilo romano, como um punhal, considerando que ela é uma espada curta.



Última edição por Daniel Olivieri em Qui 8 Nov 2018 - 9:38, editado 1 vez(es) (Razão : Faltou a palavra "maneira" em uma frase, e a cor foi errada.)

#6

Netuno

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Daniel caminha heroicamente em direção a espada e ao escudo, sua postura altiva era própria do heroi que ele deveria se tornar. Ao pegar a espada média ele sentiu que o balanço dela ideal para sua mão, como se a espada fosse uma extensão do seu corpo e não um equipamento.

Ao proferir suas palavras um trovão ecoou pelo céu, tão forte que o garoto precisou tapar seus ouvidos para não ter seus tímpanos explodidos. Um vento muito forte acertou Daniel nas costas, fazendo com que seu cabelo se arrepiasse e um arrepio de frio percorreu todo o seu corpo. Então o vento tomou a forma de um leão de 1,5 metro de altura.

O corpo do animal era feito inteiramente de vento, mas parecia ser sólido como se feito de carne e ossos. Suas patas eram enormes e as garras não pareciam nada convidativas e sequer rasparem na pele do garoto de tão afiadas, já que ele estava sem qualquer proteção para o corpo, contendo apenas o escudo para sua proteção. O leão soltou um rugido que se aproximou do som do trovão. O leão entrou na posição de ataque e começou a correr em direção ao garoto.


Tempo de corrida entre o jogador e o leão: 5 segundos;

Leão: 250/250

Daniel:
HP: 100/100
MP: 100/100

#7
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Leões são animais poderosos, e aquele parecia bastante intimidador. Eu imaginei que correr não seria uma boa ideia, já que os leões possuem instintos de caça extremamente desenvolvidos e aquele animal poderia facilmente me alcançar. Felizmente, eu tinha aquele escudo absolutamente ameaçador, então esperei até que o animal chegasse perto o suficiente para a minha manobra, assumi a postura mais ameaçadora que pude e coloquei o escudo entre nós dois: os leões normais costumam rugir muito, inclusive antes de fazer ataques, então eu esperaria que a criatura fizesse isso também: caso ele fizesse isso próximo o suficiente, eu aproveitaria o momento e enfiaria a espada no céu da boca do animal.

De qualquer modo, caso ele simplesmente me atacasse, teria que abrir a boca e pular, provavelmente visando a minha jugular. Eu enfiaria a espada na boca do animal e usaria o escudo para repelir as garras, caso ele optasse por isso.

A ideia de enfiar a espada nessa área específica da criatura era justamente dificultar que ele fechasse a boca e danificasse a lâmina: a águia era gigante, e definitivamente sobrenatural, o chão da nuvem era sólido, então eu tinha motivos mais do que suficientes para desconfiar que aquele animal não era um simples leão. O golpe de espada seria uma estocada rápida, e eu usaria o escudo da melhor maneira possível, se não fosse bloqueando possíveis ataques, ao menos reduziria a força deles. Eu estava esperando que o animal tentasse me atacar quando sentisse a dor caso o golpe funcionasse.

Em caso de sucesso, eu abriria mais o corte, tentando causar o máximo de dano possível, torcendo a lâmina e sacudindo ela no ferimento, sempre fazendo meu melhor para usar o escudo tentando afastar ou reduzir o impacto dos ataques das garras do animal.



Spoiler:
Passiva: Nível 1 – Imponência de líder: De longe, são notáveis. De perto, são respeitáveis. Os filhos de Júpiter são muito imponentes e sua presença de espírito emana muita segurança. Com as palavras certas fazem qualquer um se sentir impelido a aceitar sua liderança, sugestões ou pedidos. Se torna mais forte com o nível.

#8

Netuno

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Daniel se prepara para o ataque do animal e forma a sua estratégia, a velocidade do Leão é muito grande e com poucos segundo o animal cobriu a distância entre os dois, quando o Leão estava pronto para desferir o seu ataque sobre o garoto, o semideus levanta o seu escudo e a figura estampada nele paralisa as ações do animal por preciosos segundos que o semideus usa para desferir o ataque com a espada.

Contudo, o golpe da espada não conseguiu ser na boca e o semideus acabou abrindo um rasgo no lado esquerdo do rosto do animal, como a pele do mesmo é feita inteiramente de ar do animal a espada a cortou como se o garoto tivesse dado o seu golpe no nada. Com a dor do corte o leão se livrou do encantamento do escudo e deu uma patada em direção ao semideus, mas errou por poucos centímetros. O garoto salta para o lado e o animal desfere um outro ataque, dessa vez com a pata esquerda, mas erra por muito.

Leão: 200/250

Daniel
HP: 100/100
MP:100/100

#9
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A minha avaliação sobre não correr do leão foi bastante assertiva, e eu deveria manter uma anotação mental sobre felinos mágicos em nuvens sólidas: eles são muito rápidos.

De qualquer modo, meu ataque não foi de todo mal sucedido. Eu não consegui matar o animal, mas pelo menos pude evitar ser retalhado, e aquilo serviu para que eu avaliasse minhas condições de vitória.

A espada passou com grande velocidade quando eu atingi o rosto do animal, mas ele pareceu sentir dor, o que indicava que ele era feito de vento, mas que isso não me impediria de feri-lo. A espada talvez tivesse alguma propriedade mágica que me permitia atacar o vento.

Eu planejava me aproveitar de uma possível abertura do animal quando ele errou o ataque com a garra: planejava cortar a pata esquerda do leão com a espada e aproveitar que a espada passava pelo leão como se ele não fosse sólido para recompor minha guarda com muito mais velocidade que eu faria se o animal não fosse de vento.

Caso o leão tentasse me atacar, me defenderia com o escudo e utilizaria a espada com uma estocada rápida em seu rosto, de preferência no ponto em que ele já estava ferido. Eu mantenho especial cuidado com as garras do animal.

#10

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